História Eu Pensei Que Fosse Um Alien - Capítulo 10


Escrita por: ~

Postado
Categorias My Chemical Romance
Personagens Bob Bryar, Frank Iero, Gerard Way, Mikey Way, Personagens Originais, Ray Toro
Visualizações 42
Palavras 3.233
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Drama (Tragédia), Fluffy, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Linguagem Imprópria, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Oi galero, desculpa a demora

Ficou grande esse cap mas eu nao queria cortar, então se conformem com capitulos grandes, eles estão querendo sair grandes a culpa não é minha
Eu tenho a historia toda planejada, mas sla né, ela começou a andar com as próprias pernas, nem me esperou
Ta comprido, mas não tem nada demais meh

A foto do Frank é só pra desculpa pelo cap meio bagunçado

Capítulo 10 - A revolta de satanás


Fanfic / Fanfiction Eu Pensei Que Fosse Um Alien - Capítulo 10 - A revolta de satanás

Trabalhar, ganhar dinheiro e continuar trabalhando, repete. A alguns anos atrás as coisas eram boas, ser jovem, apesar de tudo, era bom por um simples motivo; você tinha tempo. Se vocês já se perguntaram o que é crescer ou o que é ser adulto, a autora tenta esclarecer a duvida: ser adulto é não ter tempo.

Você só continua vivendo um trabalhado que provavelmente não gosta para conseguir dinheiro e conseguir viver em uma sociedade que só te aceita se viver da maneira que mandam. Parece um puta clichê, mas quando você percebe que precisa entrar nesse ciclo para não morrer de fome, dá pra perceber que a vida é um belo clichê, essa historia é um belo clichê. Em um passado distante, trancado no seu quarto e revoltado com o mundo, Frank gostava de tocar guitarra, ele amava fingir que um dia ele poderia viver de arte como música ou até mesmo fotografia. 

Frank cresceu, e ficou sem tempo, ele não tocava mais guitarra e só fotografava uma vez ou outra.

Aquela segunda era só mais um dia em que Frank não tinha tempo, o final de semana foi um pouco difícil. Frank se sentia totalmente drenado, ir para aquele bar tirou todas as forças do capiroto e Frank quis culpar Gerard. 

E por que tanta raiva? Gerard provavelmente voltou pra casa e dormiu de conchinha com sua noiva, ele ia continuar no trabalho no qual amava e ia continuar tendo um irmão do seu lado, provavelmente uma família inteira do seu lado. Enquanto Frank, bem, seu apartamento estava vazio, ninguém estava esperando por ele, ele não tinha família pra correr, ele teria que voltar para um trabalho na qual odeia e continuar se arrastando pra aguentar cada dia.

Sentiu o cheirinho de inveja? Talvez não seja, talvez seja um gigante ódio próprio que Frank projetou em Gerard por ele ter tudo e Frank não ter nada.

Sábado e domingo passaram e ele parecia não sair da mesma posição, e mesmo assim, quando a segunda chegou ele continuava cansado, como se o mundo estivesse nos seus ombros, como se ele estivesse caindo mas não tinha nada e nenhum ombro pra segurar.

E isso não era importante, não existia tempo para ajeitar o seu emocional quando se é adulto, nessa idade você precisa já ter superado tudo.

Então Frank continuava trabalhando, sentado na sua mesinha e fazendo o que tinha que fazer, o que era esperado que ele faça, até a voz do seu chefe tirar sua concentração e piorar um pouco as coisas.

- Frank, suas matérias sobre o Gerard Way foram bem então a Kristin marcou uma entrevista com ele amanhã - Seu chefe falou, apesar de trabalhar lá fazia um tempo, Frank nunca soube o nome dele. Ele e Tom o chamavam de tomate, uma vez Tomate apareceu depois do almoço com um pedaço de tomate nos dentes e continuo daquele jeito o resto do dia, ninguém se aventurou de avisar o chefe que ele precisava de uma escova de dentes.

Para alguém tão vaidoso, ele não se olhava muito no espelho.

O apelido ficava ainda mais engraçado quando Tom resolvia responder o chefe a mesma altura em que ele tratava todo mundo e Tomate ficava extremamente vermelho.

- Amanhã? É pouco tempo pra planejar as perguntas - Frank não gostava de falar com seu chefe, ele era arrogante e se achava superior. Frank nunca teve nenhum tipo de voz, e assim ele só conseguia abaixar a cabeça e aceitar, o que não ajudava nem um pouco na autoestima do pequeno serzinho.

- Eu não me lembro disso ser problema meu - Tomate ajeitou seu blazer, por baixo ele estava vestindo uma camisa social florida, Tomate sempre teve estilo - Não reclama, pela primeira vez você parece ter feito a coisa certa.

- Chefe, ele tem razão, até amanha não dá pra pesquisar e fazer as...

- Tom, continue sendo um babaca no seu canto - O Tomate não deixou Tom terminar de falar e foi em direção a sua sala, fazendo o loiro olhar para Frank e balançar a cabeça em negação. Tom era um babaca, mas quem deu o direito de outro alguém além de Frank e a autora dessa historia mal escrita o chamar de babaca?

E por isso Frank não tinha tempo, depois de fazer seu trabalho diário, ele ainda precisou voltar pra casa e passar grande parte da noite pesquisando e planejando perguntas pra entrevistar um artistazinho no qual odeia.

Ele nem mesmo fazia entrevistas, só uma vez ou outra quando seu chefe não queria ter o trabalho de mandar uma pessoa mais qualificada ou coisa do tipo, Frank já devia estar acostumado.

Frank ficou um pouco surpreso com as coisas que achou, ele nunca imaginou que Gerard Way, seria uma criança abandonada e adotada. Não tinha muita coisa na internet sobre isso, só algumas matérias falando sobre ele ser um dos filhos adotados de uma estrela dos anos 80, aparentemente o artista não falava muito do assunto. Frank também não imaginou Gerard sendo ativista em tantas causas sociais.

Mas isso não queria dizer que ele não continuava um babaca, ter uma historia triste e ajudar umas pessoas aqui e ali não fazia Gerard ser menos babaca. Frank não tinha uma historia triste e nem fazia nada de bom pra humanidade e continuava um babaca, por que seria diferente com Gerard?

Quando o despertador tocou na manhã seguinte ele só queria mais tempo, Frank estava caindo de sono e algumas horinhas de sono a mais seriam melhor que um orgasmo, ou quase. Pelo menos com algumas horinhas de sono a mais ele poderia evitar de ver a cara do Gerard. 

E mesmo com olheiras do tamanho do mundo e com uma roupa que não via um ferro de passar a muito tempo, Frank saiu de casa e foi pra Galeria Azul, a mesma que ele já tinha ido para a exposição e que ficava na mesma esquina que o prédio da revista na qual trabalhava. O jornalista não demorou para chegar e falar com quem quer que fosse a ruiva na estrada da galeria, talvez fosse a secretária de Gerard, ele tinha cara de se achar o importante o suficiente só pra contratar uma secretária pra levar café quando ele pedia.

A ruiva apontou para os fundos, fazendo Frank rir por dentro. Foi lá que ele tinha flagrado Gerard beijando um carinha qualquer. No caso Gerard não estava beijando ninguém, só sentado em uma cadeira no canto mexendo no celular. Quando Frank entrou na sala ele colocou o celular no bolso da calça e deu um sorriso irônico pro jornalista.

Gerard não podia dizer que não estava um pouco feliz com a entrevista, quando Kristin mencionou ele aceitou quase na mesma hora. Não era só uma desculpa pra ver Frank, era uma desculpa de irritar Frank.

- Não enrola, não quero ficar muito tempo na sua presença, pode começar - Gerard arrastou a cadeira que estava do seu lado e colocou na sua frente, ele podia ter gostado da ideia, mas também não ia demonstrar.

- Como é ser o artista mais babaca atualmente? - Frank não cumprimentou o artista, pegou suas coisas e o celular pra usar como gravador e sentou na cadeira.

-É uma pergunta séria? 

-Não, mas eu gostaria muito de saber - Frank iria gostar de ter uma mesa entre eles, mas aparentemente o artista estava com preguiça demais pra andar até o outro canto da sala onde tinha uma. Ele colocou a maioria das suas coisas no seu colo.

- Como é ser o pior jornalista da história? - Gerard respondeu a altura, 

- Alguma das suas obras lembram bastante o surrealismo, você pode dizer que é uma principais influencias? - Frank fez voz de jornalista, ligou o gravador do celular e começou a entrevista sem mesmo avisar, ignorando totalmente a pergunta do outro. 

- Até parece que você estudou - Gerard apoiou o cotovelo no braço da cadeira e riu do outro tentando ser profissional, se era pra tentar, Frank pelo menos podia ter penteado o cabelo.

- Responde de uma vez, eu quero acabar logo com isso - A falta de uma mesa entre os dois fez Frank ficar com uma vontade absurda de chutar a perna do outro, eles estavam próximos demais pra duas pessoas que se odeiam.

- Eu gosto da ideia do sonho e psicanálise que envolve o surrealismo, então sim, é uma influência. O surrealismo me fascina bastante. 

Os dois se comportaram como entrevistador e entrevistado por um tempo, nem pareciam se odiar. Frank tentou fazer mais algumas perguntas sobre arte e tudo mais, como ele tinha desenvolvido seu estilo e essas baboseiras, mas ele sabia que isso não era o que seu chefe Tomate queria. Tinha um motivo pras matérias de Frank sobre Gerard irem bem, e não tinha arte nenhuma no meio.

As pessoas gostam de ver a bomba explodindo, elas gostam de polemica. Ninguém, pelo menos daquela revista e muito menos Tomate, quer saber da arte de Gerard, mesmo sendo tão boa, eles querem polemica. Frank não queria ser aquele cara, mas era seu trabalho, ele até podia estar desconfortável de começar a fazer perguntas pessoais, isso não quer dizer que ele não era obrigado.

- Com quantos anos você foi adotado pela Donna Way? - Ele perguntou um pouco mais baixo comparado as perguntas anteriores, Frank sabia que estava entrando em um campo meio delicado.

- Não vou responder sobre isso - Gerard se mexeu na cadeira desconfortável, o artista já estava acostumado com algumas perguntas assim, ele não sabia o porquê não ter esperado isso vindo do Frank.

Gerard sabia que eles se odiavam, mas o artista não queria que o jornalista fosse tão baixo. Frank não contou mesmo sobre Gerard trair a noiva ou beijar um cara, ele não parecia ser tão baixo.

E ninguém está falando de altura.

- Tudo bem, e como foi enquanto você ainda morava com seus pais verdadeiros? - Frank ficou repetindo na cabeça que era aquilo que seu chefe queria, nem mesmo Tom faria aquele tipo de pergunta, e Tom nem sempre tem noção do que é certo e errado.

- Não te interessa - Gerard olhou pro lado, desviando do olhar de Frank. As pessoas sempre fizeram uma pergunta ou outra sobre o assunto, mas ele nunca respondeu. O único motivo da mídia saber era porque Donna tinha aparecido do nada com dois filhos e ainda tinha alguma mídia sobre ela na época.

Gerard era humano, foi um pensamento estranho que passou por Frank, mas não dava pra negar. As vezes você esquece que as pessoas ao seu redor sentem também, e com toda historia entre os dois, lembrar desse detalhe era estranho.

- Desculpa, eu sou obrigado a fazer essas perguntas, eu nem mesmo queria estar aqui - Frank não pediria desculpas pro outro por qualquer coisa, mas o jornalista ainda tinha um coração um pouco mole e não queria continuar com aquilo.

- Você faz tudo que te pedem igual um cachorrinho, não é? - Gerard pareceu se recuperar do desconforto e jogou seu veneno em Frank. De todas as vezes em que os dois se atacaram, aquela parecia a mais real.

E foi a fez de Frank se mexer desconfortável na cadeira. Sim, a resposta era clara, ele era um robozinho e sabia disso, mas não quer dizer que gostava. Era só mais fácil fazer o que os outros dizem.

O clima estava extremamente estranhos, Gerard um pouco irritado com as perguntas e Frank desconfortável por o artista ter lido tão fácil que ele era um cachorrinho.

- O que é arte pra você? - O jornalista trocou de assunto rápido e fez uma das últimas perguntas que não eram tão pessoais pra desviar de todo aquele drama.

Só parecia, aquela talvez tenha sido a pergunta mais pessoa de todas, mas Frank não sabia disso. Gerard sabia, mas não se importou, era o que ele mais amava, e seus olhos brilhavam só de lembrar que aquele assunto existia, esquecendo até do desconforto e clima pessado de antes.

- Tudo, arte é tudo. Se você olhar um pouco na história da pra perceber o quanto a arte foi importante pra literalmente moldar sociedades internas. Pra mim, arte é a mesma coisa que respirar, é meu jeito de respirar quando tudo parece ser ar, é como eu me expresso. Eu não sou um menininho abandonado e adotado quando pinto, eu sou o que eu quiser ser, posso criar mundos inteiros, não sou mais um cara babaca e sem ninguém, eu sou tudo. Arte pra mim é tudo porque ela me transforma em tudo, eu deixo de ser um ninguém, e passo a ser o tudo.

- Isso foi... Bem bonito, quer dizer, o que você disse foi bonito. É, bem legal, hm... Nem parece ter saído de alguém como você - Frank não sabia o que dizer. Gerard falou rápido e com muita vontade, o jornalista precisava admitir que era boitinho de se ver.

- Você não me conhece, Iero - Gerard disse, porque era verdade. Nenhum dos dois se conheciam de verdade.

- Talvez não, mas você também não me conhece - Os dois ficaram um tempo em um silencio constrangedor, sem nenhuma ofensa ou ameaça de morte. Frank não estava com vontade de ser um capiroto no momento - É legal você ter achado um meio de respirar.

- E qual é o seu, capirotinho? - Gerard se apoiou pra frente e chegou um pouco mais perto do outro.

Fotografia? Música? Poemas? Cachorros fofinhos? Frank não tinha tempo, ele era um adulto crescido e não teve a sorte de trabalhar com aquilo que gosta. 

Essa era a parte em que ele deveria ficar bravo, Gerard tinha um jeito de se expressar, Frank não.

- Eu não respiro.

Gerard por um momento parecia triste pelo outro. Os dois se encararam por um tempo e os dois estavam cheios de alguma coisa que ninguém sabia dizer ao certo o que era. Em menos de um segundo as coisas de Frank que estavam no seu colo, agora estavam no chão e em menos de um segundo Gerard estava com a mão na nuca de Frank e Frank com a mão no ombro de Gerard e sem saber como os lábios dos dois se uniram.

Foi um beijo um pouco violento, como se os dois estivessem soltando tudo que tinham por dentro. Gerard puxou Frank pela cintura e quase o colocou no seu colo, enquanto Frank passava suas unhas curtas na nuca do outro.

Nenhum dos dois sabiam quanto tempo passou até Frank perceber o que estava acontecendo e empurrar o outro pra longe.

- Que caralho foi isso?! - Frank se levantou bruscamente quase derrubando a cadeira e limpou a boca com a mão - Nunca mais encoste em mim.

- Foi você que me beijou! - Gerard protestou, ele nunca beijaria o jornalista, obviamente foi o outro que pulou no seu pescoço - E aliás pareceu gostar bastante

- Vai se foder, não dá pra ser sério com um cara igual você - Frank pegou suas coisas e saiu correndo daquela sala, daquela galeria.

Aquele beijo pareceu plantar uma bomba em Frank, toda aquela conversa plantou um bomba no pequeno. Quem Gerard Way achava que era pra  beijar daquela forma? Quem Gerard Way achava que era por falar aquelas coisas tão sem sentindo e fazer Frank questionar tanta coisa?

Um grande filho da puta.

Ainda bem que aquela galeria era perto da redação, Frank não conseguia ficar parado no momento, ele queria correr uma maratona inteira e gritar, gritar o mais alto que conseguisse. Tudo a sua frente parecia preto, branco e sem graça.

A questão ali estava bem fundo no peitinho de Frank, Gerard o irritada, ele fazia tudo que Frank sentia por dentro sair de alguma forma, seja com seus quadros ou falando toda aquela baboseira. Frank não queria ver o que ele tinha por dentro, era tudo muito feio.

- Fez a entrevista? - Seu chefe estava perto do elevador quando Frank chegou no prédio, alguma coisa acendeu algum tipo de impulsividade dentro do capiroto e ele explodiu.

- Não existe entrevista, foda-se a entrevista - Frank gritou na cara de Tomate - Você é o pior chefe que qualquer um pode querer, é só mais um fedido que se acha superior e gosta de pisar nos outros, trata todo mundo como lixo, parece não enxergar que o lixo é você. E aliás, você se veste pior que meu avô no inverno.

Tomate começou a ficar vermelho e pronto pra começar a gritar na cara de Frank, mas o outro não deixou. Todos já tinham parado pra ver a cena e Frank continuou.

- Essa revista é um lixo! Ninguém lê essa merda, tudo aqui dentro é fútil e artificial. Vocês todos são fúteis e artificiais, eu não aguento mais! - Frank continuou gritando, para o menino que nunca abria a boca, ele tinha bastante pulmão e bastante pra dizer. Ele foi em direção a sua mesa e pegou sua mochila, Frank não tinha muita coisa, só uns cadernos e umas fotos que foram jogadas agressivamente na sua mochila - Eu me demito!

Ele não deixou de dar fazer uma saída dramática, assim que ele socou o botão do elevador e enquanto ele não chegava, Frank virou e gritou na cara de todos que ainda o olhavam.

- Vão se foder!

O elevador se abriu, se sua mochila não estivesse quase caindo do seu ombro e a porta do elevador ter emperrado um pouco pra fechar, seria mesmo uma saída bem dramática, digna de um filme de Hollywood.

Frank saiu daquela revista e não olhou para trás nem pra ver a cara de preocupado do Tom.

Frank Iero talvez tenha enlouquecido, talvez Gerard Way tenha jogado algum tipo de veneno nele através daquele beijo e agora ele tinha enlouquecido. 

Isso com certeza não fazia parte da sua rotina, e Frank gostava da sua rotina mais que qualquer coisa.

Mas mesmo gostando de rotina, não quer dizer não enjoar dela. Frank queria subir pelas paredes, queria sair gritando e arrancando os cabelos. Tinha alguma coisa errada dentro dele e ele não sabia dizer exatamente o que era.

Rotina, rotina, rotina. Não ter tempo, não conseguir respirar, Frank não aguentava mais nada daquilo. Ele não podia exatamente pegar um avião, cair em uma ilha deserta com estranhos incrivelmente bonitos e viver uma aventura. Frank não podia largar tudo e viajar o mundo, ele não podia virar amigo de um vampiro e descobrir todo um mundo escondido. Ele não ia de uma hora pra outra entrar em uma banda, ficar super famoso e ter milhões de seguidores no Twitter.

Aquela era sua vida, uma rotina exageradamente parada.

Frank pensava demais, as vezes ele se perdida. De vez enquanto ele ia para uns lugares bem estranhos e quando ele acordava as coisa em volta continuavam no mesmo lugar, era bastante decepcionante.  

Nada parecia mudar, Frank estava no mesmo lugar a anos, e agora estava explodindo pelo mesmo motivo. 

Seja racional pequeno Frank, o apocalipse zumbi pode começar e você não vai estar satisfeito. O problema não era sua vida, sua rotina ou sua falta de tempo, o problema esta por dentro.

Tinha alguma coisa muito errada.

Frank Iero não conseguia respirar.


Notas Finais


MENTIRA, TEVE BEIJINHO EEEEE
Eu sei q o nome da galeira parece sem graça, mas eu me inspirei na galeria vermelho aqui em sp (azul é minha cor favorita)
Vcs tbm tem direito de chamar o tom de babaca, só pra deixar claro
Eu não lembro o pq, mas eu tava bem brava quando eu escrevi o final e foi legal escrever sentindo o mesmo que o personagem e tals
Hoje não vou reclamar q achei ruim de novo!!!!! Cada dia um vitoria (ta bem ruim esse cap)
No proximo cap vou falar mais do Geraldo pq ta muito focado no Fronks, to bem empolgada na historia do meu pai gordinho

Bjsssss

PS: as férias acabou, agora eu provavelmente vou demorar mais e tipo, de verdade


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...