História Eu te odeio Malfoy! - Adaptação - Capítulo 35


Escrita por: ~

Postado
Categorias Harry Potter
Personagens Alvo Potter, Andromeda Tonks, Angelina Johnson, Arthur Weasley, Astoria Greengrass, Bellatrix Lestrange, Blásio Zabini, Carlinhos Weasley, Daphne Greengrass, Dino Thomas, Draco Malfoy, Fleur Delacour, Fred Weasley, Gina Weasley, Gui Weasley, Harry Potter, Hermione Granger, Jorge Weasley, Katie Bell, Lilá Brown, Lucius Malfoy, Luna Lovegood, Marcus Flint, Molly Weasley, Narcissa Black Malfoy, Neville Longbottom, Nymphadora Tonks, Padma Patil, Pansy Parkinson, Parvati Patil, Percy Weasley, Ronald Weasley, Scorpius Malfoy, Simas Finnigan
Tags Romance
Visualizações 66
Palavras 4.241
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Comédia, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 35 - Fim de semana em casal


Fanfic / Fanfiction Eu te odeio Malfoy! - Adaptação - Capítulo 35 - Fim de semana em casal

Era uma proposta perfeita e não fora para menos que ela aceitou sem pestanejar, dois dias em um local isolado que só teriam os dois, longe dos problemas, longe dos compromissos e longe das responsabilidades. Com telefones desligados. Somente eles com poucas malas no banco traseiro enquanto iam em direção ao local em que qualquer um que já havia ido antes julgou ser perfeito. Mas Hermione tinha certeza que não chegava nem aos pés do Pais das maravilhas, como batizará a ilha de sua lua-de-mel, desejava ter ido para lá, mas Draco teria trabalho logo na segunda-feira.

Conforme iam passando pela estrada, já muito distantes de Londres e de qualquer cidade possível, Hermione se surpreendia, a um raio de quilômetros só havia uma cidadezinha minúscula, mas o lugar em que eles iam era anda mais distante de qualquer um deles. Mas diferente do que ela pensou não era um campo e nem uma colina, parecia mais com uma floresta muito bem cuidada e verde quando adentraram pelo caminho de pedra.

- Agora falta pouco – garantiu Draco – Eu to morrendo de fome.

Ele já havia ligado para um dos empregados que estavam na casa e pedido para que preparassem um lanche para a chegada deles ainda de manha.

- Eu já te disse que não me conformo que você não goste de lasanha né¿ - ela perguntou divertida – Todo ser humano gosta de lasanha, ate o Garfield que é um gato!

- Eu comi uma vez na casa de alguém que não me lembro o nome o que significa que não eram nem um pouco importantes – disse ele dando de ombros – Eu tinha uns dez anos e simplesmente detestei, depois daquilo nunca mais coloquei aquele troço na boca.

- Você só pode estar brincando¿ - ela estava inconformada – Experimentou só uma vez Dray! Como sabe que você não gosta se não experimentou a de mais ninguém¿ Ás vezes aquela não estava boa.

- Tá bem, eu peço pra cozinheira fazer uma hoje no jantar e experimento – disse ao menos tentando ser compassivo com ela – Mas se eu não gostar você vai ter que me pagar essa noite.

- Não, eu mesmo vou fazer – aquilo sim assustou Draco, sua mãe nunca fora para a cozinha em toda sua vida, até mesmo para fazer biscoitos caseiros quem fazia era sua a cozinheira ou a governanta nunca ela – Todos até agora adoram minha lasanha, dizem que é o meu melhor prato.

- Você cozinha, sério¿ - perguntou com os olhos arregalados – Pensei que tivesse cozinheira na casa dos seus pais.

- E tem – concordou Hermione – Man era uma cozinheira incrível, mas eu gosto de cozinhar, me relaxa é um dos meus robes.

- Você tem hobbies¿ - elevou o plural ainda mais confuso, quase três meses de casado e não havia lhe visto praticar nenhum deles.

- Sim Draco, não sou só um rostinho bonito que fica em casa sem fazer nada – falou incomodada, cruzando os braços – Gosto de fazer muitas coisas, como você faz as suas, suas lutas e seus carros...

- Pode me dizer quais são os seus¿ - ele parecia muito interessado em saber aquilo, não fazia ideia do que ela fazia durante a tarde, talvez praticasse esses robes.

- Gosto de cozinhar, de fazer yoga durante a tarde e... – ela pareceu corar com aquilo.

- E¿ - agora sim estava realmente curioso.

- Sou especializada em massagem – confessou envergonhada – Não que eu já as fiz em qualquer outra pessoa! – apressou-se em dizer – Às vezes faço em mim.

- Nunca me fez uma massagem – cobrou-lhe inconformado – Que tipo de esposa é você que nega uma massagem a seu lindo e delicioso marido¿

- Você nunca me pediu – disse divertida.

O portão no qual pararam enfrente era de ferro escurecido e tinha um grande M em seu meio, o brasão dos Malfoy é claro. Draco ficara dez minutos procurando o controle no carro onde havia o deixado quando um dos empregados foram lhe entregar ainda em Londres.

- Chegamos – exclamou Draco finalmente.

Estavam definitivamente dentro da floresta tão límpida e cheia de arvores muito bem cuidados como o chão, não demorou para que Hermione pudesse ver a casa, inteiramente trabalhada em vidro, madeira e pedras caras, era uma casa muito bela de três azulejos todos com vidro as paredes era uma casa moderna e luxuosa em um lugar em que tudo que podia se ouvir era o vento soprando ao balançar as folhas das arvores e os passarinhos cantando levemente.

- Aqui é tão lindo! – disse ela com os delicados olhos brilhando assim que ele estacionou o carro enfrente a casa.

Desceu do carro e abriu a porta para que ela descesse fazendo-a se encantar até mais, longe do ar condicionado do carro podia inalar o delicioso cheiro da natureza. Amava lugares como aquele, seria um lugar perfeito para escrever um livro.

- Bem, o sinal aqui é bem ruim por ser tão longe da cidade, então não é tão bom assim – disse Draco enquanto pegava as malas no bagageiro.

- Quem precisa de um celular aqui¿ - ela perguntou inconformada – É o paraíso verde.

- Com pernilongos – ele fez careta.

- Draco quantas casas vocês tem espalhadas pelo mundo¿ - a curiosidade a venceu.

- Nós temos, querida – Draco a corrigiu – É uma pergunta difícil, três casas em praias diferentes, a casa na ilha, esta, uma no campo, a outra onde nós casamos, temos uma de veraneio em um lugar frio por ai e... Muitas outras.

- Será que vamos conseguir visitar todas elas¿ - perguntou animada enquanto o esperava para entrar.

- Claro que sim – concordou, conseguia carregar as malas sozinho, eram apenas duas malas uma sua que era a menor delas e uma de Hermione que era quase maior que seu porta-malas inteiro junto a uma bolsa de mão também da mesma, era apenas um fim de semana e ela levara coisas até demais.

- O que é aqui embaixo¿ - perguntou vendo que Draco o ignorou.

- Ah é mais para visitantes – disse dando de ombros – Alguns sofás, um bar particular, uma mesa de sinuca, coisas do tipo... O que interessa é lá em cima.

- O que é ali¿ - perguntou empolgada apontando para a outra parte da casa.

Não conseguia ver o que tinha lá em cima, apenas as longas escadarias primeiro de pedra e depois de madeira que dava para lá em cima, a madeira combinava tão perfeitamente com o jardim tão bem decorado e lá parecia bem grande.

- Logo mais a noite iremos até lá, ira achar mais bonito a noite – garantiu Draco – Agora vamos subir por ali.

A escada em que seguiram era feita somente de pedra e dava direto ao segundo andar. Draco não quis que ela carregasse bolsa alguma, levantando-as para não ter trabalho nas escadas mostrando que os braços fortes realmente tinham grande utilidade.

- Por que empregados não vieram pegar as malas¿ - perguntou Hermione confusa, os empregados sempre faziam isso em todo e qualquer lugar que eles iam.

- Aqui não tem empregados, pelo menos não para esse fim de semana – contou ele – Somente a cozinheira que deve estar preparando o nosso lanche.

Após as escadas entraram no corredor feito em madeira com vidro a sua volta, uma área muito simples e aconchegante com poltronas brancas e uma vista exuberante, as portas abertas a espera dos donos.

A parte de dentro era tão bela quanto a de fora, a primeira vista vinham a cozinha moderna trabalhada em branco e preto com banquinhos confortáveis sobre o balcão, diferente do que pensaram a cozinheira não estava lá apesar de o cheiro delicioso inebriar os sentidos. A seguida a cumprida mesa de madeira estava coberta com deliciosos lanches, os talheres caros postos com requinte como mandava a etiqueta, petiscos caros e muito bem preparados, torradas com patês especiais, bolos, pão de queijo, croissants. O próximo sem parede e nem nada era o sofá, o cumprido sofá branco em L pegava um imenso espaço e no meio dele uma mesinha de vidro, ao canto prateleiras com poucos livros, mas o que surpreendeu Hermione foi a arvore, havia um arvore enorme bem no meio da sala deles! Uma arvore de verdade mesmo que sem folhas e a lateral algo muito interessante um diferente tipo de lareira não embutida a parede, era uma coisa muito interessante de se olhar.

- Isso é...

- Uma lareira – concordou Draco, mas ela não olhava para a lareira e sim para a arvore – Ah, sim é uma arvore de verdade, não quiseram corta-la quando estavam construindo então adaptaram a casa e elas, acredite se quiser essa casa ficou mundialmente conhecida depois disso.

- Ah Senhor e Sra. Malfoy! – uma mulher rechonchuda vinha de um local atrás da cozinha com portas vestida como serviçal – Vocês chegaram, já preparei o lanche Sr. Malfoy.

- Obrigada Ana – agradeceu sorrindo educado – Ana está é minha esposa Hermione, Hermione esta é nossa cozinheira Ana.

- É um prazer conhece-la Sra. Malfoy – a mulher falava carismática – És muito bela.

- É um prazer, obrigada – Hermione lhe sorriu educada – Ana se importaria de abrir mão de fazer o jantar, eu mesma vou preparar o jantar para meu marido, se não lhe chatear é claro...

- Claro que não, Sra. Malfoy! – ela garantiu sorrindo – Então poderei ir embora logo mais á tarde¿

- Sim – concordou Draco – E volte amanha lá pelas 8hrs, só precisara fazer o almoço, hoje.

- Como desejar – a mulher concordou – Colocarei as bebidas a mesa agora que chegaram.

- Por favor, faça isso – concordou Draco – Levarei as malas ao quarto e depois de comermos apresento a casa devidamente a Hermione.

Hermione o seguiu e ficara extremamente confusa quando ele em vez de subir as escadas que ali haviam, na verdade duas como opção para ser exata ele seguira para outro lugar atrás das escadarias, curiosa como era foi junto. Por onde iam havia mais uma grande arvore seguida por outra que parecia estar em um bem planejado jardim de inverno com plantas e uma confortável cadeira branca lá dentro aos vidros, a escadaria de madeira logo atrás, mais uma escadaria que dava para o andar de cima, achou que subiriam por ali, mas não.

Na verdade ele abrira a porta dupla de madeira, confusamente estavam deixando a casa e de acordo com ele era lá o quarto em que ficariam. Hermione sorriu admirada era outro pequeno prédio diferente da casa, não tão grande quanto trabalhado a madeira e a pedra como o resto da casa, era surpreendente.

Entrou junto a ele e levou as mãos a boca quando viu que era o quarto que os dois ficariam, era imenso e até mesmo lá precisavam descer alguns degraus para chegarem ao chão, a cama de madeira baixa ao chão com lençóis brancos e dourados, os moveis ricamente na mais pura madeira, as paredes delicadamente brancas e uma delas na mais cara pedra onde uma enorme TV de plasma havia sido colocada e um computados a mesinha de vidro com uma poltrona preta simples bem ao lado do aparados de madeira, logo atrás da cama armários baixos com almofadas em cima e cheirosas velas, dois pufes próximos a vidraça onde podia ver mais arvores e um alto local de pedra de onde vinha um leve barulho de agua, o cenário era mais romântico que na casa na ilha, talvez porque Hermione gostasse de coisas rusticas.

- O que é ali¿ - apontou para uma das portas que lá havia, a maior delas.

- Nem eu sei ao certo responder, lá possui um pufe preto, acho que é pra ficar sozinho, impossível – disse ele dando de ombros.

Curiosa fora até lá enquanto ele depositava as malas sobre a cama. Assim que abrira a porta dupla deparou-se com mais um jogo de escadas e uma arvore sobre pedras pequenas a enfeitando o chão, o que não era novidade, fora apenas até o vidro debruçando-se para ver o que era.

Era uma saleta vazia onde havia apenas uma cumprida poltrona negra e mais vidro, era um cômodo todo de vidro o que dava a plena visão da grande floresta a frente.

Quando voltou para o quarto sentindo sua barriga roncar Draco não estava lá e ele certamente não a deixaria ali sozinha e voltaria para tomar o lanche sem ela, a outra porta menor estava aberta e fora em direção a ela que seguiu até Draco.

Era o banheiro e Draco colocava a bolsa de mão dela sobre os armários de madeira lá havia tudo que ela usava, cremes, hidrantes e tudo mais. Aquele não era um banheiro, era o banheiro, tão luxuoso que mal podia ser comparado a um banheiro, tudo era trabalhado a madeira e a pedras, de uma delicada cor branca e também haviam três degraus de escadas, o box com o chuveiro era imenso e pensou nas cafajestagens que ela e Draco poderiam fazer ali, a pia branca de mármore caro era cumprida e abordava um imenso espelho, mas não era uma pia dupla na qual Draco e ela estavam acostumados o que lhe deixava um ar de curiosidade em como seria dividirem uma simples pia, a banheira de mármore ao canto era suficientemente grande para caber os dois e envolta dela as janelas de vidro lhe davam mais o ar da graça da natureza, era o melhor banheiro que já vira na vida.

- Vamos ficar um mês¿ - propôs animada o fazendo rir pelo nariz.

- Vamos comer algo, estou faminto – foi até ela para seguirem em direção a casa novamente.

Comeram o lanche com calma conversando coisas monótonas enquanto Ana já começava a preparar as panelas para o almoço, completamente distraída a ponto de não ouvi-los completamente.

- É uma das casas mais bonitas que já vi – confessou Hermione enquanto se servia dos suculentos morangos que haviam lá junto a outras frutas.

- Só vou concordar depois que inaugurar todos os cantos da casa com você – piscou para ela malicioso fazendo-a gargalhar.

- Lembra o que me disse antes de virmos... – parecia novamente envergonhada – Que conheceríamos o que ainda não sabemos um do outro¿

- Sim – Draco concordou – Pode começar, Hermione – permitiu ele – E não precisa ficar envergonhada, já fizemos coisas bem mais vergonhosas e você sabe disso.

- Nunca me contou sobre seu interesse pela luta – logo a primeira pergunta dela lhe pegara de surpresa completamente.

Não sabia o que perguntar sobre ela, achava que conhecia tudo nela, Hermione não era fechada como ele, era como um livro aberto com capas transparentes.

- Eu gosto de lutar desde o começo da adolescência – contou dando de ombros – Meus pais não sabem e nem devem saber ou estarei encrencado – sabia que ela não falaria para ninguém, mas se ela deixa-se escapar teria problemas – Eu fazia parte de lutas durante o colegial e a faculdade para tirar um dinheiro parte, não era pelo dinheiro, mas pela emoção de lutar.

- Lutar... Lutar mesmo¿ - perguntou com os olhos arregalados pela surpresa – Como MMA¿

- É, só que essas eram ilegais – concordou Draco – Eu fazia parte de lutas muito importantes a maioria delas em Vegas é claro, ganhava milhões a cada luta, quase nunca perdia– sorriu orgulhoso – Me chamavam de a serpente, porque era muito difícil alguém me acertar, Blázio ia sempre comigo – contou divertido – Continuo treinando na academia para não perder o jeito, claro que já me chamaram para mais lutas, mas parei a cerca de dois anos quando tive que assumir as empresas do meu pai.

- E você já... Matou alguém¿ - ela falava sussurrando como se estivesse lhe contanto um segredo, Draco não controlou a gargalhada.

- Não, Hermione – negou divertido – Não chegamos a matar ninguém.

- Qual a coisa que mais te da medo¿ - a pergunta dela o fizera congelar por alguns instantes, nunca fora de expor suas fraquezas.

- A solidão.

- Mas você sempre cercado de tantas pessoas, empregados, seus pais, seus amigos...

- A solidão, Hermione, ela pode vir mesmo quando estamos na companhia de alguém – disse olhando-a nos olhos – Próxima pergunta – quebrou o gelo.

- Já se apaixonou¿ - os olhos âmbar olhavam-no com curiosidade.

- Não – mentiu prontamente.

- Nunca¿ Você nunca se...

- Vamos conhecer o resto da casa¿ - fugira completamente da pergunta dela e ela percebera aquilo.

A parte de cima da casa havia inúmeros quartos de hospedes, não tão luxuosos como o seu e do casal e sim simples. Andaram pela casa até a hora do almoço onde Hermione se deliciou com um perfeito salmão grelhado.

Não tocara mais no assunto sobre ele já ter se apaixonado pelo fato de ter percebido que ele não gostou, acabou então por fazer mais perguntas e a primeira foi o que ele não gostava de comer. Até maliciara um pouquinho quando perguntou com quantas mulheres ele já dormiu, ele não lhe deu um numero e nem nada, apenas lhe disse que ela não ia querer saber e que agora não importava, estava casado e longe de galinhadas. Quando a sessão interrogatório terminou fizera a pergunta que se segurava a meses para fazer, se ele estava feliz ao lado dela. Ele havia parado o que estava fazendo para olha-la, ela parecia precisar daquela resposta e tudo que recebera fora um sim, mas não parecia ser mentira.

Quando Ana deixou a casa, antes mesmo das cinco horas da tarde Hermione se alojou na cozinha após tomar um banho, Draco lhe pediu desculpas e disse que faria um telefonema rápido perto dos portões que era onde o sinal pegava, não negou talvez porque desse jeito seria mais fácil por seu plano em pratica.

Draco não queria atender ao telefone naquele fim de semana, havia prometido a ela, mas aquele era um caso de completa urgência na empresa e não teve escapatória para não atender. Perto dos portões onde dava sinal, quando desligou o telefone bufando de raiva pelo fato de um de seus sócios estar dando tanto trabalho. Não queria voltar para dentro naquele instante, precisava pensar um pouco.

Achava bobagem à sessão de perguntas dela, ela queria conhece-lo, mas não se conhece alguém daquele jeito e sim com o passar do tempo. Estavam casados há dois meses e só se conheciam há quatro meses. Não sabiam quase nada um do outro, mas não fazia perguntas a ela porque sabia que a conheceria com o tempo, ela não era tão misteriosa quanto ele era.

Mas tinha que confessar a si mesmo que algumas perguntas dela lhe pegaram de um jeito surpreendente, ela havia tocado em sua ferida desde o momento em que perguntou qual era seu maior medo e de lá só fora para pior ainda mais quando perguntou se ele já se apaixonou por alguém. Não importava o que tinha acontecido em seu passado, o que importava era que jurou a si mesmo que Draco Malfoy não se apaixonaria novamente.

Quando ela lhe perguntou se ele estava feliz com ela, assustou-se, nunca pensou que ela lhe faria uma pergunta daquelas. Não sabia dizer o que ela esperava, uma declaração de amor ou uma resposta destrutiva, mas não dera nenhuma das duas. Sentir-se feliz, felicidade é uma palavra forte demais para seu gosto, ainda mais quando se trata de felicidade para com uma mulher o que contradizia completamente seu juramento de não se apaixonar. Não a amava, não estava apaixonado, mas se sentia bem ao lado dela sentia conforto, comodidade, alivio. Ela era a mulher ideal para se ter como esposa e para ser uma Malfoy vestia-se e se comportava muito bem, era doce e sensual. Era o tipo certo de mulher pra ele.

Respirou fundo e guardou o telefone em seu bolso seguindo para a casa novamente, a sessão de perguntas parecia ter cessado pelo dia todo, pelo menos era o que ele realmente esperava. Levou-a até lá para isso, mas não pensou que as perguntas dela fossem aquelas que lhe pegavam completamente desarmado.

Quando entrou na cozinha ela cantarolava baixo enquanto mexia o quadril por debaixo do avental branco de cozinha. Surpreendeu-se quando a viu virar-se de costas mostrando que estava tão concentrada no que fazia na travessa de vidro que mal a via. Com ela de costas pode ter a plena visão do traseiro perfeito e redondinho da esposa desnudo de qualquer roupa que não fosse o avental, sem peças pesadas de roupas e nem se quer lingeries. Estava completamente nua por debaixo daquele avental.

Ela já havia o percebido ali, sentira seu perfume desde o momento em que ele entrou na casa e era sua hora de provoca-lo.

Garotas festeiras não se magoam

Não sentem nada, quando vou aprender

Eu vou desmoronar, vou desmoronar

Sou aquela que “se importa em se divertir”

Os telefones ficam tocando

Eles estão tocando minha campainha

Eu sinto o amor, sinto o amor

A voz dela era muito bonita e só um tolo diria que não, mas ele já sabia disso desde o momento em que a viu cantando no aniversario de Gina Weasley. Mas a voz não era o que mais lhe prendia a tenção e sim os ousados rebolados daquela cintura perfeita que ressaltava as belas pernas com as panturrilhas ressaltadas graças aos sapatos de salto alto.

Um, dois, três

Um, dois, três drinques

Um, dois, três

Um, dois, três drinques

Um, dois, três

Um, dois, três drinques

Bebo até perder a conta

Eu vou balançar ao ritmo do candelabro

Do candelabro

Aquela bundinha perfeita rebolando tão sensual fazia com que sua calça aparta-se dentro de sua calça sentindo-se tão apertado pela calça que queria arrancar aquela maldita calça naquele mesmo instante, coloca-la naquele balcão e come-la até o cansaço.

Eu vou viver como se não houvesse amanha

Como se não houvesse amanha

Eu vou voar como um pássaro pela noite

Vou sentir minhas lagrimas enquanto elas secam

Eu vou balançar ao ritmo do candelabro

Do candelabro

E então ela abaixou-se para colocar a travessa no forno as nádegas perfeitas empinadas e os grandes lábios rosados e delicados mostrando-se provocantemente para ele. Não aguentou por muito mais tempo, atravessou o balcão a passos rápidos e a agarrou pela cintura, o seu alvo fora o pescoço alvo e convidativo totalmente amostra por seus cabelos estarem presos em um coque no alto da cabeça, lhe mordendo a curva do pescoço com gana, pegara forte em sua cintura colando seus corpos o calor que emanava dela era sentido mesmo por de cima da roupa dela.

Um gemido gutural escapara da boca de Hermione quando sentira os dedos gélidos e cumpridos dele lhe tocando a intimidade latejante. Ela abriu-lhe os grandes lábios esparramando a humidade que já havia em seu canal quente e aveludado. Ela estava excitada antes mesmo de toca-la com gana, já estava pronta para ele.

Virou-se exasperada pulando em seu pescoço enquanto o beijava cheia de desejo. Para Hermione era irônico se ver tão entregue a ele, tinha necessidade dele. Do ser delicioso e sexy que ele era, o triangulo em suas pernas latejava toda vez que o via tamanho o desejo e a vontade de tê-lo dentro de si. Um dia jurou que nunca cairia aos encantos daquele homem egocêntrico e mimado, mas agora toda vez que o via desejava tirar suas roupas e faze-lo transar com ela enlouquecidamente.

Arrancou-lhe a blusa com presa enquanto ele desabotoava suas próprias calças. Tinham presa, muita presa além de uma necessidade imensa de quererem estar consumidos um pelo outro. Ela abaixou suas calças com ambas as mãos apresada levando a cueca box junto a si.

Sentou-se a bancada esperando-o de pernas abertas e um desejo imenso, mas ele não lhe tomou, não penetrou-a ou a instigou. Frustrou-se por alguns instantes pela falta do sexo do mesmo dentro de si, mas foram meros segundos que passaram despercebidos já que lhe abrindo mais as pernas ele abocanhou seu sexo molhando-o ainda mais, ele a chupava e a mordia, saboreando seu gosto como se aquele fosse seu prato favorito.

Desesperada Hermione tacara a cabeça para trás enquanto gemia o nome dele em exaspero, os gemidos pareciam cantados como a música que ela cantava há minutos atrás aos ouvidos de Draco. Não demorou muito para senti-la gozando sobre sua boca, com o auxilio de dois de seus dedos que a penetraram em movimentos de vai e vem. Ela gozou gritando seu nome deixando que seu corpo amolecesse enquanto Draco chupava seu suco doce e maravilhoso.

Mas Draco não a deixou relaxar ainda não havia acabado seu membro dentro agora exposto estava duro e teso, pulsante e desesperado para estar dentro daquele interior quente e apertado. Hermione não protestou quando ele lhe descera da mesa virando-a de costas, sem tirar o avental se quer, a queria com ele. Com ela em pé apoiada ao balcão adentrara sua cavidade quente e convidativa escorregando para dentro da mesma sem dificuldades aparentes por ela estar tão molhada.

Hermione gemeu, as mãos buscando as laterais do balcão como apoio. Aquela posição era simplesmente deliciosa ele a penetrava em um ritmo rápido e voraz do jeito que a fazia alucinar e virar os olhos, extasiada, ela ficava ainda mais apertada naquela posição sugando-o para dentro de si em desespero. Uma das grandes e possessas mãos lhe apertavam a cintura enquanto outra lhe apertava o seio por dentro do avental.

Não demorou para que chegassem ao êxtase máximo ela sempre primeiro que ele, ao mesmo tempo em que um BIP alto foi ouvido. A lasanha estava pronta.


Notas Finais


Casa:

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