História Eu sou fogo e você é paixão. - Capítulo 7


Escrita por: ~ e ~KarinaSesshy

Postado
Categorias Inuyasha
Personagens Personagens Originais, Rin, Sesshoumaru
Tags Rin-submissa, Sesshoumaru-dominador
Exibições 306
Palavras 3.310
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Famí­lia, Hentai, Romance e Novela, Universo Alternativo, Yuri
Avisos: Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Boa noite e boa leitura e todos! =3

Capítulo 7 - Capítulo Sete


Fanfic / Fanfiction Eu sou fogo e você é paixão. - Capítulo 7 - Capítulo Sete

Rin on

Bem feito pro Sesshoumaru! Me deixou no desejo e agora também vai ficar.

Tive uma ideia maluca e resolvi fazer. O retirei de dentro de mim e me ajeitei melhor em cima dele.

Fiquei de cara pro membro do Sesshoumaru, enquanto ele ficava com a cara na minha intimidade.

Passei a chupá-lo e ele fez o mesmo comigo, enquanto permanecia amarrado.

Nossa!! Isso é bom! Muito, muito, muito bom.

Sesshoumaru on

Fazíamos um 69 delicioso. Só estava um pouco torturante pra mim, pois não podia tocá-la.

Lambia e chupava sua boceta e seu ânus, que estavam me levando a um abismo intenso do prazer.

Rin chupava meu pau, chupava minhas bolas e eu gemia abafado.

Puxei as amarras com toda a minha força e, por fim, quebrei a grade da cama. Machucou um pouco, mas consegui.

Peguei Rin e fiquei por cima dela.

- Você me paga, sua devassa. – Penetrei-a com fervor

Rin on

- Aah Sesshy! - Circulei meus braços em seu pescoço - Eu sou devassa, mas sou só sua. Me ame como só você faz, amor.

Sesshoumaru on

- Era isso que eu queria te dizer...

Parei o que fazia e a olhei no fundo dos olhos.

Corei.

Não acredito! Eu, Sesshoumaru Taisho, corado? Sim! Estou.

- Eu... Te... Amo! - Disse ofegante

- Te amo Rin! Te amo muito!!!!

Rin on

Acho que vou chorar.

Sesshoumaru me ama?

- Espera, você me ama mesmo? - Ele concordou - Mas como amigos ou homem e mulher?

Eu ainda não estava acreditando que ele se declarou. Parecia até um sonho. Preciso ter certeza do tipo de amor que ele sente por mim, pois eu também quero admitir os meus sentimentos.

Sesshoumaru on

Limpei suas lágrimas.

Rin chorava descontroladamente, ainda esperando por minha resposta.

Minhas mãos ficaram trêmulas.

- Te amo. - Suspirei

- Te amo como melhor amigo... - Ela começou a chorar mais ainda e baixou a cabeça

- Mas também te amo... - Peguei em seu queixo e aproximei meus lábios, roçando-os nos dela

- Como um homem ama uma mulher. - Disse convicto das minhas palavras

- Te amo muito e acho que fui um bobo, por demorar a perceber isso. Na verdade acho que sempre te amei, só não estava conseguindo distinguir esse amor. Estava confuso. - Dei um selinho nela

- Te amo com todas as minhas forças, Rin. Eu sei o quão orgulhoso fui pra dizer isso... Você sabe que sou teimoso. - Ela riu, ainda chorando

- Te amo meu amor. Eu, Sesshoumaru Taisho, te amo!!!

Rin on

Não preciso falar que chorei bastante né? Pois eu não conseguia parar de chorar e por consequência eu também não conseguia falar nada.

Depois que me acalmei, respirei fundo e olhei nos olhos do Sesshoumaru.

- Sesshy, eu também te amo. Eu também acho que sempre te amei, mas nós éramos melhores amigos, então pensei que fosse amor de amigo. Eu só fui descobrir que era muito mais do que isso, quando nos casamos e me entreguei pra você. Naquele momento, eu tive certeza absoluta de que você é o amor da minha vida.

- Eu te amo, Sesshoumaru Taisho. Te amo com todas as minhas forças e sou capaz de tudo por você.

Sesshoumaru on

- Fico tão feliz em saber disso. - Roçava meus lábios nos seus, com carinho

Passamos então a fazer amor com delicadeza.

Não ousei em usar brutalidade, insanidade ou maldade. Só era carinho, cheio de amor. Um amor puro e verdadeiro.

Me senti até mais leve, quando disse a verdade pra ela. Amava-a com fogo, mas um fogo cheio de paixão.

- Te amo. - Sussurrei, antes de tomar sua boca em um beijo molhado

Aos poucos fomos concretizando aquele ato de amor, com delicadeza.

- Ah! Te amo muito. - Gozei quando senti seu gozo

Rin on

Sesshoumaru e eu fizemos amor com tanta delicadeza... Eu me senti no paraíso. Fui aos céus e voltei. Eu sempre vou, mas agora foi especial, pois tínhamos admitido nossos sentimentos.

- Eu também te amo, Sesshy!

Nossas respirações voltaram ao normal e ele deitou ao meu lado, me puxando pros seus braços.

- Sesshy, eu não quero que o amanhã chegue. Não quero me separar de você.

Sesshoumaru on

- Eu também não quero, meu amor. - Passei a acariciar seus cabelos suados

- Vai ser tão difícil pra mim, ficar tanto tempo longe de você. - Apertei-a contra meu peito e funguei em seu pescoço

Ficamos em silêncio e, durante a noite toda, ouvi o choro baixo da Rin. Eu não consegui evitar as lágrimas e chorei junto; sem que ela percebesse, é claro.

Então pegamos no sono.

Dia seguinte

4 horas da manhã

Me levantei silenciosamente e fui tomar banho.

Depois de pronto, me sequei, vesti uma calça jeans e uma blusa social branca. Peguei uma mochila e coloquei somente meus pertences íntimos. Pasta, escova e algumas coisas; nada mais que isso.

Meu pai disse que não precisaria de outras coisas e nem poderia levar o celular.

Que ódio!

Depois de pronto, me virei e vi Rin sentada na cama, chorando.

Me olhava com os olhos cheios de água e eu senti remorso por isso.

- Vou voltar meu amor. Será só um treino... Por enquanto.

Me aproximei dela e a abracei forte.

- Rin, não esqueça que te amo. Sou seu melhor amigo, mas também sou o seu homem. Somente seu.

Ouvimos uma buzina do lado fora.

- Meu pai chegou, Rin. - Me coração disparou

Rin on

Aos prantos, eu me vesti rapidamente e acompanhei o Sesshoumaru até a porta.

Vi o senhor Taisho o esperando dentro do carro e olhei pro Sesshoumaru novamente.

- Sesshy, eu te amo. Te amo muito. Você promete que vai voltar pra mim? Promete que sempre vai voltar?

Sesshoumaru on

- Prometo amor. - Rocei meus lábios uma última vez nos delas e a beijei como nunca a beijei antes

- Eu te amo, Rin. Eu vou voltar. Como eu disse, é só um treino; não vou para o campo de batalha agora.

Abracei-a fortemente.

- Vamos Sesshoumaru! Não podemos nos atrasar. - Meu pai gritou

Me soltei da Rin e selei nossos lábios novamente.

- Te amo meu anjo.

Com lentidão, soltei sua mão e rapidamente entrei no carro.

Só deu tempo de vê-la de joelhos no chão, pois meu pai cantou pneu e seguimos viagem.

- Não vai me dizer que está chorando? - Meu pai perguntou grosso

- Não. - Limpei as lágrimas

Ficamos em silêncio o caminho todo e eu abaixei a cabeça. Fechei os olhos e passei a me lembrar dela. Do seu corpo, beijos, pele, gemidos e das suas palavras...

Eu te amo.

Rin on

A dor é forte demais. Meu coração está esmigalhado e não consigo parar de chorar.

Cai de joelhos no chão e, enquanto via o carro se afastar, acabei gritando de dor.

Fiquei alguns minutos chorando sozinha, ainda no mesmo lugar, até que senti uma mão no meu ombro.

Olhei pro lado e vi a Kaede. Por impulso, eu a abracei e chorei mais ainda.

Kaede: Calma querida! - Ela começou a alisar meus cabelos - Ele vai voltar. Não será pra sempre.

Eu não conseguia falar nada, só chorava.

Eu sei que não é pra sempre, mas é tão difícil dizer adeus. E quando é a pessoa amada, dizer essa palavra é ainda pior.

Sesshoumaru mal foi embora e eu já sinto a falta dele.

Com muito custo, Kaede conseguiu me levantar, pois eu já não tinha mais forças. Aos poucos, nós subimos as escadas e ela me colocou deitada na minha cama.

Na nossa cama! Sesshoumaru a dividiu comigo durante um mês e agora vou dormir sozinha por mais de dois anos.

Kaede: Tente se acalmar, senhora.

Eu estava deitada, no lado onde Sesshoumaru dormia e abraçando o seu travesseiro, enquanto chorava.

Kaede: Vou fazer um chá para acalmá-la.

Eu nem percebi quando a Kaede saiu, só sei que ela apareceu com uma caneca de chá pra mim.

Acabei tomando aquele chá e aos poucos fui sentindo minhas pálpebras pesadas, até que dormi novamente.

No mundo dos sonhos, eu sonhava com o Sesshoumaru. Lá ele estava ao meu lado e não precisava me deixar.

Sesshoumaru on

Chegamos ao local as 18 horas da noite.

- Hoje vamos dormir no mesmo alojamento, mas amanhã tudo começará com rigidez.

Abriram os portões e meu pai logo estacionou o carro. Descemos e alguns homens o cumprimentaram, batendo continência.

- Descansar. - Meu pai disse

- O Dog Tag dele ficará pronto amanhã pela manhã, senhor. – Um dos soldados disse

- Ok.

Dog Tag, era a plaquinha de identificação que eu usaria. Aquilo seria como um RG pra mim, ali dentro, pois meu nome não seria Sesshoumaru Taisho e sim um número, ou uma sigla.

- Vamos Sesshoumaru.

Segui meu pai e entramos em um alojamento apertado.

Meu pai esticou dois colchonetes ao chão.

- Esteja de pé, amanhã às 3 horas. Ali é o banheiro. - Apontou para outro cubículo

- Amanhã passarei todas as informações pra você. Tem comida enlatada na geladeira. Acostume-se, esse é o tipo de comida que deveremos aprender a comer. Em uma guerra você pode passar dias comendo feijões ou, quem sabe, nada.

Engoli a seco.

Fiz o que meu pai disse. Tomei um banho, comi aquela gogoroba e depois me deitei.

- Boa sorte amanhã. - Ele apagou o lampião

Rin on

Depois de tomar aquele chá, eu só acordei de tarde.

Abri os olhos e, por um segundo, eu pensei que tudo o que aconteceu foi apenas um sonho.  Quando percebi que não foi, voltei a chorar.

Permaneci sozinha e chorando, por longos minutos, talvez até horas.

Ouvi batidas na porta, mas não respondi. Ouvi a porta abrindo, mas não olhei pra trás.

Kaede: Senhora? Está acordada?

Permaneci em silêncio, mas ela veio até mim e me viu acordada.

Kaede: Senhora, não fique assim. Vai acabar entrando em depressão, desse jeito.

Talvez eu entre, mesmo, em depressão. Por mim tanto faz. Eu só quero o Sesshoumaru comigo.

Kaede: Vou trazer algo pra senhora comer.

Ela saiu, voltando minutos depois com a minha comida. Eu não quis comer, mas ela me tratou como criança e me deu comida na boca. Quando terminei, ela saiu pra lavar o prato e voltou pra me dar banho.

Achei isso muito exagero e disse que poderia fazer isso sozinha. Ela concordou, mas disse que ficaria no quarto me esperando.

Suspirei e fui tomar banho.

Entrei no boxe do banheiro e voltei a chorar.

São tantas lembranças. Como vou viver assim?

Tomei um banho rápido e depois voltei pra cama.

Kaede: Estava chorando de novo? - Permaneci em silêncio - A senhora vai fazer voto de silêncio, agora?

Suspirei e me virei para encará-la.

Kaede: Durma mais um pouco, senhora.

- Não sei se consigo. - Disse com a voz baixa e com lágrimas nos olhos

Kaede: Vou buscar mais um pouco de chá.

Ela saiu rapidamente e voltou com o bendito chá.

- O que tem nesse chá?

Kaede: Camomila. É bom pros nervos.

Concordei e tomei. Não demorou muito e peguei no sono, onde sonhei com o Sesshoumaru.

Sesshoumaru on

Ela tocava meu corpo... Beijava minha boca... Colocava aquelas mãos no meu peito... Chupava meu pescoço... Sussurrava safadeza ao meu pé do meu ouvido... Suas pequenas mãos desciam até o meu membro e o acariciava... Usava até mesmo a boca nele e o chupava deliciosamente...

- Acorda Sesshoumaru! - Meu pai me acordou, me tirando daquele sonho erótico com a minha Rin

Abri os olhos com dificuldades e percebi que por de baixo do fino lençol, eu estava completamente duro.

- Vá tomar seu banho. O pão com café já está aqui. Seja rápido, tenho que está no batalhão ainda cedo.

Rapidamente me levantei e meu pai me jogou a toalha.

Ao chegar no banheiro, aquela água fria tocou minha pele, mas a ereção não estava me deixando.

- Que saudade de você... - Sussurrei e comecei a me tocar pensando nela

Depois do banho, com a toalha envolta da cintura, voltei para me vestir.

Corei ao ver uma mulher ali dentro.

- Essa é a 0036, Sesshoumaru. Veio lhe trazer suas coisas.

- Oi. - Falei frio

- Me parece que puxou ao pai. Como dizem: tal pai, tal filho.

Fiquei em silêncio.

- Aqui esta seu uniforme, Sesshoumaru, e seu Dog Tag. Depois de hoje, que você jurar a bandeira, não poderá mais se desfazer disso. 0036 vai cortar os seus cabelos. - Meu pai disse e fiquei boquiaberto

- Não pai, o senhor não falou sobre isso.

- É uma das regras. Seus cabelos só vão te atrapalhar. Por que acha que sempre corto os meus?

- Ok. - Disse suspirando

- Depois que seu treinamento estiver completo, você terá uma marcação no corpo. Todos nós temos. - Ele levantou a blusa e pude ver sua barriga com uma marca de escorpião

- Mas o senhor nunca me mostrou isso. - Falei estupefato

- Nunca ando sem camisa em casa. E não tem porque me mostrar pra ninguém, apenas pra sua mãe.

Corei.

Meu pai agora vai contar suas intimidades? Eca!

- 0036 e eu vamos esperar lá fora, enquanto se troca. Como disse, seja rápido. Tome o café, não esqueça.

Olhei pro pão, que já estava quase duro.

To vendo que vou sofrer mesmo aqui. Quero você Rin!  Vem amenizar essa desgraça de vida, por favor.

Concordei e eles saíram.

Rin on

No dia seguinte eu acordei e ele não estava ao meu lado.

Se eu pudesse, dormiria até a volta do Sesshoumaru. Quando sonho, eu sonho com ele. Sonho com seu toque, com os seus beijos, com os seus gemidos, com ele falando que me ama...

Inevitável, voltei a chorar.

Kaede: Senhora Rin? - Eu a ouvi batendo na porta - Está acordada?

Eu não respondi. Eu não conseguia mais falar e não quero.

Kaede abriu a porta e entrou. Me viu chorando e veio ao meu encontro.

Kaede: Senhora, precisa comer.

Neguei com a cabeça, pois eu não queria comer.

Kaede: Mas precisa. Eu vou lhe dar comida na boca, novamente.

E não é que ela fez isso?

Kaede desceu, pegou um prato de comida e começou a me dar na boca. Tentei fazê-la parar, mas foi em vão.

Sesshy, amor, volta pra mim. Já não sei viver sem você.

Sesshoumaru on

Já estava vestido, enquanto tomava café.

Minha vestimenta era uma bota preta, calça do exército, um short leve da mesma cor, por baixo da calça, uma blusa regata branca e o Dog Tag no pescoço.

Depois que acabei, sai e a tal 0036 me apontou a cadeira, enquanto segurava a maquininha. Me sentei e ela começou a cortar meus cabelos com a tesoura, só via as mecha grandes cair ao chão. Ouvi a maquininha e ela começou a cortar meu cabelo como o do meu pai.

Estilo militar.  Raspado dos lados e um pouco aparado em cima.

- Pronto.

- Obrigado 0036. Vamos Sesshoumaru.

Ela bateu continência e eu segui meu pai.

Depois de 10 minutos andando, chegamos a uma base, onde alguns saldados, quase da minha idade, esperavam em uma fila bem feita.

Ao verem meu pai, eles fizeram uma formação ainda mais alinhada e bateram continência.

- Descansar. - Disse meu pai - Esse é o meu filho, Sesshoumaru Taisho.

Ao contrário da escola, que sempre havia fofocas de um aluno novo, quando chegava na sala, aqui não teve. Estavam todos em silêncio.

- Ele fará parte dessa turma. Sesshoumaru, a partir de hoje, aqui neste batalhão, eu não sou seu pai; serei senhor general pra você. Seu nome não será Sesshoumaru Taisho, será 0016. Pode seguir para a fila 6.

Segui e fiquei por último.

- Cada fileira, tem o seu capitão. Dependendo de suas habilidades, você pode virar um capitão de uma delas. Só estou repassando porque você é o único novato.

Ninguém olhava pra mim, somente pra frente, ou seja pro meu pai.

- 0016, hoje começa o seu treinamento para sobreviver em uma guerra. Tenho uma pequena regra pra você. - Meu pai disse sério

- Toda vez que você me chamar de “pai”, você pagará 100 flexões. Como eu já disse, aqui dentro, ou em uma guerra, serei seu general. Estamos entendidos?

- Sim senhor General.

- Pra começar, hoje, os veteranos irão fazer os exercícios de sempre e você terá um instrutor; para que comece a te passar os exercícios do começo. Depois, até o fim dessa tarde, eu mesmo farei um teste com você. Se passar, passará a treinar normalmente com os outros e em seguida virá o juramento a bandeira. 0025, se apresente.

- 0025 se apresentando senhor.

- Você será o instrutor do 0016.

- Sim senhor.

- Mostre a ele todo o alojamento e onde ele vai ficar. Mostre todos os equipamentos e todo o campo de treinamento.

- Sim senhor.

- 0016 pode se retirar e acompanhar o 0025. O resto vem comigo. Vamos dar 100 voltas em volta do campo.

- Sim senhor. - Todos gritaram

Rin on

Eu só fiquei deitada, abraçando o travesseiro do Sesshoumaru. Eu já não tinha mais lágrimas pra chorar, então só fiquei olhando pro nada, enquanto me lembrava das nossas noites juntos.

Kaede veio me chamar pro almoço, mas não fui e ela não veio me trazer a comida. Fiquei até feliz com isso. Desse jeito não sou obrigada a engolir a comida.

Sesshoumaru on

17 horas

O tal 0025 passou o dia me mostrando as coisas. Me mostrou onde eu iria dormir, me entregou mais 5 fardas, 3 botas e uma bolsa, para que usássemos os utensílios que iríamos precisar em uma guerra. Depois disso, me mostrou o campo de treinamento e me fez fazer vários exercícios.

Me explicou, também, que temos que acordar as 3 da manhã, tomar banho, seguir para o outro alojamento, onde tomaremos café e em seguida para o campo de treino, onde meu pai estava mais cedo.

Agora estou seguindo o 0025, pois meu pai irá testar minhas habilidades. Coisa que ele já sabe.  Não sei pra quê repetir de novo.

- Permissão pra falar senhor.  - 0025 bateu continência, falando pro meu pai

- Concedido.

- Já mostrei tudo para o 0016, entreguei as coisas deles, passei os horários e passei o treinamento que me pediu.

- Pode se retirar. Volte pro alojamento e avise a todos para que tomem banho e depois jantar.

- Sim senhor. - Ele deu meia volta e saiu

- 0016, eu e mais alguns patentes iremos te avaliar. Cada uma de nós terá um cronômetro em mãos, e cada um irá observá-lo em um campo diferente.

Vi o pai da Rin, mas não nos cumprimentos, pois ele estava mais sério que o normal.

- Esse o marechal, meu superior. Ele manda em todo o esquadrão. 0123. - Bati continência pra ele

- Esse. - Apontou para o pai da Rin - É o tenente 0098.

Meu pai foi me apresentando todos e depois chegou a hora da minha condição física no campo. Cada um ficou posto em um lugar diferente e minha avaliação logo começou.

No final, estava todo suado, com a camisa encharcada e suja.

Quando digo “encharcada” é que ela estava completamente transparente por causa do suor.

- Ele é bem habilidoso. Não estou dizendo isso por ser seu filho, mas ele passou em todos os testes, com as melhores cronometragens. - O marechal disse

Vi meu pai abrir um pequeno sorriso, coisa que ele nunca fazia pra mim.

Então ele está orgulhoso.

- Acredito que ele terá tantas insígnias quanto você, general. - O pai da Rin disse

- Bom, 0016, vamos fazer o juramento a bandeira. - Meu pai disse


Notas Finais


Esperamos que tenham gostado. Obrigada pela presença de todos e até o próximo *Sem previsão*


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