História Eu Te Amodeio - Capítulo 22


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Categorias Carrossel
Tags Carmiel, Carrossel, Ciriquina, Daléria, Jorgerida, Kobi, Laudriano, Marilina, Paulicia
Visualizações 483
Palavras 1.140
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 10 ANOS
Gêneros: Aventura, Colegial, Romance e Novela
Avisos: Linguagem Imprópria
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Gente do céu, eu jurava que tinha postado esse capítulo ontem, mas aí entrei na conta e vi "a dois dias", quase pirei.
Talvez tenha um capítulo ainda hoje para compensar, mas eu ainda vou escrever, então não sei se da tempo.
Ah, eu queria dizer que coloco títulos nada a ver nos capítulos para não dar spoiler, porque sinceramente, se eu to lendo uma fic e o capítulo vem com título "beijo Paulícia" eu rodo a baiana.
Bom, boa leitura <3

Capítulo 22 - Gostou?


Pov’s Katy

Acordei e vi que já não estava mais caída no tapete da minha sala, eu estava deitada na minha cama. Olhei para o lado e vi meu pai me fitando. Fechei a cara e me sentei na cama de cabeça baixa.

. – Sua mãe foi preparar um lanche para você, já deve estar vindo. – Ele quebrou o gelo e eu não respondi nada. – Está se sentindo bem? – Outra vez fiquei calada.

Minha mãe entrou pela porta com uma bandeja nas mãos. Ela ia colocar em cima da cama me dando a visão de um sanduíche, acho que de presunto e queijo, e um suco que acho que era de laranja, mas eu rejeitei:

. – Eu não estou a fim de comer.

. – Mas você precisa se alim... – Minha mãe tentou insistir.

. – Mas eu não quero! – Falei num tom mais alto, ainda com a cabeça baixa.

. – Tudo bem, então vou deixar aqui no seu criado-mudo para quando você quiser. – Ela falou colocando a bandeja no criado-mudo.

. – Quero ficar sozinha. – Falei sem levantar a cabeça.

. – Tudo bem. – Ela falou. – Mas tarde voltamos para ver como você está. – Continuou. – Vamos Inácio.

Meu pai se levantou, eles saíram do meu quarto e eles fecharam a porta, me deixando sozinha no meu quarto.

Me toquei que minha cabeça estava latejando de dor. Coloquei a mão do lado esquerdo e fechei os olhos como se aquilo fosse adiantar alguma coisa. Tirei o cobertor de cima das minhas pernas, levantei, fui até a minha penteadeira e peguei um comprimido da cartela que estava ali em cima, voltei para cama, sentei e peguei uma garrafinha de água que eu deixava no criado mudo. Coloquei o comprimido na boca, abri a garrafinha e bebi um pouco da água, engolindo o comprimido junto. (A: Para quem não sabe tomar um comprimido, está aí uma aula bem detalhada) (Katy: Cala boca, autora!) (A: Aff, ta.)

Peguei meu celular para olhar a hora, eram 05:30. Deitei na cama, puxei o cobertor para cima de mim e me distraí em meus pensamentos.

Eu não posso de jeito nenhum voltar para os Estados Unidos sem me vingar daquela garota sem noção que roubou o Paulo de mim! Tenho certeza que foi por causa daquela cadela que o Paulo terminou comigo! Mas isso não vai ficar assim, ah, mas não vai mesmo.

 

Duas horas depois...

Pov’s Narradora

Eram 05:30 da manhã e turma precisaria acordar mais cedo para não se atrasar para a escola.

“It is too late say sorry

Cause’m”

(A: Se estiver escrito errado podem falar, não falo o inglês nem básico, quanto mais fluente.)

O celular de Valéria despertou numa altura absurda e a turma, que acordou reclamando, já sabia que era o celular de Valéria, pois cada uma tinha uma música diferente.

. – Aff, Val, desliga o megafone, credo. – Bibi.

. – É, Valéria, desliga essa caixa de som. – Maria Joaquina.

. – Desliga logo essa porcaria, aff. -  Mário.

. – Calma, Mário. – Marcelina falou sentando na cama. – Temos que levantar, gente, precisamos nos arrumar mais cedo hoje, pois estamos em grupo e se usarmos o horário de rotina vamos acabar nos atrasando.

. – É, pessoal, é verdade, acordem logo. – Davi falou.

. – E a dona do celular que não se manifesta para desligar essa caralha, hein? – Foi a vez de Kokimoto levantar da cama.

Davi pegou o celular de Valéria que estava ao lado dela e desligou a música.

. – Amor, acorda. – Davi balançou Valéria, mas ela não acordava de jeito nenhum. – Val, acorda.

. – Deixa que eu acordo ela. – Maria Joaquina falou se levantando e indo em direção ao colchão que Valéria dormia em um sono profundo.

Se abaixou, passou a mão pelo cabelo solto de Valéria e:

. – Valéria, acorda! – Gritou.

. – Maria Joaquina! – Davi repreendeu.

. – QUEM MORREU?! – Valéria acordou assustada.

. – Meu sono de beleza morreu por causa desse seu carro de som sombrio. – Maria Joaquina respondeu e a turma riu.

. – Vamos, gente, acordem o resto dos mortos e levantem logo. – Davi falou para o pessoal. – Levanta, amorzinho. – Completou dando um selinho na amada.

. – Não tem outra alternativa mesmo, não é? – Valéria reclamou se levantando. – Eu tomo banho primeiro! – Falou correndo para o banheiro que tinha no quarto mesmo.

. – A não, Valéria, você demora muito, deveria ser a última. – Maria Joaquina reclamou.

. – Bem que você podia ir tomar banho com ela, daí matava dois coelhos com uma flechada só, né, Davi? – Kokimoto falou.

. – A única flechada que eu vou dar vai ser no meio da sua testa, Kokimoto! – Valéria gritou de dentro do banheiro.

 

Pov’s Paulo

Meu celular havia despertado tocando a música Serpente da Pitty, minha crush. Não demorei para acordar, tenho sono leve. Geralmente acordo de cara fechada, mas hoje foi diferente, eu estava de bem com a vida. Levantei, desliguei o celular, fui até a mochila, cacei meu carregador dentro dela, fui até a tomada que tinha a cima do criado mudo da Alicia e coloquei meu celular para carregar. Voltei para a mochila, peguei minha toalha preta e fui até o banheiro.

Me despi e entrei no chuveiro, e só então lembrei que tinha esquecido a escova e pasta de dentes para fazer as higienes matinais, mas depois eu faço isso.

Tomei um banho rápido, hoje não estava em condições de demorar, como geralmente eu faço, e saí do banho com a toalha enrolada na cintura, encontrando uma cena surpreendedora: Alicia mexendo no meu celular.

. – Nossa, que cena linda! – Ironizei. – Quem deu permissão para a senhorita mexer no meu celular?

. – Eu me auto permiti. – Ela disse ainda mexendo no celular. – Eu jurava que você era do tipo que tinha uma senha infernal no celular, Paulo Guerra.

. – Eu tinha, mas formatei recentemente, porque a Marcelina bloqueou ele. – Falei. – E depois dessa eu vou colocar uma senha tão desgraçada que nem o capeta vai descobrir. – Continuei.

. – An. – Ela falou ainda olhando o celular. – Adorei sua galeria de fotos, principalmente o seu álbum com a Ka... – Ela parou quando olhou para mim e viu que eu estava só de toalha.

Alicia fixou os olhos no meu corpo molhado e eu sorri malicioso.

. – Esqueci de levar o uniforme para o banheiro. – Falei tirando ela de seus pensamentos, seja lá quais foram eles.

Ela se levantou a cama após colocar o celular de volta na escrivaninha.

. – Você quer que eu saia para você se vestir? – Ela perguntou e eu comecei a andar em sua direção.

. – Não, pode ficar aí. – Falei agora um pouco próximo demais dela, e ela voltou a atenção para o meu corpo. – Gostou?

. – Se veste logo, vai. – Ela pulou na cama, deitando de barriga para baixo e pegou o celular de volta. – Não vou olhar.

Eu ri da situação e fui até minha mochila pegar meu uniforme.


Notas Finais


Gostaram?
Até o próximo capítulo <333


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