História Eu, que nunca quis você. - Capítulo 5


Escrita por: ~

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Categorias Naruto
Personagens Chouji Akimichi, Hanabi Hyuuga, Hinata Hyuuga, Ino Yamanaka, Kakashi Hatake, Kankuro, Karin, Naruto Uzumaki, Sakura Haruno, Sasuke Uchiha, Suigetsu Hozuki
Tags Naruto, Suika, Suikarin
Visualizações 42
Palavras 2.643
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Fantasia, Festa, Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 5 - Não tenha grandes ideias, elas não vão acontecer.


 

— O que nós vamos fazer? — Ino ajoelhou-se no banco da frente. — Meninas, aquela espada é a vida do retardado do Suigetsu!

— Isso não pode estar acontecendo, Karin-chan! — Hinata balançava freneticamente as mãos em uma tentativa inútil de se acalmar.

— Meninas, entrar em pânico agora não vai adiantar nada. Vamos parar para comer alguma coisa ali e colocar a cabeça no lugar. Só consigo pensar direito bem alimentada. — Sakura entrou na garagem de uma casa de chá modesta e logo fez sinal para que a acompanhassem.
As garotas sentaram-se em uma mesa reservada para discutirem o caso. Eram kunoichis bastante conhecidas e não poderiam se dar ao luxo de correr o risco de ter sua conversa exposta. Sentada ao lado de Ino e de frente à Sakura e Hinata, Karin não conseguia parar de se culpar por ter tido a brilhante ideia de sair arrastando uma espada tão cobiçada por mero capricho. 

— Gente, onde é que podemos ter perdido essa espada? — A loura tentava de concentrar enquanto remexia o canudo colorido em seu suco de laranja.

— Ino, nós não perdemos a espada. Alguém a roubou! — Sakura apontava um anel de lula para a amiga. 

— Essa pessoa deve ter aproveitado a oportunidade na hora que nos afastamos para ir até a recepção da onsen. Dependendo de quem a furtou, não deve ter conseguido ir muito longe. 

— Isso mesmo, Karin. Não consigo imaginar um ninja comum passando aleatoriamente com uma espada daquele tamanho como se fosse uma pena.

— Só o Suigetsu. — Karin lembrou, trazendo à tona um riso.

— Sakura-chan, eu acho que você deveria ir para casa descansar e deixar a gente resolver isso sozinhas. Amanhã é seu casamento e você precisa dormir bem para acordar com uma pele macia. 

— A Hinata está certa. Isso tudo é culpa minha e pra falar a verdade, eu deveria resolver isso sozinha.

— DE JEITO NENHUM! Vocês acham mesmo que eu iria conseguir dormir tranquila sabendo que vocês estão r aí perseguindo um ladrão de espadas? — Sakura riu, estava realmente se divertindo mesmo dentro da preocupação. — Claro, eu tenho certeza que dariam conta disso numa boa. Mas, tenho que confessar que estou louca pra participar disso! 

O clima que antes era de tensão se tornou leve em meio as risadas das garotas. Karin sentiu aquele calor que invade o corpo de felicidade quando se está ao lado de pessoas que realmente fazem a diferença em sua vida. Havia um tempo que se alguém dissesse que ela teria amigas, a mesma duvidaria e riria da cara do palhaço que inventou tal absurdo. Mas uma gama de eventos depois da guerra levaram-na a experimentar a verdeira amizade feminina, e a responsável por isso era Sakura.

A principio, não foi fácil para Karin aceitar que poderia ser amiga daquela que era sua rival no amor. Na época, Karin ainda nutria um amor irracional por Sasuke e foi um baque imenso descobrir que existia outra mulher que também disputava aquele coração. Mas, diferente de qualquer outra mulher, Sakura demonstrou respeito pelos sentimentos de Karin e não a subjugou. Teve a chance de matá-la para seguir a diante com Sasuke, mas preferiu seu caráter e a vida de alguém que era até então desconhecida. Depois, com a sanidade de Sasuke restaurada, Karin acompanhou de perto o amor do rapaz renascer forte pela amiga de infância e ela sabia que jamais teria chance contra isso. Para falar a verdade, desde que havia sido atacada por ele, o seu sentimento foi desbotando aos poucos. Foi aí que Suigetsu começou a dar os primeiros sinais de ocupação em seu coração. Ele, que vivia enchendo sua paciência e chamando sua atenção das mais variadas formas, provou sua fidelidade indo de encontro à morte para defendê-la em campo de batalha. Ele tinha todas os defeitos que ela detestava, mas percebeu que na verdade ela amava odiá-lo.

— Sakura, eu preciso te contar uma coisa... por favor, não ria de mim. — Era o primeiro de muitos segredos que a ruiva iria a dividir com a ninja médica.

— Hmm, pode falar... já até imagino, mas diga. — Sakura ria enquanto olhava através de um microscópio.

— Eu acho que há uma pequena possibilidade de eu estar sentindo alguma coisa pelo bastardo do Suigetsu. — Confessou. O movimentar frenético de seus óculos demonstrava o nervosismo pela confissão.

— Tá, e cadê a confissão? 

— Como assim "cadê a confissão?" — A ruiva fez uma má imitação da amiga.

— Ah, Karin, isso está meio que na cara faz um tempão... Eu nunca vi alguém rir de um cara se liquefazendo enquanto grita "Ah, eu estou derretendo! Me ajudeeee!". Sério, no dia que você riu disso,ao invés de tacar um balde nele, eu tive a certeza que você o amava.

 Karin sabia que poderia contar com a amizade fiel de Sakura para o que desse e viesse. E foi através dela que ela começou a conhecer as outras meninas e finalmente ter um grupo de amigas que a resgatou da reles vida banal e solitária que levava.

— ... Eu acho que devemos procurar dentro da casa de banho. — Ino interrompeu os pensamentos saudosistas de Karin.

— Na casa de banho? Mas por quê?

— Provavelmente o ladrão deve estar escondido lá, esperando a hora certa de sair. — Ino tinha uma explicação bem sensata.

— Sim, mas como vamos fazer isso? — Hinata corou ao imaginar as possíveis respostas da amiga.

— Eu tenho duas sugestões. A primeira... — Ino fez um aceno teatral. — Você, Princesa do Byakugan, vai ligar pro Naruto e pedir para ele procurar na casa de banho.

— Mas o Naruto-kun... eu não queria atrapalhar o momento dele com os amigos. Sem falar que com certeza ele iria fazer um alarde lá dentro com os meninos.

— Bem observado, Hina. O que nos leva à segunda opção, que é...

— Fazer o jutsu sexy reverso. — Sakura interrompeu.

— O QUÊ? — Karin e Hinata gritaram em uníssono.


*   *   *

No estacionamento do onsen, as garotas se enrolavam em toalhas de banho para executarem corretamente o combinado. O plano era simples: Iriam entrar, vasculhar o vestiário e, se tivessem sorte, sequer precisariam entrar nas salas de ofurô.

—  Sakura, você sabe como fazer esse jutsu?

—  Karin, eu já vi o Naruto fazer isso tantas vezes que já me tornei uma especialista. Então, ninguém irá suspeitar de nada.

— E se alguém nos ver? 

—  Primeiro, não podemos chamar atenção. Tentem ao máximo passarem despercebidas, mas sem serem estranhas demais. 

—  Sakura-chan, o estabelecimento não está reservado somente para a despedida de solteiro do Sasuke-kun?

—  É por isso que já estamos usando as toalhas. Iremos fingir que saímos aqui fora para fazermos qualquer outra coisa e já estávamos voltando. Alguma dúvida, me perguntem agora. —  Sakura olhou todos esperando alguma dúvida. —  Ninguém? Ok, então vamos lá.  Todas juntas.

—  Jutsu sexy reverso! —  As quatro gritaram em uníssono.

Em uma explosão de fumaça as mulheres se transformaram em quatro homens de características muito similares à suas versões originais.

— Caramba, Hinata. Mesmo transformada não há quem não diga que você não é um Hyuga.

—  São os olhos e a cor dos cabelos, Karin-chan. —  Hinata parecia extremamente constrangida tentando esconder o abdômen definido com as mãos.

—  Gente, olha que linda a minha bunda! —  Ino pulava e dobrava o bumbum em direção às amigas.

—  Sua bunda? Olha isso aí na sua frente! —  Karin divertiu-se com a aparência sensual da loira.

—  Gente, deixem de gracinha agora! —  Sakura exclamou extremamente séria. — Até porque, a mais sexy do que eu não há! —  Ela deu uma piscadinha e levantou a toalha no ar. Todas gargalharam com exceção de Hinata que tapava os olhos. —  Bom, vamos entrar. Se a recepcionista perguntar qualquer coisa, deixem comigo e calem a boca.

"Os garotos" atravessaram o canteiro do estacionamento  e talvez por pura sorte, a recepção estava vazia. O plano não tinha como dar errado. Se o ladrão estivesse ali, seria pego sem nenhum problema. A medida em que procuravam, Karin percebeu a chegada de vozes conhecidas; do outro lado do trocador um Sasuke despreocupado trocava ideias com um rapaz de voz rouca que ela reconheceu como Naruto na hora.

—  Karin, achou alguma coisa aí? —  Ino gritou do outro lado da parede de papel.

—  Nada aqui, Ino. Tem alguma informação das meninas?

—  Sakura e Hinata estão nas propriedades femininas se certificando.

—  Ino, eu acho que o cara não está aqui. Ou ele está entre os meninos ou então ele conseguiu carregar sozinho a espada no meio tempo em que conversávamos na recepção.

—  Não, Karin. Nós duas sofremos pra carregar aquela espada gigante. Não é qualquer um que consegue empunhar uma coisa dessas e sair correndo. Aliás, como é que o Suigetsu consegue empunhar ela? Eu sei que ele tem músculos, mas ele parece um pouco franzino para duelar por tanto tempo com aquilo?

—  Técnica de hidratação.

—  Técnica de hidratação? O que é isso?

—  Ele consegue aumentar temporariamente partes do corpo com o manuseio da água no corpo dele. Quando ele a empunha, muitas vezes triplica o tamanho do braço dele.

—  Será que ele pode usar isso para triplicar outras coisas? —  Ela abafou um risinho sacana.

—  INO!!!

—  É uma questão pertinente!

—  Karin e Ino, venham até aqui! —  Era a voz de Sakura chamando.

Os recém rapazes foram até o corredor onde Sakura e Hinata aguardavam. Pelo semblante de Sakura, as coisas não eram nada positivas.

—  Seguinte, vamos ter que entrar no ofurô dos meninos. Estou com a leve impressão de que talvez um deles tenha pegado a espada.

—  Suigetsu!

—  Mas se for verdade, Sakura-chan, nosso problema não está resolvido?

—  Não, Hina. Se o Suigetsu ou qualquer um dos meninos tenham-na pegado de nossas mãos, Karin seria motivo de chacota por um bom tempo e não podemos permitir isso.

— Então vamos?

—  Vamos. E Hinata, pare de esconder os seus peitos. Não tem nada pra ser visto aí.

 

*   *   *  

 

Com o ultimo fio de esperança em seus horizontes, entraram na sala ofurô onde a despedida de Sasuke acontecia. Lá, a maioria dos rapazes já se encontravam. Sasuke, Naruto e Shikamaru em uma conversa aleatória; Choji, Suigetsu e Kiba tentavam abrir uma garrafa de saquê dentro do imenso ofurô que reinava no centro do cômodo; alguns outros perfis conhecidos sentados se esfregando ou transitando nus com a toalha no ombro. A situação aparentava estar sob controle, com exceção de Hinata que estava ao ponto de desmaiar.

—  Hina, pelo amor de Rikudou, se controle. São apenas pênis!

—  Ino-chan, eu não gosto de ver essas coisas...

— Se você continuar assim, vão nos descobrir. Tente se enturmar.

—  Hey, hey cara... você mesmo! —  Naruto apontava para Hinata. —  Pode me trazer aquela touca ali do lado? Se eu chegar com o cabelo molhado na hora de dormir, minha esposa não vai gostar e eu tenho certeza disso, 'ttebayo!

—  Na... Naruto-kun...

—  Naruto-kun? —  Suigetsu olhou torto para Hinata. —  Que coisa mais esquisita... Aliás, você não me parece estranho.

—  É, é mesmo, você é familiar... —  Naruto a encarou com a mão no queixo. —  Não pode ser...

— É claro que ele é familiar! —  Ino interveio. —  Ele é Hyuga Hina... Hinaro. Hyuga Hinaldo. Do mesmo clã que sua esposa, não é mesmo?

—  É isso mesmo, 'ttebayo! —  Naruto abriu o sorriso bocó de sempre. —  Hinaldo, quanto tempo! Venha, sente-se aqui com a gente.

Se Hinata já estava vermelha como um pimentão, agora estava prestes à explodir. Ino a empurrou na direção dos rapazes indicando que ela deveria de fato fazê-lo, e a coitada sentou entre Sasuke e Naruto totalmente nus.

—  Hey Karin... —  Sakura colou ombros com a ruiva. —  Precisamos nos enturmar. Vamos puxar um papo com os caras para ver se algum deles  abre a boca.

—  Tá certo.

Sentadas na borda do ofurô, Sakura e Karin começaram a conversar alto sobre supostas mulheres, abrindo brechas para chamar a atenção dos rapazes, algo que com certeza funcionou.

— ... cara, eu com certeza acho as ruivas as melhores. —  Sakura proclamou com um abrir de braços teatral.

—  Ah, sim... Conheci uma ruiva muito elegante no hotel hoje à tarde. —  Karin desviou um olhar discreto para Suigetsu, que parou o que estava fazendo para se ligar na conversa. —  Extremamente inteligente.

— Uzumaki! —  Suigetsu apontou para Karin e o coração dela disparou como se estivesse caindo de um precipício. 

—  Co... como você...

—  Cabelo vermelho, marca de mordidas pelo corpo... com certeza é um Uzumaki. —  Suigetsu continuou. —  A mulher ao qual você se refere é Uzumaki Karin. Quem é você?

—  Uzumaki Ka... Uzumaki Kamaro. —  O suor escorreu frio por sua têmpora. —  Me chamo Uzumaki Kamaro.

—  Pois então, Uzumaki Kamaro... Fique longe de Karin.  — O olhar púrpura do espadachim era feroz.

—  Cara... —  Sasuke se intrometeu na conversa. —  Afinal, você tem alguma coisa com ela?

—  Verdade, Suigetsu... —  Shikamaru também despertou sua atenção. —  Vocês sempre pareceram tão problemáticos juntos.

— Meus amigos —  Suigetsu se levantou completamente nu da banheira, braços abertos e o sorriso de dono no mundo nos lábios. —  Aquela mulher me chama de bastardo entre todos nós, mas vai me chamar de Senpai nos lençóis!

Uma vaia mista de gargalhadas e palmas inundou o imenso banheiro. Alguns dos meninos jogaram saquê em Suigetsu, o que fez com que ele inflasse ainda mais o seu ego.

—  Hey Suigetsu, me tire uma dúvida. —  Ino o olhava com a cara que já denunciava à Karin qual seria sua pergunta. —  Aquela sua técnica lá de hidratação... você consegue usá-la em outros lugares? 

— É verdade, cara. Uma vez eu me perguntei a mesma coisa mas achei estranho perguntar. — Kiba demonstrou interesse.

—  Caras, eu posso usar isso em qualquer parte do meu corpo. QUALQUER PARTE. Querem ver?

—  NÃO! Pelo amor, Não! —  Todos gritaram.

—  Mas que coisa mais desagradável, Hozuki. —  Sasuke fez um completo facepalm com a encenação exibicionista do amigo. —  Galera, o Suigetsu sempre foi um cara meio sem pudor. Ignorem isso.

— Mas então... — Karin precisava descobrir o quanto antes se Suigetsu estava ou não com a espada. —  Cara, como é que você tem tanta certeza que essa tal de Karin está tão na sua?

—  Kamaro, meu amigo... tem coisas que um homem não deve dizer à outros homens sobre a honra da mulher que ele deseja. Gostaria muito, mas não irei me gabar. —  A presa pretuberante do espadachim reluzia. —  Mas eu posso contar à vocês a ultima que ela aprontou e como eu frustrei o plano dela. Aliás, Sai, Sasuke e Naruto... suas garotas estão metidas no meio disso.

—  O que elas fizeram? —  Naruto e Sasuke se viraram para Suigetsu, sendo que o ultimo se curvou para a frente, quase inclinado sob as pernas de Hinata que estava entre eles. De longe Karin pode vê-la tentando respirar.

— A Yamanaka e a ruiva ensandecida entraram no meu quarto e levaram a Kubikiribocho  com elas. Na hora que eu estava voltando pro quarto, as vi.

—  E por que você não fez nada?

—  Porque eu queria ver no que isso ia dar. — Ele se divertia narrando a história. —  As segui o dia inteiro e elas sequer perceberam minha presença. Passaram quase toda a tarde no ateliê de noivas e vieram para cá, acho que para jantar. Foi aí que eu vi a oportunidade perfeita de reaver minha amada Kubikiribocho e deixá-las loucas procurando.

—  Cara, você é realmente um bastardo. —  Shikamaru ria mesmo tentando manter um tom de desaprovação.

— Uma hora dessas elas devem estar malucas procurando por minha querida lâmina. 

—  E onde você a escondeu? — Sakura tentou parecer desinteressada. 

— A coloquei atrás do armário do provador.

—  E você não ficou preocupado em não encontrá-la? 

—  Naruto, eu sequer precisava ter feito o esforço de ir atrás da lâmina. Lembra que eu comentei que meu irmão era o líder dos espadachins da névoa? Talvez vocês não saibam, mas o líder deste seleto grupo tem um pergaminho que o possibilita invocar qualquer uma das sete. 

— Sim, mas o que você tem a ver com isso?

—  Agora eu tenho o pergaminho.

—  Isso quer dizer que... —  Os olhos dos garotos voltaram-se para o rapaz que se servia de mais uma dose de saquê.

—  Isso mesmo, eu sou o novo líder dos espadachins da névoa.



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