História Eu te amo Estrela. - Capítulo 20


Escrita por: ~

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Categorias Fifth Harmony
Personagens Ally Brooke, Camila Cabello, Dinah Jane Hansen, Lauren Jauregui, Normani Hamilton, Personagens Originais
Tags Camren, Lesbicas, Norminah, Romance
Exibições 1.491
Palavras 1.242
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, FemmeSlash, Orange, Romance e Novela, Shonen-Ai, Shoujo (Romântico), Shoujo-Ai
Avisos: Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 20 - Capítulo 19: Recuperação.


Miami, Flórida. — Segunda. — 23:00hrs.

Clara Pov.

"Doutora Aria comparecer a emergência urgentemente."

"Doutor Gabriel comparecer a sala de emergência urgente."

O hospital central é um dos mais agitados da cidade de Miami. Trabalho a sete anos aqui, foram tantos plantões, tantos casos, óbitos e notícias ruins para dar.

— Noite difícil. — Falou Margot entrando na sala.

— Parece que é a noite mais agitada do ano. — Falou Rafael.

— Hoje pela madrugada uma menina morreu, seu nome era Vivian. Ela era tão linda. — Falou Margot tristemente.

— O número de jovens mortos estão crescendo tanto. — Falou Rafael.

— Muitos casos Clara?

Eu que apenas observava a conversa olhei para Margot.

— No momento que só estou cuidando da minha neta. — Falei.

— Você tem uma neta? — Perguntou Rafael.

— Sim. Eu não tive muito contato com ela e quando a encontrei foi quando ela se tornou minha paciente. — Falei bebendo café.

— É aquela garotinha que está na UTI? — Perguntou Margot.

— Sim é. Eu não posso perdê-la. Minha filha não merece passar por isso. — Falei desesperada.

"Doutora Clara Jauregui, comparecer a UTI."

Quando escutei meu nome levantei e andei apressadamente até a UTI. O leito de Estrela era uns dos primeiros e eu olhei pelo vidro vendo que estava tudo como antes.

— Dra. Clara.

Escutei meu nome e virei para trás vendo João.

— Me chamara aqui. — Falei.

— Me acompanhe. — Falou.

Antramos na sua sala e eu sentei de frente para ele.

— Por que eu estou aqui? — Falei olhando para meu parceiro de trabalho e também meu amigo.

— Clara prometi te dar toda a assistência no caso de sua neta. Tenhos uma luz no fim do túnel. — Falou João sorrindo.

— Como assim?

— O hospital recebeu uma vítima fatal e por benção de Deus ela era doadora de órgãos. Fiz vários testes e hoje saiu a confirmação. Sua medula é compatível com Estrela.

Meu levantei da cadeira e comecei a andar enquanto sorria.

— Isso é sério? — Perguntei sem acreditar.

— Sim é. Precisamos da autorização da mãe para encaminhar a paciente para o centro cirúrgico.

Eu sorri e saí da sala se João correndo.

Quando entrei na sala de espera meu coração doeu. Lauren não parecia Lauren. Olhos fundos e com olheiras, rosto mais fino, havia perdido peso e tinha uma cara exausta.
Fiquei de frente para ela e sua acompanhante que eu não conhecia ainda.

— Vocês podem me acompanhar até minha sala? — Perguntei.

— Sim. — Falou a morena que também parecia exausta.

Caminhei e elas me seguiram em silêncio. Quando entrei em minha sala sentei e esperei elas se acomodarem.

— Aconteceu algo? — Perguntou Lauren preocupada.

— Sim, mas não algo ruim. — Falei. — Conseguimos uma medula compatível com Estrela.

Fui direta. Elas não mereciam mais enrolação, estavam cansadas demais.

— Você está falando sério? — Perguntei a garota.

— Sim, só precisamos da autorização dos responsáveis legais. — Falei.

Lauren parecia não acreditar ainda e eu sorri, era bom dar uma notícia boa para a minha filha depois de tudo o que eu fiz.

— Ela vai ficar boa? — Perguntou Lauren.

— A chances aumentaram em 80% — Falei.

Comecei a explicar para elas todo o processo e os pontos positivos e os negativos. Expliquei detalhadamente sobre a cirurgia e o processo de recuperação. Depois de algumas horas Estrela estava pronta para a cirurgia.

Lauren Pov.

Eu e Camila estávamos sentadas de mãos dadas. A notícia que recebemos mais cedo nos resgatou de um precipício que passamos dias caíndo.
Depois da conversa com minha mãe ainda tivemos outra conversa mas dessa vez três horas depois e com toda a equipe que iria cuidar de Estrela. A cirurgia não aconteceria no mesmo dia, eles ainda teriam que preparar Estrela.

— Você quer ir? — Perguntei olhando para Camila.

Apenas um responsável podería acompanhar a cirurgia.

— Não sou muito boa com essas coisas. — Falou.

— Tudo bem se eu for então? — Perguntei.

— Claro que sim. — Falou deitando a cabeça no meu ombro.

— Isso está perto de acabar? — Perguntei beijando seus cabelos.

— Acho que sim. — Falou Camila sorrindo.

— Estou com saudades da minha pequena. É tão ruim esta tão perto e ao mesmo tempo tão longe dela. — Falei cansada.

— Vamos tê-la em casa logo. — Falou Camila.

— O que vamos fazer quando a gente sair daqui? — Perguntei pensando no futuro.

— Primeiramente vamos ao um cartório. — Falou Camila.

— Camila acho que ainda está muito cedo para me pedir em casamento. — Falei brincando.

Camila riu e me deu um tapa na coxa.

— Vamos mudar o sobrenome se Estrela sua boba. — Falou enquanto sorria.

— Há sim! Estrela Cabello Jauregui ou Estrela Jauregui Cabello? — Perguntei.

— Ela terá meu nome também? — Perguntou Camila levantando a cabeça para me olhar.

— Mas é claro. Esqueceu? Somos as mães de Estrela.

Camila sorriu e beijou meu rosto.

— Estrela Cabello Jauregui. — Falou sorrindo.

— Por que eu tenho que fazer o papel de pai? — Perguntei rindo.

— Você é o homem da relação. — Falou Camila rindo também.

— Quem decidiu isso?

— Você vai usar saias e laços no cabelo? — Perguntou Camila me olhando.

— Saias até que vai, mas laço? Nem morta. — Falei fazendo careta.

— Então eu decreto você o homem da relação. — Falou mostrando seu laço na parte de trás do cabelo.

— Então eu acho que é o homem que manda relação. — Falei.

— Nossa que machista, tá vendo? Por isso você é o homem. Mas para o seu governo quem manda é a mulher. — Falou.

Eu ía responder quando Ally entrou sorrindo ao lado de Troy.

O dia seguinte chegou e com ele a cirurgia de Estrela. Pelas explicações era algo simples, era como uma transfusão sanguínea. Vesti uma roupa de hospital e entrei no quarto, tinha bastante pessoas e minha mãe também estava lá. É claro que ela estava lá, ela era a médica de Estrela.

Começamos com uma oração e minhas mãos suavam, a tensão era grande.
Como o esperado a cirurgia durou 2 horas e ao final minha mãe me acompanhou para a troca de roupa.

— O que achou? — Perguntou.

— Como você consegue fazer isso várias vezes? — Perguntei tinhando o pijama e indo lavar minhas mãos e braços.

— O transplante de medula óssea é o procedimentos mais fácil. Você se assustaria com os mais complicados. — Falou indo se lavar também.

— Vou na sala se espera avisar o pessoal que a cirurgia foi um sucesso. — Falei sorrindo.

Minha mãe beijou minha cabeça eu saí da sala já vestida com a minha roupa.
Quando entrei na sala de espera sorri ao ver todos lá, era bom saber que tínhamos apóio.
Quando Camz me viu levantou.

— Como foi? — Perguntou preocupada.

— Um sucesso. Logo, logo nossa pequena estará recuperada. — Falei sorrindo.

Vi os olhos de Camila com lágrimas e corri para abraça-la. Naquele momento percebi que as coisas iriam ficar bem e eu teria Estrela e Camila ao meu lado. Mas eu também percebi outra coisa, eu não sentia uma simples paixão por Camila.

— Eu te amo. — Sussurrei em seu ouvido.



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