História Eu Sesshoumaru ... Serei capaz de amar? - Capítulo 7


Escrita por: ~

Postado
Categorias Inuyasha
Personagens Rin, Sesshoumaru
Tags Hentai, Inuyasha, Rin, Sesshoumaru, Universo Alternativo
Visualizações 191
Palavras 1.443
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Drama (Tragédia), Fantasia, Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Universo Alternativo
Avisos: Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 7 - Sacerdotisas


Nós então deixamos a biblioteca e voltamos ao meu quarto, aonde ela me esperava como prometido. Porém estava dormindo. Eu fiz menção de ir acordá - la, mas ele me impediu tomando o meu lugar e se aproximando calmamente.

Ele chegou perto e tentou tocá - la, mas ... Foi repelido. Na verdade repelido é uma palavra suave para descrever a poderosa barreira que surgiu e o jogou fortemente contra a parede. Fazendo um grande barulho e a acordando.

- O que aconteceu? Perguntou Rin preocupada, ao ver meu pai apoiado na parede " ou o que sobrou dela depois do seu impacto "




Capítulo 7: Sacerdotisas.




- Você está bem? O que está acontecendo? Perguntou ela preocupada enquando olhava assustada para a parede. Porém, além de assustada ela tinha uma expressão nostálgica, como se não fosse a primeira vez que via uma cena como aquela.

- Desculpe, por ter te acordado. Eu sou Inu Taisho. Prazer em conhecê - la. Disse meu pai com um sorriso, já se recompondo e indo até ela, antes de estender - lhe a mão.

Ao vê - la levantar a mão, para pegar a sua, senti meu coração disparar. Tudo se passava em câmera lenta e a cada segundo eles ficavam mais perto. Esperei que algo acontecesse ... Mas no fim, ela o cumprimentou normalmente.

- Oh, você é o pai do sesshoumaru. O prazer é meu, eu sou Rin Kihara. Respondeu ela apertando a sua mão.

- Você é uma jovem muito educada e muito bonita. Elogiou ele, antes de vir até mim e sussurrar no meu ouvido.

- Sesshoumaru você já contou a ela, sobre o que conversamos a respeito da mordida? Perguntou ele agora olhando para mim. Seriamente.

- Não ... Ainda não. Respondi lembrando que eu lhe devia uma explicação sobre o que tinha acontecido naquele dia.

- Então conte ... Eu preciso conversar seriamente com vocês dois, sobre o que aconteceu, por isso ela precisa estar a par de tudo. Disse ele já se virando e saindo, deixando - nos a sós.

- Sesshoumaru ...?

Sem ter escolhas, eu me sentei ao seu lado e lhe contei tudo. Desde o provável motivo pelo qual eu a mordi, até o fato de que o meu veneno podia se tornar prejudicial.

- Entendo ... Deve ser por isso que não fiquei mais doente tão facilmente. Talvez ainda esteja fazendo efeito. Comentou ela antes de eu continuar.

- O problema é que quando falei com meu pai, eu não mencionei que você era uma sacerdotisa e quando meu pai descobriu isso hoje, ele ficou muito preocupado. Parece que ... É mais perigoso. Expliquei não usando das palavras que ele usou. Se eu dissesse que ela já deveria estar morta, poderia assusta - la ou trazer preocupações que talvez sejam desnecessárias.

- Ele queria te examinar, para ter certeza de que você estava bem, por isso eu o trouxe aqui, mas quando ele se aproximou de você ... Uma barreira extremamente forte o repeliu. Terminei vendo a sua expressão surpresa e pensativa.

Sem trocar mais nem uma palavra eu a levei comigo até a biblioteca, aonde ele nos esperava. Nos sentamos em duas poltronas na sua frente e depois ele se pronunciou.

- Já está a par de tudo? Perguntou ele a ela que confirmou com um rápido balançar de cabeça. Eu não sabia o motivo exato, mas podia sentir o seu nervosismo, era como se aquele assunto fosse desconfortável.

- Bom Rin ... A questão aqui e se a barreira apareceu por você ser uma sacerdotisa ou por Sesshoumaru ter te mordido. É difícil explicar agora, mas é importante sabermos a verdade. Disse assustando até a mim. Ao falar com aquele tom de voz, eu podia ter a certeza de que ele esperava que algo ruim fosse acontecer.

- Sinceramente... Eu não sei. Desde que eu nasci, eu não tenho controle sobre as minhas habilidades, por isso os meus poderes tem sido selado aos poucos, então talvez eu nem mesmo seja capaz de criar uma barreira tão forte. Começou ela me surpreendendo. Era algo do qual eu não tinha conhecimento.

- Mas posso dizer que algo similar já aconteceu. Porém eu estava acordava. Disse ela um pouco hesitante.

- Pode me dar os detalhes? Pediu papai fazendo Rin abaixar o rosto e falar com uma voz que demonstrava constrangimento e tristeza.

- Há dois anos atrás ... Eu fui agarrada por um professor ... E para me proteger uma barreira apareceu e o jogou para longe, exatamente como você, mas com uma diferença crucial ... Ele era humano. Explicou ela continuando a me surpreender. Dessa vez me fazendo parar e pensar em tudo o que pode ter acontecido à ela nesses anos.

- Realmente, é difícil dizer apenas com isso. Acho que terei que fazer um teste e descobrir por mim mesmo. Tome isso, fará você dormir como um sonífero ou calmante. Disse ele entregando a ela uma pequena garrafa que parecia ter sido preparada para aquela ocasião..

Ela me olhou com a dúvida nos olhos e só após a minha confirmação foi que ela bebeu. Depois de alguns poucos goles ela fechou a garrafa e a colocou na mesa, e logo o seu corpo começou a balançar até se encostar na cadeira completamente entregue a inconsciência.

- Coloque - a no sofá. Pediu ele já se levantando, enquanto eu fazia o mesmo. Peguei - a com cuidado e a carreguei até o sofá e a coloquei deitada. Tirei alguns fios de cabelo do seu rosto e depois me afastei me juntando a ele, que estava a uma distância segura.

- E agora? Perguntei preocupado ao vê - lo encará - la.

- Vamos tentar novamente. Disse ele chegando perto e tentando novamente tocá - la e novamente falhando. Mais duas tentativas se seguiram, até que ele pareceu desistir. Era apenas uma barreira, mas aquilo deveria doer, eu queria pedir a ele que parasse, mas pelo bem de Rin, não o fiz.

- Chegou a hora te tentarmos outra abordagem. Disse ele pegando o celular e fazendo uma ligação " Inuyasha, venha para casa, preciso da sua ajuda " disse ele ao telefone. Após receber um rápido " Sim Senhor " a ligação foi encerrada.

Assim como eu, ele não podia ou conseguia recusar, fazendo - o chegar em 15 minutos. Explicamos a ele sobre o que estava acontecendo com Rin e então pedimos para que ele também tentasse tocá - la mas o resultado foi o mesmo.

- Que estranho, se parece muito com o que aconteceu naquela vez. Disse ele chamando a nossa atenção. Enquanto mexia os dedos da mão que tocou na barreira.

- O que isso quer dizer? Perguntou papai tirando as palavras da minha boca.

- Como vocês sabem, a minha noiva Kagome também é uma sacerdotisa, ela não é muito poderosa e na verdade usa seus poderes poucas vezes, mas ainda assim continua sendo uma sacerdotisa. Uma vez quando brigamos eu tentei abraça - la enquanto dormiamos e fui repelido. Contou ele para a nossa surpresa.

- Foi apenas um pequeno choque, mas foi uma situação parecida. Alguns dias depois quando já havíamos feito as pazes eu perguntei o que tinha acontecido e ela disse que foi uma espécie de auto defesa inconsciente. Ela estava brava comigo, então seus poderes me mantiveram longe ... Talvez seja algo como isso só que em uma escala maior. Terminou ele nos fazendo parar e pensar. Eu estava prestes a dizer algo, quando alguém deu uma leve batida na porta e entrou.

- Desculpem atrapalhar, mais Izayoi mandou perguntar se ... Oh Deus o que é isso? Disse kagome surpresa dando um passo para trás com o rosto assustado enquanto encarava Rin.

- Kagome, o que houve? Perguntou Inuyasha preocupado, indo até ela e fazendo - a nos encarar com um olhar incrédulo.

- Vocês não podem ver? Perguntou surpresa.

- Ver o quê? Perguntei olhando para Rin em busca de uma resposta.

- A sua aura está vermelha e possui a forma de um animal. Acho que se parece com um cão, como a sua forma youkai. Disse ela olhando para mim.

- É como uma fera sanguinária furiosa, protegendo algo de grande importância. Comentou antes de olhar novamente para Rin, agora com um olhar triste, me fazendo lembrar das palavras de Inuyasha " auto defesa inconsciente "

Ela não queria que nem um outro youkai, além de mim a tocasse. Ao imaginar o motivo para isso o meu coração apertou dentro do peito. " O que havia acontecido ? " Essa pergunta agora jamais abandonaria a minha mente.

Continua ...

Notas Finais


O próximo capítulo será postado no dia 10/08 na quinta - feira à noite. Até mais e obrigada a todos os comentários.


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...