História Eu Te Amodeio - Capítulo 4


Escrita por: ~

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Categorias Carrossel
Tags Carmiel, Carrossel, Ciriquina, Daléria, Jorgerida, Kobi, Laudriano, Marilina, Paulicia
Exibições 464
Palavras 1.550
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 10 ANOS
Gêneros: Aventura, Colegial, Romance e Novela
Avisos: Linguagem Imprópria
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Oie, tudo bem?
Eu prometi que o capítulo hoje sairia mais cedo, então está aí.
Talvez, veja bem, TALVEZ eu poste outro capítulo hoje mesmo, mas não garanto nada, porque eu gosto de caprichar, então leva umas horinhas, esse mesmo, eu estou escrevendo desde as 15:00 e acabei agora. Mas vou tentar.
Boa leitura, meus amorecos <333

Capítulo 4 - Crise de ciúmes


Pov’s Alicia

Eu estava embaixo da árvore conversando com o Paulo:

– Mas diz aí, Licita, como você aprendeu a andar de skate? – Ele perguntou.

– Licita? – Questionei e vi ele corar.

– Ah, Alicia, é só um apelido. – Ele respondeu corando ainda mais. – Responde a minha pergunta, vai.

– Eu acho que aprendi sozinha, sei lá, desde pequena eu sou apaixonada por skate, não lembro de ninguém ter me ensinado não. – Respondi a ele. – E você?

– Aprendi pelo YouTube. – Ele respondeu.

– Sério? – Perguntei tendo uma crise de risos.

– Que foi? – Ele questionou enquanto eu ainda ria.

– Você aprendeu a andar de skate pelo YouTube, cara! – Falei parando de rir.

– Ué, eu ando super bem, não é?

– Sim, mas não melhor do que eu. – Falei ironicamente.

– Ah é? Agora você vai ver. – Ele disse começando a fazer cócegas em mim.

Comecei a me debater e rir desesperadamente, a essa altura eu já estava jogada no chão e ele em cima de mim até que:

– Mas que porra é essa?

– Katy? – Paulo levantou de cima de mim encarando a garota que estava vermelha de raiva em pé em nossa frente.

– Ué, Paulo, eu achei que você estava cansado ao ponto de não conseguir sair de casa para dar um passeio com a sua namorada! – A garota gritou.

A essa altura Paulo já havia levantado e eu estava levantando e me posicionando ao lado dele sem entender nada.

– Nem vem com suas crises de ciúmes, ela é só minha amiga. – Paulo falou, já senti ele ficando nervoso.

– Crises de ciúmes? CRISES DE CIÚMES? QUER DIZER QUE EU CHAMO MEU NAMORADO PARA SAIR, ELE DIZ QUE NÃO QUER PORQUE ESTÁ CANSADO DEMAIS, AÍ EU ENCONTRO ELE SE ATRACANDO COM UMA VAGABUNDA DEBAIXO DE UMA ÁRVORE E ISSO É CRISE DE CIÚMES? – Nessa hora todos que estavam andando e bicicleta e todo o restante da praça olhava para nós.

– Epa, epa, epa! – Entrei na frente de Paulo para me defender, a garota me chamou de vagabunda. – Olha o que você fala de mim, não te dei essas confianças.

– NÃO SE METE! JÁ BASTA QUERER ROUBAR O MEU NAMORADO! – Ela gritou dando ênfase no “meu”.

– Eu não estava fazendo nada demais com o Paulo, eu não tenho culpa se você é paranoica, e pior ainda, uma paranoica possessiva. – Respondi a ela em sinal de defesa e senti um lado do meu rosto arder.

Aquela puta em bateu? AGORA ELA SE FUDEU.

– Desculpe, mas foi a deixa. – Falei para Paulo e acertei um tapa em um lado do rosto dela, depois outro tapa no outro lado do rosto, e então mais dois tapas da mesma forma e senti ela pular em mim puxando meu cabelo.

Obviamente, eu revidei puxando os cabelos dela e derrubando ela no chão. Caí por cima dela e nessa hora percebi que a turma e mais algumas pessoas da praça haviam formado um grande círculo em volta de nós. Estávamos eu e Katy no chão, ela puxava meu cabelo e eu distribuía tapas pelo rosto dela. Vi que a boca dela havia começado a sangrar, geralmente eu desmaio quando vejo sangue, mas aquilo só me deu mais prazer e comecei a estapear ela com mais força e puxei os fios do cabelo dela, para descontar a dor desgraçada que eu estava começando a sentir na cabeça por conta da força que ela tinha nas mãos enquanto puxava meu cabelo.

– SUA VAGABUNDA! – Ela me xingava de tudo quanto era nome. – PIRANHA! PUTA! CADELA! EU VOU ARRANCAR FORA CADA FIO DO SEU CABELO! – Se ela soubesse como eu amava aquilo, ela parava na hora, afinal, aquilo só me dava mais prazer e mais força.

Eu havia rasgado a blusa dela e ela só não estava com os peitos na rua porque estava de sutiã, diferente de mim, que quase nunca usava por conta de ter os seios duros. Parece que a vagabunda percebeu, começou a rasgar minha blusa, mas por sorte em consegui impedir, voltando a dar atenção ao lindo rosto dela dando vários tapas, ela tentou se defender com tapas no meu rosto, era ela forte, mas não sabia brigar, ao contrário de mim, que era mais forte e era experiente quando o assunto é treta. Ela acabou perdendo a força e ficando fraca, e eu percebendo isso, segurei suas mãos, joguei-as uma para cada lado e sai de cima dela deixando ela largada com a boca sangrando e a cara vermelha, toda descabelada, no chão.

– Isso é para você aprender a não se meter com Alicia Gusman. – Falei tirando meu cabelo da frente do rosto.

Dei as costas para todo aquele círculo e saí andando fervendo de ódio. Senti alguém me parar segurando meu braço, mas continuei de costas.

– Alicia, espera. – Era Paulo, então me virei para saber o que ele queria.

– O que é?

– Você está bem? – Ele perguntou.

– Com certeza mil vezes melhor que a sua namoradinha. – Respondi grossa. – Aliás, porque você não vai lá ficar com ela? Se ela ver nós dois juntos ela vai ter uma crise de ciúmes.

– A gente não estava fazendo nada demais, só estávamos nos divertindo, você sabe. – Ele insistiu.

– É, mas parece que a sua namorada é meio fechada para essas coisas. – Mais uma vez, respondi grossa.

– Vou terminar com ela.

– Ah, não, não precisa, pode continuar com ela, eu vou me afastar de você. – Respondi e pude perceber uma expressão triste no rosto dele.

– Licita, não faz isso. Você não tem culpa de nada.

– Mas é claro que eu não tenho culpa, é óbvio que não. – Respondi. – A culpa é toda sua, por não me contar que tinha uma namorada que não deixa que toquem em você, a culpa é sua por não contar que era propriedade de alguém. – Completei.

– Desculpa. – Ele falou olhando em meus olhos. – É só que... você parecia ser legal, e eu queria ser seu amigo.

– Olha, quer saber? – Comecei. – Vai lá ficar com a Katy, ela precisa de uma ajudinha para se recuperar da surra que levou.

Virei as costas e saí andando sem dar tempo de ele responder. Fui até a sorveteria e pedi uma água.

– Olha, você arrasou, ta? Pena que eu tive que voltar e não pude ver o final. – Disse a moça que estava me servindo. – Aquela garota não vale o pirão que come.

– Obrigada. – Eu falei rindo e bebendo a água.

Me despedi dela com um “tchau” e voltei para casa, eu havia aprendido o caminho, então não foi difícil. Após chegar em casa, subi para o meu quarto, tomei um banho e me deitei para pensar em tudo que havia acontecido. Acabei adormecendo.

 

Pov’s Maria Joaquina

Nossa, que babado! A garota nossa destruiu a Katy em público! Sinceramente, eu estava torcendo para a Alicia o tempo todo, odeio a Katy, aliás, não só eu, como todas as meninas da turma também. A garota já passou o rodo em quase todos os garotos da escola, o Paulo que é burro de ficar com ela, mas ele diz que é só para passar o tempo, e deve ser mesmo, desde que me conheço por gente, o Paulo sempre foi um cachorro.

Mas enfim, quando aquilo tudo acabou, após a Katy conseguir forças para levantar e tals eu fui até a sorveteria tomar algum suco, e o Daniel veio atrás de mim, então sentamos juntos e começamos a conversar.

– Majo, você é muito linda, sabia? – Ele me elogiou.

– Obrigada. – Falei corando. – Você também é muito bonito.  

Quando eu disse isso, ele sorriu e a gente ficou se encarando. Fomos nos aproximando cada vez mais, e nossos lábios se tocaram. Então se iniciou um beijo suave e criativo. Ele pediu passagem para a língua e eu cedi. Nossas línguas dançavam em uma perfeita sintonia. Selamos o beijo com um selinho e sorrimos.

– É, É... – Gaguejei. – Eu preciso ir.

Eu saí quase correndo dali, só não corri de verdade para não podia passar vexame.

Peguei o caminho para casa, ainda tentando entender o que aconteceu ali, quando escuto meu nome:

– Maria Joaquina! – Reconheci a voz, era o Cirilo, então parei e senti ele chegar ao meu lado.

– Por que saiu sem se despedir? – Ele perguntou, parecia preocupado.

– Ah, é que eu fui até a sorveteria e esqueci de voltar para falar com vocês. – Respondi ficar de frente para ele. Que desculpa mais esfarrapada.

– Ah, entendi. – Ele falou. – Você ta linda hoje, sabia?

– Quer dizer que nos outros dias eu era feia? – Questionei olhando para ele.

– Não foi isso que eu quis dizer. – Ele falou se desculpando. – É que você está magra.

– Ah, agora quer dizer que eu era gorda?

– Não, é que... – Ele começou. – Ah, você ta bem difícil hoje, hein?

– Ah, então eu era fácil?

– Ah, esquece, vai. – Ele falou rindo. – Você é perfeita de qualquer jeito.

Eu ia dizer que corei, mas não deu tempo, ele me beijou em questão de segundos, eu tentei sair, mas ele era muito forte, então acabei cedendo. Aquele beijo passou de feroz, para suave e me transmitia muita calma, eu estava me sentindo muito bem. Pena que acabou.

Já estava perto de casa, então dessa vez eu realmente saí correndo sem dizer uma palavra, e entrei em casa feio um furacão, me jogando no sofá, em seguida.

Que isso, Maria Joaquina? Pegou seus dois amigos em menos de 1 hora de intervalo?


Notas Finais


Gostaram? O que acharam? Eu amei.
Então, gente, vou postar já já um negócio para vocês em relação a Maniel e Ciriquina, então fiquem atentos.
Até depois <333


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