História Eu te odeio Malfoy! - Adaptação - Capítulo 24


Escrita por: ~

Postado
Categorias Harry Potter
Personagens Alvo Potter, Andromeda Tonks, Angelina Johnson, Arthur Weasley, Astoria Greengrass, Bellatrix Lestrange, Blásio Zabini, Carlinhos Weasley, Daphne Greengrass, Dino Thomas, Draco Malfoy, Fleur Delacour, Fred Weasley, Gina Weasley, Gui Weasley, Harry Potter, Hermione Granger, Jorge Weasley, Katie Bell, Lilá Brown, Lucius Malfoy, Luna Lovegood, Marcus Flint, Molly Weasley, Narcissa Black Malfoy, Neville Longbottom, Nymphadora Tonks, Padma Patil, Pansy Parkinson, Parvati Patil, Percy Weasley, Ronald Weasley, Scorpius Malfoy, Simas Finnigan
Tags Romance
Visualizações 96
Palavras 3.844
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Comédia, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 24 - Eu estou pronta


Fanfic / Fanfiction Eu te odeio Malfoy! - Adaptação - Capítulo 24 - Eu estou pronta

O café da manha já estava posto sobre a pequena mesa na cozinha, as tantas coisas que nem se quer eram comidas, bastava o básico para os dois, mas isso estava completamente fora dos padrões dos Malfoy´s comida para esbanjar parecia o lema deles. Estavam sentados a mesa mais vestidos que nós últimos dias, talvez fosse graças a equipe de empregados que viera para limpar a casa, mas nenhum deles estavam onde eles estavam, dividiram-se primeiro nos andares de cima onde o casal não estaria.

Sentados sobre a mesa o casal terminava seu café, Draco com sua costumeira xicara de café e Hermione com o simples suco de laranja enquanto escolhiam o que iam pegar em tamanha variedade de coisas. Às vezes quando se olhavam trocavam sorrisos. E às vezes um serviçal passava por eles.

- Eles nos olham como se fossemos um casal de pervertidos e depravados – sussurrou Hermione para ele que riu pelo nariz.

- Do jeito que deixamos a casa, gatinha – disse Draco – Ficou visível que fizemos sexo por todos os cômodos existentes aqui.

- Nem todos – Hermione o corrigi-o.

- Ainda... – disse ele sorrindo malicioso.

- O que vamos fazer hoje¿ - perguntou Hermione animada.

- Que tal uma aposta para apimentar o clima – propôs Draco.

- E qual seria ela¿ - Hermione demonstrou interesse.

- Um pega-pega, se eu te pegar, eu faço o que eu quiser com você – propôs Draco – Te dou dez segundos de vantagem para correr primeiro, por qualquer canto da casa.

- Feito – topou Hermione. 

 

Fora bem estranho para os empregados, que seguiam para o pequeno iate para irem embora da ilha após acabarem seu serviço, verem o casal dono da casa parados na entrada da casa os assistindo ir, como antes nunca fizeram. Mas Hermione e Draco sabiam muito bem o que faziam e os olhares trocados entre os mesmos era a prova disso.

Quando o iate partiu levando todos que estavam ali antes, os olhos cor de mel se chocaram contra o azul-acinzentado e Hermione soltara um gritinho antes de começar a correr o máximo que seus pés conseguiam para qualquer canto da imensa casa. Foram exatamente dez segundos para que Draco começasse a correr e logo Hermione olhara para trás o vendo quase a alcançando tratou de apertar mais o passo e correr ainda mais.

Era uma cena divertida de se ver, dois adultos daquele tamanho e ainda mais um casal correndo feito duas crianças um do outro. Hermione ria divertida enquanto Draco tinha um sorriso em seu rosto graças a risada doce dela. Ela era rápida, mas ele era bem maior e mais forte era fato que conseguia correr mais. O quintal já havia acabado e restara a Hermione entrar na segunda casa com a pequena sala o bar e a quadra de tênis. Seu destino era aquela quadra, mas fora agarrada pela cintura e o aperto a fez gritar. Ele havia a pegado!

- Ganhei! – vitoriou ele a ela.

- Você é mais rápido não vale! – ela disse manhosa.

- Vai ter que fazer o que eu quiser, Mon Petit, era o trato – ele cobrou a impedindo de dar para trás.

- Eu sou uma mulher de palavras – disse ela olhando-o – Me diga o que quer que eu faço...

- Tire todas as roupas e deite-se em cima da bancada – ele disse olhando-a.

- O que vai fazer¿ - perguntou surpresa e assustada.

- Você vai ver – fora tudo que ele lhe disse.

Hermione não usava muitas roupas, apesar das roupas que usava tapar lhe o corpo muito bem, uma das longas blusas dele iam até o meio de suas coxas tapando o quase minúsculo shorts de dormir preto que a mesma usava, mas o que mais agradou Draco fora o fato de que ela não usava nada por debaixo de sua blusa e daquele sexy shorts, os cabelos bem soltos a suas costas caiam com graciosas ondas envolventes e sensuais. Ela o olhava o tempo todo enquanto fazia o que ele pediu e quando fora subir ao balcão Draco a ajudou pegando-a pela cintura para levanta-la sem dificuldades aparentes e coloca-la em cima do balcão de madeira. Em movimentos sensuais Hermione se deitou em seguida, uma das pernas meio dobrada a deixando ainda mais sensual.

Draco apreciou aquela bela vista, aquele belo corpo estendido ao seu bel prazer completamente nu, os seios suaves e firmes empinados, a barriga lisinha subia e descia assim como os ombros pequenos a respiração leve da mesma, as pernas sensualmente postas deixava ainda mais apetitoso o triangulo liso que ela tinha no meio das pernas.

Hermione olhava atentamente ele pegar algumas garrafas das bebidas do bar e separa-las um pouco a direita dela, olhando para cada uma com atenção.

- Confesso que sempre pensei em fazer isso com você – comentou ele enquanto passava os dedos pelas bebidas – Já bebi todas elas, mas sei que em você elas terão um gosto diferente.

- Draco... Ahh – ela estava prestes a perguntar algo, mas se calou em um longo gemido quando sentiu o liquido gelado de uma das bebidas sobre sua pele.

Draco havia lhe jogado uma boa quantidade de champanhe no pescoço e em seu busto, mas não parou por ali, colocando mais da bebida por toda a região da barriga, encharcando os seios, descendo por suas coxas e suas pernas delicadas.

- Eu vou chupar você inteirinha, Mon Petit – só a ameaça fizera Hermione tremer e se excitar profundamente.

Ele beijara os pés delicados e fora impossível para Hermione não se lembrar daquela primeira experiência que tivera com aquele homem, a tão memorável e excitante primeira experiência, agora o conhecia o suficiente para saber que ele nunca beijaria os pés de uma mulher como beijava os dela, como se a honrasse e a exuberasse como sua. Ele começou a passar com sua quente língua pelo tornozelo delicado, onde caíam leves gotas da bebida, a tão deliciosa bebida. Levou a língua até lá, seguindo o rastro deixando pela bebida, lentamente subindo enquanto lhe abria as pernas, com a língua roçando pela parte interna das coxas, primeiro uma, depois a outra, detendo-se antes de chegar ao ponto quente entre as coxas onde podia ver a intimidade quente e avermelhada que jurava estar molhada, incrivelmente molhada.

Hermione começou a emitir gemidos baixos e sem controle alguns, os olhos fechados enquanto apreciava aquela magica e sensual língua sobre seu corpo, sua pele. O quanto o queria dentro de si naquele momento, dando-a o máximo do prazer.

Ele pulou ao seu ventre evitando aquele ponto que tanto o provocava o deixando ainda mais louco a ponto de sua calça se apertar ainda mais como se aquilo fosse possível, já estava no cumulo da excitação, no ventre delicado e liso o liquido era um pouco mais abundante, lambeu a região da virilha com provocação, depois ao redor do umbigo delicado, subiu ao vale dos seios, mas evitou aquela parte que arfava desesperadamente, queria provoca-la ao extremo e o faria.

Draco lambeu lhe o pescoço alvo de delicado, as orelhas pequenas, passou a língua na boca dela sem aprofundar o beijo recebendo um leve gemido de descontentamento da mesma, queria beija-lo, mas ele deixou-a com gosto de quero mais, os lábios entreabertos esperando que ele a beija-se.

Com todo o controle que ainda lhe restava para não agarrar e usar aquele belo corpo tão entregue a si e usa-lo como bem queria, o loiro, pegou a garrafa e voltou para o lado da mulher que ainda permanecia de olhos fechados.

Voltou a lambê-la no mesmo instante, desta vez foi direto aos seios suaves e firmes lambendo-os em volta antes de abocanhar e chupar um a um. Hermione grito com desespero, o corpo se desencostando do balcão ao lhe arquear.

Ele pegou a garrafa de champanhe e derrubou sobre o ventre e intimidade dela. Hermione arfou. Draco lambeu lhe a virilha e em seguida sem mais espera penetrou a língua nela depois de abri-la com os dedos provocantes e gelidos.

- DRACO... AHH...- Hermione gritou.

Não confessaria a ela, talvez não confessaria nem a si próprio, mas sentia-se ainda mais excitado ao escuta-la gritar ainda mais o seu nome, tão entregue e delicada como ela o fazia, aumentou a pressão que fazia em seu sexo, chupando o liquido com intensidade e fazendo-a se retorcer. O gosto dela misturado com o gosto tão doce do champanhe.

Draco apertou suas coxas com a demasiada força que ele era acostumado a impor, intensificando mais a pressão da língua quente dentro dela, começou a usar também os dedos, rodeando o polegar em seu clitóris e a fez gritar mais uma vez. Hermione sentia o fogo da paixão consumindo-a, arrebatando-a. Seu coração estava disparado diante de tanta luxuria e prazer. Ela arfava com dificuldade e suas pernas tremiam desesperadas.

Ela forçou a cabeça para olhá-lo, os cabelos loiros tão bagunçados, o rosto se movendo, conseguia ver os movimentos da língua de Draco penetrando em seu lugar mais intimo e aquilo era a coisa mais erótica e deliciosa que já tinha visto antes. Nunca passou por sua cabeça parar para ver aquilo, mas o fogo tomou-lhe por dentro com aquela visão, era tão sensual e envolvente.

Entorpecida pelas sensações e os estímulos em seu ventre, ela segurou sua cabeça puxando-lhe os fios loiros com afinco e pressionou o quadril pra cima buscando mais contato, mais pressão, mais intensidade. Ele devolveu com lambidas e chupões ainda mais rápidos e intensos.

Hermione sentiu toda a tensão que seu corpo reuniu percorrer seus órgãos vitais antes de se concentrarem num único ponto abaixo de seu ventre. Então contrações involuntárias e violentas tomaram conta de suas pernas e seu quadril e ela finalmente se deixou arrebatar por um orgasmo enlouquecedor. O grito dela foi longo e agudo, quase uma suplica desesperada. Hermione moveu freneticamente o quadril contra a língua de Draco que continuava seu trabalho magistral, buscando mais daquela sensação inquietante e gostosa. Aos poucos os movimentos foram ficando lentos, mais lentos, mais lentos, até que ela desabou o quadril e a cabeça na mesa, sem qualquer vestígio de força para falar de novo e nem gritar,  a respiração tão desesperada.

- Draco...

Ela tentou falar quando recobrou um pouco das forças, falar-lhe o quanto aquilo fora maravilhoso e lhe pedir por muito mais, mas calou-se com o beijo ardente que recebeu dele, o tão esperado beijo que antes queria tão desesperada e ele a negou.

- Ainda não acabamos, Mon Petit – ele sussurrou em seu ouvido – Tem tantas outras bebidas.

Tudo que Hermione fizera fora gemer e implorar por mais, mais daquele homem, mais daquele língua magica que a levava ao céu, as nuvens, a lua, as estrelas, a qualquer lugar que quisesse ir e julgava impossível.

 

Aquela brincadeira tão deliciosa só fora acabar quando era realmente tarde e Hermione podia jurar que nem andar conseguia mais tamanha a satisfação e o prazer que tivera naquela tarde, fizera uma anotação mental de permitir que Draco lhe fizesse quantas apostas quisesse e aceitar todas elas sem pestanejar, só para no final ele ganhar e lhe surpreender com mais de tudo aquilo. Quando pensava que já havia aprendido exatamente tudo em sexo ele a surpreendia com algo a mais, todos os dias daquela lua-de-mel.

Logo mais a noite no jantar Draco concordou com o fato de ser maior que ela ter ajudado muito ele a ganhar e por isso ela também tinha direito de lhe pedir algo. Como naquela divertida brincadeira no navio a dias atrás, Draco estava curioso para o que ela lhe pediria daquela vez se fosse tão bom quanto aquele ultimo começaria a deixa-la ganhar só para que ela lhe pedisse o que queria.

Depois do apetitoso jantar e de um delicioso banho de ambas as partes trancaram-se no quarto, com a porta de vidro aberta de modo que a deliciosa brisa entrasse junto ao cheiro de maresia. Draco estava sentado na cama apenas de cueca, Hermione estava praticamente trancada no banheiro terminando de se arrumar enquanto restava a ele ouvir os únicos barulhos dali, as ondas agitadas lá fora e o vento soprando com calma.

Quando a porta do banheiro se abriu espertou-se ao olha-la, um sorriso malicioso se abriu em seus finos lábios assim que a viu ali parada no quarto tão sensual em um conjunto de lingerie tão provocante vermelho e branco, os delicados cachos soltos e os pés descalços postos a meia  que ligava junto a cinta-liga.

- Não vou nem perguntar de quem você recebeu essa – disse divertido fazendo-a rir tão divertida quanto – E então, o que quer que eu faça¿

- Tire a roupa e deite-se – fora tudo que ela lhe disse, usando as palavras dele, tentando ser tão intensa quanto.

Com as sobrancelhas arqueadas Draco a olhou. Não era acostumado a receber ordens de ninguém, principalmente de uma mulher, mesmo que aquela fosse a sua mulher. Não era do que obedecia e sim do que mandava.

- Draco... – ela disse com doçura – Eu obedeço você.

- Me diga o que vai fazer – ponderou ele.

- Você nunca me diz o que vai fazer! – lembrou-o – Sempre me diz que eu vou ver quando o fizer.

- É diferente... – tentou argumentar ele.

- Eu só quero dar prazer a você – disse dando de ombros – Como você da prazer a mim.

- O que quer dizer¿ - claro que sabia o que ela queria dizer, mas queria ouvir da boca dela.

- Eu... Eu quero ir por cima – disse ela com as bochechas avermelhadas.

- Não acho que esteja pronta para isso...

- Eu estou! – garantiu ela – Estou pronta para dar o prazer a você que você da mim, com meu corpo e meus lábios.

- Então o faça – permitiu ele.

Ela sorriu enquanto mordia o lábio com delicadeza, lhe lançando um olhar que pedisse para que ele se deitasse e tirou ela mesma a cueca dele, libertando o pênis ereto que apontava para cima. Passou bons minutos a mais no banho pensando em como faria o que estava prestes a fazer, tinha medo de machuca-lo ou de que ele não gostasse. Mas queria tanto experimentar aquilo.

- Eu... Eu não sei fazer isso – disse olhando-o.

- Você quer... – ele parecia surpreso, ela concordou com a cabeça.

- Você me diz o que eu tenho que fazer¿ - pediu olhando-o nos olhos.

Draco concordou com a cabeça, mais ansioso do que nunca, era a ultima coisa que precisava saber dela, se a boca dela era tão deliciosa nesse sentido quanto era para ser beijada.

Enfrente a ele olhava atentamente em direção ao alvo ereto, os olhos tão fixados tomara coragem abaixando o rosto em direção ao membro do marido. Hermione sentiu o coração ribombar diante da satisfação enorme que sentiu ao ouvi-lo quase urrar. Draco urrou de forma selvagem quando ela inicialmente lambeu sua glande e depois envolveu com seus lábios quentes.

Hermione iniciou sua experiência timidamente, com pequenas lambidas, que se tornaram cada vez mais quentes, mais fortes. Depois ela passou a envolver o membro dele na boca, não conseguia ir muito fundo, a boca pequena não lhe dava tanto acesso. Draco se sentiu extasiado quando se viu dentro da boca pequena e quente que ela tinha, tão pequena que não lhe acomodava nem a metade.

- Isso, Mon Petit – sussurrou ele, sua voz áspera – Assim, chupa lento e suave.

Sua boca se apertou sobre seu sexo, sua língua golpeando-o com pequenos dardos rápidos que o deixavam louco, ela o chupava com timidez, como se fosse se soltando aos poucos. Hermione começou a friccionar o membro nas mãos enquanto alternava lambidas e chupões lentos.  

-  Isso – grunhiu ele, sentindo seu estremecimento enquanto lhe falava, ela estava sendo mais maravilhosa do que pensou que ela seria - Isso... Assim... Está gostoso...

Ela gemeu com ele ainda em sua boca. A cabeça avultada de seu pênis, era acariciada, torturada, enquanto as palavras dele a esporeavam. Os lábios se estiraram a seu redor, seus olhos se fecharam, sua expressão se ficou aturdida enquanto lhe chupava cada vez mais forte, temendo machuca-lo, mas ele não parecia estar com cara de quem estava sendo machucado.

- Sim, chupa mais forte, forte... Bem gostoso – ele pareceu ordena-la enquanto lhe segurava pelos cabelos castanhos apertando-os em seus dedos.

Ele começava a mexer seu próprio quadril de encontro a boca dela. As mãos delicadas pareciam tentar acompanhar os mesmos movimentos que os da boca delicada, Draco batera fundo em sua garganta enquanto ela gemia ao redor de sua carne, lambendo-o, sugando-o, seu pênis endurecendo-se, pulsando. Suas mãos se apertaram sobre os fios de cabelo que tinha cativo, mantendo-a em seu lugar, olhando sua boca reluzente toma-lo a cada golpe cada vez mais para dentro.

Estava perto, muito perto, sentia seu gozo chegar, mas sua intensão não era gozar na boca dela, não queria fazer aquilo na primeira vez que ela estivesse a chupa-lo como ela estava. Não costumava ter piedade de nenhuma outra que lhe fizesse uma deliciosa chupeta, mas ela era inexperiente e além disso sua mulher, não queria assusta-la e fazer com que ela não quisesse mais, a sensação de estar dentro daquela boquinha era boa demais para não senti-la mais.

Não a mandou parar, apenas lhe puxara os cabelos com força fazendo com que ela o olhasse no rosto, os olhos arregalados pela confusão, a boca entreaberta e avermelhada era tão excitante.

- Não vou gozar ai hoje – fora tudo que lhe dissera, ela concordou com a cabeça olhando-o atentamente.

Ele a trouxe para si para beija-la, controlando seus braços o máximo que podia para não vira-la e coloca-la por baixo de si como era tão acostumado a fazer. Não gostava quando uma mulher ia por cima, mas ela lhe pedira aquilo e ele mesmo lhe fizera algo que queria mais cedo, não tinha como negar ao pedido dela. Teria que permiti-la. 

O conjunto de lingerie era muito bonito ele concordava, mas a preferia mil vezes sem do que com e não demorou para se livrar das poucas peças, suas grandes mãos passando por toda extensão de pele delicada e quente que encontrava e com as mãos no quadril pequeno guiou-a.

A entrada era sempre a parte mais difícil, mesmo que estar dentro dela fosse exigir demais do seu autocontrole, tão logo estivesse a penetrando ele a puxou novamente para cima quebrando a conexão entre eles, simplesmente porque ele queria sentir o momento de entrar dentro dela mais uma vez. Ela gemeu languida, se equilibrando em suas próprias pernas, enquanto ele a mantinha sobre ele.

Era uma sensação ótima para Draco, gostava daquela posição, mas ela feria demais o seu orgulho masculino para fazê-la com frequência, ter uma mulher em cima de si não era a mesma coisa que tela por baixo, mas a sensação era muito boa, ela parecia aperta-lo ainda mais naquela posição o levando até seu fundo. .

O momento em que ela soltou o seu peso e em um segundo Draco viu seu membro desaparecer dentro dela, Hermione gritou e ele gemeu rouco e alto, mais parecido com um urro.

- Draco... Dói – gemeu Hermione em um choramingo.

- Mova-se – aconselhou-a experiente – Assim ira parar a dor.

Timidamente ela começou a movimentar o quadril de modo circular, sem experiência alguma com aquela área ou aquela posição, começou a cavalgar com lentidão, acelerando ao ouvi-lo gemer, quase urrar de prazer, incentivando-a a ir cada vez mais, a dar mais prazer a ele.

- Você é gostosa demais mulher! – grunhiu Draco fazendo-a sorrir, as mãos lhe apalpando os seios com força.

As mãos desceram como se desenhassem com atenção a cintura fina e delicada para apertarem o quadril pequeno com força e começar a lhe ditar movimentos rápidos, era o que queria, não tinha paciência para lentidão e ela parecia não conseguir ir rápida sozinha. Alucinou-se vendo aquele corpo pequeno cavalgando sobre si com força e rapidez.

Os cabelos já grudavam-se a pele suada pelo esforço dela, a cabeça da mesma tacada para trás, as mãos sobre o tórax definido enquanto se movia conforme ele exigia, a boca entreaberta em busca de ar, Draco não aguentou a vontade e lhe apertara as nádegas com força indo até mais fundo fazendo-a gemer forte para em seguida voltar a lhe ditar os movimentos.

A cama rangia alta, uma cama mesmo nova que rangia sem parar enquanto o dossel de madeira batia freneticamente contra a parede, iam acabar quebrando a cama desse jeito.  

Provocante o loiro tocou o delicado broto saltado dela com os dedos longos e gélidos, estimulando o pequeno clitóris com maestria, fazendo-a gemer e tacar a cabeça para trás, alucinada com aquele ponto sensível.

- Ahh Draco... – gemeu desesperada, suas paredes vaginais começando a se estreitarem e apertando-a ainda mais dentro de si – DRACO!

As pernas dela tremeram até a ponta de seus dedos, seus braços amoleceram, já não tinha folego para cavalgar com tanto afinco, mas não parou, não pararia até que ele libertasse seu próprio prazer, mas não conseguia manter aquele ritmo e ele pareceu perceber isso.

Gritou surpresa e assustada quando ele a puxara com tudo para ficar por baixo e os dois acabaram por cair da cama de encontro ao chão, mas mal sentiram a dor, parecia até que nem tinham percebido que tinham caído já que não haviam parado. Draco a penetrou em instantes e ela voltou a gritar extasiada com as investidas dele que faziam todo seu corpo se mover para frente enquanto o recebia dentro de si com afinco.

Ele logo começou a lhe morder os seios como se fosse uma distração enquanto a estocava até seu fundo em um ritmo tão viciante que fazia com que Hermione mexesse os quadris desesperada abraçando-lhe as pernas firmes com suas pernas finas e pequenas.

Não deixara por aquilo, quando já havia se extasiado o bastante com as estocadas dele o virou e percebendo não dar tanto trabalho soube que ele havia facilitado para ela já que nunca conseguiria vir um homenzarrão daqueles. Encaixou-se sobre ele novamente, dessa vez não sentira dor, mas o incomodo estava ali, nunca conseguiria ficar muito tempo naquela posição sem que se movesse e a dor lhe vinha, então logo tratara de se mover com afinco determinada ao que faria.

As mãos dele caminhavam por seu corpo que rebolava e cavalgava sobre ele com a agilidade imposta antes, mas agora sem a ajuda dele. O barulho das peles a se chocarem se misturava com as respirações aceleradas, o cheiro de maresia nem se quer era sentido tudo que sentia era cheiro de sexo, do mais delicioso sexo.

Mas quando Draco sentiu-se em seu limite tornou a vira-la e coloca-la para baixo novamente. Aquela rala e rola que logo acabariam na sacada novamente. Era orgulhoso de mais para gozar com ela em cima de si, mas nunca confessaria isso a ela. Bombeou fundo dentro dela sentindo-a apertar-lhe com força enquanto se entregava a mais um orgasmo, retardou seu orgasmo só para ter o orgulho de estocar por mais alguns minutos e bombear forte dentro dela se liberando em um urro desesperado. 

 



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