História Eu sou você, e você é eu? AN?! - Capítulo 2


Escrita por: ~

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Categorias Amor Doce
Personagens Personagens Originais
Tags Amor Doce, Amor Doce Castiel, Cassy, Castiel, Ruivo, Tomate, Troca De Corpo
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Palavras 2.356
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Comédia, Escolar, Fantasia, Ficção, Hentai, Luta, Magia, Mistério, Musical (Songfic), Romance e Novela, Violência, Yaoi, Yuri
Avisos: Álcool, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Spoilers, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Boa leitura!!

Capítulo 2 - Se não pode com a macumba, aprenda a viver ela.



Eu desci aquelas escadas vendo que realmente eu estava na casa do Castiel.

Quase tropecei em meu próprio pé, sério, o Castiel é muito alto.

Abri a porta dando de cara com Ele/Eu com uma expressão de raiva e surpresa. Agora eu percebi o quão baixinha eu era.

- O que significa isso?! - Ele gritou.

- Você acha que eu sei?!

- Isso é muito estranho! Eu não quero ficar no seu corpo, sua nanica! Eu nem consigo ver meus pés direito!

Tá pedindo pra morrer 

- Você acha que eu estou feliz?! Como é que eu vou dar uns pegas nos gatinhos da minha escola com seu corpo?! - gritei alterada

Eu sou você, e você é eu?

- AN?! - gritei confusa. - Olha Castiel, eu sabia que você tinha inveja do meu corpo, mais  não achei que chegasse a esse ponto!

- Como é?! Você joga macumba e a culpa é minha?! Olha isso?! Cadê meus músculos?! - ele começou a mecher os meus/seus braços a procura de um músculo. Qual é, não sou tão magra assim! - O que vamos fazer agora..?! - perguntou nervoso.

- Tive uma ideia!! Vamos pra minha casa!

(....)

- Macumba Saravá!.... Kamehameha!.... SHAZAAAAM! - falei fazendo uns gestos com os braços.

- Sério que você tá fazendo isso mesmo? - Castiel me olhava com uma cara de tédio apoiando o cotovelo no joelho já que estávamos de perna de índio.

- Quem sabe não funciona? - perguntei o olhando.

- Estamos aqui a mais de meia hora,  já tou vendo essa casa pegar fogo,ainda tou tentando entender por que você colocou velas ao redor da gente! - bufou.

- Tem uma ideia melhor?! - cruzei os braços. Macumbeiros usam velas não é?

Ela sorriu. - Tenho. Feche os olhos. - pediu, eu bufei e logo fechei os olhos. - Macumba, macubinha. Macumba, macumbão, reverta o feitiço e devolva meu corpão!

Eu abri meus olhos o encarando sem saber se ria ou ligava pro manicômio.

O idiota ainda estava de olho fechado.

- Será que funcionou? - ele abriu os olhos e logo me viu o encarando com uma cara de tacho. - AFF MANO! - levantou com raiva.

- Essa era sua ideia? HAHAHHA - levantei rindo que nem uma hiena, hiena rouca por que a voz do Castiel é grossa demais.

- Tinha mais chances de funcionar do quê a sua! - bufou apagando as velas e abrindo a janela.

Suspirei sentando em um lugar qualquer.

- Quê que a gente vai fazer agora? - choraminguei.

- Chorar não vai adiantar, idiota. - bufou se sentando também. - O jeito é esperar e ver no que dá...

- Esperar? - ri. - ESPERAR?! Garoto, eu não posso. Não quero e não vou ficar nesse seu corpo ridículo, eu quero meu corpo, MEU CORPO!

Ele se levantou rapidamente me prendendo na parede, mesmo meu corpo ser menos que o dele.

- Escuta aqui, ôh dramática. Entrar em desespero, e lamentar não irá ajudar em nada. Então trata de se acalmar. - eu abaixei o olha irritada, esse trouxa tava certo. - Enquanto estivermos assim, o melhor a fazer é saber agir como se nada tivesse acontecido, fingindo que eu sou você, e você é eu.

Suspirei o empurrando pra eu não ficar mais contra a parede.

- Tudo bem, o que você faz no seu dia a dia? - perguntei desinteressada.

- Depois da escola, eu sempre vou aos ensaios da gravadora.

- Você tem ensaios em uma gravadora? - agora eu fiquei surpresa.

- Lógico, né. - sorriu de lado. - Acha que a guitarra do serve de enfeite?

- Grosso! - bufei.

- Nos dois sentidos. - sorriu malicioso e eu revirei os olhos.

- Pera... - pensei. - Ôh demência, eu não sei tocar guitarra não.

- Ôh demência, eu vou te ensinar. - falou saindo correndo de casa.

- VAI AONDE?! - gritei.

- PEGAR A GUITARRA! - gritou lá de fora.

Por que eu tou sentindo que ele não é um bom professor?

(....)

- CARALHO, MANO. JÁ FALEI QUE O DEDO MINDINHO FICA AQUI! - pós meu dedo na corda.

- NÃO GRITA COMIGO, PRAGA! É mais difícil do que parece. - bufei.

- Não tem nada de difícil nisso. - suspirou. - Coloque o dedo aqui no Dó e depois pula pro Sol pra inicia o acorde da música. - falou segurando meus dedos e fazendo os movimentos falado por ele.

- Assim? - fiz o que ele pediu.

- Isso! - sorriu.

- Castiel..? - chamei.

- Fala.

- Por que em vez de pular do Dó pro Sol, não passa direto pelo Ré, mi, Fá. E só depois toca no Sol? - falei fazendo os movimentos na guitarra fazendo um som mais produtivo do que o começo do solo.

Ele me olhou surpreso, mais logo sua expressão séria voltou, mais com um sorriso de lado.

- Tem razão, até que não ficou ruim.

- OPA, OPA, OOOPA!! - gritei o assustando. - Hoje no jornal da tarde, apresentamos que Castiel Collins admite que a sua vizinha gostosa tem mais razão que ele, minha gente! - gritei com humor fingindo ser uma jornalista.

- Também lhe informamos que essa garota foi encontrada morta após encher o saco do delicioso Castiel Collins! - ele falou no mesmo tom me fazendo fazer birra.

- Não sabe brincar não brinca, nojento! - falei e ele riu.

- E você?

- Eu o que? - levantei uma sobrancelha.

- Quê que você faz depois da escola, trouxa. - explicou.

Mordi o lábio inferior nervosa. - Eu.. eudançobalé.. - falei rápido.

- Oi?

- Eu disse que... Danço balé.

- Ah não... - ele se levantou. - NEM A PAU QUE EU IREI DANÇAR BALÉ, BEATRIZ!

- Do mesmo jeito que eu não toco guitarra e irei tocar, você não dança balé e irá dançar! - levantei o encarando brava.

Ja íamos começar a discutir pela quinta vez hoje, ate a porta de casa ser aberta por minha mãe.

- Castiel? O que faz aqui? - perguntou

Fiquei queta esperando Castiel responder, só me toquei que EU era o Castiel quando o mesmo me deu uma cotovelada.

- A-Ah.. Oi dona Bianca. Só vim falar com sua filha. - falei suando frio.

- Sua voz mudou...- merda. - Não era mais grossa?

HUEHAHUEA.

- Ain, sabe. É que eu tou realmente pensando em ser gay. - Vi Castiel arregalar os olhos me olhando. -  Aí eu tou treinando a voz, sabe como é que é né. Gay de voz grossa não dá certo. 

Reprimir uma risada ao ver o olhar mortal do Castiel sobre mim.

- Ah.. - riu um pouco. - Está indo bem, sua voz está mais fina. - sorri agradecendo. - E você filha? Por que não foi pra escola hoje?

- É que não teve aula, mamis. - Desde quando eu falo mamis?

- Ué, já a sua voz está mais Grossa... - drogaaaa 

- Ah... Sabe o que é. - Castiel se virou para mim com um sorriso cínico. - Quando não cabe na boca, e vai até a garganta nois fica rouca mesmo..

O QUE?!

Filho de uma rapariga!!!

Como ele fala uma coisa assim!?

- O que quis dizer com isso? - minha mãe franziu o senho. Agradeço a Deus pela sua burrice.

- Ele... Que dizer, ela, não quis dizer nada. - sorri amarelo. - Bom Dona Bianca, sua filha me prometeu ajudar com meus estudos. Ate mais! - puxei o Castiel pelo braço até a sua casa. - TA MALUKO?! Fala uma coisa dessas pra minha mãe?! Sorte sua que ela não entendeu. - Gritei assim que entramos e fechamos a porta.

- Você que começou, idiota. - bufou indo ate a cozinha. - Que história é essa de gay?

- Ué, só um fato verdadeiro. - sorri cínica.

- vou te mostrar o gay. - de aproximou com um sorriso malicioso. Meu sorriso cínico aumentou.

- Vai fazer o que? Me mostrar esses seios fartos que você possui no corpo? - vi ele ficar confuso. - Esqueceu que você está no corpo de uma mulher?

Ele pensou um pouco e logo seu sorriso malicioso voltou.

- Bom, que pena. Vou tomar banho. - ele começou a subir as escadas.

- Ok.. - dei de ombros.

Só aí, eu raciocinei.

Ele tá com meu corpo.

Vai ME ver pelada!

Puta merda!

Subi correndo aquelas escadas, entendi seu sorriso malicioso.

- CASTIEEEL! - bati na porta do banheiro. - NEM SE ATREVA A TIRAR A ROUPA! - gritei ouvindo sua risada.

- Já tirei...

- SEU CANALHA!

- Que seios bonitos você... Quer dizer, EU possuo, né dona Beatriz?

- NEM TOQUE!

- e como são durinhos... 

AAAAH! Que constrangedor!

- QUANDO VOCÊ SAÍ DAÍ, EU TE MATO

- A parte de trás também não é nada mal...

AAAAAAH! Que odio!!

Depois de meia hora, exatamente MEIA HORA aquela praga saiu somente com uma blusa dele.

Eu que estava encostada a porta a frente, desencostei indo até o mesmo.

- Você. Ta. Morto. - falei pausadamente.

- Vem cá, como eu não reparei antes que você está uma gostosona? - sorriu malicioso.

Eu voei nele, esquecendo que eu era maior e isso fez nois dois caí.

- Você me paga! - puxei o cabelo dele, quer dizer. Meu cabelo a foda se vocês entenderam!

- Não toca no meu cabelo! - tentou puxar minha mão. - Não vale, você tem minha força! - eu consegui perder ele no chão por causa da força que o corpo do Castiel possui. - INJUSTO!

- JUSTIÇA! - ri.

O som da campainha nos despertou de nossa "briga".

- Caaaassy, meu gato! - ouvimos uma voz ridiculamente fina.

- Droga, eu esqueci que ela vinha aqui... - ouvi Castiel murmura.

Nos olhamos e eu dei um sorriso cínico e malvado.

- Olha... Parece que temos visita.- levantei o soltando e indo ate a escada.

- Beatriz, ei, Bea! - me puxou. - Sério, eu tenho uma grande reputação com as garotas, por tudo que você mais ama não faça merda. - implorou fazendo meu sorriso crescer.

- Eu irei te mostra como se trata uma mulher, agora se esconda.- desci as escadas sem deixar ele falar.

Abri a porta dando de cara com uma loira com o decote gigante e uma box, por que aquilo com certeza não era um short de tão curto.

- Ain, gato. Demorou. - se jogou no meu pescoço, por impulso eu a empurrei. - Aí, por que fez isso?

- P-Por que... - pensa! - Achei que você gostasse mais dos agressivos. - tentei, só tentei fazer o típico sorriso malicioso do Castiel.

- E tem razão... Eu gosto. - Então, sabe o barulho que a galinha faz quando tá botando um ovo? É igualzinho essa loira fazendo voz sexy. - Não vai me chamar pra entrar?

- Você ja tá dentro. - bufei.

- Hoje você tá estranho... Deixa eu te relaxar... - começou a me empurra até a escada.

Eu rapidamente subi as escadas a deixando pra trás, novamente o impulso fala alto. Eu quero dar uma lição no tomate, mais eu não vou beijar uma mulher, ou transar com uma. Sem preconceitos pra vocês que são <3.

- Castiel, por que está fugindo de mim? - choramingou. Hmpf, tão puta.

- Ué... Brincando é mais excitante. - falei a primeira coisa que veio na cabeça.

- Ok... Vou entrar no seu jogo. - Essa garota é nóia de acreditar no que eu falo. Ouvi o barulho do seu salto subindo as escadas. Porra, corre. Não quero ser descabaçada por uma vadia.

Corri até o quarto do Castiel, e minha vontade foi de ri quando eu vi o esconderijo dela.

Debaixo da cama ;

O BRIZADO TÁ DEBAIXO DA CAMA!!

Tinha o banheiro, o quarda-roupa, mais não! DEBAIXO DA CAMA!

Ele também me viu e ficou me encarando.

Fui tirado dos meus pensamentos ao ser agarrada por trás pela loira siliconada.

- Achei você Cassy..

Eu olhei pra ela, depois pra cama de mola do Castiel, olhei o trouxa debaixo da cama.

HEUAHUE

Tomei coragem de pegar a rapariga no colo e logo a joguei na cama de mola fazendo ela afundar e bater no tomate.

Ele me olhou mortalmente reprimindo um urro de dor, e eu reprimia uma risada.

- Aiin, Cassy.. adoro quando você me joga assim.. - Já tinha me esquecido dessa bruaca . - você vai tirar sua roupa, ou quer que eu vá aí? - Castiel abriu um sorriso desafiador e levantou uma sobrancelha. Provavelmente pensando como eu irei me livrar dela.

Exatamente.

COMO EU IREI ME LIVRAR DESSA GALINHA?

Será que se eu taca milho ela vai atrás?

- Érr.. bom, espere aí. Eu tenho... Tenho uma surpresa pra você. - pisquei soando frio e corri para o banheiro trancando a porta.

como é que eu faço?

- caaasy... Vem logo. - aaah que voz chata. Botei somente a cabeça pra fora da porta vendo a Loira já pelada e de quatro na cama. Pra você ter uma noção, ela tem uma tatuagem na bunda  dizendo " todos a bordo ".

- Érr.. então, tem como nois deixar pra fazer isso outro dia? - sorri amarelo vendo ela se assustar.


- Ah, não. Não me diga que você broxou?!


- Não, é que… Pera, Quê?! - perguntei confusa


- Não acredito que você broxou comigo!! - começou a se vestir.


Vi Castiel ranger os dentes me olhando.


Isso!


- Pois é, né? Foi mal. Eu sou um brocha. - fingir está decepcionada.


- Eu já imaginava. - empinou o nariz. - Até nunca mais, Castiel. - saiu do quarto.


Castiel saiu debaixo da cama me encarando. Agora ele me mata HHEHAUE. Peguei o travesseiro como proteção.


- acho que devo te agradecer… - OI?! - Aquela garota era um porre.


- Tá falando sério? - levantei uma sobrancelha abaixando o travesseiro desconfiada.


- Claro. - me senti com raiva pois queria ver ele com raiva, mais senti aliviada por ele não quer me matar e.. - Mais se ela espalhar que “ eu brochei “... Aí, tu ta fudida na minha mão. - Ok, retiro o que eu disse. - Eu tô indo, sua mãe deve tá preocupada.


- Você vai dormir lá na minha casa?


- Não, agora ela é MINHA casa. - sorriu.


- Hmpf. - bufei. - Não mexe na minhas coisas.


- Não garanto nada. - riu.


- CASTIEL! - suspirei tentando manter a calma. - Como vamos fazer com o meu balé amanhã?


-- Não se preocupe, eu improviso. - pisco saindo. - Tchau, boa noite!


Por que fiquei com medo desse “ improviso “ ? Acho que ele vai fazer merda, sei lá, só acho.


Hoje aconteceu muita coisa, tou exausta.


 Amanhã será um dia cheio, irei ver como é a rotina do meu  “ adorado “ vizinho gostoso…. QUÊ?



Notas Finais


Confesso que amei escrever esse capítulo! Kk

Beijos suas delícias


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