História Eu odeio você, mas talvez... SEGUNDA TEMPORADA - Solangelo - Capítulo 9


Escrita por: ~

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Palavras 2.099
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Famí­lia, Lemon, Romance e Novela, Universo Alternativo, Yaoi
Avisos: Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


ENJOY!!!

Capítulo 9 - Reconciliação


POV Nico.

Corro pra chegar no ônibus a tempo. Consigo no ultimo minuto. Respiro fundo ao me sentar no banco.

A desconfiança de Will não veio de lugar nenhum. Ciúme é irracional. E não me surpreende que Will desconfie ou tente chamar atenção. Me pergunto se estou agindo de maneira correta.

Não gosto disso. Tenho estado ocupado demais, decorar leis e artigos não é fácil e tenho deixado Will de lado. Mas isso é por que... Se eu falar com ele, minha vontade de vê-lo aumenta e não consigo me concentrar nos estudos, mas eu devia dizer a ele ao invés de ignorá-lo. Temos que botar tudo em pratos limpos e concertar isso.

***

POV Will.

Não senti vontade de sair da cama hoje, fiquei até tarde acordado me perguntando o quão bravo Nico havia ficado e o que ele fez nessa festa. Encaro o teto. Eu parecia uma criança causando confusão pra chamar atenção, queria que ele olhasse só pra mim, pensasse só em mim.

Reina devia ser uma garota legal, se Thalia servir de exemplo, Nico sabe fazer boas amizades que não esperam nada em troca dele. Eu não devia jogar isso na cara dele ou acusá-lo.

Me viro de bruços e enterro o rosto no travesseiro. Talvez seja frustração por ficar tanto tempo sem sexo. Riu do meu pensamento, depois suspiro. Poderíamos estar juntos hoje se eu não o tivesse irritado. Decidi não ir vê-lo com medo da minha presença ser rejeitada.

Não nos víamos há meses. E nos falávamos muito pouco nas ultimas semanas devido a temporada de provas. Eu queria atenção e estava me comportando feito uma criança mimada. Eu estava sendo patético.

Escuto minha campainha. Quem poderia ser? Estou tão desanimado que considero não atender, mas quem quer que fosse que estivesse do outro lado devia estar irritado e impaciente, porque começou a tocar a campainha de novo e de novo e de novo sem parar.

Me levanto da cama sem nenhum animo, eu devia estar estudando pra uma prova, mas não consigo me concentrar nenhum pouco, com certeza vou tomar bomba. Só ao chegar na porta percebo que estou sem camisa, sorrio ao lembrar de como Nico fica ciumento a respeito disso, o som da campainha não cessa, bufo irritado e abro a porta pronto pra dizer algo nada educado pra pessoa do outro lado, isto até eu ver quem é. Nico está parado a minha frente com uma mochila pendurada em um dos ombros, por um segundo nos olhamos sem dizer nada:

— Nic...

Não consigo terminar o que ia dizer, porque Nico joga sua mochila no chão e avança na minha direção, suas mãos agarram cada lado do meu pescoço e me puxam pra ele, sua boca encontra a minha e em menos de um segundo sua língua encontra a minha, Nico gruda seu corpo ao meu, suas mãos agora em meu cabelo, passada a minha surpresa eu retribuo o beijo, coloco meus braços ao redor de Nico o puxando para ainda mais perto de mim, seu cheiro invade meus sentidos, um gemido escapa da minha boca durante o beijo, Nico geme em seguida, é como se nós não conseguíssemos nos aproximar um do outro o suficiente.

O maldito ar se faz necessário, Nico passa a distribuir beijos pela minha mandíbula:

— Nico... — digo ofegante com um tom de questionamento querendo perguntar o que estava acontecendo.

— Quantas vezes tenho que discutir com você pra você aprender a por uma camisa? — diz entre beijos.

— Eu... — começo a explicar.

Nico me cala me beijando de novo, o beijo é cheio de paixão, paixão que eu retribuo com prazer mesmo não entendendo o que esta motivando isso. Nico fecha a porta com força enquanto ainda estamos nos beijando e então começa a me empurrar em direção ao meu quarto. Ao chegar lá Nico me joga na cama e sobe em cima de mim uma perna de cada lado da minha cintura, ele se abaixa pra continuar me beijando, suas mãos vagando por todo meu cabelo, meu rosto, mais abaixo seu quadril pressionado contra o meu, ambos já estamos pra lá de excitados, fazia tanto tempo:

— Estou tão irritado com você. — Nico começa a falar.

Agarro Nico pela cintura e inverto as posições, agora sou eu quem esta em cima dele, pressiono minha pélvis contra a de Nico, beijo Nico intensamente até ficar sem ar:

— Desculpe. — digo ao me afastar.

As pernas de Nico se enrolam ao redor de minha cintura e permanecem ali. Olhamos um pro outro, nossos narizes se tocando, nossas respirações se misturando uma na outra:

— Eu devo desculpas também. — disse Nico.

— Deve? — pergunto realmente confuso.

Nico sorri, suas mãos acariciam meu cabelo:

— Acho que eu não tenho te dado atenção suficiente. — sussurra.

Meus olhos se arregalam em surpresa, surpresa por ele ter adivinhado o porque do meu ataque de ciúmes:

— Como você sabe?

As mãos de Nico continuam acariciando meus cabelos:

— Não descobri sozinho. — ele me olha fundo nos olhos antes de prosseguir — Reina — diz devagar analisando minha reação, permaneço neutro sem expressar nada, Nico continua — Ela me disse que suas atitudes eram de quem esta pedindo atenção.

Coro e escondo o meu rosto em seu pescoço, as mãos de Nico vagam por minhas costas causando arrepios:

— Me desculpe por ser infantil. — digo.

Nico me empurra pro lado me pegando de surpresa e sobe em cima de mim de novo, minhas mãos se instalam em suas coxas, nossas ereções roçam uma na outra, mordo o lábio para não gemer, mas é Nico quem geme quando faço isso, ele se abaixa pra me beijar de novo:

— Céus! Há quanto tempo não fazemos sexo? — pergunta passando a beijar meu pescoço.

Dou risada:

— Tempo demais. — digo um pouco sem fôlego, minhas mãos sobem pela coxa de Nico ate sua bunda.

Me ergo pra beijar Nico, ele vai se afastando e eu vou atrás até que estou sentado com ele em meu colo:

— Porque não damos um jeito nisso? — diz ele roçando os lábios nos meus, suas mãos em minha nuca — Podemos conversar depois. — diz.

— Gosto do jeito que você pensa. — digo.

Nico me empurra pra que eu me deite novamente, ele se encaminha para o meu criado mudo onde sabe que deixo o lubrificante e tudo mais. Ele me entrega a camisinha depois sobe no meu colo de novo.

Mal houve qualquer preparação, mas eu deslizei pra dentro de Nico com facilidade, Nico se acomoda em meu colo e me abraça pelo pescoço, suas mãos se agarraram ao meu cabelo, estávamos colados um no outro, nossos narizes se encostando enquanto olhávamos um nos olhos do outro enquanto a sensação de ser um só novamente nos preenchia. Começamos a nos mover devagar:

— Você está tão apertado. — digo em um sussurro perto da orelha de Nico vendo seus pelos se arrepiarem.

Nico ri um pouco sem fôlego:

— Falta de uso. — diz em voz baixa.

Começo a beijar seu pescoço, Nico suspira com a sensação e vira a cabeça pro lado pra me dar mais espaço:

— Você não se masturba? — pergunto.

Estamos juntos há muito tempo pra ter vergonha de perguntas como essa. Nico bufa, suas mãos se arrastam por meu pescoço e param em meu ombro, ele se inclina pra trás me fazendo ir mais fundo, nos dois gememos:

— Eu não tive muito tempo. — diz Nico aumentando a velocidade de seus movimentos, pra cima e pra baixo — E quanto a você?

Riu, ergo meu quadril ao mesmo tempo em que Nico abaixa o dele, aumentando a sensação de prazer, passo meus braços ao redor de Nico e vou pra frente, Nico cai na cama e eu fico por cima:

— Depois de estar com você, nada mais me satisfaz. Só você. — digo.

Nico me puxa pelo pescoço e me beija, aumentamos a velocidade gradualmente até que estamos perto do clímax, nossos corpos se chocam um contra o outro buscando por mais prazer, cada vez mais rápido, ate que gozamos, meses de espera pra chegar a esse momento, Nico joga a cabeça pra trás devido ao prazer, uma bela visão.

Passamos algum tempo parados apenas aproveitando a sensação:

— Isso foi... — começa Nico.

— Incrível. — completo.

 

***

 

Depois disso fomos tomar um banho onde demoramos pouco mais de uma hora debaixo da água devido a certas atividades feitas embaixo do chuveiro.

Nico se coloca dentro de mim depois de me preparar, respiro fundo me acostumando com a sensação, a água cai sobre nós o que facilita a fricção entre nossos corpos, Nico me agarra pela cintura, ele se retira de dentro de mim devagar e volta com tudo, não consigo conter meu gemido:

— Adoro quando você não consegue conter sua voz. — diz Nico.

Apoio minhas mãos na parede em busca de apoio, em pouco tempo minha pernas começam a ficar bambas:

— Sabe com o que fiquei bravo? — pergunta Nico, o tom de voz firme enquanto ele me penetra de novo e de novo:

— Com... Deus... Com o que? — pergunto sem fôlego.

Tento ao máximo me manter firme e de pé, Nico entrelaça suas mãos em meu cabelo e puxa minha cabeça pra trás, seu rosto perto da minha bochecha, Nico me lambe do queixo até minha têmpora me arrancando um gemido necessitado, minha submissão parece deixá-lo mais animado:

— Você pensar que eu te trocaria. Que eu trocaria isso... — Nico aperta minha bunda com a mão esquerda — Por qualquer um... ou qualquer uma.

Nico me da um tapa, o que me surpreende em níveis estaremos, mas fico mais surpreso com o prazer que se espalha pelo meu corpo através dessa atitude de Nico e com o gemido de puro prazer que vem do fundo da minha garganta, Nico solta meu cabelo engancha suas mãos em minha cintura e começa a estocar mais rápido e com força, não consigo controlar os gemidos que saem da minha boca e parece que Nico também não, repetidamente Nico acerta meu ponto de prazer, ele sabe exatamente onde tem que acertar pra fazer com que eu me sinta bem. Gozamos ao mesmo tempo, minhas pernas não aguentam e cedem, Nico se retira de mim e acabamos os dois sentados no chão, passado algum tempo tomamos um banho de verdade e saímos do banheiro.

 

***

 

Depois de secos e saciados, Nico pega uma pipoca de micro-ondas que vem com cobertura e estoura no micro-ondas, eu escolho um filme qualquer e coloco pra rodar no DVD, Nico senta ao meu lado com a tigela de pipoca, passo o braço pelo seu ombro, nos aconchegamos um no outro:

— Temos que conversar. — diz Nico.

— Ok. — digo.

— Você esta se sentindo inseguro? Sobre nós? Temos discutido muito e por pouca coisa. Eu queria saber se fiz algo errado.

Escuto Nico com atenção até o final:

— Eu fiquei um pouco inseguro nessas ultimas semanas. Briguei com você porque queria atenção. Sabia que estava sendo infantil, só que... — Conforme eu ia falando a parecia que a represa havia estourado e então eu botei tudo pra fora —  Eu não sei, como você estava distante e parecia que não tinha mais tempo pra mim, quer dizer, eu fazia de tudo pra ter um tempo pra você, pra que pudéssemos conversar pelo menos e você parecia querer passar cada vez mais tempo longe de mim e eu...

Nico coloca a tigela na mesa de centro e se move para subir no meu colo e me abraça o abraço de volta, encaixo minha cabeça na curva do seu pescoço e respiro fundo sentindo seu cheiro:

— Me desculpe. — Nico respira fundo, ele se afasta e me olha nos olhos — Eu queria me concentrar na universidade e... Bom, você me desconcentra — Nico sorri — Se eu ouvir sua voz vou querer te ver, se te ver pela tela do computador vou querer te tocar e por ai vai. Mas eu estou errado em te afastar por isso, me desculpe, sei como é se sentir inseguro e não quero que você se sinta dessa maneira, vou concertar isso.

— Você se sente inseguro? — pergunto me afastando um pouco pra olhar em seus olhos, nossos narizes se tocando.

— Você já se olhou no espelho? — pergunta Nico me fazendo carinho no cabelo.

Sorrio:

— Sim e quanto a você? — pergunto direcionando minhas mãos até sua bunda.

Nico revira os olhos:

— Você sabe do que estou falando.

Beijo seu queixo:

— Eu sei?

Nico suspira:

— Você é muito atraente para seu próprio bem. — diz ele me beijando.

— Você também é.

Nico me olha cético:

— Não seja bobo Will.

Dou um selinho em Nico:

— Eu não sou bobo. Você é mais atraente do que pensa. — digo o beijando de novo.

— Vou fingir que acredito. — diz voltando a me beijar.


Notas Finais


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