História Eu sempre a terei - Capítulo 9


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Categorias Originais
Tags Amor, Carinho, Drama, Lesbicas, Lgbt, Romance
Exibições 28
Palavras 519
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Festa, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Capítulo 9 - A surpresa.


O carnaval nunca tinha sido tão bom. Ficamos vendo série o dia inteiro e quando não estávamos vendo série, estávamos comendo. Já era 3hs da manhã e fazia duas horas que tínhamos deitado na sacada do quarto dela. O céu tava lindo, o tempo tava perfeito e eu não poderia escolher outra pessoa pra estar ali comigo além dela. Já era dia 1 e eu sabia o que aquilo significava, fazia nove meses que eu a tinha pedido em namoro, mas nunca “comemoramos” essas datas, era um dia como os outros. Mas essa tava sendo diferente, desde que me lembro, é a primeira vez que passamos essa data juntas, no fundo eu queria soltar algo clichê e bobo do tipo “obrigado por estar sempre do meu lado e me fazendo feliz há nove meses”, mas me contive. “não é melhor irmos dormir? Já esta meio tarde” “verdade, pode indo deitar, vou conferir se esta tudo fechado e já vou pra cama” fui escovar meus dentes pra deitar, eu tava muito cansada e nem lembrei da demora dela, só me joguei na cama e fechei os olhos. Depois de uns minutos senti que tinha algo faltando “ela ainda não voltou”.

Mesmo cansada, levantei pra ver onde ela estava “amor? Tais ai?” não tive resposta. Procurei por tudo, ela não estava em nenhum dos cômodos, então comecei a me preocupar. Ela devia estar no porão, desci com receio de ter acontecido algo. Quando abri a porta do porão, ela tava sentada no chão, com tudo apagado e só as luzes de três velas. Fiquei pensando “que merda ela ta fazendo?”, foi ai que ela se levantou e virou com um sorriso enorme no rosto “eu sei que a gente nunca comemora isso, mas poxa, é a primeira vez que estamos juntas nessa data, eu não queria fazer nada clichê, mas não tem como não ser clichê nessas horas” não conseguia dizer nada, só sabia sorrir. Ela veio ate mim e pegou minha mão, se ajoelhou e tirou o que parecia ser uma aliança, mas não era “eu sei que isso parece ser bobo, mas não quero alianças, isso aqui vai ser só uma coisa pra agora, okay?” ela colocou um anel de pirulito no meu dedo, involuntariamente soltei uma risada. Aquilo tinha sido a coisa mais fofa que ela já tinha feito por mim. “eu te amo” foi a única coisa que consegui dizer. Ela sorriu e me guiou pra um colchão que ela tinha colocado lá. Ela não tava naquela agressividade que quase sempre tínhamos, ela foi carinhosa e na minha mente aquilo tava indo tudo em câmera lenta, igual aquelas cenas clichês de filme. Ela foi tirando a roupa devagar, tirou a minha e foi me beijando lentamente. Não sei explicar, mas foi como se eu tivesse sentido a diferença de “fazer amor” e “transar”. Era a mesma coisa, só que com mais carinho. Por mais que todas às vezes tenham sido assim, essa foi diferente, nunca vou saber explicar isso, era como se eu tivesse tendo minha primeira vez de novo, só que sem os ataques de nervosismo.



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