História Eu sou a LadyBug? - Capítulo 7


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Categorias Miraculous: Tales of Ladybug & Cat Noir (Miraculous Ladybug)
Personagens Adrien Agreste (Cat Noir), Alix Kubdel, Alya, André Bourgeois, Chloé Bourgeois, Gabriel Agreste, Hawk Moth, Marinette Dupain-Cheng (Ladybug), Mylène Haprèle, Nathalie Sancoeur, Nathanaël, Nino, Personagens Originais, Plagg, Sabine Cheng, Sabrina, Tikki, Tom Dupain
Tags Cat Noir, Chat Noir, Ladybug, Miraculous, Miraculous Ladybug
Exibições 30
Palavras 1.652
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 14 ANOS
Gêneros: Ação, Colegial, Comédia, Drama (Tragédia), Escolar, Fantasia, Ficção, Luta, Magia, Romance e Novela, Universo Alternativo
Avisos: Spoilers, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Gnt sorry pela akumatizada, nn ficou tão bom, mas prometo q a fanfic fica melhor nos próximos capítulos.
Boa leitura.

Capítulo 7 - French Childhood


Fanfic / Fanfiction Eu sou a LadyBug? - Capítulo 7 - French Childhood

5:40 p.m. — POV Adrien — em seu quarto.

— Então você gosta dela?! — perguntou Plagg bastante surpreso.

— Talvez, eu não sei. — eu disse em transe.

— Como não sabe? Você beijou ela. — ele disse tentando chamar minha atenção.

— Foi sem querer. — eu disse. Plagg riu.

— Sem querer? Acho que você queria sim. — ele disse ainda rindo.

— Cala a boca, Plagg. — eu disse rindo também. Me deitei em minha cama — Sei lá, só senti vontade e fiz. Quando sou o Cat Noir eu não penso muito, só faço.

POV Mily — em seu quarto.

— Mily? Você tá bem? — perguntou Tikki.

Eu estava em completo transe.

— O-oi, Tikki. — eu disse "acordando".

— Tá assim por causa do beijo, não é? — ela perguntou sorrindo.

— Você viu tudo, né? — perguntei sorrindo.

— Você sabe que sim. — ela disse rindo de mim.

Fui até a sala é me sentei no sofá.

— Já amou alguém, Tikki? — perguntei.

— Bem... Acho que amar é uma palavra muito forte. Mas eu já gostei de alguém sim. — ela disse um pouco envergonhada.

Eu quase tive um ataque.

— Que?! De quem?! — perguntei sorrindo. Minha mente clareou — Do Plagg?! — gritei. Ela colocou o dedo nos lábios em sinal de silêncio rindo.

— Existem outros 2, tá? Você só conhece esse. — Tikki disse rindo. Olhei-a do tipo "fala agora!" — Tá bem, é do Plagg sim. Mas não nos vemos a muito tempo, então isso acabou.

— Talvez... Se tivesse como vocês se verem de novo. — eu disse pensativa.

— Mily, não. — ela disse preocupada.

— Se eu pedisse pro Cat Noir... —continuei não dando muita atenção pra ela.

— Mily. Mily, não. — ela disse.

— Ah, vai Tikki! E também eu quero conhecer esse tal Plagg. Por favor! — pedi com as mãos juntas.

Tikki virou os olhos.

— Tá... Tudo bem. — ela se rendeu.

— Você sabe que te amo, não sabe Tikki? — perguntei rindo. Ela rio também.

— Ninguém merece. — ela disse.

10:03 a.m. — na sala de aula.

— Agora vocês vão fazer uma atividade em dupla. E... Eu escolho as duplas. — a professora disse.

Todos começaram a reclamar.

— Só não quero ir com a Chloé. — comentei com Tomate.

Ele riu.

— Então fica: Chloé e Kim; Alix e Ivan; Mylène e Max; Nathaniel e Juleka; Adrien e Emily; Sabrina e Alya; Nino, Rose e Lila. — a professora continuou depois de olhar uns papéis.

Todos se sentaram com suas duplas. Até todos se arrumarem demorou um pouco.

— Professora, posso fazer sozinha? — perguntou Lila levantando a mão.

— Não, não pode. — a professora disse autoritária.

— Ai! — murmurei rindo. Adrien riu também.

Lila nos viu e fuzilou a gente com os olhos.

— Professora, você vai deixar eles rirem de mim?! — Lila perguntou se levantando, estava muito nervosa.

— Vocês vão reescrever a clássica estória de Romeu e Julieta. A melhor reescrita vira uma peça que será apresentada aos pais. Vocês têm 2 semanas pra entregar. Podem começar agora. — a professora disse ignorando totalmente a Lila.

— Como vai ser nossa estória? — Adrien perguntou pegando seu caderno — Vamos anotar as ideias.

— Podia ser algo mais moderno. Podíamos trazer pro presente. — eu disse pensativa.

Adrien anotava tudo.

— Que tal eu ir na sua casa nesse final de semana pra continuarmos o trabalho? — sugeriu Adrien.

— Não sei. Acho que vou passar o final de semana com a minha tia. — eu disse.

— Ah tá... Em falar na sua tia, fiquei sabendo do que aconteceu. Como ela está? — ele perguntou.

— Eu não sei, eles não querem me dizer. Só tenho medo de que o pior aconteça. — eu disse com os olhos marejados.

— Fica tranquila, vai ficar tudo bem. — Adrien disse — Que dia posso ir na sua casa?

Pensei um pouco.

— Acho que hoje a tarde. Não tenho tanta coisa pra fazer, só a tarefa de matemática mesmo. — eu disse — Pode ir a qualquer hora. Só vou ir ver minha tia a noite.

— Tá bem. Hoje à tarde então. — ele disse com um pequeno sorriso.

Lila foi até a mesa da professora.

Como eu e Adrien estávamos na frente deu pra ouvir quase a conversa toda.

— Professora, eu me recuso a fazer trabalho com esses daí. — ela disse com nojo na voz.

— Se não fizer vai ficar com menos 7,0 pontos no boletim. — a professora disse.

— Mas professora! — Lila disse nervosa.

— Lila, deixa de chorar e vá ajudar seus colegas. — a professora disse séria.

— Bebê chorona! — disse Chloé rindo.

— Cry baby, cry baby! — Sabrina cantarolou rindo também.

Chloé e Sabrina fizeram um toque de mão ainda rindo.

Lila saiu da sala batendo os pés de punho cerrado.

— Lila! Onde pensa que vai?! — perguntou a professora indo atrás dela.

Eu e Adrien nos entreolhamos preocupados e assustados.

— Voltando à estória. — disse Adrien — Se vamos deixar moderna, então como vamos fazer a poção ficar moderna também?

— Vamos pensar nisso. — eu disse.

A professora entra correndo na sala. Ela parecia desesperada.

— Crianças, estamos sendo atacados, por motivos de segurança voltem pra casa agora. — ela disse sem conseguir manter a calma.

Todos saíram correndo pra fora do colégio.

Eu vi bebês no caminho e isso foi extremamente estranho.

Me escondi atrás do muro.

— Tikki... Trans... Formar! — eu disse quase sem fôlego.

Olhei pra porta do colégio. Uma garota bem suspeita estava passando por ela. Ela usava um vestido rosa bebê cheio de babados e segurava uma chupeta gigante.

— My lady. — Cat Noir me chamou cochichando.

— Oi, Cat. — eu disse observando a garota — Pera. Você me chamou de "my lady"? — perguntei olhando pra ele e sorrindo.

— Bom... É. Você é minha parceira agora. — ele disse sorrindo — Mas então, o que sabe sobre ela? — ele perguntou se referindo à "garota suspeita".

— Ela provavelmente é a Lila, a akumatizada Volpina... — eu disse e me assustei ao vê-lá transformar Kim em um bebê — Ah, e esse é o poder dela.
Ela simplesmente estendeu a chupeta na direção dele e uma luz rosa saiu da chupeta transformando o Kim.
Lila saiu correndo dando uma risada maléfica.
Me certifiquei de que ela estava longe e corri até Kim, o pegando no colo em seguida.
— Awwwn! Como você é fofo! — eu disse balançando ele — Não podemos deixar esses bebês sozinhos. — eu disse me virando pro Cat Noir.
— O que pretende fazer? — ele perguntou pegando a mão do Kim.
— Vem. Vamos ver quem mais foi transformado em bebê. — eu disse correndo pra dentro do colégio. Cat Noir me seguiu.
Assim que entramos vimos a Chloé, a Sabrina, a professora, o Nino e a Rose pelos cantos como bebês.
— Se aquela garota é mesmo a Lila, então ela já  se vingou de quem queria e só está procurando por nós dois. Precisamos apenas ficar escondidos aqui. Agora vamos, os pegue e me siga. — eu disse me referindo aos bebês.
Cat Noir assentiu.
Pegamos todos os bebês e o trancamos em uma sala de aula em que eu e Cat Noir tiramos as carteiras.
— Ficarão seguros, mas temos que resolver isso rápido. — Cat Noir disse enquanto corríamos pra fora outra vez.
Por onde passávamos víamos bebês, eu estava aflita em deixa-los ali.
Lila estava entrando no museu do Louvre. Entramos lá também.
— Lila, para! — eu disse parando em sua frente.
— Não sou mais a Lila, sou a French Childhood. — ela disse levantando a chupeta. Ela atirou, mas desviei — Licença, ainda falta alguns parisienses para voltar à sua infância. — ela disse andando museu à dentro transformando todos em bebês.
Eu e Cat Noir corremos atrás dela.
Entrei em sua frente rodando o yo-yô no caso de um ataque.
— Não sabe se comportar? Vamos te ensinar. — Cat Noir disse rodando seu bastão.
A forma de uma borboleta roxa apareceu no rosto da French Childhood.
— Hawk Moth deve estar falando com ela. — cochichei pro Cat Noir me desconsentrando.
—LadyBug! — Cat Noir disse se colocando na minha frente. Ele colocou seu bastão em minha mão.
Ele agora era um bebê.
— Cat! Não! — eu disse ao vê-lo.
Peguei-o no colo. Ele era tão fofo.
French Childhood riu maléficamente.
— É tão inofensivo. — ela disse.
Coloquei-o em um canto isolado.
— Você vai pagar. — eu disse e comecei a girar o bastão do Cat Noir em uma mão e meu yo-yô na outra mão.
— Mas... C-como? — ela estava surpresa.
— Queridinha, tenho novas habilidades. — eu disse com um sorriso travesso.
Eu passei a atacar com o yo-yô e a me defender com o bastão do Cat Noir. French Childhood tentava me transformar.
— Talismã! — gritei. Um pote de talco caiu em minha mão.
Ranquei a tampa e joguei na French Childhood impedindo sua visão. Aproveitei e, com o yo-yô, puxei a chupeta e a quebrei.
Capturei o akuma e jo... Não, eu peguei o Cat Noir no colo.
— Você é tão fofo. Queria que ficasse assim. — eu disse e ele encostou a cabecinha no meu ombro — Vou me arrepender disso. Miraculous, LadyBug! — joguei o talco pra cima.
Coloquei Cat Noir no chão e ele voltou ao seu tamanho normal.
— O que aconteceu? — ele perguntou se levantando.
— Você se transformou em um bebê muito fofo. —eu disse rindo.
— É de nascença. — ele disse se achando.
Virei os olhos rindo.


Notas Finais


"Ele colocou seu bastão em minha mão." Se vc pensou besteira disso vc nn é uma boa pessoa


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