História Eu quero ser seu anjo ❤ - Capítulo 85


Escrita por: ~

Postado
Categorias Henrique & Juliano, Luan Santana
Personagens Henrique, Juliano, Personagens Originais
Visualizações 242
Palavras 1.760
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Fantasia, Festa, Ficção, Mistério, Musical (Songfic), Policial, Romance e Novela, Sobrenatural, Suspense, Violência
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Nudez, Sexo, Spoilers, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


VOCÊS PREPARARAM O PSICOLÓGICO?

PEGARAM OS LENCINHOS?

E, ESTÃO PREPARADAS PARA O CAPÍTULO SOFRÊNCIA?

ENTÃO SE PREPAREM E SENTE PAEA LER ESSE CAPÍTULO!

NÃO ESQUEÇA DE COMENTAR ♥🙊
BEIJOS, BOA LEITURA!

Capítulo 85 - Ela te ama Henrique!


Fanfic / Fanfiction Eu quero ser seu anjo ❤ - Capítulo 85 - Ela te ama Henrique!

—Não me atendeu!- ele disse preocupado. —Será que aconteceu algo?

—Não, acho que não!- o abracei. —Ela vai aparecer já, já! – olhei a horas. —É até bom ela não demorar, tenho um assunto sério para tratar com ela!


POV MOHANA

—Enquanto não sai o resultado dos exames vamos lá pegar as coisas dela. Você vai dormir aqui né?

—Sim... E você não pode ficar, você está grávida e pode ser perigoso...- assenti.

Ainda não havia anoitecido, fomos rapidamente até a casa e me assustei quando vi a porta destrancada.

—Você não trancou?- perguntei

—Sim, tenho certeza que sim! Alguém entrou aqui...

—Vamos subir, pegue o que vai precisar, eu vou buscar um travesseiro e uma coberta. – ela assentiu e subiu, confesso que fiquei com medo, alguém havia entrado na casa e eu temia que ainda estivesse por aqui.

(…)

Voltamos para o hospital com as coisas e o restante dos documentos. Não demorou muito para que o médico nos chamasse novamente, entramos na sala dele...

—Estou com o diagnóstico, sentem-se!- ele apontou para as cadeiras e eu e Carmen nos sentamos.

—É grave?-perguntei.

— Não sabemos o nível de gravidade ainda...- ele abriu o envelope branco. —Como eu suspeitava, a paciente desenvolveu uma Anemia Ferropriva, causada pela deficiência de ferro que interfere na formação de hemoglobina e glóbulos vermelhos...- ele descrevia tudo nos mínimos detalhes e eu não entendia nada... —Os sintomas são esses que vocês me passaram: Tonturas, palidez, fraqueza, sono excessivo e em alguns casos a dor de cabeça, cansaço nas pernas entre outros sintomas. Não é algo tão grave, visto que pode ser controlado com uma dieta que eu vou passar á vocês, ela é basicamente a reposição das vitaminas, vou receitar alguns remédio na qual vai ajudar a se recuperar mais rápido.

—Se não é tão grave, porque é que você...- Carmen parou de falar quando viu ele retirando outro exame do envelope.

—É aí que entra a gravidade!- ele continuou. —A Anemia Ferropriva é bastante comum na gestação...

—Ela... Ela está grávida?- perguntei arregalando os olhos.

—Tomei a liberdade de fazer um exame de sangue para ter certeza, e então...- ele me entregou o papel. —Sim, aparentemente a paciente está grávida...- eu estava em choque assim como a Carmen. —E, devido á febre que vocês relataram, o que é extremamente perigoso quando se é frequente na gravidez, pode ter acontecido um aborto espontâneo ou pode ser que venha ter uma má formação no feto. – ele disse e foi nessa hora que eu desabei, eu ainda não tinha meu filho nos braços mas, meu extinto materno falou mais alto. Analu pode não ter planejado esse bebê, mas sei que jamais teria coragem de tirá-lo e, não quero ter que imaginar quando ela soubesse de tudo...

—Isso significa que se ela estiver grávida ela pode perder o bebê?-Perguntei quase sem voz, Carmen estava paralisada.

—Sim, se ela estiver grávida tem grandes chances do feto não se desenvolver e mais cedo ou mais tarde ela pode ter um aborto espontâneo...-Ele concluiu. —Eu sinto muito! Vou deixar vocês á sós...

—Doutor?- Cármen o chamou —Tem alguma chance do bebê resistir?

—São mínimas! Diria que dez por cento para sobreviver, mas com certeza vai vir a nascer com vários problemas de saúdes... E um por cento de nascer perfeito.

—ahhhh!- ela o olhou triste. —Pode por favor não avisar á ela?

—Fica a critério de vocês, qualquer alteração nós avisaremos vocês!- assenti. Ele saiu nos deixando estáticas na sala.

—E agora?- perguntei. —Henrique precisa saber disso!

—Não conte sobre a gravidez!- implorou. —Pode dizer que ela está aqui, caso ele queira visitá-la, mas, não toque nesse assunto! Ele vai agir como na outra vez e isso pode piorar a saúde dela.

—É verdade, eu havia esquecido o motivo disso tudo!- falei cansada.

—Mohana, já está ficando tarde...- ela alertou. —Juliano deve estar preocupado, vá para casa... Estou com o celular dela, qualquer coisa te ligo...

—Você tem razão!- sorri fraco.

—Ei, obrigada por tudo que está fazendo por minha filha!- ela me abraçou. —Eu prometo que quando arrumar um serviço vou retribuir todos os gastos!

—Imagina, eu não quero esse dinheiro de volta. Analu fez tanta coisa por mim, esteve sempre ao meu lado e eu fico feliz em poder retribuir de alguma forma. Sei que ela faria o mesmo se estivesse no meu lugar.

—Tenho certeza que sim!- ela beijou minha testa. —Vai cuidar desse bebê, chega em casa e relaxa... Tudo vai dar certo!

Entrei no carro e dei partida, as ruas já estavam desertas, eu estava cansada, os pés inchados de tanto ficar andando mas ainda sim eu estava preocupada com o estado de saúde da Analu. Estacionei o carro na garagem e apoiei a cabeça no volante, respirei fundo e contei até dez, sabia que a partir do momento que eu entrasse por aquela porta, tudo iria desmoronar. Sai do carro pegando minha bolsa e meu celular, caminhei lentamente até a porta e virei a maçaneta...

—Amor!- chamei por ele que no mesmo instante se levantou.

—Mohana pelo amor de Deus! Como você fica o dia todo fora de casa sem me dar notícias?- ele perguntou bravo, eu o abracei meio desengonçada por conta da barriga. —Amor? O que aconteceu?

—Eu.... Eu...- não conseguia dizer nada, tudo passava como num filme na cabeça, todas as lágrimas que eu havia segurado desde quando fui ao hospital estava caindo agora.

—HENRIQUEEEE!- Ele gritou o irmão que veio correndo dá cozinha. —Trás um copo com água pra ela!- ele fez sem hesitar. —Vem aqui!- me pegou no colo e me sentou no sofá.

—O que aconteceu?- Henrique veio com o copo d’água.

—Fala caramba!- Juliano disse desesperado. Bebi água, e tentei me acalmar.

—Tenho um assunto sério para conversar com vocês!- solucei. —Sua mãe ainda não chegou?

—Ela só chega amanhã!- Juliano disse confuso. —Como sabia?

—Eu pedi que ela viesse!

—Por que?- perguntaram ao mesmo tempo. Juliano se abaixou e durou minha sapatilha e massageou meus pés.

—Acabei de chegar de um hospital, me deixa tomar um banho e eu explico tudo á vocês. -mesmo contra a vontade eles concordaram. Subi e me despi, tomando um banho quente em seguida, mesmo com a água quente caindo pelo corpo não consegui relaxar.


POV HENRIQUE

—O que será que aconteceu?- indaguei preocupado.

—Não sei, não sei. Estou preocupado!- Juliano respondeu. A campainha tocou e eu o olhei confuso. —Deixa que eu atendo. -Ele levantou e olhou da câmera. —É a mãe e o pai!

—Mas eles não iriam chegar amanhã?- falei confuso e Juliano deu de ombros e foi recebê-los.

Abracei meu pai e logo em seguida abracei a minha mãe, e sem me segurar caí em lágrimas. Desabei, em soluços altos e dolorosos, eu estava num momento difícil na vida e não tive tempo de contar á eles. Será que minha mãe me odiaria pelas atitudes que tomei? Ou odiaria a Analu por ter feito o que fez? A verdade é que eu precisava deles, para me ajudar a sair dessa areia movediça que minha vida estava virando.

—Não precisa dizer nada!- ela acariciou meus cabelos. —Já estou sabendo de tudo!

—Mãe, por favor...

—Eu não vou julgar sua atitude meu filho, eu entendo o seu lado e talvez eu tenha agido do mesmo jeito!- ela disse de uma maneira que me confortou. —Sei que você tem um bom coração e que nesse momento está arrependido por ter agido de forma impulsiva!- assenti, ela enxugou minhas lágrimas.

—Qual o milagre de vocês virem para Goiânia e chegar á essa hora da noite?- Juliano perguntou descontraído. —Uma e meia da manhã?!

—Eu liguei pedindo para que eles vivessem!- Mohana nos interrompeu e nós viramos para olhá-la. —Tenho algumas coisas para contar para vocês e eu precisava que a Maria estivesse presente para me ajudar. – a olhei confuso.

—Tivemos que adiantar a viagem, aconteceu um imprevisto!- minha mãe disse olhando para Mohana.

—Eu acho que chegou á hora!- Mohana disse com os olhos cheios de lágrimas.

—Hora de que? Ai Meu Deus, meu filho vai nascer?- Juliano disse desesperado.

—Não Juliano, não cheguei nem no sétimo mês ainda!- ela respondeu e ele respirou aliviado.

—Isso tem a ver com a Analu, não é?- perguntei pegando todos de surpresa. —Você sempre soube onde ela estava!- falei chateado e decepcionado por ela ter escondido, ela se encolheu.

—Filho, não é hora para isso!- ela me olhou brava. —Escuta o que a Mohana tem a dizer.

—Onde a mulher da minha vida está?- perguntei desesperado. —Não me diga que ela foi embora!- Mohana deixou algumas lágrimas caírem.

—Henrique, eu só vou te contar o que está acontecendo porque a mãe dela me autorizou...- arqueei as sobrancelhas. —Depois que você foi embora, Analu estava desesperada, ela sofreu bastante, você não a deixou dar explicações... Eu já sabia de tudo já faz um bom tempo, na verdade desde quando descobri a minha gravidez, de primeira eu fiquei com raiva, não queria olhar para ela, mas voltei atrás em menos de algumas horas, porque eu a conhecia, sabia de sua índole. Analu sofreu tanto, mas tanto, que todas as vezes que vocês iam viajar e ela ficava comigo, ela sempre dormia aqui. Já perdi as contas de quantas vezes acordei no meio da noite com os pesadelos dela, e para falar a verdade, eu me colocava no lugar dela e sofria junto... Tantas vezes ela chorou comigo por você, por algo que você disse á ela ou por Osmar ter tentado alguma coisa.. -Ouvir as palavras da Mohana me fazia ficar ainda mais culpado. —Se tem uma coisa que você não pode duvidar, é do sentimento que ela tem por você. Ela te ama, Henrique.

—Meu Deus!- foi o que saiu dá minha boca, eu chorava ainda mais.

—Ela te ama tanto, que mesmo depois de você ter a mandado ir embora, ela disse: “Promete para mim que vai cuidar dele? Amiga, me promete que vai me dar notícias dele, mesmo quando ele.... Mesmo quando ele encontrar uma pessoa melhor do que eu?"

—Ela disse isso?- perguntei enxugando as lágrimas mas foi em vão elas caíram ainda mais.

—Sim! Ela te ama Henrique, se tem algo de bom que aconteceu na vida dela depois de tanto sofrimento, foi encontrar você. -fiquei calado absorvendo tudo em silêncio.

—Conta logo para ele Mohana!- minha mãe disse desesperada.

—Henrique, a Analu...- o telefone dela tocou e ela arregalou os olhos e atendeu. —Ai meu Deus! Fica calma, estou indo agora mesmo!- seus olhos lacrimejaram.

—O que aconteceu?- perguntei quase sem voz.



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