História Eu te odeio, Luhan - Capítulo 1


Escrita por: ~ e ~chojiwnri

Postado
Categorias EXO
Personagens Lu Han, Sehun
Tags Bottom Sehun, Hanhun, Hunhan, Luhan Seme, Para A Gabriela, Sehun Uke, Top Luhan
Visualizações 370
Palavras 2.316
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Lemon, Universo Alternativo, Yaoi
Avisos: Bissexualidade, Homossexualidade, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


postando lemon a essa hora sim!
entao
esse lixo foi feito para outro lixo (mentira gabs nene, te amo mto mto mto)
você é um nene mto precioso, gabi, te amo de novo <3
(nao esquece da minha yoongi uke)
entao gabs, eu realmente nao sei escrever lemon entao me dsclp se tiver mt vergonha alheia...
ahhh nao ta betada!! postei sem corrigir mesmo se reclamar eu coloco erro proposital
boa leitura

Capítulo 1 - Talvez eu goste de você, mas só um pouquinho ::único::


Sehun se perguntava a todo o momento o que estava fazendo ali naquele dia, especialmente naquela aula. Não podia ser. Justo com ele? Oh o odiava. “Por que comigo?” se perguntou após saber que teria de fazer seu trabalho com Luhan, o pior aluno da sala.

Ok, não era todos os alunos que achavam que Luhan era o pior estudante da sala, para falar a verdade, ele era o pior apenas para Sehun. Apesar de tudo, Oh não podia negar que o mais velho era realmente muito bonito.

Não importa o que dissessem de bom sobre o chinês, Sehun continuaria o odiando. Até mesmo se Luhan fosse pintado de ouro ou salvasse várias animaizinhos de rua e o dessem abrigo e comida.

O seu histórico com Luhan não era um dos melhores. Sehun e Luhan eram melhores amigos quando crianças — ambos tinham oito anos de idade —, daqueles inseparáveis, que arrumavam encrenca com os outros coleguinhas da sala juntos e jamais trairiam um ao outro.

Mas quando o chinês deve de voltar para a China, ainda quando era criança, a amizade foi se acabando aos poucos.

Na volta para a Coréia do Sul, depois de quase seis anos na China, Luhan estava irreconhecível, não de aparência visual, e sim completamente diferente de personalidade. Estava metido, não lembrava de Sehun — se estivesse fingindo que não se recordava, estava fingindo muito bem — e sequer fazia o esforço de lembrar de seu melhor amigo.

O chinês ficou conhecido como o menino mais bonito do colégio, roubando o título de Kim Jongin. Mesmo sendo de país, Luhan era o mais bonito de toda aquela escola.

Muitas garotas o desejavam, todos os dias no mínimo vinte bilhetes de “amor” eram postos no armário do chinês.

Com o fato de que muitas garotas o queriam, Luhan acabou por se tornar um babaca convencido. Gostava de exaltar sua beleza, e falar na roda de seus novos amigos — na qual Sehun estava totalmente excluído — quantas garotas havia pegado no fim de semana.

 

Calmamente — enquanto a sala estava distraída fazendo coisas que não deveriam ser feitas em um ambiente como aquele — Sehun se levantou de sua mesa e foi até a mesa do professor, este escrevia algumas anotações em seu caderno.

— Professor, eu posso trocar de dupla? — indagou constrangido.

— Por que, Sehun? Não está satisfeito com a sua? — o professor não tirou sua concentração do caderno, e continuava a escrever cada vez mais anotações, Sehun deduziu que seria das pessoas que estavam fazendo bagunça exagerada na sala.

— Sim... Na verdade, não. Luhan é muito bagunceiro e nós não somos tão amigos assim. — o aluno estava aparentemente nervoso.

— Sinto muito, Sehun, todos já tem suas duplas e nenhum deles vão querer trocar. — o professor respondeu. Oh voltou para seu lugar e abaixou sua cabeça esperando bater o último sino.

Sua cabeça já latejava pelo barulho da sala. Como podiam ser tão barulhentos?

Depois de alguns tortuosos minutos, o sino bateu. A maioria dos alunos saíram correndo do ambiente, “animais”, pensou Oh.

Sehun colocou apenas uma das alças de sua mochila no ombro e, quando ia sair da sala, foi surpreendido por uma mão em seu ombro livre. Olhou para trás e tomou um susto; era Luhan.

— Então, gatinho, na minha casa ou na sua? — perguntou como se Sehun fosse um amigo.

— Não precisa se preocupar, hyung. Eu posso fazer sozinho. — Oh odiava chamar as pessoas que não gostava de “hyung” ou “noona”, mas era obrigado graças a sua boa educação.

— Eu faço questão de ajudar, aliás, temos que fazer juntos, certo? — Sehun concordou, mesmo com raiva, concordou. — Na minha casa ou na tua? — indagou novamente.

— Na minha. Tudo bem pra você?

— Claro. Pode ser sábado?

— Sim. — Sehun sorriu forçado.

Por mais que não tivesse gostado da ideia, respondeu sim, até porque, seriam só algumas horas ao lado daquele chinês babaca, ele iria embora, entregariam o trabalho na quinta e nunca mais voltariam a se falar. Como sempre.

Sehun esperou aquele sábado chegar como nunca esperou qualquer outro dia. Só queria acabar logo com aquilo.

A semana parecia passar devagar até demais. Mas finalmente havia chegado o tão esperado sábado.

Ao ouvir a campainha tocando, Sehun se levantou da grande mesa de onde estava sentado e foi atender a porta. Como previsto; era Luhan. E estava atrasado dez minutos.

— Você está atrasado. — falou deixando espaço para Luhan entrar em sua residência.

— Me desculpa, eu tive uns problemas.

— Tudo bem. Vamos começar.

Ambos os garotos caminharam até a sala de estar e tomaram seus assentos.

— Hun, eu preciso sair. — a mãe de Sehun falou enquanto descia a escada. — Volto mais tarde. Se comportem. — a senhora Oh sorriu e saiu da casa.

Sehun fechou os olhos. Às vezes achava que sua mãe fazia de propósito. Ela havia prometido que não o deixaria sozinho em casa com Luhan.

Rapidamente o loiro se levantou e correu até a porta, a abriu e viu que sua mãe ainda estava do lado de fora do carro.

— Mãe, o que pensa que está fazendo? — perguntou ofegante.

— Desculpa, querido, tenho que comprar algumas coisas. — falou calma.

— Mas mãe, você disse que não ia me deixar sozinho com ele! — Sehun estava realmente irritado.

— Sehun, o Lu não é um monstro de sete cabeças. Agora trate sentar essa tua bunda gorda naquele cadeira e fazer aquele trabalho. — a senhora Oh ordenou.

Com um bico nos lábios e, obviamente, com a cara vermelha de raiva, voltou para dentro de sua casa. Encontrou Luhan tentando resolver alguns dos exercícios.

— Aconteceu alguma coisa, Sehun-ah? — perguntou o chinês.

— Não, hyung. — mentiu.

O chinês ignorou o comentário. Sehun puxou as folhas para si e começou a resolver os cálculos. Luhan começou a observa-lo. Oh era adorável quando estava concentrado.

— Você ainda está bravo comigo, Sehunnie? — inclinou sua cabeça para observar o mais novo.

— Não me chama de Sehunnie, Luhan. Esse é um apelido muito velho. Quando nós ainda éramos cri-. — desistiu de terminar sua frase quando se tocou de que Luhan “havia se esquecido” de quando eram melhores amigos. — Esquece.

— Não.

— Você é uma criança teimosa, Hunnie-ah. — se aproximou do coreano. — Eu deveria te punir por isso. — segredou no ouvido do mais novo.

— Para com isso, hyung. Vamos nos focar nesse trabalho.

— Você não quer ficar concentrado aí. Não precisa negar, Hunnie, eu sei que você queria estar sentado no meu colo agora. — Sehun já estava envergonhado. As bochechas rubras em poucos segundos se tornaram rubras.

Aquilo era fato, mas por Luhan ser tão orgulhoso, Sehun jamais iria ceder.

— Concentração, hyung. — o coreano encarou o mais velho com um olhar sério. Foi surpreendido por um beijo da parte do chinês, tentou se afastar de imediato, mas era impossível descolar seus lábios dos de Luhan.

O beijo foi aprofundado pelo chinês, e de forma alguma a língua de Luhan foi recusada por Sehun.

— HYUNG! CONCENTRAÇÃO! EU TE ODEIO! — o mais novo empurrou o acastanhado. Luhan riu. — Pare de rir, seu babaca! — ordenou.

— Me obrigue. — rebateu, mas Sehun apenas ignorou e continuou a fazer os cálculos, dessa vez, com a ajuda de uma calculadora.

Depois vinte tortuosos e tediosos — para Luhan — minutos, o loiro havia terminado o trabalho.

— Terminei. — sorriu encarando as folhas com os cálculos algébricos.

— Sehun-ah, onde fica o banheiro? — o chinês perguntou aleatoriamente, ignorando a fala do mais novo.

— Segunda porta depois da escada. — respondeu arrumando as folhas.

— Me leve até lá. — mandou. Sehun revirou os olhos e se levantou junto com Luhan da mesa.

— Você continua sendo um folgado. — comentou enquanto subiam a escada.

— Eu sei. — sorriu.

— É aqui. — o loiro parou na frente da porta e deu espaço para Luhan entrar.

O chinês entrou no banheiro e fechou a porta, Sehun ficou no corredor, esperando pelo mais velho. Não havia se passado nem cinco minutos e a porta do banheiro foi aberta novamente.

— Hey, Hunnie, eu deveria te compensar por ter feito o trabalho todo sozinho. — o sorriso malicioso no rosto do acastanhado revelava que tinha segundas intenções.

— Para de ser idiota, hyung. — revirou os olhos.

— Eu sei que você quer, Sehun-ah. — realmente, Oh se segurava para não agarrar o chinês e implorar para que ele o fodesse com força. Todavia, Luhan precisava aprender que seu orgulho não iria fazer Sehun se dar a ele.

Luhan foi chegando perto do loiro, que ia dando passos curtos para trás, isso até ficar sem saída. Bateu as costas levemente na parece.

— Te peguei, Sehun-ah. — sussurrou no ouvido do coreano.

— Sai, hyung. — fez bico e tentou empurrar o acastanhado, o que foi totalmente em vão, já que Luhan era muito mais forte que si. Mesmo assim, continuou tentando o empurrar.

Desistiu da ideia quando o chinês começou a dar leves beijinhos em seu maxilar.

 

 

 

Ok, Sehun não sabia como havia ido parar ali, só sabia que era uma das melhores sensações que havia sentido e não queria sair dali tão cedo.

O colo de Luhan poderia ser considerado uma das oito maravilhas do mundo, porque puta que pariu, era muito bom estar gastando todas as suas energias rebolando em cima daquele chinês filho de uma puta. Ambos já estavam excitados demais pra parar.

— H-hyung. — alguns dos gemidos que anteriormente Sehun segurava saiu sem permissão pelos lábios um tanto avermelhados pelos beijos, mordidas e chupões que o chinês lhes dava.

Sem muita cerimônia, os adolescentes tiraram suas roupas e em alguns segundos as nudezes estavam igualadas.

— Hunnie, eu queria essa boquinha em volta do meu pau. — Luhan sussurrou no ouvido do coreano, que de imediata pensou em esconder seu rosto com que agora possuía um tom vermelho.

Sehun se ajoelhou na frente do acastanhado. Não sabia como fazer aquilo, afinal, nunca tinha feito pessoalmente, muito menos visto. Talvez fosse do mesmo jeito que via nos pornôs. Então arriscou.

Segurou a base do falo ereto de Luhan e começou a masturba-lo, arrancando suspiros arrastados do chinês.

— Sehun-ah... — gemeu quando o mais novo ‘engoliu’ seu pênis.

O coreano fazia movimentos tortuosos e lentos, Luhan se segurava para não levar sua mão até os cabelos louros de Sehun e foder sua boca até que os cantinhos dela começassem a doer.

Quando estava perto de chegar ao seu ápice e então ter o primeiro orgasmo entre eles, o chinês puxou levemente a cabeça de Sehun para trás.

— Abre a boquinha pro hyung, Sehun. — ordenou.

Levou sua mão livre até seu membro, e bombardeou-o apenas até despejar seu sêmen no rosto de Sehun, que lambeu em volta de sua boca para sentir o gosto de seu hyung.

Se permitiu voltar a beijar o chinês, dessa vez o empurrando na cama, mordeu e lambeu toda a extensão do pescoço branquinho de seu hyung, enquanto o mesmo apertava sua cintura com certa força, ato que com certeza deixaria marcas mais tarde. Sehun suspirava toda vez que Luhan arranhava levemente suas coxas, até chegar em suas nádegas, apertando com ânimo a carne dos glúteos.

— Ei Sehun, deixa o hyung foder você. — novamente o chinês usou seu timbre de voz mais sexy para sussurrar coisas obscenas no ouvido do loirinho.

Oh não sabia como reagir, e nem sabia porque havia cedido aos pedidos — que na verdade não eram pedidos — nada puros de seu hyung.

— De quatro, Hunnie. — outra ordem que foi obedecida por Sehun. Era constrangedor ficar naquela posição.

Luhan levou dois de seus dedos até sua boca, deixando-os bem lubrificados para então preparar o mais novo.

— Vai doer só um pouquinho, Hun... — comentou colocando seu primeiro digito na entrada de Sehun. Doía, mas dava pra aguentar. — Você vai começar a gostar daqui a pouco... — sussurrou inserindo mais um dedo, dessa vez, Oh gemeu de dor, era completamente desconfortável. Luhan começou a deixar beijos nas costas do mais novo, na tentativa de o distrair da dor. Começou a mexer seus dedos em movimentos de vai-e-vem, vez ou outra alargando a entrada do coreano.

O chinês se posicionou atrás do loirinho, deixou um tapa estalado na bunda branquinha de Sehun, que gemeu inesperadamente com o ato de seu hyung, a pele alva como a neve não demorou muito para assumir um tom avermelhado, Luhan sorriu ao ver seus dedos marcados nas nádegas do mais novo.

— H-hyung v-vai l-logo. — Sehun pediu choroso. Não aguentava mais aquela tortura.

O chinês riu fraco, e atendeu o pedido do coreano, adentrou em Sehun vagarosamente, o mais novo escondeu seu rosto do travesseiro, e abafou um gemido. A ardência pela penetração fazia com que os olhos do Oh lacrimejassem.

Luhan novamente começou a espalhar beijinhos molhados pelas costas de Sehun. Começou a se mover lentamente para não machucar seu dongsaeng. O chinês se amaldiçoou mentalmente por estar cedendo a vontade de foder o coreano sem ao menos esperar o mais baixo se acostumar com o invasor dentro de si.

— Mais rápido, Lu. — Oh solicitou manhoso, e Luhan, claro, o obedeceu.

Em pouco minutos, só podiam ser ouvidos os sons eróticos que os garotos faziam, os gemidos arrastados de Luhan e os manhosos de Sehun. Ambos não podiam negar, era uma verdadeira melodia erótica.

O acastanhado começou a investir seu quadril com sua força máxima na direção de Sehun, causando ainda mais sensações prazerosas no mais novo.

— LUHAN! — o mais novo gritou quando a glande inchada de Luhan havia lhe surrado a próstata. O chinês sorriu, sabia onde acertaria para fazer Sehun ir do céu ao inferno em questão de segundos. O local sensível era tocado com brutalidade inúmeras vezes, a voz do coreano já estava rouca de tanto gemer e gritar o nome de Luhan, e ambos estavam com os fios de cabelos grudados na testa, pingavam suor.

Sem ao menos avisar, Sehun chegou ao seu ápice e se desfez, sujando o lençol que estava todo desarrumado na cama.

Depois de recuperarem as respirações descontroladas, os garotos se encaram por longos segundos jogados de qualquer jeito.

— Ainda me odeia, Sehun-ah? — perguntou o chinês, acariciando a bochecha do mais novo.

— Talvez eu goste de você, mas só um pouquinho.


Notas Finais


(gABRIELA NAO ESQUECE MINHA FANFIC COM YOONGI UKE DO HOSEOK)
esse eh o fim mais bosta/lixo q vcs vao ler na vida d vcs
falta de criatividade eh hardfucktense
chavosos squad eh o poder
espero que tenha gostado, embuste


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