História Eu Te Amodeio - Capítulo 8


Escrita por: ~

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Categorias Carrossel
Tags Carmiel, Carrossel, Ciriquina, Daléria, Jorgerida, Kobi, Laudriano, Marilina, Paulicia
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Palavras 1.439
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 10 ANOS
Gêneros: Aventura, Colegial, Romance e Novela
Avisos: Linguagem Imprópria
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Oi, gente, tudo bem?
Me desculpem a demora, já era pra eu ter postado a uma hora atrás, mas eu não estava bem, tenho intolerância a calor e cheguei a desmaiar, mas já melhorei e aqui está o primeiro capítulo da maratona.
Boa leitura <3

Capítulo 8 - O Acidente - Maratona E1V 1x


Pov’s Maria Joaquina

Acordei na manhã de domingo e tive a certeza de que eu estava decidida: eu iria hoje mesmo até a Casa do Daniel e vou dizer para ele tudo que eu sinto em relação a ele.

Levantei da cama, fiz minhas higienes matinais e desci para tomar café. Depois de mais ou menos meia hora eu subi novamente, tomei um rápido banho, escolhi uma roupa simples: Uma blusa cor de rosa de alcinhas, um short preto, um sutiã branco e uma calcinha também branca. Fui até a parte de calçados e peguei uma sapatilha cor de rosa para combinar com a blusa. Peguei minha bolsinha de lado, onde coloquei meu celular após olhar a hora: 11:30 e desci. Avisei a minha mãe e a Joana que iria sair e fui a pé mesmo, porque meu motorista está de folga.

Após uns 15 minutos eu cheguei na casa de Daniel e toquei a campainha, logo sendo atendida por sua mãe, que logo reconheci.

. – Olá, tia Daniela, o Daniel está? – Perguntei.

. – Oi, minha linda. – Ela falou me dando passagem para entrar. – O Daniel está sim, só um minuto que eu vou chamar. – Ela subiu as escadas, me deixando sentada no sofá da sala. – Ele já está vindo, meu amor. – Falou descendo as escadas e me disse que iria até a cozinha.

Após uns 5 minutos esperando, Daniel desceu as escadas sorrindo para mim, que sorri de volta, sentindo meu coração gelar. Ele se sentou ao meu lado no sofá.

. – Aconteceu alguma coisa? – Ele me perguntou preocupado ao perceber que eu estava tensa.

. – Então, é que eu tenho uma coisa um tanto séria para conversar com você. – Falei, sentindo um frio na barriga.

. – Pode falar. – Ele me deu permissão, e então eu olhei para ele.

. – Então, Dani... – Comecei e procurei uma forma simples de contar. – É que eu descobri que estou apaixonada por outra pessoa, e senti... uma imensa necessidade de te contar isso. – Desabafei.

. – Está tudo bem, Majo, eu sei que você gosta do Cirilo, e acredite ou não, eu apoio vocês e torço para que fiquem juntos. – Ele começou e senti descer no meu olhar, uma lágrima. – E sobre o beijo, me desculpa, eu agi por impulso, é que estávamos apenas nós dois e eu achei que tinha rolado um clima, e daí eu arrisquei, mas não foi nada demais, e eu juro que não estou chateado ou magoado com você. – Ele explicou. – Eu não vou menti que sempre tive uma quedinha por você, quero dizer, quem não tem? Você é linda, e depois que cresceu, ficou mais gentil, mais carinhosa, perdeu toda aquela fama de esnobe que você tinha, e agora todos gostam do seu jeito de ser, embora você ainda seja uma patricinha que gosta de pink e demora horas para fazer uma maquiagem ou escolher uma roupa, mas você é uma patricinha legal e todos nós, seus amigos, gostamos disso. – Eu estava já estava chorando de verdade. – Eu te amo, Majo, e eu quero que você seja muito feliz.

. – Obrigada. – Foi a única coisa que consegui dizer, entre soluços.

. – Não chora. – Ele limpou minhas lágrimas e me abraçou me fazendo deitar em seu ombro. – Eu só não digo que você é chorona, porque essa característica já é da Marcelina. – Eu ri.

A mãe de Dani trouxe um lanche para nós e ele ligou a tv, assim começamos a assistir e conversar sobre assuntos aleatórios enquanto comíamos nossos lanches.

 

Pov’s Paulo

Eu já havia acordado, e já havia me aprontado para ir até a casa de Katy. Minha irmã me chamou para tomar café, mas eu não quis, então peguei meu celular, coloquei na cintura, prendendo-o na cueca e saí.

Chegando na casa de Katy, toquei a campainha e fui atendido pela própria que me recebeu com um selinho.

. – Oi amor, veio me ver? – Ela perguntou.

. – Na verdade eu vim mandar você me esquecer, porque eu já tinha mandando você se fuder desde ontem, mas você não sabia disso, então eu vim oficializar o término do nosso “namoro”. – Falei para ela sem a menor pena, fazendo aspas com as mãos não parte do “namoro”.

. – Não pode estar falando sério. – Ela falou.

. – Ah, não acredita? – Questionei franzindo as sobrancelhas.

. – Não! Você não vai terminar comigo, Paulo! – Ela alterou a voz.

. – Ah, não? Então ta bom, a gente continua namorando, mas é assim: não vamos nos encontrar, não vamos nos falar, não vamos nos beijar, e você vai levar muito chifre nessa cabeça. – Falei na maior cara de pau.

. – Por que raios você está fazendo isso comigo? – Ela perguntou estressada.

. – Porque eu nunca gostei de você, eu estava com você só para passar o tempo, aliás você sabe muito bem desses dois fatos, e você concordou, e por último porque eu odeio que sufoque, e foi exatamente o que você estava fazendo enquanto a gente namorava, então não adianta gritar, não adianta bancar a valentona, porque nós não namoramos mais. – Virei as costas e saí andando.

. – SEU FILHO DA PUTA! – Ela gritou de lá.

. – VAI SE FUDER, KATY! – Gritei de volta, e dessa vez oficialmente deixei ela para trás, mesmo ouvindo ela me xingando de tudo quanto é nome.

 

Pov’s Alicia.

Olhei no relógio, eram 12:30, resolvi descer para comer alguma coisa, pois não comi nada pela manhã. Fui até a cozinha e a Rebecca estava almoçando sozinha, achei estranho, porque ela nunca almoça em casa, e pior ainda, havia cozinhado o almoço. Eu ia pegar qualquer coisa lá para comer, mas ela me impediu:

. – Não vai almoçar?

. – Vou. – Respondi seca, peguei um prato e peguei um pouco da comida, me sentando na mesa, e em seguida comendo.

Após terminar de almoçar, ela se levantou, lavou o prato e os talheres e saiu sem dizer nada. Resolvi não questionar.

Acabei de almoçar, fui até a pia e lavei o prato e os talheres que usei, depois subi, peguei meu celular, coloquei na cintura e saí para conhecer mais a cidade. Vi uma lanchonete e fui até lá comer alguma besteira.

 

Pov’s Valéria

Davi havia combinado de me levar à pizzaria às 13:30, já eram 13:25 e eu estava esperando ele no sofá da sala.

Quando ele chegou, nos cumprimentamos com um beijo calmo, nos despedimos de minha mãe e fomos.

Chegando lá, Davi me deixou escolher a pizza, então escolhi misto, tamanho família, porque tanto eu, quanto Davi adorávamos pizza, então não faria mal.

Nós sentamos um do lado do outro, pois assim daria para namorar um pouco, e foi o que fizemos enquanto esperávamos a pizza.

 

Pov’s Paulo

Eu já havia me acalmado do estresse com a Katy, e quando estava voltando para casa, vi uma garota de longos cabelos sentada em uma mesa da minha lanchonete favorita que ficava do outro lado da rua, e tive a certeza de que aquela era a Alicia. Resolvi ir até lá.

. – Alicia? – Chamei quando cheguei na mesa.

. – Que é? – Ela respondeu grossa ao perceber que era eu.

. – Posso falar com você? Prometo que vou ser rápido.

. – Já está falando. – Ela respondeu grossa, mas resolvi ignorar e puxar uma cadeira da outra mesa para me sentar.

. – É que eu queria me desculpar pelo que aconteceu lá na praça, você não teve culpa de nada, a culpa foi toda da Katy, inclusive eu já terminei com ela. – Falei.

. – Olha só Paulo, é óbvio que eu não tive culpa de nada, e eu não pedi para você terminar com a sua namorada, muito pelo contrário. – Ela se levantou da cadeira, e deixando seu hambúrguer e seu suco de lado, fez menção em sair. – Estou me lixando tanto para ela, quanto para você. – Mas quando tentou atravessar a rua sem me dar tempo de te responder, eu vi que um carro vinha em alta velocidade, batendo com tudo em Alicia.

Naquela hora meu coração gelou e eu pulei da cadeira, correndo até Alicia que estava caída no chão e descordada. O rapaz de dirigia o carro saiu do mesmo e veio correndo em direção nós.

. – Me desculpa, eu juro que tentei frear, mas já estava perto demais! – Ele tentava se explicar.

. – Sim, eu sei, eu vi. – E realmente eu havia visto, ele tentou frear.

Puxei meu celular da cintura e liguei para a Samu.

. – Eu preciso de uma Ambulância com urgência. – Falei aflito no telefone.

. – Qual é o endereço? – Perguntou uma voz feminina do outro lado da linha.

 Passei o endereço e voz disso que já havia uma ambulância a caminho.


Notas Finais


Gostaram? O que acharam?
Não esqueçam de se inscrever para participar da fanfic, volta lá no capítulo 11.
Até o próximo capítulo <3


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