História Eu sempre a terei - Capítulo 6


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Categorias Originais
Tags Amor, Carinho, Drama, Lesbicas, Lgbt, Romance
Exibições 43
Palavras 644
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Festa, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Capítulo 6 - Calmaria em meio ao caos.


As aulas iam começar em quatro dias. Nunca fiquei tão nervosa em minha vida, isso tava fazendo com que minha gastrite atacasse e eu estivesse à base de remédios a semana toda. Falei pra ela, o quão nervosa eu estava, ela me ligou e começou a falar que ta tudo bem e que eu não precisava estar nervosa. Ela ficou uma hora em ligação comigo só pra me acalmar, aquilo sempre dava certo, pois eu me perdia em sorrisos por estar escutando a voz dela.

Faltam dois dias, hoje é a festa dos calouros, e essa festa tava me deixando nervosa também. Ela me avisava a semanas que festa dos calouros não tinha nada demais e que eu apenas ia me divertir com o pessoal que ia fazer curso comigo e de outros cursos também. Mesmo assim, o nervosismo era maior.

Chegou o dia, antes de sair de casa, falei pra ela que iria fazer chamada no skype com ela, ela me deu uma bronca, disse que eu tinha que me divertir lá e que só se alguma coisa desse errado era pra eu a chamar. Meio magoada, concordei com ela e sai. Tinha gente demais quando cheguei lá, eu não gosto de multidões, mas logo avistei minha colega de quarto, que tinha saído mais cedo. Já tinha gente bêbada e jogada no chão, sendo acudida por amigos ou desconhecidos.

Já eram 7hs quando bebi a sétima ice, eu já não sabia mais nem onde meu celular tava, mas sabia que tinha uma necessidade de ligar pra ela. Procurei em tudo quanto é lugar, até que o desespero bateu e sem mais nem menos comecei a chorar. Eu não tava entendendo e foi aí que sentaram do meu lado e começaram a falar comigo. Eu disse que tava com saudade da minha namorada e que precisava do meu celular pra ligar pra ela e dizer que a amo, pois tinha saído de casa sem dizer isso. Um menino que estava sentado à minha direita, tirou o celular do bolso "eu sei que não tais muito bem, mas você lembra o número dela? Sabe ele de cabeça?" "SIM eu sei, você deixaria mesmo eu usar teu celular?" "claro, só não perde ele também, okay?" ele riu, se levantou e foi buscar água. O celular não tinha senha o que facilitou muito minha vida, e era um igual o meu, que ajudou muito pra eu saber me localizar. A hora que digitei o número dela, notei que já tava salvo "amor" parei pra pensar e não entendi nada. Então fui olhar o resto dos contatos e pra minha surpresa, o celular era meu. Antes de voltar ao que ia fazer, comecei a rir sozinha, fiquei pelo menos uns 5m rindo daquilo.

Liguei pra ela, depois do terceiro toque ela atendeu "oi amor, aconteceu alguma coisa? Ta tudo bem contigo?" "eu te amo, sai de casa sem dizer eu te amo, então, eu te amo" a escutei rindo e que saudade daquela risada... "Eu também te amo, criatura, mas ta tudo bem contigo?" "to ótima, eu achei que tivesse perdido meu celular, mas ele tava com um menino que veio me devolver quando viu que eu tava chorando" "você tava chorando por que, amor?" "porque eu to com saudade de ti, por que eu quero sentir teu cheiro de novo, quero dormir abraçada contigo" ela suspirou e no meio disso tudo, comecei a chorar de novo "olha só, quando você chegar em casa a gente conversa melhor, okay? Taís bêbada e contigo bêbada a gente não vai conseguir conversar sobre isso. E eu tenho uma coisa pra te contar, quando você tiver melhor, me avisa, te amo" ela desligou. Fiquei sem saber o que dizer, mas como eu não ia parar de pensar no que ela quer me falar, pedi pra que alguém me levasse pra casa.



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