História Eu tenho um pequeno problema - Capítulo 1


Escrita por: ~

Postado
Categorias Girls' Generation
Personagens Hyoyeon, Jessica, Personagens Originais, Seohyun, Sooyoung, Sunny, Taeyeon, Tiffany, Yoona, Yuri
Tags Hyoseo, Hyosic, Menção Soosun, Seotae, Taeny, Yulsic
Visualizações 915
Palavras 2.851
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Bishoujo, Comédia, Festa, Fluffy, Hentai, Orange, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Shoujo-Ai, Yuri
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


OLÁ PESSOINHAS DO MY HEART <3

Estou postando essa fanfic bem antes do que idealizei, planejava postá-la somente depois do natal, mas como já estava com esse capítulo e a capa prontos eu pensei "pq não?" e aqui estou xD Espero que gostem do capítulo! Boa leitura e até as notas finais <3

Capítulo 1 - Há quanto tempo Miyoung


Fanfic / Fanfiction Eu tenho um pequeno problema - Capítulo 1 - Há quanto tempo Miyoung

 

 

 

 

Ela caminhava com uma dificuldade notável. A mala que carregava, incansavelmente, há quase uma hora e meia de andanças pela enorme cidade, estava atrozmente pesada, o que a fazia ter dificuldade em, principalmente, subir nas calçadas. Duas vezes já haviam lhe oferecido ajuda. Mas Taeyeon negou respeitosamente com uma reverência afirmando veemente estar bem. Havia descido do ônibus que a trouxera de Jeonju exatamente ao meio dia.

 

A primeira etapa da sua jornada já tinha sido vencida, havia conseguido chegar na capital sem maiores problemas. Ao parar em uma esquina para esperar que o sinal abrisse novamente aproveitou para tomar um pouco de água. O sol a pino estava escaldante e lhe maltratava a pele clara desprotegida. Precisava descansar na sombra antes que se queimasse. Quando o semáforo indicou que os pedestres já podiam andar novamente Taeyeon guardou a garrafa de água já pela metade na mochila branca que carregava nas costas e atravessou a rua pechando sua enorme bagagem a algumas pessoas que reclamaram.

 

– Cuidado moça! – escutou mais de duas vezes em sua travessia.

 

Limitava-se a sorrir um pouco acanhada para as pessoas em quem batia sem querer, caminhou mais duas quadras, determinada a chegar ao restaurante que lhe fora indicado pelo motorista do ônibus. Taeyeon não conhecia na enorme capital, seguir as recomendações de quem conhecia lhe parecia a coisa mais lógica a se fazer. Quando por fim chegou ao estabelecimento que estava escrito em seu bloquinho de notas sorriu satisfeita consigo mesma. Havia cumprido a segunda etapa de sua jornada; achara um lugar para fazer sua primeira refeição.

 

Mesmo sobre o olhar preenchido de descrença que a garçonete lançou para sua enorme mala, Taeyeon entrou, escolheu a mesa mais próxima à porta para evitar ter que deslocar aquela coisa monstruosa. Taeyeon notou que a garçonete estava ainda um pouco incomodada pela sua bagagem de grande porte que ocupava o espaço de uma cadeira, mas, mesmo assim, veio atendê-la. A Kim pediu apenas o que tinha dinheiro para pagar. Ela ainda não havia ido a algum caixa para sacar mais, então contava apenas com o dinheiro que sobrara da viajem. Este não era tanto assim. Após a garçonete anotar sua refeição e retirar-se com a promessa sorridente de que chegaria logo, a forasteira abriu a mochila branca que havia repousado na cadeira ao seu lado. Tirou de lá seu bloquinho de notas, um lápis e um pacote de balas de menta, haviam apenas quatro. Mascou duas para amenizar o tempo que passava esperando sua comida ficar pronta.

 

No bloco de notas já pôde ter o prazer de riscar os dois primeiros itens de sua lista. Sorriu satisfeita ao terminar a operação. Logo abaixo ao número 2 da lista escreveu mais duas atividades que deveria realizar ainda naquela tarde. Sua jornada havia apenas começado. Pegou o celular do bolso. Checou sua caixa de mensagens; nada. Ninguém havia mandado nada. Talvez não saibam que já cheguei, pensou antes de ter sua atenção voltada para os pratos fumegantes que a garçonete colocava na sua frente.

 

Sorriu agradecida para a moça que apenas deu-lhe as costas sem maiores simpatias. Taeyeon deu de ombros, estava com fome, e pouco lhe importava se a garçonete era ou não simpática. Ela devorou a comida afoitamente, mas nem por isso deixou de saboreá-la. Ao terminar sua refeição aproveitou para reabastecer sua garrafa de água. Enquanto fazia isso foi alvo mais uma vez de um olhar reprovador da garçonete ranzinza.

 

Ao pagar Taeyeon perguntou se podia ficar com o jornal que estava abandonado em cima do balcão. Ao contrário da garçonete que mostrou-se mau humorada o senhor do caixa foi muito gentil em lhe ceder o jornal. Agora alimentada e com as energias renovadas Taeyeon voltou a arrastar a enorme mala pelas ruas movimentadas da cidade. Olhou para o relógio de pulso. 14:12. Sorriu satisfeita. Não havia passado do prazo que colocara a si mesma. Carregava um mapa precário da cidade que havia apanhado na rodoviária de um mostruário com os pontos turísticos de Seoul. O mapa que não passava de um panfleto indicava que estava perto de uma praça, e de fato, ao virar a esquina Taeyeon deu de cara com o que procurava.

 

Aproveitando aliviada a sombra de uma árvore sentou-se em um dos bancos de concreto. Deixou a mala ao seu lado. Colocou a mochila branca em cima da mesma, aproveitando para tomar mais alguns goles de água. Mascando as últimas balas de menta passou os olhos rapidamente pelo jornal, para enfim chegar onde queria ler. A seção dos classificados. Procurou atentamente por algum imóvel que pudesse arcar com os gastos e a mensalidade. Suas melhores opções foram um kitnet próximo ao centro, um quarto para alugar em uma república de universitários, uma pensão e por último outro quarto, mas diferente do primeiro este era em uma casa comum.

 

Anotou os telefones em seu bloquinho. Descansou um pouco aproveitando o wifi da praça e a sombra fresca da árvore em que se abrigava antes de seguir caminho. Tinha muito o que andar. Precisava encontrar algum lugar para dormir ainda naquele mesmo dia. Nem que fosse ao menos um quarto de hotel.

 



 

 

 

– Sinto muito mas o seu currículo não cobre todas as exigências para a vaga disponível em nossa empresa, quando terminar seus estudos poderemos pensar no seu caso.

 

A secretária disse tudo de uma vez, calma e desinteressada. Fazia isso há tanto tempo que sua entonação era automática e desprovida de qualquer emoção, Tiffany sentiu falar com um robô programado apenas para dispensar os candidatos.

 

– Mas a senhora não pode reconsiderar? – tentou inutilmente convencer a mulher a mudar de ideia.

 

– Já disse que não posso fazer nada, você ainda não está formada, por favor, volte quando terminar a faculdade e daremos um jeito de conseguir uma entrevista com o patrão para você.

 

A mulher encarou-a por cima do aro dos óculos. Tiffany suspirou, pegou suas coisas de cima da mesa e retirou-se com uma reverência. Conteve-se para não bater a porta. “Uma entrevista com o patrão, grande coisa, como se isso fosse me fazer conseguir um emprego”, pensou irritada. Ao virar no corredor deparou-se novamente com a sala de espera repleta pelos próximos candidatos, lançou um olhar venenoso para todos eles. Os odiava. Se eles não existissem a secretária não teria outro remédio senão aceitá-la.

 

Desceu até o andar térreo. Antes de ir embora pegou um copo de água que disponibilizavam ao lado do balcão da recepcionista. Estava muito quente na rua, ela sabia, seria bom ter um pouco de água até o metrô. Tiffany saiu do prédio, ao entrar em contato novamente com o ar quente a morena conteve uma reclamação. Detestava o calor, preferia mil vezes o inverno e a neve, odiava o sol quente e os insetos que vinham com ele nessa época do ano. Havia caminhado apenas duas quadras e sua água já estava no fim. Jogou o copo vazio em um latão de lixo antes de continuar a caminhar.

 

A bolsa estava pesada, abarrotada dos livros que pegara na biblioteca para fazer seu trabalho. “O patrão”, pensou enquanto atravessava uma avenida, “aquela mulher fez questão de colocar toda a culpa nele!”. Relembrou das palavras secas da secretária para que terminasse sua faculdade antes de tentar arrumar um emprego. Aquela megera não tinha ideia de que a situação financeira de Tiffany estava tão ruim que conseguir um emprego não era um capricho, e sim uma obrigação, a Hwang havia proibido a si mesma de retornar para casa sem estar empregada quando saiu.

 

Seu celular deu uma vibrada curta dentro do bolso da calça jeans. Já estava perto da estação, leria quando estivesse lá dentro. Após entrar no metrô e por misericórdia divina conseguir um assento a morena pegou o celular.

 

Uma garota veio olhar o quarto. Levei minhas caixas para o novo apê, passo aqui de novo amanhã de manhã para pegar alguns livros que deixei encaixotados na lavanderia. Tem pizza e suco de limão na geladeira.

 

Tiffany não respondeu. Não era a mensagem que esperava, mesmo tendo boas notícias – alguém aparecera interessado no quarto para alugar – não era isso que a Hwang queria ler nesse momento. Tiffany tinha comparecido a mais duas entrevistas; uma de manhã e a outra no começo da tarde, algumas horas antes da terceira e mais desapontadora de todas. Nas duas primeiras entrevistas avisaram-na de que ligariam ou mandariam uma mensagem caso ela fosse aceita. Desde então qualquer som que seu celular emitia já era o suficiente para seu coração acelerar com a expectativa de ter sido aceita.

 

Tiffany caminhava sem muito entusiasmo, estava um calor de matar e ela não tinha água, a sede já havia novamente se transformado em um incômodo. Ciente disso a americana parou em frente a uma pequena loja de conveniências. Deixou um pequeno sorriso de satisfação escapar quando sentiu o ar gelado do ar-condicionado recepcioná-la. Caminhou diretamente aos refrigeradores. Analisou rapidamente as garrafas de água, julgando consigo qual estaria mais gelada. Decidiu-se em pegar a garrafa mais ao fundo, porque em sua cabeça ela sofreu menos que as outras com o choque de temperatura ao abrirem a porta do refrigerador.

 

Ao lado dos refrigeradores com as bebidas estava o congelador com os sorvetes. Tiffany ponderou por alguns segundos antes de abri-lo e pegar uma casquinha de chocolate. Dirigiu-se ao caixa para pagar. O atendente teve alguns problemas com o código do sorvete e pediu educadamente para que ela aguarda-se enquanto ele procurava a tabela com os códigos para serem digitados manualmente. Nesses minutos de espera a morena deparou-se com um cartaz pendurado toscamente por duas tiras de fita adesiva na parede atrás do balcão.

 

 

Precisa-se de funcionários de meio período.

 

 

– Achei o código, desculpe pelo transtorno, você não está com pressa está?

 

O rapaz perguntou retornando ao balcão, começando a digitar rapidamente o código do sorvete no teclado.

 

– Tudo bem, não estou com pressa. Por acaso ainda tem vagas para os funcionários de meio período?

 

 

 

 

 

 

– Você voltou! – a moça simpática que havia lhe mostrado o quarto algumas horas antes sorriu ao revê-la. – Pensei que tinha desistido!

 

– Não achei nada que me agradasse mais do que aqui! – Taeyeon sorriu inclinando-se para cumprimentá-la.

 

– Entre por favor! – a castanha deu passagem para a mais baixa que entrou com dificuldade por causa da mala que carregava, deixou o enorme apetrecho no vestíbulo mesmo, junto com seus tênis brancos. – Quer um copo de água?

 

– Aceito, obrigada! – Taeyeon seguiu-a até a pequena cozinha onde parou ao lado da porta.

 

– Você vai ficar por aqui então? – a outra indagou entregando o copo de água para sua mais nova inquilina.

 

– Sim. – a Kim respondeu levando o copo à boca, estava sedenta, sua água havia acabado muito rápido e não teve oportunidade de comprar outra garrafa.

 

– No preço do aluguel já está incluída uma pequena quantia para a taxa de condomínio e as contas de água e luz. O pagamento pode ser feito até o dia dez de cada mês. Depois disso vamos incluir 6883 won (aproximadamente vinte reais) a mais no aluguel a cada dia a partir do dia dez.

 

Taeyeon concordou com um gesto de cabeça em silêncio, já havia terminado com a água, entregou o copo para sua anfitriã. A maior deixou o mesmo na pia, “Tiffany lava depois.” pensou consigo. Ao lembrar de sua ex colega de quarto lembrou-se também que ainda não havia falado dela para a nova inquilina.

 

– Taeyeon certo? – ainda não havia fixado o nome da baixinha, esta última assentiu. – Eu não moro mais aqui, porém o outro quarto que está fechado pertence à Tiffany. Tenho certeza de que vocês não terão problemas em conviver juntas.

 

– Não se preocupe. – tranquilizou-a a menor. – Tenho certeza de que não serei de muito incômodo.

 

Jessica sentiu-se mais calma. A garota em sua frente realmente aparentava ser muito tranquila e fácil de lidar. Notou também que Taeyeon não era de falar muito, bem, isso nunca foi problema para sua amiga americana que falava pelos cotovelos com qualquer um sem se importar se estava sendo ouvida ou não.

 

– Você pode arrumar suas coisas agora e esperar Tiffany chegar para acertar o pagamento do primeiro mês.

 

– Não posso acertar com você? Jeshica? – a castanha evitou rir da pronúncia desengonçada da loira.

 

– Jessica! Jessica! – frisou.

 

– Jessica! – Taeyeon repetiu devagar algumas vezes para refazer sua pergunta em seguida. – Não posso acertar com você? Jessica?

 

A Jung sorriu satisfeita. Poderia entregar o dinheiro para Tifany mais tarde.

 

– Claro!

 

 


 

 


– Muito obrigada! Chegarei no horário amanhã! – a morena sorriu para o gerente da pequena loja.

 

Um senhor já de idade, um pouco rechonchudo. Ele caminhava de forma estranha, Tiffany poderia jurar que era manco da perna direita, mas prezando a discrição que fora ensinada a ter, evitou perguntar sobre esse aspecto do seu mais novo chefe.

 

– Esperaremos você Tippany!

 

A americana não ousou corrigi-lo. Não ainda. Mas era inevitável para a maioria dos coreanos falarem seu nome trocando o som do “f” pelo “p”. Tiffany achava fofo, era engraçado. Sorriu consigo ao sair da loja. Mesmo tendo conseguido um emprego estava exausta. Caminhara o dia inteiro pela cidade atrás de um emprego. Estava empregada, mas não era o que queria. Restava apenas a alternativa de terminar seus estudos e seguir em frente.

 

Esperou impaciente por um ônibus, por coincidência ou não, havia um ponto apenas a alguns passos da pequena loja. Tinha em torno de cinco pessoas naquele ponto, por infelicidade não havia mais espaço no banco estreito e duro. Então Tiffany teve que permanecer em pé. Estava muito cansada, seus pés doíam e seu corpo pedia por um bom banho gelado. Sem falar no calor. Parecia ficar mais quente a cada hora que passava. O que era um absurdo, devia refrescar conforme as horas passassem e não esquentar!

 

O ônibus parou no ponto jogando um jato de ar quente do motor nos pedestres. Tiffany bufou irritada. Entrou no veículo com a cara emburrada. Estava cansada, de mau humor, havia tido um dia horrível e seus ombros doíam, não tinha motivo para sorrir. Sentou-se no fundo do ônibus. Demoraria em torno de meia hora a quarenta minutos para chegar em casa, então que mal um cochilo faria? Indagou a si mesma. Tomou uma decisão a respeito disso enquanto encostava-se no vidro do ônibus para tirar seu merecido cochilo.

 

Deu-se por conta que havia passado do seu ponto quando uma senhora que carregava inúmeras sacolas esbarrou no seu ombro ao sentar-se no banco vazio ao seu lado. Alerta e irritada consigo mesma desceu do ônibus. Por sorte havia passado apenas dois pontos do seu. O que lhe rendeu mais quinze minutos de caminhada, sendo cinco, ladeira acima. O sol já sumia no horizonte e os postes ascendiam um por vez quando Tiffany finalmente chegou. Repreendeu Jessica mentalmente ao ver as luzes do segundo andar do prédio acesas e as janelas escancaradas.

 

“Ela não pensa? Vão entrar mosquitos e a conta vai sair ainda mais cara!”. Tudo bem que a Jung não morasse mais lá, mas precisava agir assim? Juntando mais isso a sua taxa de coisas que a fizeram ficar irritada naquele dia horrível Tiffany chegou a conclusão de que não devia ter saído da sua cama. Ao subir as escadas seus pés imploraram para se ver livres do salto que usava para causar uma boa impressão aos entrevistadores. Vale a pena constatar que Tiffany perdeu uma das vagas para um rapaz que estava de calça jeans e allstar.

 

Rendeu-se à dor nos pés e retirou os calçados ao vencer o primeiro lance de escadas. Subiu mais aliviada, saboreando a deliciosa sensação dos seus pés descalços em contato com o chão frio de pedra. Abriu a porta de sua casa deixando seus irritantes sapatos jogados no vestíbulo mesmo, teria outra oportunidade para colocá-los no armário. Quando se virou para entrar em casa notou algo que não devia estar ali. Um par de tênis. Um dia eles foram brancos, agora eram encardidos. A ideia de que aquilo fosse de Jessica morreu tão rápido quanto surgiu.

 

Tiffany deu de ombros, algum convidado da Jung devia ter se confundido, não seria a primeira vez que isso acontecia. Algumas pessoas esqueciam que Jessica havia se mudado e ainda apareciam vez ou outra procurando pela castanha. Tiffany percorreu o pequeno corredor até desembocar na sala. A televisão estava ligada e a luz da cozinha acesa. A Hwang balançou a cabeça em desaprovação. Desabou acabada no sofá. Desligou a TV que maltratava seus ouvidos com suas propagandas escandalosas. Fechou os olhos por longos segundos saboreando o silêncio que vinha como música para seus ouvidos.

 

Infelizmente para Tiffany seu maravilhoso silêncio fora quebrado por uma voz que esperava nunca mais ouvir. Sentiu seu coração acelerar em expectativa. Não poderia ser ela. Não tinha como. Tiffany de repente viu-se com medo de abrir os olhos. Não queria vê-la, não queria mais nada que tivesse a ver com Kim Taeyeon. Temerosa da pessoa que podia enxergar abriu os olhos. A pequena loira sorriu.

 

– Há quanto tempo Miyoung! – Taeyeon inclinou-se. – Você não mudou nada sabia?

 

Tiffany só conseguia pensar em que pecado teria cometido para Taeyeon estar ali na sua frente nesse exato momento. 

 

 

 

 


Notas Finais


ENTÃO FOI ISSO PESSOINHAS DO MY HEART <3 <3

Eu escrevi esse capítulo duas vezes, a primeira em terceira pessoa e a segunda em primeira pessoa. Eu prefiro escrever em primeira pessoa, mas desta vez achei que ficou melhor em terceira. Espero que tenham gostado, me desculpem por qualquer erro eu revisei mas sempre passa alguma coisa, então se acharem algo errado apenas ignorem! *-*

Comentários e críticas construtivas são sempre bem vindos <3

Bjs mores e até o próximo capítulo <3


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