História Eu sou a LadyBug? - Capítulo 8


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Categorias Miraculous: Tales of Ladybug & Cat Noir (Miraculous Ladybug)
Personagens Adrien Agreste (Cat Noir), Alix Kubdel, Alya, André Bourgeois, Chloé Bourgeois, Gabriel Agreste, Hawk Moth, Marinette Dupain-Cheng (Ladybug), Mylène Haprèle, Nathalie Sancoeur, Nathanaël, Nino, Personagens Originais, Plagg, Sabine Cheng, Sabrina, Tikki, Tom Dupain
Tags Cat Noir, Chat Noir, Ladybug, Miraculous, Miraculous Ladybug
Exibições 30
Palavras 1.404
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 14 ANOS
Gêneros: Ação, Colegial, Comédia, Drama (Tragédia), Escolar, Fantasia, Ficção, Luta, Magia, Romance e Novela, Universo Alternativo
Avisos: Spoilers, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Hey guys,
Espero q nn tenham uma parada cardíaca com esse cap 😂😂😂
Boa leitura

Capítulo 8 - Dia de revelações


Fanfic / Fanfiction Eu sou a LadyBug? - Capítulo 8 - Dia de revelações

3:00 a.m. — POV Adrien — na porta dá casa da Mily.
Apertei a campainha e logo ela abriu.
— Oi Adrien, fica a vontade. — Mily disse abrindo espaço pra que eu entrasse.
Percebi seu livro de matemática aberto em cima do sofá, com um lápis ao seu lado.
— É a tarefa? — perguntei. Ela assentiu — Acabei de fazer.
— Não terminei ainda. — ela disse fazendo careta — Não consegui fazer.
Peguei seu livro e o analisei.
— Vamos fazer a pesquisa, assim que terminarmos te ajudo a terminar. — eu disse devolvendo o livro a ela.
— Okay. — ela disse sorrindo.
Mily pegou seu notebook e ficamos pesquisando por umas 2 horas, as vezes vendo coisas não muito do assunto.
Tínhamos muitas ideias, mas não sabíamos como coloca-las em prática. Preferimos fazer isso outro dia.
Depois fui ajudar Mily com a tarefa. Ela demorou um pouco pra entender o que eu tava fazendo, mas uma hora ela entendeu. Ficamos 1 hora fazendo a tarefa.
— Entendeu mesmo? — perguntei paciente.
— Entendi. — ela disse sorrindo.
— Que bom. — eu disse sorrindo também — Bem, preciso ir. Nos vemos amanhã.
Mily assentiu e me levou à porta.
Gorila estava lá embaixo me esperando.
Mal cheguei em casa e já saí, com a desculpa de que estava cansado e que iria dormir eu consegui voltar como Cat Noir pro apartamento da Mily.
Ela estava na sala falando no celular e parecia nervosa.
— Você no mínimo poderia escutar como um amigo de verdade faria... Não falo dele o tempo todo... Ah não, cala a boca... Quando resolver me respeitar você vem falar comigo. — ela disse e desligou. Se sentou no sofá e quando levantou o olhar se assustou ao me ver — A quanto tempo está aqui?
Percebi que ela tinha ficado vermelha ao me ver.
— Não faz muito tempo. Com quem estava falando? — perguntei me sentando no outro sofá.
— Não te interessa. — ela disse nervosa.
— Opa! Calminha aí. — eu disse.
— Tá bem, desculpa. Era o Nathaniel. As vezes ele me tira do sério. — ela disse e em seguida escondeu o rosto com as mãos como se fosse chorar.
— Por quê? O que ele disse pra você? — perguntei sentindo o sangue esquentar.
— A curiosidade matou o gato. — ela disse olhando pra mim e sorrindo.
Ri.
— Por favor, me conta. — pedi.
— Não vou contar, você não precisa saber. — ela disse ainda sorrindo.
Virei os olhos. Que teimosia! Ela não confia em mim?
Eu poderia insistir mais um pouco, mas deixei quieto.
— Tudo bem. — eu disse — O que pretendia fazer agora?
— Antes de você invadir meu apartamento? — ela perguntou rindo. Ri também — Eu ia pro hospital com o Tomate, mas parece que agora ele não vai mais. — ela parecia triste.
— Se você quiser, eu vou com você. — eu disse.
— Melhor não. — ela fez uma careta — Minha tia tá no hospital agora porque a senhor Chamack viu um vídeo do dia que você apareceu no colégio dizendo ser meu amigo. Não podem nos ver juntos, tá causando problemas pra mim.
Eu estava surpreso.
— Então foi por isso? Quer dizer que a culpa na verdade foi minha? — perguntei me sentindo culpado.
— Não Cat, a culpa é da Senhorita Voices. Como você iria saber? — ela disse tentando tirar o peso dá minha consciência — Vamos esquecer isso. Que tal a gente... Treinar?
— E sua tia? — perguntei.
— Eu vou depois. Tikki! — ela gritou. Tikki veio até a sala com cara de sono — Um amigo veio aqui agora a tarde e ela ficou dormindo, aí ele foi embora e fiquei com dó de acorda-la — Mily me explicou. Ri — Tikki, transformar!
— Posso fazer só mais uma pergunta? — perguntei fazendo "1" com os dedos.
— Tá, pode. — ela disse fazendo cara de tédio, mas sorrindo.
— Que amigo era esse? — perguntei mais uma vez sendo curioso.
— Adrien. Da minha sala. — ela respondeu.
— Gosta dele? — perguntei.
— Como amigo, sim. Mas por que quer saber isso? — ela perguntou rindo confusa.
— Por curiosidade. O que acha dele? — continuei perguntando.
— Ele é legal, paciente também, não é tão próximo de mim, mas faz parte do nosso quinteto. — ela respondeu.
— Só isso? — perguntei frustrado.
— É, você queria que eu dissesse mais o quê? "Ah, ele é lindo, maravilhoso, gostoso e eu super pegaria!" — ela disse fazendo uma vozinha irritante na parte entre aspas.
— Isso aí é verdade? — perguntei assustado.
— Claro que não. — ela disse rindo como se fosse uma coisa óbvia — E então? Vamos treinar?
Assenti.
Treinamos até as 8 p.m.
Eu tentei fazer a mesma coisa que a Mily faz com o yo-yô e o bastão e deu super certo, agora me chamem de "CatBug".
— Cat Noir, se eu não for agora ver minha tia vai ficar muito tarde. — Mily disse — Desligar. — ela se destransformou e pegou Tikki assim que saiu de seu Miraculous.
— Tudo bem, é verdade. Melhor você ir agora mesmo. — eu disse me despedindo dela com um beijo na testa. Ela ficou vermelha  — Tchau Mily, nos vemos no colégio amanhã. — ela me olhou confusa — S-se alguém for akumatizado lá.
— Tá, até mais. — ela disse sorrindo.
Saí e voltei pra casa.
8:20 p.m. — POV Mily
Eu estava chegando no hospital. Olhei pra porta e vi alguém de cabelo ruivo. Conforme fui chegando mais perto percebi ser o Tomate.
— Mily! — ele me chamou.
— O que você quer? — perguntei entrando no hospital. Ele me seguiu.
— Vim me desculpar. —ele disse.
— O que aconteceu com você aquela hora? Não costumamos brigar assim. — eu disse parando e olhando pra ele.
— Quer mesmo saber o que aconteceu? — assenti — Foi ciúmes, mas não ciúmes de amigo. Eu gostaria que soubesse que eu me apaixonei por você e já faz um tempo. E eu sinceramente não suporto ouvir você falar daquele cara. — ele se declarou.
Eu estava sem fala.
De repente houve uma movimentação pelo hospital e uma enfermeira chegou correndo.
— Você é a Emily? — ela perguntou. Assenti — Megan quer falar com você.
— Mas o qu... — comecei a dizer, mas fui puxada corredor a dentro.
Quando chegamos no quarto eu percebi que minha tia não estava nada bem.
— Mily. Nathaniel. Que bom que estão aqui. —ela disse com a voz falha — Vocês devem saber que não vou durar muito e antes que o pior aconteça eu preciso contar uma coisa a vocês, eu já devia ter contado na verdade. — ela respirou fundo — Enfim, quando eu tinha a idade de vocês eu me envolvi com um garoto e engravidei. O bebê nasceu e por eu ser muito nova meus pais acharam que seria melhor se ele ficasse com os avós por parte de pai, que moravam em Paris.
—E onde está esse bebê? — perguntei surpresa.
— Ele se chama Nathaniel e está bem aqui. — ela disse e olhou pro Tomate que estava extremamente surpreso — Me desculpe, filho. Eu devia ter te contado.
Ficamos um tempo em silêncio.
—Tia, também tenho algo pra te contar. — eu disse — Eu sou a nova LadyBug.
Ela sorriu.
— Seu maior sonho. Ele se realizou, estou feliz por você. —ela disse sorrindo. Ela tossiu por um tempo e fechou os olhos — Mily, não se esqueça, dê o seu melhor em tudo. Eu te amo, querida. — ela disse e voltou a fechar os olhos.
— Meg, tá tudo bem? — perguntei enquanto as lágrimas aumentavam. O monitor cardíaco começou a apitar dando entender que seu coração havia parado — Meg, não. — eu disse baixo.
Tomate saiu do quarto e voltou com um médico.
— Por favor, vão para a sala de espera. — o médico disse e obedecemos.
Percebi que Tomate também chorava, tive pena dele.
Eu estava muito preocupada, ela não podia morrer. O que aconteceria comigo?
Uma enfermeira veio até nós depois de algum tempo de espera.
— Sinto muito, ela não resistiu. — ela disse e saiu.


Notas Finais


Final alternativo:
Cat Noir: Isso aí é verdade?
Mily: Na verdade, é sim.
Cat Noir: *paralisou*


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