História Eu, Park Jimin e a morta do 306 - Capítulo 1


Escrita por: ~

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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Tags Hopemin, Jihope, Menção Minjoon, Menção Namseok, Minjoon, Namjin, Taekook, Vkook
Exibições 24
Palavras 3.039
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Comédia, Escolar, Fluffy, Lemon, Romance e Novela, Yaoi
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 1 - A Rainbow Dash e o King Kong heterossexual.


Eu odeio elevadores.

Qual é a necessidade de ser criar uma caixa de metal ambulante sustentada por um cabo reforçado com uma liga de algo que eu não tenho ideia e carregar pessoas para cima e para baixo sem cintos de segurança ou uma bolsa de oxigênio reforçado? Eu queria ter a confiança dos elevadores. E queria que meu cabelo parasse no topete que eu usei em 2013, mas sonhos não se realizam facilmente.

Preciso sair daqui antes que vomite meu café da manhã e não posso vomitar meu café da manhã, por que vou ficar com fome, e se ficar com fome terei que cozinhar alguma coisa e eu não sei cozinhar. Não sei nem fazer macarrão instantâneo sem queimar o micro-ondas. Pergunta: como irei morar sozinho? Sou adolescente de 17 anos responsável que entende que precisa estudar, só que não em uma fazenda situada no Alasca. Tudo bem que a fazenda não é no Alasca, e nem tem gelo, e nem ursos polares e nem...

Estou nervoso. Vou parar por aqui. Vai que um urso polar aparece e me come? Será que minha carne é apetitosa? Adoro comer carne com molho apimentado. Acho que nunca comi carne de urso, calma, não quero comer carne de urso. Tadinho dos ursos, Hoseok!

 

O bipe metálico anuncia que meu tormento claustrofóbico está para terminar! O que é uma alegria que não cabe dentro de meu peito sem nenhum tipo de exercício físico. Saiu do elevador me segurando para não dançar que nem um maluco em um pau de ferro improvisado em minha imaginação e puxo minha mala como se fosse o novo príncipe da Grã-Bretanha. Antes que pergunte, nem sei onde fica essa “Grã-Bretanha”, só sei que ele tem um nome bonito para porra.

Já saiu do elevador dando de cara com um espelho de corpo inteiro, e quase caiu de bunda no chão ao ver minha cara amassada e meu corpo confuso sendo refletido. Sempre pedi a minha mãe que tivesse me parido bonito, mas ela me ouve? Não. Insisti em dizer que eu sou o parido mais lindo dos filhos paridos por ela, o que é uma verdadeira afronta, por que sou filho único.

Às vezes pego me questionando sobre a possibilidade de voltar ao útero e nascer de novo, mas lembro da corrida dos espermatozoides e fico com uma preguiça dos judas. Será que se eu voltar para o útero com uma motoca elétrica tem a possibilidade de ter uma grande reviravolta na minha cara de vaso esguiou com os lábios em formato de coração?

Vou arrumar um pano de arco-íris para tapar esse espelho. De preferência com a cara da Rainbow Dash! Eu sinceramente crush muito aquele poney, sabe, jurava que aquela diaba de quatro patas e crina colorida era homem, o que atiçou ainda mais meu interior, porém ela é mulher, então é a única mulher que eu crusho. E me sinto bem aliviado, por que crushar mulheres é algo intenso.

Falando em crushar, acho que estou crushando meu porteiro. Ô homem de barba bonito, quando cheguei, ele estava segurando uma mangueira enquanto jogava água no poste de luz, sorri para ele feliz e ele me xingou perguntando se tinha perdido a minha goza no nariz dele. Disse que não e sai sorrindo feliz.

 

Eu sou uma pessoa feliz.

 

Passo pelo apartamento 305, 306, 307, 308, pera, volta dois. 306. Olha que porta linda, gente. A porta consegue ser mais linda que a minha cara. É branca. Olha, nunca tinha visto uma porta branca, o que é estranho por que tenho certeza absoluta que a porta do meu antigo quarto é branca. Tem um espelho na altura de meu rosto, e uma maçaneta fofa retangular. Minha casa já começa a arrasar pela porta. Sinceramente, vou crushar essa porta.

Meu chaveiro é confuso e tem a frase “PG DN CORRETOR”. O que é PG DN? Não sei. Não quero saber. Mentira, quero sim, o que é PG DN? Uma sigla? Um clamor a Deus todo poderoso? Uma senha de um wifi? Um Pokémon? Gente! Pera! Será que tem um Pokémon aqui?

Ah! O que adianta? Eu sou pobre, sou idiota, sou feio e crusho um poney! Não tenho dinheiro para pegar Pokémon sem que tenha um sinal bom de WiFi. Meu sonho: conquistar um ginásio. Sei que minha escola é um ginásio. Falando em ginásio, estou a fim de comer um pudim de leite especial.

Falando em pudim de leite especial, agora que parei para pensar: por que o meu porteiro estava regando o poste de luz? Tem flores invisíveis saindo do concreto? Aquilo é concreto né? Será que ele quer matar os moradores? Da para matar pessoas enquanto joga água em poste de luz? Será? Será? Fico me perguntando o que exatamente um poste de luz faz, um outro sonho: beijar alguém em baixo daquele poste de luz.

Uma vez eu fui beijar um garoto em uma festa, meus dentes bateram nos dele, e eu quase vomitei quando a língua dele tocou a minha. Minha vida é tão linda quanto aqueles vales da perdição das bostas dos Elefantes nos zoológicos.

Minha mãe sempre teve medo de me levar a um zoológico e eu querer me mudar para as jaulas dos macacos. O que é estranho, por que eu nem gosto de macacos.

 

Rodo a chave na fechadura e me sinto como um casado solteiro entrando na sua casa. Ah, que lindo, que magnífico e nossa, olha esse corredor, é enorme. Espera, quem é esse garoto? Ah, Park Jimin! Pera! Quê? Park Jimin? O que o Park Jimin está fazendo na linda da minha casa nova com porta branca?

Deixo minha mala e ando em sua direção confuso. O garoto de cabelos castanhos anda de um lado para o outro segurando uma caixa de papelão! Será que ele trabalha na parada de mudanças empacotados dos homens vestidos de macacão azul e eu não estou sabendo? Também, o que saberia da vida do garoto, nunca falei com ele na minha vida.

- ... isso é maior do que imaginava...

Ele murmurava. O que é maior do que ele imaginava? A caixa de papelão?

- Com licença? – O chamo. Park Jimin se assusta e joga a caixa no chão quebrando alguma coisa que existia dentro dela. Espero que aquilo não seja meu abajur em formato de morango. Por que se for, vou fazer ele comprar outro! – O que está fazendo aqui?

Ele me encara como se eu fosse uma anomalia. O que é um insulto, por que sou mais bonito que as anomalias de uma maneira geral. Falando em anomalias, eu assisti um filme daquela cidade fantasma: Chernobyl, e fiquei morrendo de medo de cagar sozinho. Vai que tem radioatividade na água do banheiro que toca minha bunda quanto da descarga? Vou ser obrigado a comer carne humana, e não está em minha lista de desejos comer carne rosa que vem do corpo humano. Falando em corpo humano, a bunda do Jimin é grande para porra. E eu acho que ele tem raiva disso, o que é uma falta de sensibilidade com as bundas retangulares e achatadas do mundo! Vulgo minha.

- Hein? Essa é minha casa.

- Como, sua casa? – Como, sua casa? Repito em meu pensamento. Essa é a minha casa – Do que está falando? Eu aluguei esse apartamento, o tal do... – Pego meu chaveiro do meu bolso – PG DN!

- PG DN? – Ele diz assustado, e então ergue um chaveiro idêntico ao meu, o número “306” em preto anuncia algo que revira meu estômago. Ouço passos atrás de mim e uma voz grossa, e antes que possa compreender o que está acontecendo, uma caixa vai de encontro com minha nuca e me empurra. Caiu em cima de Park Jimin, que cai em cima de um urso de pelúcia amarelo. Fico assustado. Acabo me esquecendo que tem um corpo em baixo de mim e uso suas pernas como apoio para me levantar. Só que meu joelho vai de encontro com seu pênis. Opa!

Ele grita de dor e me empurra com as mãos, bato a cabeça em uma mesa de madeira colocada ali de forma ocasional e resmungo de dor orando para minha santa Raindow Dash que ilumine meus rastros de dor nesse diabo de apartamento 306 que aparamente não é só meu.

- Me desculpa, senhor - Encaro o homem idoso que segura uma caixa e quero chorar, em seguido, encaro o corpo encolhido de Park Jimin que rola pelo chão – Senhor, acho melhor você ajudar o seu amigo, ou o saco dele vai parar de crescer!

Jimin solta um grito esganiçado e eu encaro o homem idoso. Como assim o saco dele vai parar de crescer? Achei que meu pênis iria ter esse tamanho pelo resto da vida. Tudo bem que ele não é grande, o que é bom, por que não tenho o trabalho de colocá-lo para dentro na hora que estou colocando roupas. Meu pai um dia foi para o hospital depois de prender os cabelos dele no zíper da calça. Eu tinha quatro anos, e tive que ir segurando um saco de ervilhas congelados com uma venda nos olhos enquanto minha mãe tentava dirigir um carro com câmbio manual. Minha mãe nem carteira de habilitação tem, para você ter uma ideia.

- Você quer um saco de ervilhas congelado? – Será que aqui tem um saco de ervilhas congelado?

 

Acabou que não tinha um saco de ervilhas congelado. E eu tive que ficar vendo o pobre do Jimin rodar no chão enquanto segurava o seu membro com as duas mãos, como se aquele gesto pudesse resolver alguma caralha de coisa na sua dor. Me senti como um carrapato sugador de sangue de cachorros, por que foi meu joelho que fez aquilo. Quando ele ficar bom, vou pedir que meu joelho se desculpe com ele. Mesmo isso sendo algo tecnicamente impossível.

 

Trinta minutos ou duas horas depois.

 

- Me desculpa por acertar seu saco! – Digo – Sério, eu não vi ele ali. Não que ele não apareça! Afinal você tem um no meio das pernas... eu vou ficar quieto.

- Você acha que sacos param de crescer? – Jimin fitava o chão enquanto pressionava um elefante rosa no meio das pernas. E aquilo é definitivamente uma das cenas mais fofas, porém pornográficas que eu já tive a ideia de presenciar.

- Eu não sei, mais um dia meu pai prendeu os cabelinhos dele em um zíper e coisas ruins aconteceram! – Tento não pensar no cachorrinho e no hidrante que minha mãe conseguiu atropelar e focar na minha situação – E então, você vai procurar algum outro lugar para morar?

- Como? Não! – Ele se assusta e se levanta, jogando o elefante cor de rosa lá longe, agora terei pensamentos impuros com esse bicho – Eu paguei a taxa do aluguel!

- Eu também paguei... – Digo irritado – Paguei ontem, via depósito bancário!

- Eu também, foi por depósito! – Jimin me encara assustado – Eu tenho até o número guardado no meu celular! Eu tenho um contrato!

Ele passa por mim mancando e abre uma mochila azul, que reconheço ser a sua da escola, e retira uma pasta azul e entrega para mim, leio as mesmas coisas que constam no meu contrato e sinto vontade de pedir para o King Kong me levar para o Empire State para minhas cordas vocais gritarem para o mundo o quanto fodido estou. O que é algo estranho, porque tenho quase certeza que o King Kong é hétero.

 

- Vamos atrás do PG DN! – Digo decidido e pego no pulso de Park Jimin, o arrastando para fora da casa, ele protesta e tenta me soltar, mais em momentos de surtos como esse, preciso tocar a pele humana para ter certeza que não me encontro sendo abduzido por alienígenas dançarinos de Bang Bang Bang. O T.O.P é um pedaço de um caminho pervertido inalcançável para meros mortais trouxas feito eu.

 

O endereço informado pelo tal do PG DN é o tumulo 306 no cemitério da rua principal da nossa cidade. Uma lápide cinza nos encara com o nome “Kim Nolanu” descanse em paz. 1876 – 1914, com amor, filho e filha. Não solto a mão de Park Jimin nem pagando. Estamos encarando isso a tantos minutos que acho que o coveiro do lugar tem certeza absoluta que estamos fazendo alguma espécie de ritual para invocar os espíritos do King Kong gay. Será que o King Kong é crushavel?

 

- O nosso apartamento é o 306! – A voz de Jimin treme – Hosoek, o que isso quer dizer?

- Que um morto alugou um apartamento para nós dois e aquele cara de preto acha que queremos invocar o King Kong gay! – Minha voz sai tremida – Será que ele foi infectado pela radiação da água da privada?

A foto na lápide está mais apagada do que qualquer coisa que já tentei apagar em minha vida escolar, e olha que já me encontro no terceiro ano do ensino médio. Jimin está no segundo, ou na quarta série, não sei bem. Só sei o nome dele por que o coitado é amigo do maluco do Taehyung, um doido que ama subir em mesas a cantar música da época que minha vó era sexy.

Park Jimin está tremendo tanto que está me assustando. Estamos em um cemitério, coisas ruins podem acontecer com jovens em um cemitério, pode aparecer uma banda maluca e querer me oferecer como oferenda para um deus da morte sinistro que nem ao menos existe. Imagina, eu Jung Hoseok na pele da Menina Infernal? Tudo bem que tirar a tal da Megan Fox daquele filme é um tremendo desperdiço de potencial, a mulher consegue ficar linda até vomitando gosma preta.

 

Quando deixamos o cemitério, o coveiro do local nos encara enojado. Seus olhos ficam em nossas mãos entrelaçados e sinto vontade de pegar Park Jimin e beija-lo até ele dizer chega ou nos atacar com aquela vassoura sinistra de madeira e palha marrom. Será que esse diabo é uma espécie de bruxa que cuida dos mortos rebeldes enquanto fazem uma festinha de arromba ao som de 2NE1 as duas da madrugada? O 2NE1 deu disband. A bias saiu. Vou chorar. Mentira. Vou não. Minzy agora vai virar moça de igreja cantando ao lado do Jay Park. Loucura né não?

 

Espera! Eu falei mesmo, sobre beijar Park Jimin?

 

Solto a mão dele assim que deixamos aquele local sombrio. E então, foco minha atenção em ler nossos dois contratos extremamente parecidos. Cada informação ali é tão fidedigna que seria impossível não acreditar na veracidade dos fatos. Releio meu nome e o dele umas duas ou três vezes, então vejo o nome “PG DN” ao lado do campo: Corretor. E Kim Minjae, ao lado do campo Proprietário. Um endereço de um prédio comercial anuncia que nossos problemas podem ser resolvidos.

- Jimin, sei onde iremos! – Digo feliz, e puxo seu pulso de novo – Vamos encontrar Kim Minjae.

- Da para parar de me carregar como se eu fosse um boneco de pano! – Ele grita – Me solta, eu quero sentar e chorar! Enquanto ligo para minha mãe.

- Você chora depois! Agora, você tem que correr.

 

Agora que eu fui pensar aqui com o zíper da minha calça jeans, Park Jimin seria um boneco de pano com uma bunda redondinha. Droga, por que eu tenho tara por bundas? Por que eu não poderia ter tara por flores ou postes de luz igual ao meu porteiro barbudo?

__

A casa de Kim Minjae é maravilhosa e cheia de vaso que eu não posso nem sonhar em tocar. Ele nos recebe sorrindo enquanto nos convida a sentar em um escritório improvisado cheio de pufes em forma de vaquinhas com bochechas rosadas. Estou sentado no traseiro de um enquanto seu focinho está amassado contra o chão.

- Minha mãe gosta de vacas! – Minjae diz como se explicasse alguma porcaria de coisa, olho para a vaquinha do Jimin e percebo que ele conseguiu sentar no meio do rabo da coitada. O tapete é em formato de vaca, até tem um quadro de uma vaca abraçando um cavalo na parede. Não entendi direito aquilo não – Então, o que posso ajuda-los?

- Por que a vaca está abraçando o cavalo? – Pergunto assustado.

- Eles são amigos de infância! – Kim Minjae responde sorrindo. Como? – E então, vocês são os novos proprietários do apartamento 306, não é?

- Sim, sim! – Jimin diz ainda focado no rabo da vaca preso no meio de suas pernas – Ouve um engano, eu e ele não alugamos o mesmo apartamento, ele tem que sair!

- Eu tenho que sair o caralho! Você fique quieto que está sendo bulinado pelo rabo da pobre da vaquinha!

- Pelo menos eu não estou sentado na bunda dela!

- Tecnicamente o rabo da vaca fica na bunda dela! – Minjae diz simplesmente – Desculpe intrometer. É que achei a cena um tanto engraçada! Vocês não são os únicos a sentarem nas vacas da minha mãe. Então, o que posso ajuda-los?

- Você não entendeu? Estamos sendo enganados por adoradores de vacas! – Jimin exclama irritado – Alguém chama o FBI e a Polícia Confederada das Anomalias Sobrenaturais?

Existe isso?

 

Depois que mostramos os contratos para o Minjae, percebemos que o garoto também ficou chocado, e então disse que tínhamos caído em um golpe e que não poderíamos entrar em ação contra ele por que ele vinha de uma família educada de pastoreios e criados de espigas de milho e a poupança da família era compostas por números grandes, no formato vermelho e com sinais negativos.

 

- Posso alugar o apartamento para vocês dois! – Ele diz – Podem rachar o aluguel. Sei que não irão encontrar outro local para morarem com esse valor...

 

O cara da família das vacas estava certo. Eu e ele somos pobres. E não podemos simplesmente ficar discutindo já que é óbvio que fomos trouxas e caímos em um golpe de um personagem do filme Chernobyl. O problema real aqui é: o que irei fazer? Como proceder? Como crushar a Rainbow Dash sabendo que Jimin irá dormir ao meu lado na minha cama com aquela bunda? Acho que estou crushando a bunda do Jimin. Só pode.

 

- Eu e você... vamos morar juntos, então? – Ele pergunta. E minha barriga clama por comida.

 


Notas Finais


Vocês riram? Espero muito que sim. Peço desculpas por possíveis erros.
Até.


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