História Eu sou fogo e você é paixão. - Capítulo 20


Escrita por: ~ e ~KarinaSesshy

Postado
Categorias Inuyasha
Personagens Personagens Originais, Rin, Sesshoumaru
Tags Rin-submissa, Sesshoumaru-dominador
Visualizações 368
Palavras 3.592
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Famí­lia, Hentai, Romance e Novela, Universo Alternativo, Yuri
Avisos: Adultério, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Boa noite ^^

Chegamos ao fim de mais uma parceria. Eu sei, é triste, mas um dia isso aconteceria. =/

Boa leitura ^^

Capítulo 20 - Capítulo Vinte - Final


Fanfic / Fanfiction Eu sou fogo e você é paixão. - Capítulo 20 - Capítulo Vinte - Final

Sesshoumaru on

Ao sair do quarto, vejo Shynomaru encostado na parede, sentado ao chão e chorando.

- Não vá, papai! Por favor! Estou com um pressentimento ruim. Não nos deixe. Fica aqui comigo, por favor. - Chorava feito bebê

- Não posso, filho, e sua mãe parece que já desistiu de mim. - O peguei nos braços - Eu vou, mas eu volto. Você sabe. - O carreguei até o quarto dele

- Te amo, pai. Promete voltar pra mim?

- Prometo filho. Promete não deixar outro entrar na vida da sua mãe? - Beijei sua testa e o depositei na cama

- Prometo pai! Nenhum outro irá tocá-la.

Sorri.

- Tchau filho. - Saí

Ao sair de casa, as lágrimas grossas tomaram o meu rosto.

Peguei um táxi e mandei que ele seguisse para o endereço da casa dos meus pais. Como meu pai é apressado, assim que eu chegasse lá iríamos rapidamente para o quartel.

Espero que Rin não se arrependa depois.

Rin on

Depois que o Sesshoumaru saiu, fiquei chorando compulsivamente.

Ele não pode estar falando sério. Ele não pode estar desejando a morte. Eu não quero que ele morra. Se o Sesshoumaru morrer, eu morro junto. Não posso imaginar minha vida sem ele.

Me vesti rapidamente e fui atrás dele, mas Sesshoumaru já tinha ido embora.

Falei com o Kouga e o pedi que me levasse até a casa dos Taisho.

Toquei a campainha e Satori atendeu a porta.

Satori: Rin? O que faz aqui?

- Sesshoumaru está? Preciso falar com ele. Preciso pedir desculpas.

Satori: Rin, eles já voltaram pro quartel.

- O que? Já? - Mais lágrimas desceram pelo meu rosto

Satori: Sinto muito.

Sesshoumaru on

Assim que chegamos ao quartel, fomos preparar as tropas e passar as estratégias.

Na madruga, atacaríamos o nosso inimigo.

- Hoje temos que acabar com essa guerra. - Meu pai disse

- Ela já está se estendendo de mais. - Falei e suspirei

Fomos preparar e verificar nossas coisas, pois não podíamos esquecer de nada.

Rin on

Voltei pra casa e encontrei o Shy me esperando na sala.

Shynomaru: Mãe, não deixa o papai. - Disse quase chorando

- Não vou deixá-lo. Tudo o que eu falei foi num momento de raiva, mas eu não quero deixar o Sesshoumaru.

Shynomaru: Mãe, estou com medo. To com medo que aconteça algo de ruim ao papai.

- Seu pai vai ficar bem, Shy. Ele sabe se cuidar e tenho certeza que ele vai voltar pra gente.

Ele me abraçou e então fomos para o quarto.

Shynomaru dormiu comigo, enquanto um confortava o outro; pois nós dois estávamos chorando.

Sesshoumaru on

Alguns dias depois

Ainda estávamos no campo de batalha, estava sendo uma batalha perigosa. Nosso esquadrão já estava com vários mortos e muitos feridos. Os nossos inimigos também, mas estávamos entrando em desespero.

Estávamos a cinco dias sem dormir, sem comer e isso afetava muito aos nossos corpos. Estávamos ficando fracos. Eu não estava 100% focado na guerra e sim na Rin.

Minha cabeça estava a mil por hora. Eu estava pensando em nós, se realmente ela iria me deixar.

- Sesshoumaru! Cuidado!!! - Ouvi um dos meus parceiros, gritar

Não deu tempo de olhar, só senti um impacto em meu braço.

Levei um tiro no braço.

- Eu estou bem... - Disse fazendo pressão no braço esquerdo, onde havia levado o tiro

- Não está. Olha esse ferimento. Vou em busca do seu pai.

- Não... - Respirei fundo

- Você está perdendo muito sangue.

- Eu... - Não falei mais, pois acabei desmaiando

Entrei em uma escuridão sem volta.

Rin on

Dias e mais dias se passavam. Meu coração estava apertado, mas hoje em especial ele estava mais.

Meus pensamentos estavam focados no Sesshoumaru e comecei a fazer orações pedindo pela proteção dele e para que ele volte a salvo pra casa.

Duas semanas se passaram e comecei a passar muito mal. Como não estou dormindo e comendo direito, eu nem liguei pra isso.

Shynomaru está preocupado comigo, mas eu estou preocupada com o Sesshoumaru.

Espero que ele esteja bem.

Sesshoumaru on

Resmunguei de dor e acordei com dificuldades.

- Filho! - Meu pai falou

- P-Pai? O que houve? - Falei com dificuldades

- Estamos indo para o hospital mais próximo. Você perdeu muito sangue, por causa do tiro. - Tocou minha testa - Está queimando em febre.

- Isso não é nada, pai. Vamos voltar, temos que acabar com aquele sufoco.

- Já acabamos, filho. Depois que você desmaiou, o colocamos em um local seguro e voltamos para o campo de batalha. Foram dois dias inteiros, mas os derrotamos. Você está tão pálido, consegue mexer o braço?

- Não, mas ta doendo muito.

- Isso não é nada bom. Não dorme, Sesshoumaru.

- Não consigo, pai, to com sono. Muito sono. - Voltei para a escuridão

Rin on

Eu to pior a cada dia, mas to muito preocupada com o Sesshoumaru. Eu sei que tem algo errado com ele, meu coração me diz isso. Shynomaru diz que é coisa da minha cabeça, mas não é. Eu sei.

Mais alguns dias se passaram e recebi uma ligação da Satori, ela estava chorando e já vi que é coisa ruim.

Satori: Rin, se arrume e me espere. Nós vamos a um lugar.

- Pelo amor de Deus, não me diga que é um funeral.

Satori: Não, não é. - Já pude suspirar um pouco aliviada

Me arrumei e a esperei do lado de fora da casa.

Shynomaru: Mãe, eu quero ir também.

- Não Shy. Eu não sei o que está acontecendo e é melhor você ficar.

Shynomaru: Promete me ligar?

- Claro, meu bem.

Satori apareceu no carro dela e fui ao seu encontro.

Durante o caminho tentei fazer com que ela me contasse o que aconteceu, mas foi sem sucesso.

Quando chegamos ao hospital, eu já fiquei em desespero.

- Por favor, me fala logo o que houve.

Quando vi Inu no Taisho, corri ao seu encontro.

- Onde está o Sesshoumaru? Está tudo bem com ele? Por que me trouxeram aqui?

Satori: Rin, se acalme.

- Me acalmar? Como, se vocês não me falam o que aconteceu com o meu marido?

Inu no Taisho: Rin, o Sesshoumaru foi baleado e perdeu muito sangue. Demoramos muito para socorrê-lo devidamente, ele está em coma e agora eu recebi a notícia que ele terá que amputar o braço esquerdo.

Eu só vi tudo ficar escuro na minha frente.

Acho que desmaiei, porque quando acordei eu estava em um quarto de hospital.

Satori: Rin, você acordou.

- O que aconteceu?

Satori: Você desmaiou e tiraram o seu sangue, pra fazer alguns exames.

Bateram na porta e por ela entrou o médico.

Médico: Vejo que já está acordada. Tenho em mãos o resultado dos seus exames.

- Não sei porque tiraram o meu sangue. Eu estou bem. Foi só um desmaio.

Satori: Rin, não diga besteiras. Você está mais pálida e mais magra do que o normal. Tem se alimentado direito?

- Não.

Satori: Viu? E ainda pergunta o porquê.

Médico: Senhora, recomendo que passe a se cuidar.

- Por que? - Perguntei com a sobrancelha arqueada

Médico: Porque a senhora está grávida.

O que?? Grávida? Mas eu tomo remédio. Pensando bem... De uns tempos pra cá eu não estava tomando o remédio. O Sesshoumaru não estava em casa mesmo. Pra que tomar remédio? Sendo que ai ele chegou, nós fizemos amor e eu não tomei remédio algum.

Médico: A senhora está um pouco anêmica também. A falta de comida não está lhe fazendo nada bem. Vou receitar algumas vitaminas pra tomar a partir de agora. Tudo bem?

- Sim, tudo bem.

Respondi ainda sem acreditar.

Grávida! Eu estou grávida do Sesshoumaru. Um segundo filho. Não sei se estou preparada isso. Não sei se é um bom momento pra isso.

Sesshoumaru on

Eu estava sentando de baixo de uma árvore. Ao longe, via meu filho brincando no lago, junto de uma pequena criança. Rin os olhava, rindo, e pedindo para que eles tomassem cuidado.

A pequena criança correu até mim e pulou nos meus braços.

Cabelos prateados, olhos castanhos e bem pequenina. Tinha, mais ou menos, cinco aninhos.

- Papai, volta, por favor! - Olhei confuso pra menina

Papai? Eu sou o pai dela?

Ela segurou em meu rosto, com as pequenas mãozinhas e, com lágrimas nos olhos, me implorava que voltasse.

- Volta pra mamãe!

- É pai, volta, por favor! - Shynomaru falou chorando

Rin me olhava com lágrimas nos olhos e parecia angustiada.

- Volta pra mim, meu amor. - Ela pediu

Só aí percebi que eles estavam longe de mim e eu estava em uma escuridão sem fim. Não conseguia falar que eu queria voltar pra eles.

Rin on

Quatro meses depois

Quatro meses de pura tristeza. Sesshoumaru continua em coma e já está sem o braço esquerdo.

Eu o visito todos os dias no hospital. Satori e Shynomaru também estão sempre aqui. O Shy sente muita falta do pai e o vejo chorando todos os dias. As notas dele na escola até caíram.

Estou tentando ser forte por ele e pela menininha que está na minha barriga. Sim, estou grávida de uma menina. Fiquei tão feliz quando soube. Eu sempre quis uma menina.

Estou sentada ao lado da cama do Sesshoumaru, segurando sua mão, enquanto choro; como sempre faço.

- Sesshy, meu amor, volta pra mim. Por favor, Sesshy, você precisa acordar. Me desculpe por tudo o que eu disse aquele dia. Eu fui uma completa idiota por ter falado tudo aquilo. Sesshy, eu preciso de você, meu amor. Preciso muito e não sou a única. Seus pais também precisam de você, o Shy precisa e essa menininha também. - Coloquei sua mão na minha barriga, já saliente

Senti minha menina chutar pela primeira vez e sorri, enquanto chorava.

- Isso minha filha. Essa é a mão do seu papai.

Vi o dedo do Sesshoumaru se mexendo e então olhei pra ele.

Aos poucos, os olhos dourados que tanto amo se abriram novamente.

- Sesshy? - Ele olhou pra mim e mais lágrimas tomaram conta do meu rosto

- Amor, você acordou. - Disse sorrindo, mas chorando bastante

Sesshoumaru on

De olhos abertos e confuso, olhava para os lados tentando identificar onde eu estava.

- Onde estou, Rin? - Falei com a voz baixa, sentindo o meu corpo doer

Desci meu olhar e reparei na grande barriga da Rin.

- V-Você está grávida? De mim?

Rin on

- Sim, é claro que estou grávida de você, Sesshy. De quem mais seria? É você quem amo. Peço que me perdoe por tudo o que falei. Eu me arrependi tanto. Cheguei a ir atrás de você na casa dos seus pais, mas você já tinha ido.

- Sesshy, eu não quero que você me deixe. Quero ficar com você pra sempre. Até quando estivermos bem velhinhos, eu quero estar ao seu lado.

Sesshoumaru on

- Nunca pensei em te deixar, Rin. Eu te amo e nunca deixaria o caminho livre para outro. Você é somente minha.

Tentei me levantar e só aí percebi que estava com vários aparelhos em meu corpo e senti a falta de algo.

Meu braço. Cadê o meu braço esquerdo?

- O-O que aconteceu com o meu braço? - Perguntei assustado

Rin on

- Sesshy, você levou um tiro, perdeu muito sangue, demoraram dois dias pra te socorrer e, quando você chegou ao hospital, falaram que estava muito infeccionado, então foi preciso amputar.

Sesshoumaru on

- Hum. Pelo menos voltei vivo. - Disse, já me acostumando com a perda de um membro

- Já sabe qual o sexo do bebê? - Acariciei sua barriga e senti o bebê chutar

Rin on

- Sei sim. - Disse sorrindo - É uma menina. Já estou de quatro meses. Isso não é ótimo, amor? Em poucos meses nós teremos uma menininha.

Sesshoumaru on

- Será uma menina assim como desejávamos. Posso beijar sua barriga?

Rin confirmou e chegou mais perto. Beijei carinhosamente sua barriga e novamente senti outro chute.

- E como está o Shy? Os outros? Meu pai está bem? Ou sofreu algo também?

Rin on

- Estão todos bem e estão preocupados com você. Vou chamar o médico pra te examinar e depois você poderá receber a visita de todos.

Beijei sua testa e fui atrás do médico responsável pelo Sesshoumaru.

Sesshoumaru on

Rin saiu, mas logo vi o médico entrar.

- Se sente bem, senhor Taisho?

- Sim, mas sinto um pouco de dor pelo corpo.

- Isso é normal. Não sente mais nada?

- Não. Só sede.

- Já irei providenciar que tragam água e comida.

- Agradeço. Quando vou poder ir para a minha casa?

- Hoje mesmo, depois de alguns exames. A senhora Rin me disse que você aceitou muito bem a perda do membro.

- Não me importo em ter perdido um braço. Tenho o outro e fico feliz que ainda estou vivo.

- Isso é muito bom para a sua reabilitação. Irei recomendar uma boa clínica de prótese. Lá tem vários braços mecânicos de alta qualidade.

- Irei aceitar.

- Aqui o cartão. - Me entregou o pequeno papel - Daqui a pouco, depois que comer, farei os outros exames.

- Ok. Poderia ver meus familiares?

- Claro. Já irei liberá-los para entrar.

- Obrigado!

Rin on

Alguns dias depois

Sesshoumaru já estava em casa e eu fazia tudo pra ele. Não, ele não precisa de ajuda, mas eu faço isso porque o amo e não quero que ele se esforce. Shynomaru também cuida dele e ficou feliz quando viu o pai, até chorou. Ele não foi o único, não. Satori chorou muito mais e Inu no Taisho ficou emocionado.

Sesshoumaru on

Estavam me paparicando muito e eu já estava ficando mal acostumado.

Acordei pela manhã e segui pro banheiro, mas, ao entrar, vejo Rin passando mal.

- Enjoada de novo? - Ela confirmou

- Pelo menos, dessa vez, irei acompanhar a gestação do nosso bebê. - Rin sorriu e me abraçou

- Meu pai disse que vai falar com os superiores e vai pedir meu afastamento do quartel. Disse que irá pedir para que eu fique trabalhando em casa, somente com as papeladas.

Rin on

- Tomara que ele consiga isso, meu amor. Eu não quero que você perca a gestação de outro filho nosso. Também não quero ficar preocupada com você, ainda mais agora que você só tem um braço.

Sesshoumaru on

- O importante é que estou ao seu lado e com vida. - Acariciei seu rosto

- Ainda me deseja, mesmo sem um braço? - Rocei meus lábios nos dela

Falei isso, porque depois que sai do hospital, Rin e eu não havíamos mais nos relacionado intimamente. E não fazer amor com ela é uma tortura.

Rin on

- Que pergunta foi essa, Sesshoumaru? - Perguntei rindo

- É claro que te desejo, Sesshy! Eu te desejo muito.

Capturei os lábios dele e dei início a um beijo cheio de desejo.

- Sesshy! - Parei o beijo e o olhei - Eu tenho medo de fazer alguma e machucar nossa pequena. É por isso que não te procuro a noite.

- Também não quero que você se esforce muito. Me preocupo com você. Mas saiba que não me importo com a falta do seu braço.

- Você continua sendo o meu Sesshoumaru. Continua me amando, assim como eu te amo e sempre vou amar.

Sesshoumaru on

Colei minha testa na dela e a envolvi sua cintura com o meu braço.

- Eu também te amo, amor. Vou acompanhá-la no próximo ultrassom e aí perguntamos se podemos fazer. - Beijei sua testa

- Não se preocupe comigo. Eu estou perfeitamente bem. Quer tomar um banho comigo? Prometo não tentar nada. - Sorrimos um pro outro

Tiramos nossas roupas e seguimos para o box.

Rin on

Eu dei banho no Sesshoumaru, mesmo com ele dizendo que era capaz de fazer isso sozinho.

Depois ele passou sabonete pelo meu corpo e, quando chegou na minha barriga, a nossa pequena começou a chutar.

- Sesshy, eu acho que ela vai ser jogadora de futebol. Ela chuta tanto.

Sesshoumaru on

- Hum. - Sorri de lado

Depois que nos secamos, fomos nos vestir.

Descemos para o café da manhã e Shy estava a mesa, sem a farda do colégio.

- Não vai pra aula?

- Não pai. Vou ficar pra cuidar do senhor.

- Mas eu não preciso de cuidados. Já estou bem.

- Mas eu não quero ir. Quero ficar.

- Ok. Mas depois você se resolve com a sua mãe.

Rin on

- Como assim não vai pra escola? Shynomaru, você tem que ir. Suas notas caíram e você precisa se recuperar.

Shynomaru: Mas mãe, eu quero cuidar do meu pai.

- Você pode fazer isso quando voltar. Vamos combinar o seguinte. Eu cuido do seu pai durante o dia, e a tarde você cuida dele. O que acha?

Shynomaru: Tudo bem então. Vou me arrumar.

Ele saiu correndo e foi trocar de roupa.

Sesshoumaru on

Algumas semanas depois

Meu pai já havia confirmado meu afastamento do quartel. Agora eu trabalhava em casa, cuidando das papeladas.

Hoje era uma quarta feira, íamos em direção a clínica para ver como estava a gestação do bebê, quem dirigia era o Kouga, o nosso motorista.

A prótese, comprada pelo estado, foi encomendada pra mim e ela chegaria na próxima semana. Eles também iriam pagar as minhas sessões de fisioterapias, para que me adapte com a prótese.

Rin on

Chegando a clínica, não demorou muito e fui atendida.

A médica disse que a pequena está saudável e fiquei com um sorriso de orelha a orelha.

- Doutora, gostaria de perguntar uma coisa.

Médica: Pode perguntar.

- É que... Bom, eu gostaria de saber se o meu marido e eu... É, nós podemos...

Eu estava muito envergonhada e a médica riu baixo.

Médica: Sim, vocês podem ter relações, mas sem exageros.

- Tudo bem. Obrigada por responder, doutora.

Sesshoumaru on

Sorri pelo jeito acanhado da Rin e, depois que saímos da clínica, seguimos para uma loja que só tinha coisas de bebês.

Rin passou a me levar por toda loja, para que comprássemos tudo que via pela frente.

Fiquei feliz em saber que ela estava assim, feliz, espontânea e cheia de vida ao meu lado.

Rin on

Depois de comprarmos várias roupinhas e alguns brinquedos, voltamos para casa.

Eu estou feliz novamente. Terei a menininha que eu sempre quis e dessa vez o Sesshoumaru estará ao meu lado.

Finalmente terei o meu marido só pra mim.

Sesshoumaru on

Assim que chegamos em casa, não esperei e a levei até o quarto. Estava ansioso para fazer amor com ela.

- Obrigado por não desistir de mim.

Já deitada na cama, eu beijava seu corpo, tirando suas roupas aos poucos.

- Obrigado por me dar um filho maravilhoso e essa menininha que ainda irá nascer. - Desci os lábios até sua barriga, beijando-a

- Obrigado por me fazer o homem mais feliz desse mundo. - Deixei-a nua

- Você é meu tudo. Você é a minha vida. - Retirei minhas roupas

Já nu, envolvi meu corpo ao dela.

Nossos corpos já pareciam estar em chamas, somente por sentir o calor do corpo um do outro.

Com delicadeza, me abriguei dentro dela.

- Te amo, Rin. Não me arrependo de nada, bom... Só me arrependo de dizer que queria estar morto, para nunca mais voltar pros seus braços. Só me arrependo disso. E do resto... - Beijei seu pescoço e entrelacei minha única mão com a sua

- E do resto não me arrependo.

Fazíamos amor delicadamente. Era um amor puro, verdadeiro e cheio de paixão.

- Eu sou fogo... E você? É paixão.

Rin on

Sesshoumaru e eu fizemos amor, bem delicado e bem sensual. Eu estava feliz novamente.

Meses se passaram e a nossa pequena nasceu. Ela também é uma combinação perfeita entre o Sesshoumaru e eu. Lhe demos o nome de Shynari e ela tem olhos castanhos e cabelo prata.

Shynomaru vive babando pela irmã, afinal ele sempre quis uma. Falando no Shy, ele arrumou uma namorada e eu sou uma mãe ciumenta. Sesshoumaru me diz pra pegar leve, mas aposto que quando chegar a vez da Shynari, ele vai ser pior que eu. Todo mundo sabe como o Sesshoumaru é ciumento, possessivo e violento. Já to com pena do pobre garoto que namorar a minha filha. Ele vai sofrer muito nas mãos do meu marido.

Sesshoumaru conseguiu a prótese do braço e nós nem sentimos a diferença. Ter o Sesshoumaru vivo e ao meu lado já está de bom tamanho.

Nós dois na cama somos fogo. Só falta incendiarmos o quarto. Eu não me canso do Sesshoumaru e nem ele de mim. Amamos estar nos braços um do outro e isso nos torna pessoas felizes.

Estar com o Sesshoumaru, fazer amor com ele, me faz sentir como se fosse a pessoa mais feliz desse mundo. E quer saber? Eu acho que sou mesmo.

De melhores amigos, para amantes incontroláveis. Essa foi a evolução da minha relação com o Sesshoumaru.

Sempre o amei e o amarei para sempre.

Hoje sei que o fogo e a paixão formam uma ótima combinação. E na cama, então, tudo incendeia.

Sesshoumaru é fogo E eu? Sou paixão.

 

Fim!

Os nomes Shynomaru e Shynari pertencem a autora Siljin. Ela permite que a autora KarinaSesshy os use quando quiser. Qualquer pessoa que os usar sem autorização, será denunciada por PLÁGIO!


Notas Finais


Quem sacou a referência ao anime, levanta a mão o/
@Siljin e eu esperamos esperamos que tenham gostado. Obrigada pela presença de todos e nos vemos por ai.
Beijos pra todos vocês <3


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