História Eu nunca poderia amar assim - Capítulo 11


Escrita por: ~

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Categorias The Seven Deadly Sins (Nanatsu no Taizai)
Personagens Ban, Diane, Elaine, Elizabeth Liones, King, Personagens Originais
Tags Ban, Diane, Elizabeth, King, Meliodas, Melizabeth Banlaine
Visualizações 180
Palavras 4.969
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Colegial, Comédia, Escolar, Esporte, Famí­lia, Festa, Luta, Musical (Songfic), Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Violência
Avisos: Álcool, Insinuação de sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Oiiiiiii
Antes de tudo: ATENÇÃO!

ESSE CAPÍTULO NÃO TEM NADA A VER COM A FANFIC,NÃO ACRESCENTARÁ EM NADA, É APENAS PARA O DIVERTIMENTO DOS MEUS LEITORES JÁ QUE É NATAL (ERA NATAL, PQ POSTEI DPS).

Espero que gostem desse cap. E saibam que vai demorar para eu postar o próximo capítulo QUE TEM TD A VER COM A HISTÓRIA, CLARO.
Tem Melizabeth, Banlaine etc slá como escreve ashuashaush
Beijos, boa leitura!

Capítulo 11 - Especial de Natal


Fanfic / Fanfiction Eu nunca poderia amar assim - Capítulo 11 - Especial de Natal

Elaine On

É Natal. A época do ano em que ganhamos presentes, passamos o tempo com quem amamos e principalmente comemoramos o nascimento de Cristo.

E cá estou eu em plena véspera no shopping. Fazendo o quê? Sim, comprando as coisas para o natal e presentes. Por que não fui antes? Simples, porque eu sou trouxa. Agora eu tenho que aguentar toda essa multidão me apertando, esbarrando em mim. Isso que dá fazer as coisas pra cima da hora. Me sinto numa lata de sardinha.

(Inner do mal: mini sardinha, você quis dizer.)

Cala a boca.

Realmente para quem tem ausência de altura, é difícil de enfrentar essas coisas, principalmente quando te confundem com uma criança perdida naquela multidão.

- Moça, dá licença um pouquinho, por favor. - disse, quase perdendo o fôlego com essa mulher me esmagando.

-Ah, desculpa menininha. Pode passar. - disse uma mulher que aparentava ter meia idade.

(Inner do mal: menininha é teu c*)

-Obrigada.

Adiantou muita coisa. A cada passo, mais apertado ficava, já estava sentindo falta da bunda daquela mulher, agora estou embaixo das axilas de um homem.

Ok... Respira... NÃO, RESPIRA NÃO, PÉSSIMA IDEIA.

Eu não mereço isso.

Segunda tentativa, dessa vez vou usar minha altura - ou a falta dela -  para alguma coisa. Me abaixei e comecei a passar pelas pernas das pessoas. É, isso soa meio estranho.

Mas vocês devem estar pensando por que raios eu estou enfrentando essa "fila", já que sou rica, digamos assim. Ué, todo mundo passa por essas situações, e eu posso até ser rica meu bem, mas não sou trouxa a ponto de perder essa liquidação "maravilinda" em uma das minhas lojas preferidas. Não tenho essas frescuras.

Depois de enfrentar esse "The walking dead" fui ao mercado. Estava com tanta sacola na mão, que se eu ficasse parada um tempo as pessoas iriam pensar que eu sou uma árvore de natal, as sacolas sendo os presentes, e claro eu sendo uma estrela.

Claro que eu não estava nisso sozinha, King também veio me ajudar. Enquanto eu estava enfrentando os zumbis da loja ele estava passeando por aí. Bom, pelo menos ele saiu de casa, saiu daquela bolha, ficava o dia inteiro lá se deixasse jogando LOL, um jogo que particularmente acho tipo pombo, não gosto muito.

No caminho para casa, pensei nos preparativos, no cozinheiro porque eu definitivamente não sei cozinhar,  nos presentes, nos convidados, que nem sei se vai ter mesmo. Ai meu Deus é muita coisa para uma pessoa só.

(Inner do mal: meia pessoa você quis dizer.)

Vai pro inferno.

(Inner do mal: já fui, já voltei, agora eu tô aqui.)

(Inner do bem/pervertida: nem percebi.)

Tá, chega de briga interna, tenho mais o que fazer.

É claro que não darei conta de tudo isso. O que eu devo fazer?

Estava deitada no sofá de casa quando recebo uma ligação. Era Elizabeth.

- Oi amiga, tudo bom? - pergunto.

- Oi Amiga, tudo sim, e você?

- Na correria...

- O que houve? - ela pergunta.

- Depois de enfrentar uma infestação de zumbis loucos por liquidação no shopping, fui ao mercado comprar os preparativos e as comidas, tudo em cima da hora. - digo, mexendo em algumas mechas do meu cabelo.

- Poxa amiga, que loucura. Imaginei como estaria a fila.

- Pois é.

- Você vai passar o natal como? - ela pergunta.

- Em casa mesmo sabe. Eu, King, e com sorte meu pai.

- Bom, eu vou fazer uma festa na minha casa, você quer ir?

- Ah, claro, mas e o King?

- Pode chamá-lo.

- Certo, mas ainda tenho que ver o que vou fazer com o tanto de coisa que comprei.

- Pode trazer para cá, juntarei com o que temos aqui e faremos a festa.

- Ah, então tudo bem. E quem mais vai?

- Nossos amigos, e mais alguma galera da escola que a Diane implorou para convidar, sabe como ela é.

- Sei. - ri, lembrando da nossa amiga.

- Todos vão ajudar, inclusive Ban.

Vi alguém descendo as escadas. Logo King apareceu para escutar nossa conversa.

- Sério?  –perguntei.

- Sim. Diane vai ajudar a enfeitar, Meliodas vai comprar algumas cervejas e ajudar a arrumar a casa, e eu também vou limpar já que a casa é minha. - ela ri.

Meu irmão fez gestos perguntando com quem eu estava falando. Tampei o buraco do fone para ela não escutar e respondi.

- Com a Elizabeth. -digo sussurrando.

- Enfim, todos vão ajudar. - ela diz.

- Eu quero ajudar, e King também.

- Eu o quê? - pergunta King ainda sussurrando.

- Ah, não precisa Elaine.

- Que horas temos que estar aí? - pergunto.

- Depois do almoço, pode ser?

- Fechado! - digo, empolgada. - Ok, tchau amiga.

- Elaine, o que está acontecendo? - pergunta King, meio nervoso.

- Elizabeth nos convidou para passar o natal na casa dela. E é claro que aceitamos.

- Eu não aceitei nada Elaine.

- Problema seu, você vai.

- Não, não vou.

- Ah, qual é King, quer ficar aqui sozinho podendo ficar com os amigos?

- E o papai?

- Você acha mesmo que ele virá? Prefere ficar lá com as papeladas em vez de ficar com os filhos. Ele ao menos ligou avisando que iria vir? - levanto do sofá e vou em direção às escadas. - Sairemos depois do almoço. - subi e fui para o quarto.

Elaine Off

~xXx~

♫ ♬ ♫ ♩ ♬ ♩ ♫ ♩ ♫ ♬ ♬ ♫ ♩ ♩ ♫ ♬ ♫

Royals – Lorde

I’ve never seen a diamond in the flesh

I cut my teeth on wedding rings in the movies

And I’m not proud of my address

In the torn up town

No post code envy

But every song’s like gold teeth, Grey Goose

 

Ban estava ansioso para a festa.

Elizabeth tinha o convidado mais cedo, e já que sabia cozinhar ele se ofereceu para ajudar.

♫ ♬ ♫ ♩ ♬ ♩ ♫ ♩ ♫ ♬ ♬ ♫ ♩ ♩ ♫ ♬ ♫

Tripping in the bathroom

Blood stains, ball gowns, trashing the hotel room

We don’t care

We’re driving Cadillacs in our dreams

But everybody’s like Cristal, Maybach

Diamonds on your timepiece

Ele estava pensando nas comidas que iria fazer no dia seguinte, sentado em sua cama. E aí que uma coisa veio a sua mente: Que presente dar para Elaine.

Jet planes, islands, tigers on a gold leash

We don’t care

We aren’t caught up in your love affair

And we’ll never be royals

(Royals)

Rapidamente se levantou, pegou seu casaco e saiu. Ele foi ao shopping, comprou alguma coisas com a mesada que Tamotsu deu a ele, e então pensou em que presente Elaine gostaria de ganhar

♫ ♬ ♫ ♩ ♬ ♩ ♫ ♩ ♫ ♬ ♬ ♫ ♩ ♩ ♫ ♬ ♫

It don’t run in our blood

That kind of lux just ain’t for us

We crave a different kind of buzz

Let me be your ruler

(Ruler)

Um urso de pelúcia? Não, muito clichê. Uma blusa? Não, muito simples. Um sapato? Ah, mas ela já deve ter vários. Ele queria dar algo que quando ela olhasse, lembrasse dele. Mas o quê?

You can call me Queen Bee

And, baby, I’ll rule (I’ll rule, I’ll rule)

Let me live that fantasy

♫ ♬ ♫ ♩ ♬ ♩ ♫ ♩ ♫ ♬ ♬ ♫ ♩ ♩ ♫ ♬ ♫

~xXx~

 

Dia seguinte

 

Elaine e King almoçaram, então foram direto para a casa de Elizabeth, com algumas mudas de roupa para se trocar lá. Ontem ela já tinha mandado o endereço e avisado que poderiam se trocar lá. Hoje, Elaine apenas deu para o motorista levá-los até lá.

Ban não precisou se preocupar com os ingredientes e nada disso, pois Elizabeth já tinha avisado que Elaine ia trazer algumas coisas e de resto já tinha lá. Tamotsu não pôde levá-lo de carro porque estava trabalhando, e já que iria passar o natal com os amigos, não ligou muito para isso, então pegou um ônibus.

Meliodas já tinha comprado as bebidas no dia anterior, então foi com seu carro para a casa de Elizabeth, e não pôde dar carona já que o banco estava ocupado. Sim, talvez ele tenha exagerou na quantidade de bebidas.

Diane já estava na casa da amiga desde cedo, queria ajudar o máximo que podia. Os pais dela não aceitaram logo de cara, mas conseguiu convencê-los a tempo.

Elizabeth acabou chamando Hijikata também, esperando que todos se dêem bem e que nada dê errado. O seu pai foi viajar a negócios junto com suas outras irmãs, pediram perdão pela ausência no natal, então Elizabeth pediu sua permissão para que ela pudesse fazer a festa, e o conhecendo sabia que não ia aceitar, então ela pediu com dois meses de antecedência e ele acabou aceitando, porque confia na filha que tem.

O primeiro a chegar, com excessão de Diane foi Meliodas. Guardou as bebidas na geladeira e então foi ajudar a arrumar a casa. Depois chegou Ban, já arrumando todos os ingredientes para fazer a comida. Um pouco depois, Elaine e King trazem o que ela já havia comprado e Elizabeth coloca na cozinha todas as sacolas. Todos puseram os presentes embaixo da árvore de natal, que por sinal era muito grande como a casa de Elizabeth.

Todos estavam felizes ajudando. King ajudava Diane a enfeitar a árvore de natal, já Elaine não sabia ao certo o que fazer, e até agora não tinha visto Ban, já que ele estava na cozinha.

Com sede, decidiu pegar um copo de água, então acabou o encontrando.

- Ban. – o chamou.

- Oi Elaine. – ele responde com um sorriso.

- O que você está fazendo? – pergunta, se aproximando cada vez mais.

- A comida para a ceia de natal.

- Não sabia que cozinhava... – pegou um copo em cima da pia e o enchia com a água do filtro.

- Pois é, esse é um dos meus dotes. – abriu um grande sorriso, sendo retribuído por ela. – Você está fazendo o que até agora?

- Pra falar a verdade, nada. – toma um gole de água. - Queria ser útil, pelo menos uma vez na vida.

Ele apenas ri nasalado.

- Se você quiser, pode ser bem útil. – ele diz, e então caminha até ela.

A cada passo que ele dava, mais forte ficava as batidas do coração de Elaine  e mais ela recuava até que acaba encostando no balcão.

- Ban, você... – ela dizia, quase sussurrando.

E então ficam bem de perto, a ponto de sentirem a respiração um do outro. Ele pôs os braços ao seu redor, ela não podia escapar, então a única opção que restou foi fechar os olhos.

Assim o fez. Ela estava esperando algo dele, até que ele tira seus braços ao redor dela, segurando algo.

- Toma – ele dá um pote de tempero. – Seja minha assistente. – ele sorri ao vê-la desapontada, esperando que ele fizesse outra coisa.

- Ce... certo. – gaguejou, se odiando internamente por isso.

Ele sorri, voltando ao que estava fazendo que era temperar um pernil. Ela prende o cabelo, ainda corada pelo o que aconteceu.

Elaine não era tão boa cozinheira, mas estava se saindo bem o ajudando. Admirava Ban ali, cozinhando, achava tão fofo e atraente. Com o calor da cozinha, ele começava a suar. Ela via as gotas de suor entrarem pela camisa dele, e desejaria ser uma daquelas gotas naquele momento.

- O que foi? – ele pergunta, assustando a garota a tirando do transe em que se encontrava.

 - Ah nada não. – ela sorri, voltando a limpar o balcão.

~xXx~

Meliodas ajudava Elizabeth a limpar os quartos. Ficaram em silêncio por um bom tempo, até que ele decide puxar papo.

Ele estava de costas para ela, e quando vira para falar com ela, a mesma estava agachada tirando pó de uma mesinha. Ele fica deslumbrado com a cena, mas decide chamá-la para que ele não faça nada pervertido.

- Elizabeth.

- Sim?

Seu olhar inocente era o que ele mais admirava nela, sem maldade, como uma criança.

- Quando os convidados vão começar a chegar?

- Mais tarde, por isso os chamei bem mais cedo, sei que a preparação da comida e tudo mais demora.

- Ah, entendi. – ele dá as costas novamente, respirando fundo para que não fizesse nenhuma besteira.

- Meliodas. – ela levanta do chão.

Rapidamente ele a olha.

- Obrigada por ajudar, sério. Não precisava vir aqui em cima arrumar os quartos, mas você está fazendo isso por mim, obrigada. – ela sorri.

- Ah, isso não é nada. – ele sorri, coçando atrás da cabeça.

- Pode descansar um pouco, vou pegar a pá para juntar essa sujeira.

Meliodas assentiu e sentou na cama, e então Elizabeth foi ao banheiro. Não demorou muito até que ela acha a pá e volta para o quarto.

- Meliodas, você já pode descer já que – antes de terminar a frase, Elizabeth acaba tropeçando no tapete, caindo em cima dele.

 Ele a segura pela cintura, a olhando. Ela estava vermelha de vergonha por chegar tão perto dele como nunca tinha chegado antes. Já ele, aproveitava cada segundo, com uma cara pervertida.

- Meliodas... – ela sussurrou seu nome.

Com isso, ele acaba a desejando mais, como nunca antes.

- Chega, eu não agüento mais. – ele a empurra para baixo, ficando em cima. – Elizabeth... seja minha.

- E... eu... – ele não a deixou falar mais nada.

E quando viu, Meliodas já tinha selado seus lábios com o dela. Devagar, foi pedindo passagem com a língua.

Elizabeth queria fazer alguma coisa, não queria deixá-lo a dominar tão fácil. Mas ela não conseguia se mexer, estava estática, sem reação. E com o tempo, acabou cedendo aos beijos.

Meliodas acabou acelerando o ritmo de seus beijos, tornando o clima mais quente, ele começou a apertar as coxas de Elizabeth, ficando cada vez mais animado.

~

Ban foi descansar um pouco na sala de estar junto com Elaine, sentados no sofá, junto com Diane e King.

- E aí pessoal, vamos assistir um filme de natal. – disse Diane.

- Ah não, odeio filmes de natal, é tão chato. – disse Ban.

- Concordo. – disse King.

- Vocês que são chatos. – disse Diane e Elaine ao mesmo tempo. Todos se olharam e começaram a rir.

- Gente, cadê Elizabeth e Meliodas? – pergunta Elaine.

- Ah, estão lá em cima, arrumando os quartos. – disse Diane.

- Isso é sério? – perguntou Ban com uma cara espantada.

- Sim, por quê? – indagou Diane.

- Péssima ideia. – nesse exato momento, Ban pula do sofá em direção às escadas.

- O que você vai fazer? – pergunta Diane.

- Me certificar que eles estão apenas arrumando os quartos.

- Como assim? – Diane permanecia com um grande ponto de interrogação.

- Inocente... – Elaine a consola batendo de leve em suas costas.

~

O coração de Elizabeth parecia que ia pular do peito de tão acelerado, então ela começou a empurrá-lo um pouco, mas lutava contra si mesma, pois uma parte dela o queria cada vez mais e a outra parte querendo que isso parasse.

- Elizabeth, se quiser que eu pare – ele a interrompe.

- Não...

Ele apenas abre um grande sorriso, e dessa vez beijava o pescoço de Elizabeth carinhosamente. Quando ele ia descer mais os beijos, acaba escutando alguém.

- Baixinho!

Com esse apelido que apenas uma pessoa o chama, claro que era:

- Ban. – disse Meliodas.

Eles se olham, e rapidamente Meliodas levanta e ela também. Elizabeth pega a vassoura e ele a pá, se abaixando.

- A ha! – disse Ban ao abrir a porta.

- A ha o que seu idiota? – pergunta Meliodas.

- O que estão fazendo? – indagou Ban, olhando para o quarto.

- Limpando, Ban... – Elizabeth tentava esconder o rosto, pois o mesmo ainda estava todo vermelho.

- Hum, entendi. – ele olha para Meliodas com uma cara desconfiada de cima para baixo, tentando achar alguma coisa que prove que ele fez algo a mais.

- O que foi? – perguntou Meliodas.

- Só queria chamá-los para assistir um filme lá embaixo, escutar algumas músicas, sei lá.

- Já estamos indo. – disse Elizabeth.

- Certo. – Ban dá uma última olhada, e então fecha a porta.

 - Ufa... – suspira Elizabeth. – É melhor irmos logo.

- Tem razão.

Ela abre a porta, mas antes dela sair ele pega em seu braço.

- Continuamos isso depois. – disse Meliodas, com uma cara pervertida.

 Ela não responde, totalmente envergonha. Desce as escadas com ele a seguindo.

- Até que enfim, pensei que nunca iam acabar de terminar os quartos! – disse Elaine, olhando para Ban como se já soubesse de algo.

- Pois é amiga. – disse Elizabeth.

- Tinha muita sujeira. – Meliodas senta no sofá.

- Bom, vou lá ver o pernil. – Ban levanta do sofá, indo em direção à cozinha.

- Eu também. – Elaine o segue.

King percebe que o clima estava esquentando, então resolve falar alguma coisa.

- Será que o Ban sabe cozinhar mesmo?

- Sabe sim, ele já cozinhou para mim, é realmente uma delícia. – disse Meliodas.

- Com certeza. – Elizabeth senta ao lado da amiga. – Então, vamos ver um filme até o pessoal chegar? – pergunta sorridente para a amiga.

- Pode ser. – disse Diane, sorrindo também. – Vem King!

Rapidamente ele se levanta da mesa e senta ao lado de Diane também.

~

- Ai, isso está cheirando tão bem. – disse Elaine.

- Não é só o cheiro que está bom, prove. – ele põe uma colher na boca da Elaine.

- Hm...

- O quê? Não está bom? – perguntou espantado.

- Não, está ótimo.

Ele sorri, voltando a cozinhar. Depois, Ban pede para ela cortar alguns legumes e fazer um prato típico que ele falou, e assim o fez.

Ele vê que Elaine já estava aprendendo alguma coisa e ficou feliz, acabou dando um pequeno sorriso. Ban caminha até ela, a envolvendo em seus braços.

- Ban... – ela dá um pequeno sorriso. – Coma, para ficar forte. – ri e se vira, ficando de frente, pondo um pedaço de legume na boca dele.

- Hm, vou ficar forte. – mostra os músculos do braço para ela dando um pequeno sorriso, a deixando um pouco corada.

Ele põe as mãos na cintura de Elaine a levantando, fazendo ela sentar em cima do balcão.

- O que é? – pergunta carinhosamente.

- Elaine. – ele a chama, com um pequeno sorriso.

- Sim?

- Elaine...

- Sim? – pergunta, agora com um sorriso bobo.

- Fique comigo, não vá a lugar nenhum.

- Aconteceu alguma coisa?

- Prometa ficar comigo, nesse natal.

- Hum... Ok. – dá um pequeno sorriso, beijando na testa dele.

- Ah. Isso é difícil.

- O que foi? – pergunta Elaine, um pouco preocupada.

-De repente estou com apetite para algo além da ceia.

- Algo além?

- É você. – ele a olha com desejo. – Você.

Ela sorri. E então ele começa a beijá-la. Começou com um selinho, aos poucos pediu passagem com a língua.

Ele acariciava os cabelos de Elaine e ela, que até então estava parada, põe as mãos nas costas dele o puxando mais para perto de si, levantando um pouco a blusa colocando as mãos dentro, sentindo o corpo musculoso e suado de Ban. Ela não pôde se tornar aquelas gotas de suor, mas ficou feliz em sentir onde elas passaram.

Ban estava adorando as mãos pequenas de Elaine alisarem suas costas.

Tudo estava tão bom e o beijo começava a ficar cada vez mais quente, acelerando os movimentos da língua, como se fosse uma guerra pela posse da boca.

Já estavam começando a ficar sem ar, mas isso não impediu que eles parassem.

Porém, como diz o ditado, nem tudo é perfeito. Não se separaram por falta de ar, e sim pelo cheiro que estava dominando a cozinha.

- Ban. – disse Elaine entre os beijos.

- Hum?

- Que cheiro é esse?

Rapidamente Ban parou, pensou por um momento sobre o que poderia ser, e então cai a ficha dele.

- O assado!

Ele corre até o forno e abre devagar.

- Ufa, até que não queimou tanto, dá para comer.

- Tem certeza? – pergunta Elaine, preocupada.

- Absoluta, não se preocupe.

- Uh, você me assustou! – põe a mão no coração, aliviada.

Eles riram.

- O que aconteceu? – pergunta King, que quase pulou em cima dos dois, evidentemente preocupado.

- Nada. – disse Elaine, rindo.

- Pensamos que tinha queimado, mas não queimou. – Ban também ria.

- Ah, é que eu senti um pouco esse cheiro de queimado.

- Deve ser o chifre... – disse Ban, quase que um sussurro.

- O quê? – pergunta King.

- Nada.

Elaine se acaba de rir, porque ela ouviu o que Ban disse.

- Qual é a graça? – King estava ficando irritado.

- Nada. – riu novamente.

Ban via Elaine rindo do irmão, e acabou rindo junto.

~xXx~

Já estava na hora de trocarem de roupa, daqui a pouco os convidados iriam chegar. Diane deu a ideia de que as meninas se troquem em cima, e os garotos em baixo, para que não ocorra nada desagradável.

Desceram as escadas uma por uma.

Primeiro foi Diane. King a olhava da cabeça aos pés, sempre a achou bonita, mas hoje ela estava tão bonita quanto. Ele só queria que ela o olhasse com homem.

A segunda foi Elizabeth. Meliodas a olhou da cabeça aos pés, principalmente os pés. Ele não queria apenas dormir uma noite com ela, ele queria ir além, que ela fosse apenas dele e que nunca o deixasse. Ele não é um cafajeste, e sabe que ela não acha isso dele. Ele queria a proteger, para sempre.

A última, mas não menos importante, foi Elaine. Ban a olhava da cabeça aos pés, e queria arrancar os olhos de todos os homens que olhassem para ela, mas como não é possível, ele decide sempre protegê-la custe o que custar e amá-la como ela merece.

 

15 minutos depois...

Aos poucos os convidados iam chegando. Elizabeth ficava perto da porta para recebê-los. Ban ficou em um canto com Elaine conversando. King tentava tirar toda a atenção de Diane para ele, mas ela conversava com os convidados. Meliodas e Elizabeth não se falavam muito, apenas ficavam se olhando um de frente para o outro.

A mesa já estava posta com alguns petiscos e muitas bebidas. Já era a segunda garrafa de cerveja que Ban tomava, a segunda de Meliodas também, a primeira de Diane, e o restante dos amigos preferiram não beber. Elaine não queria chegar em casa bêbada, muito menos Diane, e Elizabeth não queria que os pais a vissem assim.

Elaine estava tão distraída, que não percebeu as ligações de seu pai. Ela e Ban decidem sair um pouco para pegar um ar fresco no jardim da casa.

- Está gostando de passar o natal com os amigos, Elaine? – pergunta Ban, com uma garrafa de cerveja na mão.

- Sim, principalmente com você. – ela sorri.

Ele a abraça. Depois sentam em um banco que fica no jardim. Ela fica distraída com tantas flores diferentes.

- Elaine. – Ban a chama.

- O quê?

Quando ela vira a cabeça para olhá-lo, ele a pega de surpresa e a beija.

Para intensificar o beijo, ela pega na nuca de Ban causando um breve arrepio nele. Estava cada vez mais rápido o beijo deles, ele já a segurava com força para mais perto de si, quase sentando em seu colo.

Até que ouvem passos, rapidamente Elaine para de beijá-lo, limpa o batom que estava borrado e encara aquela figura.

- Oi Hijikata! – ela dá um sorriso e corre para abraçá-lo.

- Oi Elaine! – ele diz, também com um sorriso enorme.

- “Oi Elaine” – Ban começou a remendá-lo, fazendo uma careta.

- Desculpa atrapalhar vocês.

- Ah, imagina, sem problemas. Vamos entrar?

- Claro, oi Ban. – ele acena.

- Oi.

- Vamos. – Elaine pega em seu braço e o leva para dentro.

A galera toda já estava dançando, a música já estava alta, mas tinha algo que os chamaram atenção. Quando chegaram mais perto, era Diane dançando feito uma louca.

- Ei Diane! O que você está fazendo? – a música estava alta, então ela estava gritando.

- Estou na vibe amiga! Vem!

- Você parece uma retardada.

- Eu já sou, querida! Uh!– ela grita, continuando a dançar.

- Não tem jeito, vamos.

Elaine o leva para comer algumas coisas e apresenta a casa. Logo, ele já estava dançando junto com a galera. Elaine ri ao vê-lo extrovertido. De repente encontra Ban pelo caminho.

- Oi! – ela pula em cima dele, se pendurando na nuca e dando um beijo na bochecha.

- Oi – ele diz, com uma cara de tédio.

- Nossa – ela desfaz o abraço e o encara. - Como você está seco.

Ele joga o restante da cerveja no rosto.

- Satisfeita?

- Palhaço! – ela apenas ri. – Ah, qual é, está com ciúmes?

- Estou.

- Ele é só meu amigo, para com isso. Ok? – ela dá vários beijos na bochecha dele.

Ele ri.

- Ok, mas não me deixe para trás de novo.

- Tá! – ela pega sua mão. – Agora vamos secar seu rosto, idiota. – eles riram juntos.

~

O pai de Elaine tinha acabado de chegar em casa, estranhou a casa tão silenciosa e então ligou para Elaine algumas vezes mas ela não atendeu. Pôs a sua mala na mesa e viu um bilhete. Nele, dizia que seus filhos foram para uma festa de natal, e como ele não tinha avisado que viria, eles acabaram indo.

Ele apenas ri nasalado.

- Espero que se divirtam e que cheguem bem em casa.

Ele já tinha jantado no trabalho. Pegou uma cerveja e sentou no sofá com um retrato de sua falecida mulher.

- Eu te amo Querida, feliz natal. – ele sorri.

E então acaba pegando no sono ali mesmo.

~

King não agüentou mais ver Diane daquele jeito. Ela estava cercada por dois garotos, quase a encouchando.

- Diane! – ele grita.

- Oi King, e aí? – ela disse.

- Para com isso. – ele empurra os garotos, ficando de frente com ela.

- Por quê? Quer dançar comigo?

Ele ficou em silêncio por alguns segundos. Diane diminuiu o ritmo da dança, o encarando.

- Que... quero. – ele diz, um pouco vermelho.

Depois de algum tempo, ela começa a acelerar o ritmo novamente. King já tinha bebido mais duas garrafas de cerveja. Ele é fraco com o álcool.

E quando menos percebeu, já estava com a gravata que usava amarrada na cabeça.

- Uh, já to na vibe! – gritou King.

- É isso aí!

Fizeram um círculo, com apenas eles dois dançando no meio. O chão ficou um pouco molhado por causa da cerveja que King derrubou no chão, alguém iria tropeçar naquilo.

De repente, Diane acaba tropeçando, mas King a segura em seus braços. De repente seus corpos se encostam, sentindo a respiração um do outro.

- Beija, beija, beija. – a galera começou a gritar.

Como King estava sob efeito do álcool, não pensou duas vezes.

Ele a beijou. Mas a beijou com vontade. Apertou mais na cintura de Diane, a deixando corada. Ela ficou muito surpresa, mas não significa que não gostou. Ela fecha os olhos que até então estavam abertos, e segura a nuca dele intensificando mais o beijo.

- Uh... – a galera grita pelo o que aconteceu.

Elaine estava com o Ban, segurando um copo de refrigerante quando vê todos gritando “beija”.

- Ban, vamos ver o que está acontecendo.

- Como é curiosa.

- É, mas até que você gosta. – lançou um olhar malicioso.

- Claro. – retribuiu o olhar com um sorriso.

Ela pega sua mão o puxando para ver o que estava havendo.

- King! – ela se assusta com a cena, botando as mãos na boca, chocada.

Eles finalmente acabam o beijo por falta de ar. Ele a levanta, ficando novamente em pé. King simplesmente a encara, saindo logo depois, deixando Diane confusa e estática.

King vê a irmã e a abraça.

- Oi irmã! – disse King, cambaleando.

- King, por que você fez isso? – ela não corresponde ao abraço, ainda pasma com a cena.

- Porque pediram.

- Isso não é motivo suficiente!

- Tá tá mamãe... Feliz natal! – ele a abraça rapidamente, sentando no sofá.

- Natal... – diz Ban. – Uh!

- O que foi?

- Que horas são?

Elaine olha as horas no celular, vendo as chamadas perdidas do seu pai, mas não liga.

- Uh!

Elaine corre até a caixa de som desligando a música.

- Ah... – lamenta os convidados.

- Gente. – grita, subindo em um banco. – Faltam cinco minutos para o natal!

Todos se olham.

- Vamos nos preparar para a ceia! – disse Elizabeth. – Ban!

- Já entendi. – ele rapidamente vai para cozinha.

- Eu te ajudo. – diz Elaine o seguindo.

Então Ban pôs a mesa com Elaine, alguns convidados também ajudaram. Depois veio Meliodas e Elizabeth ajudar também.

A mesa já estava posta, então quando deu meia noite todos desejaram feliz natal, se abraçaram, então foram comer a ceia.

Elaine ficou meio inquieta, porque seu pai ligou e ela não atendeu. Ban a viu preocupada, então foi em direção e a abraçou.

- Está tudo bem. Mas ai ficar melhor se desejar feliz natal para seu pai.

- Tem razão.

Desfizeram o abraço, então Elaine manda uma mensagem de texto para seu pai, desejando feliz natal e que ela o ama muito.

- Melhorou? – pergunta Ban.

- Sim.

- Então vamos.

Foram comemorar o natal. Beberam, comeram, e aproveitaram muito.

Depois trocaram os presentes, ficaram muito felizes pelo que ganharam. Ban acabou dando um anel de ouro para Elaine, ela amou o presente.

Todos ficaram felizes, o dia foi muito bom para todos.

Nunca se esqueceriam desse natal, que passaram com quem amavam.

 “Eu também amo vocês. Feliz natal, filha.”

Bom, com quase todos, mas mesmo assim estavam felizes.


Notas Finais


Oi de novo. Eu sei, um especial de natal deveria ser postado no natal. Mas estava difícil de inventar as coisas, já que esse cap não vai acrescentar nada, isso foi apenas para distrair. Tenho visita em casa então foi difícil de escrever pq meus sobrinhos vieram de longe ent tenho q aproveitar né, mesmo que eles apavorem (PELO AMOR DE DEUS NÃO QUEIRAM TER MAIS DE DOIS FILHOS)
Eu quis fazer um especial e acabei fazendo, demorou mais porque foi difícil de inventar as coisas. Coloquei os ships, espero que tenham gostado disso, eu não sei escrever cenas hot, mas espero que tenha ficado bom.
Espero que tenham gostado <3 FELIZ NATAL A TODOS E BOAS FESTAS, QUE DEUS OS ABENÇOEM.
Um beijo e um queijo :)


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