História Eu Sesshoumaru ... Serei capaz de amar? - Capítulo 8


Escrita por: ~

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Categorias Inuyasha
Personagens Rin, Sesshoumaru
Tags Hentai, Inuyasha, Rin, Sesshoumaru, Universo Alternativo
Visualizações 167
Palavras 1.604
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Drama (Tragédia), Fantasia, Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Universo Alternativo
Avisos: Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 8 - Antes de me conhecer


- Kagome, o que houve? Perguntou Inuyasha preocupado, indo até ela e fazendo - a nos encarar com um olhar incrédulo.

- Vocês não podem ver? Perguntou surpresa.

- Ver o quê? Perguntei olhando para Rin em busca de uma resposta.

- A sua aura está vermelha e possui a forma de um animal. Acho que se parece com um cão, como a sua forma youkai. Disse ela olhando para mim.

- É como uma fera sanguinária furiosa, protegendo algo de grande importância. Comentou antes de olhar novamente para Rin, agora com um olhar triste, me fazendo lembrar das palavras de Inuyasha " auto defesa inconsciente "

Ela não queria que nem um outro youkai, além de mim a tocasse. Ao imaginar o motivo para isso o meu coração apertou dentro do peito. " O que havia acontecido ? " Essa pergunta agora jamais abandonaria a minha mente.




Capítulo 8: Antes de me conhecer.




- Ohh Desapareceu. Disse ela novamente chamando a nossa atenção. Enquanto olhava curiosa para o corpo de Rin, adormecido. Decidimos contar a ela sobre a barreira, e sobre a mordida, para então ter a sua opinião.

- É difícil dizer, mas se eu pudesse apostar diria que é uma junção das duas coisas. Sendo uma sacerdotisa ela está se defendendo inconscientemente e a sua aura se juntou ao veneno do sesshoumaru e a sua vontade de protegê - la, tomando uma forma visível e se tornando muito mais forte. Explicou ela calmamente.

- Bom, está é a minha opinião, mas se querem um conselho parem de fazer o que estão fazendo. Vocês não irão conseguir tocá - la e para ser sincera ... A sua aura parece ter assumido uma forma com consciência própria, isso significa que se ela perder o controle talvez vocês não saiam ilesos. Afinal, mesmo não querendo machucá - los vocês são youkais e ela uma sacerdotisas. Encerrou preocupada.

- Então não há perigo, o fato de ela ainda ter o veneno de sesshoumaru dentro do seu corpo? Perguntou meu pai, expressando as minhas dúvidas em palavras. Afinal aquele era o principal motivo pelo qual estávamos tentando desvendar a barreira, eu queria saber se ela corria algum perigo.

- Não se preocupe, não há mais perigo. No momento em que o veneno se fundiu ao seu corpo deixou de ser do sesshoumaru e passou a ser uma parte dela. Embora seja difícil de acreditar , não é impossível. Disse ela com um leve sorriso.

- É possível descobrir, o motivo pelo qual ela afasta os outros youkais? Perguntei mudando de assunto e a surpreendendo. Não havia como esconder ... Eu estava curioso e até certo ponto preocupado.

- Eu posso tentar. Mas não irei me aproximar, porque não sei o que pode acontecer. Respondeu já fechando os olhos e estendendo as palmas das mãos para Rin, como se estivesse tentando se comunicar. Um longo minuto se passou e ela nada disse, apenas respirou fundo. Apenas dois minutos mais tarde é que ela finalmente se pronunciou.

- Inuyasha e Inu por favor deixem a sala. Eu gostaria de falar com o sesshoumaru a sós. Disse ela com uma expressão séria, algo que eu nunca havia presenciado. Kagome era o tipo de humana que sempre era otimista e tinha um sorriso no rosto, muito parecida com Izayoi a mãe de Inuyasha ... E parecida com Rin.

- Mas ...

Inuyasha estava prestes a contestar, quando ela fez um sinal negativo com a cabeça. Mesmo sendo sua noiva, ela não lhe daria ouvidos. Após tomar uma decisão, ninguém a faria mudar de ideia. Uma característica que ela adquiriu após conviver com os Taisho por alguns anos.

- Se eu estivesse no lugar dela, não iria querer que as pessoas soubessem do meu passado. Ela confia no sesshoumaru, por isso ele vai ser o único a quem irei contar. Explicou ela me surpreendendo. Embora Rin estivesse inconsciente e não pudesse opinar, ela a estava protegendo, talvez fosse por ambas serem sacerdotisas, ou simplesmente por serem humanas.

- Você tem razão. Estamos de saída. Disse papai deixando a biblioteca enquanto literalmente carregava Inuyasha consigo, nos deixando sozinhos. Ela imediatamente criou uma barreira, bloqueando a sala de ouvidos curiosos e depois se pronunciou.

- Para ser sincera, eu estou um pouco confusa. Então vou começar pela parte mais fácil ... A parte que consegui entender. O momento em que essa barreira foi criada, foi quando ela disse essas palavras " Senhor sesshoumaru ... É estranho ... Mas me sinto segura ao seu lado ". Você se lembra de quando isso aconteceu? Perguntou ela fazendo a minha mente voltar no passado. Era um dia de tempestade e mais uma vez, um youkai tentava quebrar a barreira.


" - Você sabe que eu posso matá - lo rapidamente ... Então porque não me deixa ir ate lá? Perguntei, sem entender.

Novamente ela estava encolhida, dessa vez deitada sob as cobertas, em sua cama. O seu corpo tremia de frio e de medo e mais uma vez eu era forçado a vê - la naquela situação e não podia fazer nada para ajuda - la. Eu me sentia um inútil. O que adiantava ter grandes poderes se não podia usá - los. Preso pelo seu pedido de apenas esperar que os youkais desistissem eu não podia agir e nada podia fazer.

- Se você ... Realmente quer me ajudar ... Venha aqui e deite comigo. Pediu ela levantando uma parte das cobertas. Se ela fosse mais velha e não possuísse tanta inocência eu até poderia entender aquele pedido de uma maneira diferente, mas depois de três semanas ao seu lado, eu sabia que ... Apesar de parecer suspeito, não havia nem uma segunda intenção, escondida por de trás de suas palavras.

Atendendo o seu pedido eu me deitei ao seu um lado, vendo - a me abraçar e se aconchegar a mim.

- Você é tao quentinho. Comentou ela feliz. Como se abraçasse um ursinho de pelúcia.

- Eu virei um aquecedor por acaso. Disse meio irritado, o grande Sesshoumaru Taisho temido por poderosos youkais, naquele momento era apenas um modo de aquecer uma humana.

- Desculpe, eu gosto de ter você por perto. Na verdade senhor sesshoumaru ... É estranho ... Mais eu me sinto segura ao seu lado. É como se nada de ruim fosse me acontecer e ninguém malvado poderia me alcançar? Disse ela para a minha surpresa "



- Sim, eu me lembro. Ela sempre teve medo de outros youkais. Nesse dia ... Fiquei surpreso de ouvir isso. Afinal eu também era um youkai. Expliquei enquanto ela escutava atentamente.

- A partir daí a barreira começou a repelir os outros youkai. Porém o motivo ... Não está claro ... Na verdade eu não consegui encontrá - lo, para ser mais precisa. Começou ela levando as mãos à cabeça como se encontrasse dificuldades em se expressar.

- Você deve saber que por ser uma sacerdotisa, ela deve ter sido atacada inúmeras vezes, e só isso seria motivo o suficiente para ela temê - los. Porém ... Algo mais aconteceu. Eu sinto que a fonte do seu medo é de antes de vocês se conhecerem, mas ao pesquisar essas memórias ... Não encontrei nada ... É como se alguém tivesse apagado as suas lembranças. Disse Kagome novamente me surpreendendo.

- O que você disse? Perguntei não conseguindo acreditar. Alguém apagou as memórias de Rin, se sim, por quê e quem?

- Essa é a parte confusa e a que não consegui entender. Antes de te conhecer não há nem uma memória armazenada. Tentei procurar mais a fundo e nada. Tudo o que consegui foi a primeira imagem que ela viu ao nascer. A sua visão estava embaçada e os ouvidos não ouviam com clareza, mas tenho certeza que vi um youkai colocando em seu pescoço um colar com uma pedra azul.

- O que isso significa? Perguntei ficando confuso.

- Sinceramente. ... Eu não faço ideia, mas gostaria de acrescentar algo. Mesmo que tenha sido por um breve segundo e de relance eu vi aquele colar e ele me deu arrepios. Seja lá para que ele serve ... Não deve ser para boa coisa. Disse ela olhando novamente para Rin.

- No fim, acabei com mais perguntas do que já tinha. Disse com um longo suspiro. Rin parecia ter um talento especial para me trazer problemas que não tinham solução.

- Ao menos o mistério da barreira foi esclarecido, e Rin estará segura, mesmo que não esteja consciente. Isso não é o bastante? Perguntou ela com um gentil sorriso.

- Por hora, sim. Respondi friamente, pois a lacuna nas memórias de Rin e o tal colar azul, agora me faziam acreditar que talvez, o problema com a sua perseguição, não tenha tido origem recentemente.

- Ela está prestes a acordar, eu vou deixar vocês a sós. Disse ela já se retirando. Sem esperar por um agradecimento. Uma atitude de alguém que me conhecia.

Assim como foi dito, alguns minutos depois ela voltou da inconsciência. Sentou - se no sofá, com uma expressão cansada, e eu me juntei a ela me sentando ao seu lado.

- Então ... O que descobriram? Perguntou curiosa, enquanto se inclinava e se escorava em mim, deitando a cabeça em meu ombro. Trazendo - me uma sensação confortável.

- Muita coisa e ao mesmo tempo nada. Respondi provavelmente deixando - a confusa. Nós tínhamos muito o que conversar, e muito o que descobrir, mas ao menos eu tinha certeza de uma coisa. Ninguém além de mim iria tocá - la ... Rin era minha e só minha.

Continua ...

Notas Finais


O próximo capítulo será postado no dia 13/08 no domingo à noite. Até


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