História Eu Te Amodeio - Capítulo 5


Escrita por: ~

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Categorias Carrossel
Tags Carmiel, Carrossel, Ciriquina, Daléria, Jorgerida, Kobi, Laudriano, Marilina, Paulicia
Exibições 432
Palavras 1.500
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 10 ANOS
Gêneros: Aventura, Colegial, Romance e Novela
Avisos: Linguagem Imprópria
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Oie, tudo bom?
Então, eu falei que tentaria postar um outro capítulo ainda hoje, não é? Aqui estou eu.
Não esqueçam de votar no seu casal favorito, é no capítulo anterior.

Capítulo 5 - Quase careca.


Pov’s Katy

Ai que ódio! Eu não acredito que fui humilhada em público por aquela garota que nem sabe se vestir! Mas ela vai me pagar, ah, ela vai me pagar muito caro, eu vou mostrar a ela qual é o preço que se deve ao tentar roubar o namorado de Katyanne de Lins.

Me levantei do chão, tirei o cabelo do meu rosto e senti minha boca doer. Passei a mão e olhei, estava sangrando, mas que droga!

Olhei para o chão e percebi uma pequena mexa de cabelo, imaginei ser dela, mas pensei: “não, o cabelo dela era tão preto que chegava a ser azulado”. Esse cabelo é meu? Esse cabelo não pode ser meu! Mas que força da desgraça essa garota tinha nas mãos? Caralho!

– Vish, gata, parece que ficou careca. – Ouvi alguém falar e vi que era a tal da Valéria.

– Vai se fuder, garota! – Respondi grossa, dei as costas e saí dali virada no cão.

Depois de alguns minutos cheguei em casa, e ao entrar, bati a porta com força, fazendo minha mãe se assustar e sair da cozinha.

– Que foi, filha? O que aconteceu com você? – Perguntou ela vendo o meu estado.

– Nada! – Respondi grossa, porque sabia que se eu contasse, ela não me apoiaria.

Subi para o meu quarto e fui direto para o banheiro. Me despi e entrei no banho, lavei todos os ferimentos e também as quase assaduras, porque aquela garota, sem dúvidas, tinha fogo nas mãos.

Sentei no chão, embaixo da água e comecei a chorar, mas eu não chorava de tristeza, eu chorava de ódio, de raiva!

Após terminar no banho, saí enrolada numa das toalhas que ficava no banheiro, peguei um lingerie, me vesti e fui até a penteadeira. Peguei o secador, coloquei na tomada, liguei e comecei a secar meu cabelo.

Após secar ele todo, peguei o pente e comecei a pentear em busca do pedaço pela metade, até que achei, e nossa, mais um pouco e arrancava direto do couro. Ta repreendido, essa garota é de outro mundo? Era no meio do lado direito da cabeça, aquilo ia mostrar muito, meu Deus, que horror. Penteei meu cabelo e prendi com uma xuxinha. Me joguei na cama e adormeci.

 

Pov’s Marcelina

Nossa, maior babado essa briga da Katy com a Ally. Após ela ir embora, a Val sugeriu:

– Gente, que tal a gente ir na casa da Alicia dar uma forcinha para ela? A Marce sabe onde ela mora.

– Melhor não, Val, acho melhor a gente deixar ela esfriar um pouco a cabeça. – Davi disse e todos concordaram.

– Eu acho melhor cada um ir para sua casa, a tarde hoje foi pesada. – Falei. – Mais tarde eu passo na casa da Ally para ver como ela ta.

– Okay, é melhor mesmo. Então vamos todos para casa. – Val falou.

Davi, Val, Jorge, Bibi, Koki, Laura, Adriano, Carmen e Jaime saíram juntos, e eu ia também, mas senti alguém me puxar pelo braço, o que me fez virar. Era Mário. Meu coração gelou.

– Oi, o que foi? – Perguntei a ele.

– Só queria saber se você quer que eu te leve para casa, quer dizer, ta escurecendo já, pode ser perigoso. – Ele se ofereceu.

– Ta, pode ser. – Aceitei deixando escapar um sorrisinho.

Nós saímos andando, pude ver o restante da turma a uma certa distância, e pelo que eu os conheço, sabia que estavam falando sobre a briga, e eu tenho certeza de que quem tava puxando assunto era a Valéria Ferreira.

Mário e eu fomos calados praticamente o caminho inteiro, mas quando já estávamos chegando perto da minha casa ele passou o braço pelo meu pescoço, o que me fez tremer.

– Sabia que eu te acho linda? – Ele perguntou para mim.

– Obrigada. – Respondi e senti minhas bochechas corarem. – Eu também te acho lindo.

Chegamos em frente à minha casa e antes de eu abrir a porta, ficamos de frente um para o outro.

– Obrigada por me trazer até em casa. – Falei a ela.

– De nada. – Ele respondeu com um sorriso de lado. – Então... tchau.

– Tchau. – Falei com um pequeno sorriso no rosto, e recebi um selinho rápido nos lábios.

Senti meu coração pular.

– Tchau. – Ele disse novamente, e eu só consegui sussurrar um outro “tchau”.

Após Mário me dar as costas e seguir seu caminho, eu entrei em casa, subi para o meu quarto, sentei na minha cama, peguei meu travesseiro, coloquei na cara e soltei um gritinho agudo. Estava fervendo de felicidade. Me deixei cair na cama ainda com o travesseiro no rosto, mas tirei em seguida, para não morrer sem ar, porque tem aquelas novelas q o povo mata os outros com o travesseiro ne?

 

Pov’s Valéria

Eu estava em casa, sentada na minha cama com o Davi, conversando e vendo séries na tv.

– Amor, o que você achou da briga da Alicia com a Katy? – Perguntei a Davi.

– Achei que a Katy mereceu. – Ele respondeu.

– Eu também, ela não presta. – Falei. – Amor, me leva para sair amanhã?

– Claro, amor. – Ele respondeu. – Aonde você quer ir?

– Na pizzaria. – Falei. – To morrendo de vontade de ir na pizzaria tem uma semana.

– Se você tivesse me falado antes, eu teria levado você à pizzaria a semana inteirinha. – Ele falou e começou a me beijar.

Eu deitei na cama e ele deitou por cima de mim, então entrelacei minhas pernas em sua cintura, e o beijo começou a esquentar. Ele levantou, tirou a camisa e eu quase tive um treco, que garoto perfeito. Ele novamente deitou em cima de mim e voltou a me beijar, até que eu inverti as posições, ficando por cima dela, e então foi a minha vez de tirar a blusa, exibindo o meu sutiã rosa decotado.

– Valéria! Davi! Venham, o lanche já ta pronto. – Minha mãe gritou.

Saí de cima de Davi como um flash.

 – Estamos indo, mãe! – Gritei de volta, pegando a minha blusa e me vestindo.

Davi fez o mesmo e fomos para a cozinha, onde minha mãe estava.

– Já coloquei o lanche de vocês na mesinha da sala, eu sei que vocês so comem lá. – Ela falou.

– Ah, obrigada, mãe. – Falei e puxei Davi para a sala.

Chegando lá, sentamos no chão, atrás da mesinha (na frente do sofá, só que no chão) e começamos a devorar nossos lanches, que era sanduíches com suco de maracujá, adoro.

Estava passando A Culpa é das Estrelas na tv, Davi e eu adorávamos.

 

Pov’s Margarida

Credo, não fui muito com a cara dessa Alicia não, tudo bem que a Katy realmente não vale nada, tudo bem que ela gosta de passar o rodo em todo mundo e é bem encrenqueira, mas onde já se viu ficar se agarrando com o Paulo daquele jeito? Eu sei que eles não estavam exatamente se agarrando, estavam apenas brincando, mas eles estavam muito próximos para quem não se conheceram nem a 24horas direito. Não concordo com a Katy, mas também não concordo nem um pouco com a Alicia, não gostei dela e vou ficar o mais distante possível.

Eu estava deitada no meu quarto assistindo A Culpa é das Estrelas que estava passando na tv, mas acho que acabei dormindo, porque não vi mais nada.

 

Pov’s Alicia

Acordei, peguei meu celular que eu havia jogado do meu lado, quando deitei, olhei as horas, eram 19:00. Me levantei, desci para fazer algo para comer, e acabei optando por um sanduíche com um suco de morango. Preparei e fui para o sofá. Liguei a tv e coloquei na Netflix para continuar assistindo à Supernatural. Poucos minutos depois, minha mãe chegou.

– Oi, filha. – Ela veio até mim e me deu um beijo na testa. – Tudo bem?

– Tudo sim. – Respondi.

– Olha, filha, suas aulas na nova escola começam depois de amanhã, você podia aproveitar que amanhã é domingo e sair um pouco para conhecer a cidade, para não acabar se perdendo.

– Eu saí hoje. – Falei ainda olhando para a tv.

– Sério? Que bom, filha. – Ela falou sorrindo. – Foi legal?

– Se o conceito de legal for arrancar os cabelos de uma garota, sim, foi ótimo. – Respondi e ela arregalou os olhos.

– O quê? Como assim, Alicia? Você brigou? – Ela me questionou. – Por que você brigou, Alicia?

– Ela estava errada e eu estava certa, só isso. – Falei não me importando muito.

– Me conta direito essa história, Alicia Gusman. – Ela exigiu.

– Pô, mãe, ela tava errada, eu juro! – Falei agora olhando para ela.

– Eu vou tomar um banho para tirar essa roupa de trabalho e você vai me contar isso direito, detalhe por detalhe! – Ela falou e saiu.

Voltei a atenção para minha série.

Minha irmã chegou.

– Saiu, Alicia? – Ela perguntou.

– Uhum. – Respondi seca, sem tirar os olhos da tv.

– Achou algum namorado? – Ela perguntou.

– Não é da sua conta. – Respondi seca e ela parou na frente da tv.

– Ninguém nunca vai te querer com esse seu jeito machão de ser. – Ela provocou. – O máximo que você vai conseguir é achar alguma menina que te queira.

– Vai se fuder, Rebecca! – Gritei. – E sai da frente da televisão!


Notas Finais


Gostaram? O que acharam?
Como eu sempre digo: aceito dicas, elogios e também crítica.
Não esqueçam de votar no seu casal favorito, é no capítulo anterior.
Até o próximo capítulo <333


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