História Eu Sempre serei Seu - Capítulo 29


Escrita por: ~

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Categorias Originais
Tags Gravidez Na Adolescência, Incesto
Exibições 139
Palavras 1.050
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Escolar, Famí­lia, Romance e Novela, Yaoi
Avisos: Adultério, Gravidez Masculina (MPreg), Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas da Autora


Olá pessoas
aqui estou eu trazendo mais um cap pra vocês
e por milagre eu não estou atrasada heuhuehuehuehue
Esse cap também foi escrito por mim e revisado pela Tamaki-chan :)

É isso boa leituraa \o/

Capítulo 29 - Novo Lar !


“... _Quem é? - Não sei por que perguntei se nem esperei que ele respondesse.

_Alô? O..oi...Tio Riku -Ouvi a voz do meu bebezinho. Uma onda de felicidade me invadiu.

_Noah... -Quase não consegui falar e já estava me derramando em lágrimas"  

 

Riku  Pov

Ligação on

_eu... – O interrompi.

_onde vocês estão? Está tudo bem? Por que sumiram sem avisar? Por que não ligaram? – Soltei as perguntas que estavam me destruindo por todos esses dias.

_eu... eu não posso responder algumas dessas perguntas, mas eu quero que saiba que estamos bem. – O Ouvi soluçar. _como estão às coisas por aí?

_Bem na medida do possível. – Falei embargado pelo choro. _não pode dizer nem ao menos onde estão?

_não posso, desculpa, eu tenho que desligar, eu te amo.

_também te amo, tchau.

Ligação  off

_o que foi? onde eles estão? Eles estão bem? – Kazuma me perguntou eufórico.

_pelo menos estão vivos, quanto ao resto eu não sei. – suspirei cansado limpando as lágrimas que ainda teimavam em cair.

 

Hayato  Pov

Já faz dias que eu mal vejo a cara do meu filho, eu até que tentei conversar com ele, mas fui completamente ignorado, eu não sei o que está acontecendo, mas eu vou descobrir, hoje ele não me escapa.

Cheguei em casa e para a minha felicidade a Akira não está aqui, nem troquei de roupa apenas subi direto para o quarto do Ryuuji. Dei leves batidas na porta e como o esperado, não obtive resposta.

_ YOSHIDA RYUUJI ABRE ESSA PORTA AGORA. – Pedi (ou melhor, mandei) áspero. Agora ele vai ter que falar.

Não demorou muito e a porta foi aberta por um Ryuuji completamente destruído, seus olhos estavam fundos e inchados, sua boca completamente seca e sua pele pálida.

_O que aconteceu com você? – Perguntei um tanto quanto assustado e preocupado. Ele não me respondeu e abriu passagem para que eu entrasse. Entrei e me sentei na beira de sua cama e ele se jogou ao meu lado. _Você está horrível. – Falei meio brincalhão parar tentar mudar um pouco o clima que se encontrava.

_Eu sei... – Suspirou rindo fraco.

_O que foi? Quer conversar? – O olhei e ele mantinha o olhar focado no teto. Suspirei _é o garoto não é? – Ele assentiu. _Vocês brigaram por acaso?  - Ele negou e deu um longo suspiro.

_estaria tudo bem se fosse só isso, eu poderia simplesmente pedir desculpas mesmo que eu estivesse certo, mas não é tão simples assim... – Ficamos um pouco em silêncio até que ele resolveu continuar. _Ele... ele foi em bora, ele foi em bora sem nem ao menos se despedir, ele simplesmente foi em bora, eu estava lá e ele nem mesmo olhou na minha cara, não me disse o por que, nem para onde, não me disse nada, só se foi. – Mais um tempo em silêncio, eu podia ouvir os baixos soluços dele, eu nunca pensei que veria o meu filho nesse estado por uma pessoa. O ouvi rir em meio às lágrimas. _E o que mais me irrita é não saber o porquê, “Será que eu fiz alguma coisa?” “Será que o magoei de alguma forma?”, essas merdas dessas perguntas passam pela minha cabeça todos os dias... me atormentam todos os dias. – Suspirei me jogando ao seu lado na cama e colocando minhas mãos atrás de minha cabeça.

_Eu não posso dizer que entendo o que você sente, por que eu realmente não entendo, mas eu como seu pai tenho o dever de te dizer, que você tem sair dessa, eu não sei o quanto isso dói, mas você precisa superar. – Eu disse isso a ele, mas vendo o meu filho dessa forma, me fez pensar no que eu fiz com o Mika, como ele se sentiu depois de eu tê-lo abandonado. Primeiro o Mika agora esse garoto.

_Parece que o azar é de família. – Falei rindo e ele me olhou sem intender do que eu falava e eu ri. _Termais? – Ele assentiu.

 

Noah  Pov

Já já eu recebo alta, eu estou um pouco receoso em relação a ir morar na casa do Mikael, mas ele não me parece uma má pessoa e ele deixou que ficássemos em sua casa. Estava juntando as minhas coisas enquanto esperava a enfermeira vir me liberar, o que não demorou muito. Quando chegamos na recepção Mikael nos esperava.

_Oi – falou sorrindo _ O meu turno vai acabar em meia hora, vocês me esperam ou preferem que eu chame o John?

_John? – Perguntei curioso.

_Ahh é o meu amigo, que montou barraca na minha casa aquele folgado. – falou rindo e nós o acompanhamos.

_Nós vamos buscar as nossas coisas na antiga “casa”, não é muito então... - Minha mãe falou sorrindo.

_ Nós nos encontramos no portão principal? – Perguntou.

_Okay – eu e minha mãe respondemos em uníssono e saímos em direção à nossa antiga “casa” se é que se pode chamar assim.

Chegamos lá e pegamos apenas o que era nosso, ou seja, algumas roupas e utensílios pessoais e voltamos para o hospital, chegando ao portão Mikael já nos aguardava.

_vamos? – Perguntou ele sorrindo terno, nós assentimos e o seguimos em direção a sua casa.

Paramos em frente a uma grande porta de madeira, que dava direto um uma sala enorme com dois sofás e uma poltrona e alguns pufes espalhados pelos cantos. A casa era grande como ele havia dito e muito bonita. Ouvimos passos e olhamos em direção a outra porta (que eu não faço ideia de onde vai dar) e por ela passou um moreno alto e razoavelmente musculoso com uma toalha enrolada na cintura. Quando nos viu ele sorriu e recebeu uma almofada, jogada pelo Mikael.

_Eu já disse pra você não andar desse jeito pela casa e me lembro muito bem de ter te avisa que teríamos novos moradores, então faça-me o favor e se vista. – Bradou nervoso, enquanto o outro (que deduzi ser o John) apenas ria de usa irritação correndo em direção à mesma porta pela qual havia entrado.

_Me desculpem por isso, eu disse que ele era um incomodo – Falou serio, mas nós não nos aguentamos e começamos a rir e ele nos acompanhou. Quando paramos de rir ele se virou para nós e sorrindo disse:

_Bem vindos ao seu novo lar.

_Obrigado – Dissemos eu e minha mãe em uníssono retribuindo o sorriso.


Notas Finais


Bom é isso espero que gostem o/


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