História Eu sou fogo e você é paixão. - Capítulo 11


Escrita por: ~ e ~KarinaSesshy

Postado
Categorias Inuyasha
Personagens Personagens Originais, Rin, Sesshoumaru
Tags Rin-submissa, Sesshoumaru-dominador
Exibições 236
Palavras 3.385
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Famí­lia, Hentai, Romance e Novela, Universo Alternativo, Yuri
Avisos: Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Só estou postando porque a Siljin pediu u.u O pedido dela foi a gota d'água que faltava pra estourar a minha ansiedade.
Minha vontade não era essa. Eu queria esperar até o ano que vem, porque a maioria de vocês não comenta u.u Mas tudo bem. Ta ai o capítulo e espero que gostem.

Boa leitura a todos :)

Capítulo 11 - Capítulo Onze


Fanfic / Fanfiction Eu sou fogo e você é paixão. - Capítulo 11 - Capítulo Onze

Rin on

Vesti a fantasia em sete minutos, mas fiquei no banheiro esperando o momento certo.

Quando ouvi a voz da Kikyou, abri um largo sorriso de vitória. Abri a porta e sai, o que a fez me olhar assustada e abaixar a cabeça.

Kikyou: Senhora, trouxe o que me pediu.

Ela colocou os morangos e o chantilly na cômoda.

Kikyou: Com licença, já estou de saída.

- Não! - Ela e Sesshoumaru me olharam assustados - Você não vai sair.

Kikyou: Não? - Perguntou confusa

- É, não vai. Você vai trancar a porta, sentar naquela poltrona e vai assistir, enquanto o Sesshoumaru e eu fazemos um sexo bem gostoso.

O queixo dos dois caiu e tive que me segurar pra não rir.

Kikyou: Senhora...

- Só faça o que mandei. - Disse firmemente e ela suspirou

Kikyou fez o que eu mandei e sorri.

Vestida com uma roupa sexy de médica, fui até o Sesshoumaru, que ainda estava deitado na cama e me olhando com um misto de surpresa e espanto.

Sentei em seu colo e sorri para ele.

- Olá! Fiquei sabendo que você está doente, é verdade? Porque, se for, eu vou cuidar de você e prometo cuidar muito bem.

Disse sensualmente e com um sorrisinho de canto.

Sesshoumaru on

- O que você está fazendo é loucura. - Sussurrei pra ela

Rin colocou os dedos nos meus lábios e começou a rebolar em cima do meu colo.

- Vamos mesmo fazer com ela olhando? - Perguntei baixo, só para que a Rin escutasse

Rin balançou a cabeça dizendo que sim e suspirei.

- Você sabe que não pego leve e não vou me importar se ela está, ou não aqui. - Rin sorriu

- Vou meter com força em você, Rin.

Procurei pela calcinha de renda e abri espaço, logo enfiando com tudo o meu pau dentro daquela boceta deliciosa.

Rin on

O meu sorriso só aumentou.

Comecei a cavalgar no Sesshoumaru e nós dois começamos a gemer.

Ele me segurou pela cintura e jogou a cabeça pra trás, por causa do prazer.

- Ta gostando assim, amor?

Sesshoumaru on

- Muito! - Urrei de prazer

- Você é muito gostosa, Rin. - Segurei em sua bunda e coloquei mais força

Ouvimos um gemido e olhamos para ele.

Kikyou esfregava as pernas uma na outra, enquanto nos olhava. Ela olhou diretamente pra mim, enquanto sorria.

- Me chupa, Rin. Quero sua boca no meu pau. - Fiz ela cessar os movimentos

- Quero gozar na sua boca.

Rin on

- Faço tudo por você, amor.

Sai de cima do Sesshoumaru, enquanto lambia meus lábios.

- Prepare-se pra sentir muito prazer.

Sem aviso prévio, coloquei o membro do Sesshoumaru na minha boca e comecei a chupá-lo.

Sesshoumaru on

- Isso Rin! - Gemi feito rosnado

Por um breve momento, Rin soltou meu membro e foi até a cômoda.

Reparei na poltrona e Kikyou agora lambia os lábios, olhando para o meu pau.

Rin pegou as coisas que a própria Kikyou trouxe e se aproximou de mim, olhando com cara de tacho pra Kikyou.

Era do tipo: Observa, baba e olha, sua vadia!

Rin jogou o chantily sobre meu pau e abocanhou a cabeça dele.

Fechei os olhos, enquanto pendia a cabeça pra trás.

Levei minha mão direita até os seus cabelos e fiquei fazendo um carinho neles, enquanto ela me provava feito picolé.

Rin on

Estou rindo, internamente é claro, da Kikyou.

Tadinha! Ta cheia de desejo, mas nunca vai provar o Sesshoumaru. Tadinha é uma ova. Ela merece isso. Ainda estou sendo boazinha com ela e a estou deixando assistir.

Eu chupava o Sesshoumaru, sem pressa.

Estou saboreando o momento e principalmente o meu marido.

Sesshoumaru on

- Vou gozar assim, amor. Chupa mais, estou bem perto. - Falei e mordi os lábios com força

Rin jogou mais chantily em mim e dessa vez jogou nas minhas bolas também e passou a chupá-las, enquanto me masturbava com mão esquerda.

Descia e subia meu prepúcio com lentidão, mas com pressão.

- Ahn! - Me senti pulsar e a qualquer momento iria gozar, pois não aguentava mais me segurar.

Rin on

Nossa que delícia!!

Peguei mais um pouco de chantilly e voltei a chupar o Sesshoumaru. Não demorou muito e ele gozou em minha boca.

Engoli tudo e sorri.

- Que delícia você é, Sesshy! Quer sentir o seu gosto e ver o quanto você é delicioso?

Ele concordou com a cabeça, enquanto mordia os lábios Fui ao seu encontro e demos início a um beijo quente.

Sesshoumaru on

Joguei a Rin, com brutalidade, na cama e soltei seus lábios.

- Agora é a minha vez. - Abri a blusa de uma vez e arrebentei os botões, logo revelando os seios fartos da minha deliciosa esposa

Joguei chantily em ambos os seios e, por cima de cada seio, coloquei um morango.

Agarrei com gosto o seio direito dela, junto com o morango. Rin gemeu e eu segui pro outro, fazendo o mesmo.

Após limpar seus seios, fiz uma trilha novamente de chantily e morango por sua barriga, indo até a barra de sua sainha branca.

Rin on

Sesshoumaru começou a me chupar e limpar todo o chantilly do meu corpo.

Depois de fazer isso, ele retirou a minha saia, os saltos e então começou a tirar minhas meias lentamente, uma por uma, enquanto beijava toda a extensão das minhas pernas.

Olhei pra Kikyou e ela esfregava as pernas sem parar, enquanto mordia os lábios e olhava pro Sesshoumaru.

Queridinha, tudo o que você vai fazer é olhar mesmo. E nada mais.

Sesshoumaru on

Lambi os lábios, quando fiquei de cara com a boceta da Rin.

Lambuzei ali de chantily e Rin gemeu. Ela ansiava pelo que estava por vir.

Joguei suas pernas por cima dos meus ombros e cai de boca em sua feminilidade toda melada. No começo lambi com lentidão, não queria acabar aquela insanidade tão cedo.

Ouvimos outro gemido, mais alto. Kikyou já estava completamente excitada.

- Quer que eu enfiei meus dedos em você, Kikyou? - Falei

- Sim! - Ela disse atrevida

- Fique querendo! Vou fazer a Rin sentir os meus dedos por você. - Enfiei os meus dedos dentro da boceta da Rin

- Quer que eu enfiei minha língua na sua boceta, Kikyou?

- Sim! Por favor!!! - Pediu desesperada

- Não! - Disse frio

Enfiei minha língua, novamente, na boceta da Rin e ela gemeu alto.

Acelerei as chupadas e Rin se contorcia cada vez mais.

Rin on

Eu gemia cada vez mais alto, porém com um grande sorriso nos lábios.

Ouvi a Kikyou gemendo e olhei pra ela, que estava se masturbando, enfiando os dedos na própria calcinha.

- Pare de fazer isso! - Ela e Sesshoumaru pararam e olharam pra mim

- Você não, amor. Você continua, porque está uma delícia

Ele sorriu de lado e voltou a me chupar, o que me fez gemer.

- Você não sentirá prazer, Kikyou. Você só vai assistir, sem se tocar.

Sesshoumaru on

Chupei a Rin, até que ela gozou louca na minha boca.

Me levantei da cama e trouxe Rin comigo. Fiz ela se apoiar na cama, deixando sua bunda empinada pra mim.

- Quero meter bem gostoso no seu cuzinho, amor. Bem lá no fundo dele. Me deixa come-lo? Me deixa devorá-lo? - Pedi insanamente, esfregando nela o meu pau, que já estava duro feito rocha novamente

Não posso deixar de dizer... Sou viciado em sexo. Viciado na Rin.  Sou um completo ninfomaníaco e Rin é outra.

No exército, vivia batendo punheta no mato, escondido, para que ninguém me visse; enquanto chamava o nome dela. Acordava duro... Dormia duro... Às vezes só de pensar nela, na Rin, ficava duro. Era uma tortura viver batendo punheta, em vez de comer a minha mulher. Mas agora essa frustração acabou. Irei comê-la, irei me esbaldar nessa boceta suculenta e nesse cuzinho delirante.

Rin on

- Claro que pode, Sesshy! Você sabe que pode.

Sem esperar por mais nada, Sesshoumaru me penetrou e gemi de dor, mas logo essa dor passou e só senti prazer.

Olhei pra Kikyou e ela não parava de morder os lábios. Suas mãos estavam coçando com vontade de se tocar.

Ela me olhou, como se suplicasse para que desse permissão para ela se tocar.

Neguei com a cabeça e ela fechou os olhos frustrada.

- Abra os olhos. Quero que você assista tudo e veja como o MEU marido é gostoso, como ele me fode bem, como ele geme o meu nome e como ele me ama.

Sesshoumaru on

Isso era uma completa loucura, fazer sexo na frente de outra pessoa, mas estava tão excitante.

Batia com violência, como cachorro no cio, contra a bunda da Rin. Segurava suas nádegas, deixando-as vermelhas. Batia nelas e separava-as. Estava tudo uma delícia.

- Porra Rin!! Que cuzinho gostoso!! - Gemi alto, cheio de tesão

Rin só me deixava mais louco, rebolando aquela bunda pra mim, enquanto metia nela.

Revirei os olhos.

Céus! Que mulher terrivelmente gostosa. Ela me fode todo, me deixando tão vulnerável. Estava sendo fodidamente gostoso foder ela. Estávamos sendo incendiados pela chama do inferno.

Rin on

- Sesshy, amor, quero senti-lo na minha boceta. Estou encharcada por você.

Ele rosnou e fez o que pedi.

Com força e profundidade, ele me penetrou na minha intimidade e gemi alto.

- Isso! Que delícia, Sesshy!!

Ele segurou em meus cabelos e começou a puxá-los.

Isso só me deu mais prazer.

Sesshoumaru on

Coloquei Rin de quatro sobre a cama e não parei de penetrá-la.

Ouvi Kikyou soluçar e Rin gemeu mais alto.

Mordi o pescoço da Rin, enquanto apertava seus seios com força.

- Goza! - Sussurrei no ouvido dela

- Goza na minha rola, Rin. - Disse autoritário

- Se não gozar agora, irei te castigar. Te deixarei dois dias sem sentar na minha rola. - Falei sorrindo

Rin on

O que?? Sesshoumaru não seria capaz de fazer isso. Ele não conseguiria ficar dois dias sem sexo.

Bom, só pra garantir, fiz o que ele me pediu e gozei, gemendo alto.

- Sesshy!!!

Sesshoumaru on

- Boa menina. - Falei e gozei em seguida

Sai de dentro dela e me deitei. Pela primeira vez, me senti exausto.

Essa mulher é o capeta, entre quatro paredes.

Ofeguei e joguei a braço no rosto, tentando buscar calmaria para o meu corpo.

Rin jogou um lençol fino por cima de mim, só pra cobri as minhas partes íntimas. Não disse nada e fiquei observando-a, por uma brecha.

O que será que ela vai fazer com a Kikyou agora?

Rin on

Peguei o meu robe e o vesti.

Olhei pra Kikyou e ela não tirava os olhos do meu marido.

- Você quer transar com o Sesshoumaru?

Kikyou: Quero! - Disse em desespero - Eu quero muito. - Mordeu os lábios e vi um brilho de desejo em seus olhos

- Ah é mesmo? Mas você não vai. - Ela me olhou boquiaberta

- A propósito, você está demitida.

Kikyou: O que? - Perguntou sem entender

- Demitida! De-Mi-Ti-Da! Demitida! Está fora. Está no olho da rua. Vá pro raio que o parta.

Kikyou: Senhora, por favor, não faz isso. - Começou a chorar e se ajoelhou no chão, implorando

- Não! Eu. Quero. Você. Na. Rua. Agora!!! - Disse pausadamente

Kikyou: Não, por favor. Eu preciso desse emprego.

- Mesmo? Que pena! Você deveria ter pensado nisso, antes de "jogar charme" - Fiz aspas com as mãos - pro marido da sua patroa. A sua lição é essa. Você queria ver como o Sesshoumaru é na cama e você viu. Agora pode ir embora.

- Ah, e não pense que vai conseguir uma boa carta de recomendação comigo. Farei questão de dizer pra todos que você é uma vadia. Quero ver arrumar um emprego de respeito com essa reputação.

Kikyou não parava de chorar.

- O que você ainda faz aqui? Vá juntar suas coisas e saia da minha casa agora!

Ela não levantou do chão, então a peguei pelos cabelos e sai arrastando. Abri a porta e a joguei no corredor.

- Você tem dez minutos pra sair daqui. Espero não vê-la nunca mais, entendeu? SUMA DAQUI!

Bati a porta com força e fiquei ouvindo o choro dela.

Depois de um minuto, eu a ouvi se afastando e sorri vitoriosa.

Sesshoumaru on

- Você não acha que foi muito dura, Rin? - Perguntei sem me levantar

Ela me olhou com a sobrancelha arqueada, a qual dizia: Você quer a vadia pra você, é? Diga! Porque se for, eu arranco suas bolas e depois você vai com ela.

Engoli a seco.

- Só disso porque talvez Kaede fique triste. Você sabe que são irmãs e Kikyou é mais nova.

Rin on

Revirei os olhos

- Ta. Serei boazinha e vou deixar o fato dela ser uma vadia fora da carta de recomendação, mas ela ainda vai pro olho da rua. Não vou voltar atrás nessa decisão.

Sesshoumaru on

- Se eu pedisse isso, já seria de mais. Não quero perder a bolas. - Rin sorriu

- Vem aqui, vem. Deita do meu ladinho e venha fazer um cafuné no seu maridinho. - Falei manhoso pra ela, chamado-a com o dedo

Rin on

- Tudo bem, mas só um pouco. Depois eu vou descer pra ver se aquela mulher já foi embora.

Deitei ao lado do Sesshoumaru e passei a fazer cafuné nele, enquanto sua cabeça repousava entre meus seios.

Sesshoumaru on

- Te amo, Rin. - Sussurrei antes de pegar no sono

Era difícil eu dormir assim tão bem, lá no exército. Então iria aproveitar essa temporada de férias na minha casa, com esposa e filho.

Agora eu já dormia pesadamente.

Rin on

Depois que o Sesshoumaru pegou no sono, eu fiquei mais um pouco ao seu lado.

Depois de quinze minutos, eu tirei o Sesshoumaru de cima de mim, com cuidado é claro, e fui até o andar de baixo.

Já dei tempo suficiente pra essa mulher sair da minha casa.

Quando cheguei ao fim da escada, eu a encontrei com duas malas em mãos.

- O que ainda faz aqui? Seu tempo já acabou.

Kikyou: Já estou de saída. - Disse friamente

- Ótimo! - Fui até a porta e a abri - Saia e não volte nunca mais.

Ela saiu e bati a porta com força, trancando logo em seguida.

Kaede: Senhora? - Apareceu chorando - Por que a demitiu?

- Ela não te contou? - Vi a mais velha negar com a cabeça - Sua queria irmã deu em cima do Sesshoumaru. Tocou nele. Queria seduzi-lo e levá-lo pra cama. Ela só não contava com uma coisa. Sesshoumaru me ama e jamais seria capaz de me trair.

Kaede: Ela fez isso mesmo? - Perguntou surpresa

- Sim. Eu a peguei no flagra mais de uma vez.

Kaede: Não acredito. - Ela estava chocada

- Sinto muito, Kaede, mas é a verdade. Sei que são irmãs e você não queria se separar dela, mas eu não podia permitir que essa mulher continuasse debaixo do mesmo teto que o meu marido e filho.

Kaede: Tudo bem. A senhora fez o certo. Em seu lugar, eu faria o mesmo.

- Obrigada por entender. Bom, o Sesshoumaru está dormindo e eu estou cansada. Pode se retirar, Kaede.

Kaede: Obrigada, senhora. Boa noite.

- Boa noite!

Subi e fui para o meu quarto. Deitei ao lado do Sesshoumaru e ele me abraçou novamente.

Não demorou muito e eu dormi em seus braços.

Sesshoumaru on

No dia seguinte, acordei com leves beijos em meu peito.

Uma das mãos da Rin desceu pro meu pau e ela passou a me masturbar.

Sorri.

- Que maneira boa de acordar logo cedo. - Fiquei por cima dela

Rin on

- Eu sei que você gosta quando te acordo assim.

Começamos a nos beijar e ele, entre minhas pernas, começou a fazer um atrito prazeroso.

Sesshoumaru on

- Safada! - Entrei nela, bem fundo

- Ah Rin! Como você é gostosa, amor!

Nada melhor do que acordar e fazer um amor matinal.

Depois de fazermos amor, seguimos para o banheiro e tomamos um banho cheio de safadeza.

De banho tomado, nos secamos e em seguida, seguimos para a mesa tomar café da manhã.

Rin on

Alguns dias depois

Já da pra imaginar o que o Sesshoumaru e eu fizemos né? Sexo, sexo, sexo, sexo, sexo, sexo, sexo, sexo, sexo, sexo e mais sexo.

Eu senti falta disso e, quando o Sesshoumaru for embora, vou sentir falta novamente.

Hoje o Shynomaru volta pra casa e teremos que nos controlar. Vai ser difícil, mas temos que conseguir.

Sesshoumaru on

Acordei e tateei a cama, mas Rin não estava ali. Olhei pro relógio na cômoda e já eram 11 horas da manhã.

Levantei, ainda nu, e segui pro banheiro. Tomei um banho, junto de minhas higienes completas, depois me vesti com uma box vermelha e uma bermuda preta. Calcei o chinelo e desci para comer algo.

Ao descer e passar pela sala, vejo Sara conversando com a Rin, enquanto Shynomaru ficava no colo da mãe.

- Bom dia. - Falei

E quando o pequeno me viu, correu pros meus braços.

- Papai!! Estava com muita saudade de você.

- Eu também, pequeno. - Beijei a testa dele e ele me apertou em um abraço forte

- Bom dia, Sesshoumaru. - Sara respondeu sorrindo

Fui até a Rin e dei um selinho nela.

- Vou tomar café. Aceita Sara?

- Não, obrigada. Já estou indo.

- Obrigado por ter ficado com o Shy.

- De nada. Sempre que precisar, ficarei com todo prazer.

Segui, com o Shy nos braços, até a mesa e ele ficou no meu colo, enquanto Kaede preenchia a mesa de coisas gostosas.

Rin on

Acordei primeiro que o Sesshoumaru, o que foi uma tremenda novidade, e me arrumei, pois minha mãe chegaria a qualquer momento com o Shy.

Enquanto tomava o meu café, a campainha tocou e Kaede me avisou que era minha mãe. Fui ao seu encontro e perguntei como o Shy tinha se comportado, no decorrer daquela semana, e ela disse que foi tudo bem.

Sesshoumaru apareceu e depois que ele foi para a mesa, com o Shy, minha mãe me fez a bendita pergunta.

Sara: Rin, vocês se preveniram ou terão outro filho?

- Mãe! - A repreendi, pois eu estava constrangida

Sara: Não precisa ter vergonha. Sou sua mãe e você pode falar comigo sobre tudo.

- Estou tomando remédio. Sesshoumaru não quer perder a gestação e o nascimento de outro filho e eu também não quero isso pra ele.

Sara: Fez bem, querida. Bom, já estou indo. Qualquer coisa pode me ligar.

- Obrigada mãe.

A levei até a porta e depois fui fazer companhia aos meus meninos.

Sesshoumaru on

- Papai, quando vamos passear? - Perguntou manhoso

- Podemos ir amanhã pra praia, o que acha?

- Eba!! Eu quero.

Rin entrou e sorriu, logo sentando ao meu lado.

- Querida, amanhã vamos a praia. Assim passamos na casa dos meus pais e podemos convidar os meus e seus para irem junto, o que acha?

Rin on

- Por mim pode ser. Shynomaru gosta de praia.

Shynomaru: Mas você não, mamãe.

- Realmente não gosto, mas a mamãe sempre te leva, pois eu te amo.

Ele abriu um largo e lindo sorriso, o que me fez sorrir de volta.

Sesshoumaru on

Arquei a sobrancelha, enquanto olhava pra Rin um pouco confuso.

- Por que não gosta de praia, Rin? Você adorava ir. Aconteceu algo, enquanto estive ausente? - Perguntei sério

Rin on

E agora? Como é que vou contar isso a ele?

- Bom... Eu não quero que você se estresse, tudo bem?

Sesshoumaru franziu o cenho e vi que isso não ia prestar.

- Eu não gosto mais de ir, porque os homens ficam dando em cima de mim e me sinto incomodada.

Sesshoumaru on

Trinquei o maxilar com força.

- Por que não fazem isso com a minha presença? - Dei um soco na mesa, assustando o Shynomaru, que me abraçou com medo

- Quero ver alguém se meter a besta com você na minha frente. Juro que mato a todos. - Falei com a voz ainda mais grossa do que do costume


Notas Finais


Qual é? Pelo menos me digam o que acharam da minha vingança. Foi tão bem planejada. Tive vontade de roer as unhas, de tanta ansiedade pra saber a reação de vocês.
Acham que peguei leve com a Kikyou? Fui muito dura? Ou ela merecia coisa pior?

Obrigada pela presença de todos. Bjs e até o próximo *Sem previsão*

Nova parceria com a @Siljin:
O filho do reverendo: https://spiritfanfics.com/historia/o-filho-do-reverendo-7132202

Outras parcerias recentes:
Meu ginecologista: https://spiritfanfics.com/historia/meu-ginecologista-7027919

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