História Eu Sou A Maré Viva - Capítulo 1


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Categorias Evanescence, Fresno, Halestorm, Motionless In White, Slipknot, The Distillers
Personagens Amy Lee, Christopher "Chris Motionless" Cerulli, Corey Taylor, Lucas Silveira, Lzzy Hale, Richard "Ricky Horror" Olson, Rose "Casper" Mazzola
Tags Evanescence, Fresno, Knot, New, Slipknot, Teen
Exibições 4
Palavras 1.490
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Crossover, Drama (Tragédia), Romance e Novela
Avisos: Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Nova Fanfic, espero que gostem. Me esforcei ao máximo durante esses meses sem postar nada para retornar com algo digno de leitura. Tentei melhorar a ortografia e tentei detalhar ao máximo para que não deixem vocês com dúvidas quanto acontecimentos e tudo mais.

Enfim, sem mais delongas... Apresento-lhes: Eu Sou A Maré Viva.


-EMY

Capítulo 1 - Prólogo


Fanfic / Fanfiction Eu Sou A Maré Viva - Capítulo 1 - Prólogo

Proteu.

Eu estou sempre usando esta palavra. Na verdade, eu sou de usar novas palavras o tempo todo. Novas para mim, que conheço pouco de tudo. Proteu significa “indivíduo que muda fácil de opinião” e por alguma razão – desconhecida por mim – eu não consigo tirar esta palavra da minha cabeça. Não quero falar muito sobre os meus pais ou a droga da minha infância, pois estes assuntos me deprimem demais. Mas, saibam que meus pais são divorciados e é cada um para o seu canto. Sou filha de um alemão ranzinza e de uma brasileira calorosa. Sou filha única. Não quero e nem posso falar muito sobre os meus pais, pois estes são extremamente reservados e se um dia soubessem que falei sobre a intimidade deles para desconhecidos, eles teriam uma sequência de acidentes vasculares cerebrais seguidos de paradas cardíacas. Sim, eles morreriam e provavelmente eu me sentiria culpada pelo resto dos meus dias.

Moro no estado de São Paulo desde que nasci e embora tenha passado alguns feriados na Alemanha, eu não sei nada de alemão. Apenas sei que “tier” significa “cão” e pela pronuncia tão magnífica, eu nomeei meu tier de... Tier. Sei, pode parecer meio bobo, mas diga-me quantas pessoas você conhece que possuem um tier chamado Tier?

Estudo numa escola enorme chamada Salem. Salem era o sobrenome da antiga diretora da escola que faleceu em um misterioso acidente de carro. Digo “misterioso”, pois desde que soube desse acidente – há mais de dez anos – cada um tem uma versão diferente. Meu vizinho de rua, o Silveira, diz que a Vilma bateu com o carro em uma árvore, pois estava bêbada como um gambá; Já meu colega de classe, Marcos, – falarei sobre ele ainda – disse que a Vilma jogou o carro num lago. Minha mãe me disse uma vez que ouviu no salão que a Vilma havia se suicidado na estrada e que era para eu esquecer esta história. Eu não esqueci, apenas classifiquei este acidente como “misterioso”, pois até agora ninguém de fato sabe o que aconteceu com a pobre Vilma Salem. Agora, nosso novo diretor chama-se Høtter Aarseth. Ele é norueguês e provavelmente é o homem mais lindo que eu já vi em dezesseis anos de vida. Høtter, além de ser muito culto, é um carisma em pessoa e sua beleza é de deixar qualquer garota de pernas bambas e de deixar qualquer garoto puto de raiva! O diretor era engraçado, de fato, mas às vezes ele parecia bem sombrio. Acho que ele tem uns... Quarenta anos, mas a aparência é de vinte. Uma graça só! Dá gosto de ir pra direção só para poder vê-lo mais de perto.

Marcos Silveira, além de ser meu colega de classe, é também o meu vizinho de rua. Moramos na Rua Dezessete e voltamos para casa juntos. Marcos gosta da Luana, mas a Luana não gosta dele. Eles são amigos há anos, e parece que o Marcos acabou confundindo as coisas um pouco. Apesar disto, ele é um ótimo ouvinte! Sinto-me totalmente à vontade com ele, sinto que posso falar sobre qualquer coisa. Posso falar sobre garotos e sobre culinária, sobre música ou sobre livros. Posso até falar sobre ligações iônicas! Ele sempre dará uma risada relaxada e vai sacudir a cabeça como quem diz “ai, ai... Só você mesmo para me fazer rir!”. Ele é um excelente aluno, senta sempre na primeira carteira bem pertinho da mesa do professor. Gosta de resolver cálculos gigantescos de matemática na lousa e sempre faz algum comentário engraçado para ver a sala rindo, porém raramente ele consegue arrancar uma gargalhada da sala. Ele não é engraçado. Marcos ganhou na votação para o Grêmio Estudantil e eu, bem educada, disse a ele que nós temos que nos dedicar ao que somos bons e não somos bons em tudo. Com isto, eu queria dizer ”Marcos, por favor, pare de fazer piadas, pois até um mictório é mais engraçado que você!” só que de um jeito amigável. Acho que ele entendeu, pois soltou uma risada relaxada e sacudiu a cabeça como quem diz “ai, ai... Só você mesmo para me fazer rir!” e nunca mais fez piadas.

O bobo-da-corte da minha classe é o Maurício, ou “Mau” como os amigos dele o chamam. O engraçado é que, embora o chamem de “Mau” ele é bom que só ele! É um bobão, idiota, brinca demais, e é meio inteligente. Mimado por demais, mas é gostoso conviver com ele. A mãe do Maurício perdeu uma filha, quando a pequena tinha apenas três anos de idade. Parece que a pequena havia nascido com algum problema no pulmão ou no coração... Não me lembro bem, apenas sei que a mãe do Maurício ficou mal. Principio de depressão, Mauricio contou, e para se livrar daquele peso, ela acabou se tornando uma das mães mais corujonas que existem por aí. Maurício não fuma, não bebe, não faz absolutamente nada considerado “sujo”. Ele é só mais um idiotão que tem pelos nas pernas, mas um cérebro de minhoca.

Luana, de quem o Marcos é completamente apaixonado, é uma das minhas poucas amigas. Ela é evangélica, mas não é fanática religiosa nem nada. É boa demais. B-O-A D-E-M-A-I-S! É tão boa que é capaz das pessoas pisarem nela com um salto agulha e ela não fará NADA. Tão boa que me dá nos nervos, mas aprendi que não podemos modificar as pessoas, pois elas são quem são. Temos que nos adaptar e eu me adaptei a esse jeito bobão da Luana. Além de bondosa, a Luana é muito insegura. Uma vez fiz uma prova de matemática com ela e todas as cinco questões estavam corretas, mas ela repetiu umas trinta e oito vezes: “Ai... Será que está certo?” e eu respondi umas trinta e oito vezes: “Sim, meu bem, está tudo certo. Pode confiar.”. Não gosto muito quando a Luana se acha feia, porque puta merda, a garota é linda! Sabe aquelas garotas que são lindas ao natural e com maquiagem ficam ainda mais lindas? É a Luana! Mas, ela se acha a garota mais feia do mundo, o que é uma pena... Eu daria tudo para que ela pudesse se enxergar através dos meus olhos, pois só assim ela veria o quão linda ela é!

Além da Luana, eu tenho mais três amigas. Agda, Bruna e Anne. As amo por demais! As amo tanto que o meu coração chega dói! Agda tem a minha idade, mas é bem menor comparada a mim. No duro, é meio difícil de achar uma garota do meu tamanho ou maior que eu, pois eu sou alta demais. Pareço um avatar azul! E ela é miúda como umpa-lumpa. Agda trabalha na Marrie, uma loja de roupas aqui do bairro e apesar de trabalhar, ela não tem liberdade nenhuma. Vez ou outra a senhorita Raissa a deixar sair por aí, mas sempre com hora marcada e telefones anotados para “casos de emergência”. Anne é como a Agda, só que dez vezes pior. Uma vez, nós quatro estamos na frente da casa dela. Eram 22hrs de uma noite de sexta e a mãe dela pediu para que ela entrasse, pois “moça não fica até tarde na rua”, custamos muito para convencer aquela mulher a deixar a Anne apenas cinco minutos do lado de fora, mas recebemos um “não” bem alto como resposta. A Bruna é a mais cética de todas. Bem mal-humorada, mas não deixa de ser um amor. Sempre estou dizendo que as pessoas são uns amores, mas a Bruna realmente é. Ela tem um jeito todo machão, não usa maquiagem e é bem bruta, mas é uma ótima amiga. Tem mais um amigo, o Oskar... AH, COMO EU ADORO O OSKAR! Oskar me deu a graça de ter um irmão! No duro, não há ninguém que faça com que eu me sinta tão bem quanto o Oskar! Sempre estou na casa dele, que mora em outra cidade, mas estuda conosco e não há tempo ruim para ele e sua família. Os adoro demais.

Às vezes eu me sinto como um agente secreto, daqueles de filmes de ação! Sinto como se eu tivesse uma vida dupla. A vida que todos conhecem é daquela menina que acorda todo dia às sete da manhã e vai trabalhar no único posto médico do bairro, à tarde vai para aula de canto, à noite vai para a escola e nos fins de semana têm algumas horas de aula com um tutor de filosofia e a vida secreta – a segunda vida – é de uma escritora.

Sim, escrevo livros de cunho fantasioso. Livros que ainda não têm um final, pois sempre estou mudando para algo melhor. A maioria das minhas estórias é sobre garotas que não sabem exatamente o porquê de sua existência... São legais, pelo menos para mim. Guardo apenas dois segredos. O primeiro é que eu sou uma escritora de mão cheia e o outro é que sou perdidamente apaixonada pelo Esteban.


Notas Finais


Ricky O. como “Marcos Silveira”.
Corey T. como “Maurício”.
Chris C. como “Høtter Aarseth”
Lzzy H. como “Luana”
Oskar F. como “Oskar”
Amy L. como “Sky Klahmann”
Rose M. como “Bruna”
Lucas S. como “Esteban”.


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