História Eu Odeio Te Amar - Capítulo 3


Escrita por: ~

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Categorias Naruto
Personagens Deidara, Gaara do Deserto (Sabaku no Gaara), Hidan, Itachi Uchiha, Kakuzu, Obito Uchiha (Tobi), Sasori
Tags Amar, Anime, Artes, Colegial, Deidara, Deisaso, Faculdade, Hidan, Japao, Kakuhida, Kakuzu, Konoha, Naruto, Odeio, Riqueza, Sasodei, Sasori, Yaoi
Exibições 39
Palavras 2.563
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Comédia, Ecchi, Famí­lia, Festa, Ficção, Romance e Novela, Yaoi
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Oii oiiiii gentemm <3
Muito obrigada pelos comentários e favoritos, para alguns pode ser pouco, mas com certeza já é uma grande coisa, um incentivo muito maior para mim :3 então, obrigada a todos... mas agora, fiquem com esse capítulo meio uata foca e enrolado ^w^

Foto 100% nada a ver com a cap, mas eu amei hsuahsuahs Gara-chan Gara-chan :3

Capítulo 3 - O vigia


Fanfic / Fanfiction Eu Odeio Te Amar - Capítulo 3 - O vigia

Eu acabo de participar de uma das aulas mais estranhas que já tive. Tudo o que eu gostaria era esquecer do que acontecera e realizar o meu primeiro trabalho da faculdade, mas não foi o que aconteceu.
— Vem com Tobi. - Aquele moreno hiperativo pegou o meu braço. E tudo aconteceu rápido demais, de repente me via correndo com quatro pessoas na minha volta. Mas isso aconteceu depois.
Algumas horas antes
— Ah não... - Eu e Deidara falamos juntos, e logo em seguida ele foi se sentar atras de mim, de cabeça baixa.
— Turma, agora iremos falar sobre as formas de artes. As artes são muitas vezes divididas em categorias específicas, tais como...
— Sasori. Seu nome é Sasori, não é? Un. - O loiro sussurrou, se aproximando de mim.
— O que você quer?
— Me desculpe pelo que viu mais cedo, eu realmente achei que você não estaria lá, un. Tobi falou que não.
— Claro que ele falou, ele queria te comer. Agora, deixe eu prestar atenção na aula, "un". - Pedi sem me virar, e tentei assistir à aula.
— Uma forma de arte é uma forma específica de expressão artística, é um termo... - E quando eu estava voltando a me concentrar...
— Você é muito grosso, un.
Me virei e falei, sorrindo malicioso:
— Você também.
Ele ficou vermelho e me deu um tapa no ombro.
— Com licença senhores, eu estou atrapalhando a conversa? - O professor perguntou, pensei em pedir para trocar de lugar, mas acho que posso aguentar, se esse cara não ficar me atrapalhando.
— Da onde você conhece o Yamanaka-san? - Sai me perguntou, e eu repeti a pergunta. - Não é óbvio? O pai dele é o maior produtor mundial de veículos, ele simplesmente está entre uma das famílias mais ricas do mundo. Agora você.
Eu ia falar a verdade, eu não me importava, mas aí aquele loiro me cutucou forte e falou no meu ouvido:
— Não faça isso, un.
— Tsc, encontrei ele por aí.
A aula seguiu, mas Deidara ficava me importunando, oferecendo dinheiro para eu não contar a ninguém, eu não entendia o porquê, todo mundo sabe que namorados fazem sexo. 
Faltando menos de uma hora para o término da aula, o professor deu uma tarefa:
— Vocês irão se dividir em trios, cada grupo representa uma forma de arte, a que vocês escolherem, terão dez minutos para pesquisar sobre  e irão debater com todos os outros grupos, vocês devem defender sua arte de toda a forma possível. Sobre os dez minutos, não se acostumem com a mordomia, vocês só têm tempo para pesquisa porque é o primeiro dia. Comecem.
— E aí? Qual forma de artes nós vamos fazer? - Sai indagou. 
— Ahm... Sim, você pode entrar no meu grupo... - Revirei os olhos.
— Vamos fazer sobre esculturas de argila! Un. - O loiro ficou entre nós dois.
— Você não pode. - Falei. - Vamos fazer sobre pintura.
— Perfeito. - Concordou Sai.
— Ei, vocês dois falaram em pintura? Eu posso fazer junto? - Uma garota baixinha com cabelo tingido de roxo e olhos verdes nos perguntou. 
— Tá bom. - Nem olhei para Deidara. Perguntei o nome da garota, Lanna.
— Eu vou pesquisar sobre o que podemos falar. - Sai pegou o celular, e de forma desajeitada e escandalosa, Lanna também. Eu não precisaria pesquisar, tudo já estava na minha mente.
— Muito bem... - O professor começou a falar depois de exatos dez minutos. - o que faremos será o seguinte, todos se levantam ao meu comando, farão uma ordem numérica para debaterem com outros trios, e quando acabarem todos, eu lhes entregarei uma folha e em casa vocês farão um resumo de tudo que escutaram de cada trio, isto não vale nota, mas é para medir o conhecimento. Comecem.
Nós três começamos a passar pelos trios, haviam coisas com sentido...
— O nosso trabalho é sobre a arte do origami! - A garota falou.
E coisas sem sentido...
— A arte da pintura facial. - O menino disse com confiança, mas a tal "pintura facial" eram apenas riscos aleatórios pelo rosto.
Também não só isso, cubismo, pinturas abstratas... mas a coisa mais sem sentido que eu ouvi em meio a tantos argumentos sem nexo foi...
— A arte é uma explosão, un.
— Como? - Perguntei.
— Isso mesmo. Nosso trabalho é escultura de argila! Mas... essa argila é diferenciada, consegui importada. - Os dois colegas que estavam com Deidara nem prestavam atenção, estavam apenas sentados conversando um com o outro. - O meu conceito de artes, é que ela é totalmente efêmera! O melhor estilo de artes é o com argila, mas logo depois que a obra foi feita, devemos destruí-la, un.
— Do que você está falando? - Indaguei, quase indignado com aquelas besteiras. - Além de que você não pode colocar opinião própria em um trabalho assim, isso que você falou é uma boa merda. A arte é algo a ser apreciado por anos, não tem sentido você fazer algo para que no dia seguinte não esteja mais ali, ninguém mais conseguirá ver.
— Esse é o ponto! A arte deve ser algo de curto prazo porque aí as pessoas terão mais interesse, e quem não viu, foram os perdedores de algo memorável que estará sempre na mente de quem presenciou, un.
— Na exibição artística não deve haver perdedores, todos devem apreciar uma boa obra! E ela sempre estará lá, recebendo novos visitantes e sendo apreciado cada vez mais.
Ficamos discutindo por minutos...
— Quer ir em algum outro trio... Lanna, né?
— Isso, vamos lá... é...
— Sai.
Muitos minutos...
— Cara, só falta aquele trio, e aqueles dois não param de discutir. - Ouvi um garoto reclamando.
Tantos minutos que o professor resolveu se pronunciar.
— Já chega, vocês dois! - Bateu a mão na mesa. - Não estamos no primário, idiotas! Apenas aceitem a opinião um do outro e voltem para os seus lugares!
Estávamos indo, de braços cruzados, quando nos olhamos uma única vez, Deidara franziu o cenho e gesticulou um estouro com a mão. E foi nessa aula que eu descobri que Deidara seria meu inimigo mortal.
Minutos depois
Agora, voltando ao presente, eu não faço ideia do que está acontecendo.
— Pra onde você está me levando, Obito?! - Perguntei, irritado, enquanto corria com aquele moreno me puxando. Ele me levou até o lado de fora do prédio, e lá encontramos com Itachi, Deidara e um outro garoto.
— Finalmente porra! - Ele era alto, olhos estranhos, puxados para uma cor roxa, cabelo grisalho e parecia ser bem escandaloso. - Quem é esse pequeno? - Ele perguntou, olhando para mim.
— Por que você trouxe ele, Tobi? Un. - Deidara indagou.
— Boa pergunta. - Eu e Itachi falamos ao mesmo tempo.
— Hidan, amor, Itachi, vamos levar o Sasori-kun para o lago! - Tobi exclamou, e depois tive a impressão de que Deidara, Itachi e Hidan tiveram um tipo de conversa com os olhos.
— Ok. - Falaram juntos, se virando e caminhando para uma parte isolada do campus.
— Segue o Tobi! - Obito deu um pulo para frente e ficou me chamando. Não sei porque me prestei a ir com esses caras, mas não tinha nada para fazer, então...
— Finalmente vamos poder entrar! - Tobi gritou, quando chegamos quase nos limites da faculdade, havia um lago enorme com uma pequena cachoeira. Tobi foi o primeiro a tirar sua roupa e entrar com o calção que usava. Então Hidan fez isso e depois Itachi.
— Você não vai entrar, un? - Deidara indagou. Falei que não gostava de entrar em lagos, piscinas ou afins. - Você me odeia, né? - Ele perguntou, de repente. "Por que odiaria?", foi o que indaguei. - Você sempre me olha com essa cara emburrada, é grosso comigo e fica discutindo, un.
— Deidara, eu sou assim com todo mundo. E eu não te conheço para odiar, mas com certeza odeio o modo de pensar de muita gente, como se só porque você tem dinheiro, pode mandar em todo mundo. Ah, e o seu conceito de artes é merda. 
— Eu não penso assim. - Ele afirmou, e se aproximou do lago. - Você que não sabe nada sobre a verdadeira arte. - Falou, e logo após pulou na água.
Eu fiquei olhando os quatro gritando e brincando como idiotas, nem pareciam tão mesquinhos desse jeito, mas o que eu não tinha entendido, era o que eu estava fazendo ali.
— Sasori. - Ouvi Itachi me chamar. - Avise se alguém se aproximar, você deve ser como um radar, já que nas vilas do mundo a qualquer momento alguém pode chegar e pegar todos os centavos que vocês têm. - Ele pediu, eu sorri debochado e ele riu. Olhei a volta, nunca tinha vindo aqui, nem sabia que esse lugar existia, é tão bonito. 
"Propriedade de Namikaze Minato, proibido entrada", vi em uma placa, explicado o porque precisavam de mim. Bom, mas como não fala nada sobre ficar na beira do lago, eu posso ficar tranquilo, quem irão se ferrar serão eles. Deitei na grama e fiquei observando o céu. 
— Ei, o que estão fazendo aqui?! - Ouvi um homem gritar, ele deveria ser o segurança, estava quase escuro, então ele teve que ligar a lanterna para tentar identificar quem estava na água.
— Fodeu! - Hidan exclamou, foi o primeiro a sair do lago. Então os outros três saíram correndo até mim, com suas roupas nos braços.
— Corre, Sasori! - Tobi gritou.
— Não, eu não fiz nada demais.
— Vem logo, un. - Deidara me pegou pelo braço, me forçando a levantar.
— Corre berg! - Hidan exclamou e saiu correndo na frente de todo mundo. Tobi e Itachi começaram a correr e eu estava sendo puxado por Deidara.
— Mas pra que tanto pavor? Não é só vocês jogarem seu dinheiro de merda na cara deles e ganham vista grossa? - Indaguei, então Itachi respondeu:
— Sasori, a família Uchiha e Yamanaka estão em um impasse há anos, disputando por quem é a mais poderosa, é uma luta dos dois entre os maiores gigantes do mundo, mas só tem uma família japonesa mais poderosa do que as nossas... Namikaze. O que significa que suborno nenhum vai adiantar, além de que o castigo sempre vem de forma severa.
Continuamos correndo, fomos até os prédios, e entramos todos no meu dormitório. Hidan se jogou em minha cama e falou:
— Ufa, essa foi quase. - Olhou para mim. - Que merda você tem na cabeça?! Devia ter avisado a gente, caralho!
— Não lembro de ter concordado em ser o vigia de vocês. - Respondi e me sentei no sofá do quarto. Deidara correu até meu armário e falou:
— Sempre quis ver como é o armário dessa gente! Un.
— Você vai se apavorar. - Obito avisou. Quando Deidara abriu, eu pude ver apenas um armário normal com roupas normais, mas os rapazes fizeram cara de nojo.
— Cof cof roupas de pobre cof cof... - Itachi falou, fingindo uma tosse.
— Qual o problema com as minhas roupas? - Perguntei, e Itachi respondeu:
— Você está brincando? Sabe a última vez que eu usei uma roupa assim? - Apontou para uma de minhas blusas favoritas. - Em um dos meus pesadelos!
— Isso está fora de moda desde o século passado, un. - Deidara criticou meus sapatos.
— Ok, vocês não gostam das minhas roupas, e daí? É o que eu posso comprar. - Me defendi, e Tobi colocou a mão sobre meu ombro, falando, com pena: 
— Pobre criança.
Revirei os olhos. Liguei a televisão e fiquei assistindo a um filme estranho onde pessoas lutavam arriscando suas vidas por uma fatia da melhor pizza de todas. Fiz isso enquanto Tobi e os outros conversavam sobre coisas chatas e desinteressantes. A conversa durou horas, até que finalmente eles foram embora.
— Eu te amo. - Ouvi Tobi falar.
— Eu te amo mais, un. - Deidara respondeu, apaixonado.
— Não, eu te amo mais.
— Nem pensar, eu que amo mais. - Só faltava aqueles idiotas peidarem corações e uma vela cair na minha mão. Eles ficaram nessa do "eu te amo mais" por mais umas sete frases, até que eu falei:
— Pelo amor de Deus, os dois retardados se amam, parem de discutir e vão dormir.
Os dois olharam para mim com o cenho franzido, mas acabaram se despedindo. Eu desliguei a televisão, fui até meu armário, coloquei um pijama e me deitei.
— Sasori, tá acordado?
— Claro que sim, não faz nem dois segundos que deitei, idiota.
Ele riu e falou:
— É mesmo. Sasori.
— O quê? - Suspirei pesado.
— Você come a mesma fruta que distribui?
— O quê? - Levantei uma das sobrancelhas e me virei para Tobi.
— Você sabe... to perguntando se você é homossexual.
Levantei meu tronco da cama e encarei o moreno, como se ele tivesse falado algo insano.
— Porque você quer saber?
— Curiosidade.
— Não te interessa.
— Eu vi como você olha para o meu namorado...
— Ah, que ótimo que a raiva e rivalidade ficam visíveis. - Me deitei de novo.
— Não, Sasori, não esconde. - Ele sorriu largo. - Pode se abrir para mim... de modo figurativo, hehe. 
Suspirei pesado e me virei de costas para Tobi:
— Cala a boca e dorme.
O meu colega de quarto me incomodou por mais alguns minutos, até finalmente se render ao sono. 
[...] 7:00
Eu estava pronto para ir para a aula, mas assim que abri a porta...
— Akasuna no Sasori? - Um homem alto, de cabelo grisalho e olhos negros me encarava. Assenti com a cabeça. - Venha comigo até a diretoria, por favor.
Indaguei o porquê, mas ele falou que seria resolvido apenas quando chegássemos na sala do diretor. Saí do meu quarto e vi que Tobi me olhava, mas não falou nada. No caminho, fiquei me perguntando o que era, mas achei melhor esperar para eu chegar lá antes de criar expectativas.
— Aguarde um minuto, por favor. - O homem pediu, abriu a porta da sala e apenas disse meu nome. - Pode vir. - Falou, ao se virar para mim. Ao entrar, me deparo com uma sala enorme, varias prateleiras com diversos livros, objetos decorativos de ouro, uma televisão, uma mesa enorme, de um lado, duas poltronas pretas, do outro, uma cadeira preta giratória. Havia na mesa uma plaquinha com o nome escrito: "Namikaze Minato".
— Obrigado, Kakashi. - O loiro sentado na cadeira falou, então o tal Kakashi abaixou a cabeça e saiu da sala. - Então, Sasori-san, eu soube que o senhor invadiu uma propriedade privada. O senhor sabe da gravidade do ocorrido? O lago não é totalmente limpo, ninguém deve entrar. E mesmo com avisos, o senhor entrou. Quero que tenha em mente de que isto trará severas consequências. Sasori-san, você terá duas de suas provas anuladas.
— O quê? - Comecei a pensar, eu iria me ferrar por causa deles, mas como descobriram que eu estava lá? Ah, claro! O idiota do Tobi gritou meu nome. Enfim, eu não posso ficar sem duas das provas, arruinaria meu desempenho e o histórico do meu estudo, eu tenho que falar que não fui eu.
— Na verdade, senhor Namikaze, não fui eu quem... - Estava começando a falar, quando alguém abriu bruscamente a porta, me virei para vem quem era.
— Namikaze-sama, por favor, não puna Sasori,  o culpado fui eu. Eu entrei na água, eu forcei Sasori a vigiar enquanto eu nadava no lago. - Era Itachi. Por que ele iria me defender? Achei que ele não se importava.
— O que diabos você está fazendo aqui? - Perguntei.

 


Notas Finais


Ah, people, quero uma opinião de vocêsz...
Eu deveria incluir Kisame e Zetsu na fic? Pq minha ideia era fazer com todos os personagens da Aka, menos eles, então... se alguém se importa com eles e quer que apareçam, se pronunciem o/


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