História Eu Te Amodeio - Capítulo 9


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Categorias Carrossel
Tags Carmiel, Carrossel, Ciriquina, Daléria, Jorgerida, Kobi, Laudriano, Marilina, Paulicia
Exibições 381
Palavras 1.139
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 10 ANOS
Gêneros: Aventura, Colegial, Romance e Novela
Avisos: Linguagem Imprópria
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Desculpem a demora ksksksks, mas está aí, já estou começando a escrever o próximo.
Desculpem qualquer erro ortográfico, eu escrevi ligeiramente rápido.
Boa leitura <3

Capítulo 9 - Ele gosta da fruta contrária. - Maratona E1V 2x


Pov’s Paulo

Após o Samu chegar, Alicia precisou de um acompanhante e eu era o único ali, naquele momento, então eu mesmo fui com ela, e chegando no hospital, fiquei preocupado em como iria dar entrada, já que não tinha nada dela e não era maior de idade, mas graças a Deus, quem nos recebeu foi o Doutor Miguel, o pai da Maria Joaquina. Alicia foi levada para uma sala, na qual eu não podia entrar, então me levaram para a sala de espera, onde resolvi avisar ao pessoal. Quando o carro pegou a Alicia, o celular dela havia caído e eu peguei, e eu precisava avisar a mãe dela, então peguei o celular do meu bolso, e graças a Deus, não tinha senha. Cacei o contato da mãe da Ally e encontrei um chamado “mãe”, então apertei em ligar. Chamou, chamou, chamou e nada, ninguém atendi. Tentei novamente, mas nada, então resolvi procurar algum outro na lista de contatos, talvez do pai. Encontrei um contato salvo como “não existe irmã pior”, então pensei: “é esse mesmo” e liguei para o número, que atendeu na segunda chamada.

 

Pov’s Rebecca

Eu estava na cama com meu namorado, nós já estávamos apenas com roupas íntimas quando ouvi meu celular tocando. Eu não ia atender, mas algo dentro de mim me dizia que eu devia atender. Peguei o celular, olhei, era da Alicia. An? Alicia me ligando? Será que aconteceu algo com a mamãe? Atendi a ligação.

Ligação On:

Eu: Oi, que foi?

Alicia: Oi, você é irmã da Alicia, não é? – Era uma voz masculina.

Eu: Sim, aconteceu alguma coisa com a minha irmã? – Eu já estava tremendo.

Voz masculina: Na verdade sim, ela foi atropelada e está no hospital, eu estou sozinho aqui na sala de espera.

Eu: O quê? Qual é o seu nome? Que hospital?

Voz masculina: Meu nome é Paulo, estamos aqui no Hospital Central.

Eu: Okay, eu estou indo aí agora.

Ligação Off.

. – Aconteceu alguma coisa, amor? – Meu namorado perguntou enquanto eu pegava minhas roupas do chão.

. – A minha irmã sofreu um acidente, eu preciso ir para o hospital agora mesmo. – Falei me vestindo. – Me empresta seu carro?

. – Eu mesmo te levo, não tem problemas. – Ele falou se levantando e se vestindo.

. – Ta bom, vamos. – Falei e ele pegou a chave do carro no criado mudo.

 

Pov’s Paulo

Avisei a turma toda pelo Whatsapp e eles disseram que estavam vindo dar uma força. Só a Marga que não poderia vir pois estava ajudando a mãe dentro de casa, mas desejou boa sorte. O primeiro a chegar foi Davi e Valéria, que disseram que estavam numa pizzaria não muito longe daqui. Depois o Cirilo chegou sozinho, e então a Majo e o Daniel chegaram juntos. Senti o Cirilo ficar tenso. Pouco tempo depois o restante da turma chegou juntos. Contei para eles como aconteceu e disse que estava me sentindo culpado, mas eles disseram que a culpa não era minha e estão me dando uma força. 

Um tempo depois, vi uma garota chegar desesperada, e ao ouvir ela perguntar a secretária por Alicia Gusman, eu percebi que era a irmã da Ally, então chamei e acenei, e ela veio até mim com um garoto que devia ser seu namorado.

. – A mamãe sabe? Você conseguiu falar com a minha mãe? – Ela perguntou desesperada.

. – Não, eu tentei ligar, mas ninguém atendeu. – Falei.

. – Ela deve estar na empresa. Eu vou ligar para a empresa. – Ela falou discando um número no celular que estava em sua mão. – Alô, mãe? Como é que é? Passa para minha mãe agora seu incompetente, não vê que eu preciso falar com ela mais que urgentemente? Mas que droga! Calma uma ova, passa essa porcaria de telefone para minha mãe agora, eu vou te processar! Mãe? Mãe, você precisa vir para o Hospital Central agora, a Alicia sofreu um acidente de carro, ela foi atropelada, mãe vem agora! – Ela desligou o telefone.

Essa garota não era a pessoa mais indicada para dar notícias ruins.

Após mais ou menos 15 minutos, a mãe de Alicia chegou no hospital, ela estava com um olhar preocupado, e perguntou como aconteceu. Eu contei:

. – Bom, nós tínhamos brigado e eu vi ela na lanchonete, então fui me desculpar, mas ela se alterou e quando foi atravessar a pista, o carro não conseguiu frear a tempo. Me desculpe, a culpa é minha. Se eu não tivesse ido falar com ela, ela estaria bem agora. – Me desculpei.

. – Não, a culpa não é sua, não se preocupe. – A mãe de Alicia respondeu passando a mão no meu cabelo que estava bagunçado.

 

Pov’s Ana (mãe de Alicia)

Meu celular tocou dentro da bolsa, não estava na empresa, então peguei para atender:

Ligação On:

Eu: Alô?

Xxx: Oi, tia Ana, tudo bem? Sou eu, o Thiago. A Thiana e eu estamos chegando na sua casa, estamos avisando, mas queremos fazer uma surpresa para a Alicia, então guarda segredo, tá?

Eu: Meu amor, eu sinto informar a vocês, mas a Alicia está no hospital.

Thiago: Oi? Hospital? O que aconteceu com a minha amiga?

Eu: Ela foi atropelada.

Thiago: Ai meu Deus do céu! Thiana, a Alicia foi atropelada e está no hospital! Tia, em que hospital vocês estão? Nós vamos para aí agora mesmo.

Eu: Estamos no Hospital Central, mas vocês não precisam vir se não quiserem.

Thiago: Claro que precisamos, a Alicia é nossa best, nós vamos sim, espera a gente aí. Tchau.

Ligação Off.

 

Pov’s Paulo

Após meia hora ou 40 minutos vi dois seres humanos desesperados procurando por Alicia Gusman, até quando viram a mãe dela aqui e vieram até nós.

. – Como a Licy ta? – O garoto perguntou e eu pensei: “esse aí gosta da fruta contrária”.

. – ainda não temos notícia. – A mãe da Alicia respondeu.

. – A quanto tempo vocês estão aqui? – Agora foi a vez da garota perguntar.

. – Eu estou a mais ou menos uma hora, mas esse garoto está a mais tempo. – A mãe da Alicia respondeu apontando para mim e os dois garotos me olharam.

. – Umas duas horas. – Respondi abaixando a cabeça.

. – Nossa, já deviam ter dado notícia. – A garota comentou e pelo que percebi ela tem a boca bem santa, porque o Doutor Miguel chegou para dar notícias e a Majo foi até ele para cumprimentar, afinal, era seu pai.

. – Boa tarde, pessoal. – Ele começou. – Felizmente a garota não teve nenhuma fratura, e poucos ferimentos, mas infelizmente ela vai precisar de sangue... – Ele continuaria, mas foi interrompido.

. – Qualquer um aqui pode doar, pai. – Majo se precipitou.

. – Eu sei que qualquer um de vocês faria isso, minha filha, mas o problema é que o tipo sanguíneo da Alicia é -O e só recebe dele mesmo. – Quando Miguel disse isso meu mundo caiu.


Notas Finais


Gostaram? O que acharam?
Aceito dicas, elogios e críticas.
Para se inscrever e participar da fanfic ----> https://spiritfanfics.com/historia/eu-te-amodeio-6704594/capitulo11
Até o próximo <3


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