História Eu te odeio, mas eu te amo. - Capítulo 47


Escrita por: ~

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Categorias Hora de Aventura
Tags Bonnibel Bubblegum, Bubbline, Gumlee, Hora De Aventura, Marceline Abadeer
Exibições 180
Palavras 1.570
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Escolar, Romance e Novela, Yaoi, Yuri
Avisos: Bissexualidade, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 47 - Capítulo 47


Pov’s Bonnibel ON

 

Lady Íris: Calma, vai ficar tudo bem. –Ela tentava me acalmar enquanto afagava o meu cabelo. Eu estava sentada na sua cama, abraçada com a minha melhor amiga enquanto chorava.

Depois da minha “conversa” com a Marceline, eu vim correndo para a casa da Lady.

Depois de eu ter praticamente espancado a porta, ela a abre com uma carranca amassada, típica de quem foi obrigada a acordar. E a Lady é aquele tipo de pessoa que fica com um puta mau humor se você atrapalhar o sono dela. Ela abriu a porta xingando, mesmo sem ver quem era, e quando me viu começou a me xingar mais ainda. Mas quando viu que eu estava chorando, parou de me xingar e me abraçou, eu contei tudo para ela e agora cá estamos nós, em seu quarto, sentadas na sua cama.

Lady Íris: Olha, se serve de consolo, eu posso espancar ela para você. –Ela disse brincalhona enquanto ainda afagava os meus cabelos. Eu ri um pouco. Eu já tinha me acalmado um pouco.

Bonnibel: Eu acho que eu estou exagerando né? –Ela ficou em silencio, e quando eu comecei a pensar que ela não ia me responder ela fala:

Lady Íris: Esse é um daqueles momentos que eu tenho que falar o que você quer ouvir, ou eu posso ser sincera? –Ela perguntou meio incerta, eu ia rir, mas parei quando percebi que a pergunta era séria.

Bonnibel: Eu nem sei porque eu ainda sou a sua amiga.

Lady Íris: Nem eu. –Eu afastei o meu rosto do pescoço dela e a olhei incrédula. –O que?

 

                                                       -Algumas semanas depois-

 

Bonnibel: Eu vou sentir muito a sua falta. –Eu disse enquanto abraçava o meu irmão pela quinta vez hoje.

Gumball: Eu também vou sentir a sua. –O meu irmão disse enquanto retribuía o abraço. –Mas ainda faltam três semanas, guarde o drama todo para a nossa despedida. –Ele disse brincalhão e eu ri.

Bonnibel: O que você acha de a gente ir no cinema hoje? Quero aproveitar o máximo com você.

Gumball: Vamos.

                                                      -Pouco tempo depois-

 

Nós estávamos na fila da pipoca, então eu falo para o Gumball:

Bonnibel: Eu tenho que ir no banheiro. –Ele assente com a cabeça e eu vou até o banheiro.

Eu empurro a porta e adentro o local. O banheiro estava praticamente vazio, só havia uma cabine ocupada. Eu entro numa cabine aleatória e faço tudo o que eu tinha que fazer, então saio da cabine e vejo uma mulher lavando as mãos. Os seus cabelos negros eram longos, lisos e levemente ondulados nas pontas assim como os da Marceline, eu gelei quando pensei na possibilidade de ser ela. Eu respirei fundo e, mesmo com medo de ser ela, olhei no espelho e vi o reflexo do rosto da mulher.

Não era a Marceline.

Eu solto um suspiro aliviado e vou em direção à pia para lavar as minhas mãos. Depois de o fazer, eu pego um pouco de papel para secar as minhas mãos, eu jogo o papel no lixo. Eu percebo que a mulher já havia saído do banheiro.

Vou em direção à porta, e antes que eu pudesse abrir a porta, alguém a abre. Como impulso eu dou um passo para trás para evitar de trombar na pessoa. Eu sorrio e olho levanto o meu olhar para o rosto da mulher à minha frente.

Bonnibel: Descul—

Tanto o meu sorriso quanto a minha voz morrem ao perceber quem era. Era ela. Ela estava aqui, na minha frente. Isso só pode ser uma brincadeira de mal gosto. Tantos lugares, tantos outros cinemas, outros banheiros, mas tinha que ser justamente aqui que ela escolheu aparecer.

O meu corpo simplesmente parou de me obedecer e congelou. Eu não conseguia me mexer, eu estava em choque. Ela também ficou parada na minha frente, me encarando com as suas orbes verdes. A nossa troca de olhares foi interrompida com o leve barulho da porta se fechando atrás da morena.

Ela se virou e esticou a mão para abrir a porta e provavelmente sair dali, mas eu segurei o seu pulso e o puxei, fazendo com que, além de impedir ela de sair, seu corpo ficasse mais perto do meu. Eu já podia sentir o cheiro de seu creme corporal de morango. Eu simplesmente amo esse cheiro.

Ela aproximou o seu rosto do meu lentamente e eu não recuei, apenas fechei os meus olhos, esperando pelo contato de seus lábios. Coisa que não aconteceu. Eu abri os meus olhos, totalmente confusa. Ela parecia mais confusa do que eu, ela estava apenas parada, com o rosto próximo do meu, apenas encarando a minha boca.

Eu colei os nossos lábios rapidamente, não deixando qualquer chance de ela pensar em desviar. Eu sinto ela pedir permissão com a língua, e eu prontamente concedo.

O beijo era cheio de saudades, demonstrando o quanto nós duas queríamos aquilo.

Quando o ar se fez presente, eu encerrei o beijo com um selinho. As nossas testas estavam coladas e ambas estávamos ofegantes por conta do beijo. Eu não pude conter um sorriso bobo em meus lábios quando percebi o que havia acabado de acontecer.

Ela sorri e me dá um selinho, em seguida rodeia a minha cintura com os seus braços, e eu levo os meus para o seu pescoço. Eu lhe dou um beijo, e enquanto as nossas línguas travavam uma batalha por domínio, eu nos guiei até a pia, e só parei quando senti o mármore frio.

???: MARCELINE SUA VADIA O FILME JÁ COME—

Alguém entra no banheiro gritando, fazendo a Marceline se afastar do meu corpo em um pulo. A loira nos olha e dá risada.

Fionna: Parece que o jogo virou não é mesmo? Quem é que empatou a foda de quem agora hein? –Ela disse rindo. Eu olhei para a Marceline e ela estava com uma carranca no rosto. A menina já estava ficando vermelha de tanto rir e lágrimas estavam se formando em seus olhos, enquanto a morena ao meu lado estava quase roxa de vergonha e raiva, e eu não estava diferente. Eu só queria voltar para o útero da minha mãe neste momento. –O filme já começou sua vadia. Vamos logo, você não me fez ficar uma eternidade naquela fila à toa. Nossa, você estava demorando tanto que eu pensei que você estava com prisão de ventre. –Ela disse ainda com um sorriso no rosto, e limpando as lágrimas que escorriam pelas suas bochechas que agora estavam avermelhadas por conta do tanto que ela riu de nós.

Marceline: Vai tomar no cu, Fionna.

Fionna: Vai logo. Se você demorar muito eu juro que volto aqui e te levo pelos cabelos até a sala de cinema. –Ela girou em seus calcanhares e andou em direção à porta, mas antes de sair ela parou, me olhou por cima do ombro e falou: --Marceline, eu já sabia que a sua menina é gostosa, mas nossa! Cuida bem dela, porque senão eu cuido.

Marceline: Como é que é sua—

Ela foi interrompida pelo barulho da porta batendo levemente e a gargalhada de sua melhor amiga. Eu ri baixinho e olhei para a Marceline que ainda estava um pouco vermelha. Eu me aproximei dela, passei os meus braços pelo seu pescoço enquanto ouvia ela resmungar alguns xingamentos, então ri baixinho, o que foi o suficiente para atrair a atenção dela para mim.

Eu soltei um suspiro e quando ela ia falar alguma coisa o meu celular começa a vibrar no meu bolso.

Bonnibel: Um momento. –Eu pedi enquanto pegava o meu celular no bolso traseiro da minha calça. Eu deslizo o meu dedo pelo aparelho e o levo para o ouvido.

Gumball: Sai logo daí menina, o filme já vai começar.

Bonnibel: Já estou indo.

Gumball: Agora.

Bonnibel: Ok.

Gumball: Vem logo hein.

O barulho de quando a ligação se encerra se tornou presente e eu bloqueei e guardei o aparelho no meu bolso traseiro novamente.

Bonnibel: Eu preciso ir. –Eu fui até ela e tentei lhe beijar, mas ela me impediu, colocando as suas mãos em meus ombros.

Marceline: Isso não está certo, isso não pode continuar. Você mesma disse: seja lá o que nós tínhamos, acabou. –Ela se virou e saiu do banheiro.

Eu senti os meus olhos marejarem e a minha garganta arder, me fazendo perceber que eu logo iria chorar. Eu vou até a porta e a empurro com as mãos trêmulas.

A minha vista estava embaçada e eu não conseguia ver nada além de borrões. Eu não estava pensando em nada, eu não queria pensar em nada. Eu só queria sair dali.

Eu respirei fundo, limpei as lágrimas acumuladas e fui andando em direção à saída do lugar, quando eu sinto uma mão agarrando o meu pulso. Eu olho para trás e vejo o Braco, me olhando com os seus olhos castanhos confusos e seu cabelo enrolado bagunçado que estava um pouco grande.

Braco: Você está bem? –Eu apenas olhei para ele e sorri, tentando convence-lo que eu estou bem. –Você não está bem.

Bonnibel: Eu estou ótima Braco.

Braco: Seus olhos não sabem mentir como a sua boca. Vem aqui, pelo jeito precisamos conversar. –Ele disse enquanto me arrastava para fora do cinema.

Bonnibel: Onde vamos?

Braco: Praça de alimentação. Afogue as suas magoas em comida, é a melhor coisa que você pode fazer nesse momento, depois de contar os babado pra mim.

 

 

 


Notas Finais


Eae o que acharam?

Comentários e favoritos me deixam feliz <3


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