História Eu virei O QUE?! - Capítulo 19


Escrita por: ~

Postado
Categorias Naruto
Tags Cientista Maluco, Neko, Sasunaru
Exibições 265
Palavras 4.217
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Colegial, Comédia, Drama (Tragédia), Escolar, Famí­lia, Fantasia, Ficção, Lemon, Magia, Mistério, Musical (Songfic), Romance e Novela, Sobrenatural, Universo Alternativo, Violência, Yaoi
Avisos: Bissexualidade, Estupro, Gravidez Masculina (MPreg), Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Hi galera, antes de tudo o que eu tenho pra falar é, quem estar salvando a minha vida é o Pain, sim, ele mesmo que destruiu Konoha, sinceramente, não sei o que fari sem o Pain-drive, intenderam? hahahaha, ta parei, mas sinceramente, estou tendo que fazer uns negocios bugado para postar.

Outra coisa que eu tenho pra falar é......mano, SOCORRO, EU ESTOU VISIADA EM BTS!!!

E antes que me perguntem, meu bias e o ser mais fofo de todo unirverso que tem as mãozinhas de bebe e olhinhos de coisinha cute de mundo, vulgo Park Jimin. E meu ultimente é o Rap monster, antes eram o J-Hope, só que o coração começou a bater mais forte pelo mozão. Se você que está lendo isso não estiver intendendo nada, é pq você ainda não conheceu o sentido da vida chamado K-pop =3

E só para termina, eu revisei o Cap escutando Trouxa Forever, ( por que será. Não é?) parodia do WTF Bagatn, que por acaso e conheço a dobladora dele, beijos, e não, não é a Cerves, é a prima dela, beijo pros requalquer.


Chega de enrolação e bora para o Cap.

Capítulo 19 - Sensação...


Fanfic / Fanfiction Eu virei O QUE?! - Capítulo 19 - Sensação...

 

 

Era um tanto quanto estranho senti um desconforto no coração, mais estranho ainda quando não sabia o que era. Não era por causa de seus pais, eles estavam super, felizes, alegres, risonhos como nunca estiveram antes, os olhos semicerrados toda vez que sorriam exibindo os dentes brancos diziam tudo. Também não era os seus amigos sapos, eles estavam no jardim e tinha plena certeza que não teria nenhuma cobra em meio as plantas. Então o que seria? Orochimaru? Não, ele deveria estar de castigo na cama, isso se não estivesse a sete palmas embaixo da terra agora. Então seria os Uchiha’s? Talvez. Quando eles foram embora ontem à tarde sentiu algo ruim dentro de sim, um desconforto no peito, mas também poderia ser algo consigo mesmo. Será?

Se revirava na cama tentando novamente fecha os olhos e descansar, mas essa estranha sensação não permitia tal feito. Enquanto não descobrisse o que estava acontecendo não descansaria.

Talvez essa sensação tinha alguma ligação com o médico que irá assim que amanhecesse? Com o teste de DNA para confirmar se era o verdadeiro filho dos Uzumaki’s? 

Mesmo com a certeza que Minato Namikaze e Kushina Uzumaki era os seus pais biológicos, batia aquele típico frio na barriga. Seria o medo o atormentando? Só saberia ao amanhecer. 

Virando novamente na cama, viu a porta aberta com a luz do corredor acesa e sua mãe escorada na parede, velando por si. Os olhos escuros estavam casados, mas alegres ao mesmo tempo. Os cabelos ruivos estavam completamente bagunçados, mais uma que não estava conseguindo dormi.

Embora o cansaço pesasse nas costas a incomodava, era gratificante, depois de tantos anos ver, naquele quarto, seu filho deitado na cama. Quantas noites ficou sem dormir, ficando naquela mesma posição, observando a cama vazia imaginando se algum dia viria aquele leito preenchido de novo.  Cama arrumada, a espera que alguém fosse até ela e deitasse para descansar, ninguém aparecia. Foram longos dez anos assim.

Mas agora tinha alguém ali, e esse alguém era ninguém mais, ninguém menos que o seu próprio filho herdeiro. Ver que finalmente, depois de tanto choro, espera, desespero, viu que seu sonho de ver o filho deitando naquela cama antes de morrer, havia se realizado. Saberei que agora poderia fechar os olhos e descansar em paz. Ter uma morte feliz, sabendo que pode ver seu filho ali em seus braços, antes de parti de uma dessa para melhor.

— Kaa-san? Também não está conseguindo dormir? – Preguiçosamente se sentou na cama, esfregando os olhos e passando as mãos nas orelhas felpudas. Era um tanto estranho saber que era o único humano que possui tais orelhas, sem contar a calda.

— Também, mas não foi por esse motivo que eu vim – se aproximou lentamente da cama, calculando cada passo e palavra que utilizara com Naruto.

A saudade ainda não tinha se esgotado por completo, sentia aquela grande necessidade de estar ao lado do filhote. Por não ter ensinado o básico, não ter convivido com ele em momentos importantes da vida durante os dez anos que ficaram separados, algo lhe dizia que ainda faltava alguma coisa.

— Eu só queria ver se você dormia bem – sentou-se ao lado do loiro encarando aqueles tão intensos olhos azuis que lembrava aos do pai – durante todo esse tempo que esteve longe da gente, eu vinha aqui, nesse quarto, imaginando se por alguma magia do destino o trouxesse de volta e eu pudesse lhe dar um devido beijo de boa noite – respirou fundo, fechando os olhos lembrando dos momentos da infância de seu pequeno – acho que você deve se lembrar das suas noites – riu sem graça – eu e seu pai nunca chegávamos a tempo de ter colocar para dormir, era sempre Obito.

 — Oka-san?

— Eu mais seu pai, nunca fomos tão presentes. Quando recebemos a notícia que você tinha sido sequestrado, meu mundo só faltou cair, sempre pensamos que tudo o que é ruim vai acontecer com os outro e nunca com a nossa família, mas o destino está ai, não está? Eu não sabia o que fazer, por muitos momentos pensei que você tinha morrido. Não tínhamos nenhuma notícia sua ou a dos sequestradores. Nenhuma ameaça, nenhum pedido de resgate, nada! Eu pensei que nunca mais iria ter ver!

— Kaa-san, não precisa chorar – e desde quando estava chorando? Por falar nisso, agora estava sentido seu rosto todo molhado – todos nós cometemos erros, e é a vida que fica responsável por mostrar o correto. Não nascemos perfeitos sabendo fazer tudo. Cuidar de um filho e administrar a vida profissional, em certas vezes é trabalhoso e cansativo, e com isso, empregamos pessoas capazes de administrar uma delas. O acumulo excessivo nos distancia, a fadiga sempre bete na porta, e querendo tirar o desconforto das costas, acabamos esquecendo de coisas simples, como dar um banal desejo de boa noite, mas não se preocupe, somos imperfeitos e cometemos erro sem ao menos perceber. O tempo perdido pode ser recuperado, apenas saiba como utilizar o tempo restante antes que ele acabe.

— Desde quando o meu filho ficou tão inteligente para dizer essas coisas?

Sentiu as mãozinhas fofuchas de seu pequeno acariciando uma de suas mechas vermelhas e cortando o seu rosto a parti do queixo. O pequenino polegar limpou a última lagrima que escorria de seus olhos escuros. Naruto tinha mudado, algo óbvio, mas de uma maneira drástica, havia se tornado independente antes da hora, não precisa de tanta atenção. Não era mais aquela criancinha que corria pelos corredores da mansão a procura de Obito para brincar, ou fugindo para não querer tomar banho, esse era um Naruto diferente, maduro, responsável. Ainda tinha a sombra da inocência estampada nos olhos brilhantes azul real, mas também podia se reparar que além disso, havia outras coisas a mais, o mistério, seriedade, alegria, sabedoria.

Pegou a mão do loiro e a levou até os lábios, beijando suas costas. Acariciou por mais uma vez as orelhas felpudas, uma anomalia fofa, adorável de se ver, mas horrenda de pensar que ele sofreu para tê-las.

— Posso dormi com você? Sei que você já está velho o bastante para dormi sozinho e achar que isso é coisa de criancinha mas...

— É claro mãe! Talvez assim nos dois conseguimos ter um boa noite de sono.

 

~O~

 

Abriu os olhos, sentindo os raios solares entrando pelas frestas das cortinas que tampava a janela. Virou-se para o outro lado da cama, querendo sentir aquele doce selar de lábios de bom dia, que só a sua esposa poderia lhe dar. Kushina definitivamente era a melhor mulher que um homem poderia querer, doce, meiga, sabe o que quer e uma forte personalidade, quase nada a abatia.

Procurou ela, esfregando a mão contra o colchão macio da cama, balançando o braço para cima e pro baixo, não a encontrando.

Com rapidez se levantou, tirando o edredom de cima de seu corpo e calçando suas pantufas azuis.

Havia tido um ótimo sonho e queria compartilha-lo com a pessoa que mais trazia felicidade. Tinha sonhado com seu filho, que ele estava novamente em seus braços, não como antes, mas não importava, era seu filho, o importante era que ele estava de volta, pelo menos no mundo do sonho.

Saiu do quarto e foi em direção ao outro, aquele no qual sabia que a sua amada estaria, pelo menos uma vez por semana, Kushina acordava no meio da noite e caminha em meio a escuridão dos corredores e dormia na cama do seu herdeiro, o que a saudade não fazia com as pessoas?

Ao abrir a porta do quarto, viu a cena que a muito tempo não via, a cena que o despertou para a realidade e provar que tudo o que sonhara a noite, foi nada mais que a pura verdade. A ruiva abraçava o filho como se fosse um ursinho de pelúcia, com uma das mãos entrelaçados aos fios loiros.

O sorriso involuntário surgiu em sua face. Era a primeira vez, em toda a vida que tinha visto tal cena. Uma mãe abraçando o filho como se fosse o maior presente que poderia ganhar em toda a sua vida, algo que não deixava de ser verdade.

Naruto estava encolhido, de costas para si, com o rosto perto dos seios da esposa e envolvendo o pescoço da ruiva com os delicados braços.

Sabia que devia acorda-los, tinha que ir ao médico e logo depois a delegacia, mas quem disse que acorda aquelas duas fofaras seria um trabalho fácil. Tinha dó só de chegar perto e temer que com um simples movimento poderia acorda um dos dois. Mas devia fazer isso, corria dois riscos de ser morto por Kushina. Um por acorda-la e outro por não acorda-la. Embora a ruiva fosse uma mulher adorável, ela tinha algumas serias crises de bipolaridade.

— Pretende ficar mais quanto tempo parado ai Tou-san? – ouviu uma voz doce preenchendo o ambiente e despertando dos seus pensamentos.  Voltou a observa a cama e encontrou dois pares de azuis iguais aos seus o encarando.

— Desculpe filho, eu te acordei?

— Não. Eu senti sua presença e acordei.

— Vocês dois podem parar de fazer barulho! Eu estou tentando dormi! – reclamou Kushina com a voz embriagada de sono. Puxou mais o Naruto para si e afundou rosto nas costas do filho e espremeu os olhos tentando voltar a dormi, isso se as risadas daqueles dois loiros não a impedissem. Voltaria a reclamar se não sentisse uma coisa peluda esfregando em seu pescoço causando um ataque de risos, aquela calda de seu filho era um perigo! – Okay, já acordei, já acordei!     

E mais risadas foram ouvidas, se toda manhã fosse assim, acordar com sorrisos e risos, o dia seria ainda melhor, não teria no que reclamar!

Naruto levantou-se, causando as pantufas da mãe, que ela havia emprestado ontem. Caminhou até o pai e deu um forte abraço de bom dia, que é claro, foi correspondido pelo mesmo sem demorar muito. Minato, pensando rápido, agarrou na cintura do filho o lentando para cima e colocando sobre os seus ombros, assustando o menino que havia acabado de acordar. Por reflexos, quase bateu na cara do pai, mas por causa deles, também não bateu. Naruto entrelaçou os dedos e colocou as mãos na testa do mais velho, enquanto o mesmo segurava suas pernas para não cair.

— Tem certeza que você vai fazer 15 anos Naruto? Você parece uma criança de 8 anos!

— Mas o que ele pode fazer Minato? – Interrompeu Kushina – Ele puxou toda a pureza e delicadeza dos Uzumaki’s, não o culpo por ele ser assim.

— O Tamanho ele também puxou da sua família.

— Namikaze Minato, você não está insinuando que eu sua baixinha, ou está?

— Se a carapuça servi – viu os olhos escuros de sua esposa se avermelhando de raiva e as madeixas começando a voar, claro, nada disso estava acontecendo, mas imaginava e saberia o que aconteceria se ainda continuasse ali, apenas observando a transformação do demônio Pimenta Vermelha Sanguinária – Naruto, se segura.

E antes que o loirinho conseguisse raciocinar tudo o que acontecia, sentiu o vento batendo em seu rosto com a corrida que seu pai fazia, olhou para traz e viu a sua mãe correndo atrás com um olhar assassino que o fez engolir o seco, não lembrava de sua mãe assim desse jeito, bem, o tempo o mudou, então o que o impedia ele de mudar outras pessoas, não é mesmo.

Com rapidez, viu que já tinha descido as escadas e estava na sala de estar, ainda nos ombros do pai, ou ele era muito forte, ou era si que era muito leve, optou pela primeira opção, mesmo sabendo que a segunda era a verdadeira. Viu sua mãe chegando após alguns segundos, parou a sua frente e colocou as mãos sobre as coxas se curvando e respirando profundo. Ela estava ofegante, tinha a certeza que ela não tinha o costume de praticar esportes.

— Dessa vez eu deixo escapar, mas na próxima, eu não me responsabilizo se você for para no hospital! E além do mais, eu dei essa chance para você por causa que você... – foi calado pelos lábios, macios de Minato, não importa se brigavam, discutiam pelas razões mais banais que pudesse existir, continuariam a ser um lindo casal apaixonado que sempre foram.

Naruto olhou em uma direção qualquer, não querendo atrapalhar aquele momento íntimo dos pais, porém, assim que virou a cabeça, viu uma figura diferente acompanhado por Dan. Esse tinha cabelos ruços, mas era jovem estando nas casas dos 25 a 30 anos. Ele escondia metade do rosto por uma mascará negra, um gosto diferente. Os olhos cansados analisavam a cena romântica do casal sem se importa, não achando constrangedor, a contrário do loirinho que sentiu as bochechas queimarem ao notar em que situação se encontrava.  Estava sentando nos ombros do pai enquanto o mesmo beijava apaixonadamente sua mãe.

Deu leves puxões nos cabelos loiros de seu progenitor que separou os lábios da ruiva. Minato viu Kakashi parado o olhando, e como sempre, o pegando em uma situação constrangedora, aquilo já estava se tornando rotina, ainda lembra da última vez que aquilo aconteceu, sentia as bochechas arderam só de lembrar o mico que pagara na frente do detetive.

— Kakashi-san? O que faz aqui a essa hora? – disse meio sem jeito retirando o filho dos ombros e o colocando no chão.

— Vim alerta-lo do que a mídia estava postando ontem após a entrevista que você deu para o programa, mas pelo que vejo, pela primeira vez, ela estava certa.

— O que você quer dizer com isso Kakashi?

— Está rolando pela internet vídeos que possivelmente o filho desparecido voltou – retirou do bolço o celular, desbloqueando e colocando no vídeo, na qual mostrava eles indo a ONG saindo de lá com uma criança e voltando para casa com a mesma – isso sem contar as notícias nos blogs de fofocas, deve ser um saco ser famoso, não é. Sempre tem paparazzi para contar ao publica que vocês fazem 24 horas por dia.

— Não é? – coçou a nunca de forma desengonçada e espremendo os olhos em um sorriso envergonhado – aceita tomar café com nós?

 

~O~

 

Logo após de tomar o café e se arrumarem devidamente, para saírem, foram em direção ao carro na qual o motorista já os esperavam, Kakashi iriam os acompanhar como fez nas outras vezes que encontraram outras crianças que diziam ser o filho do casal. Naruto vestia uma das roupas que tinha trago na mochila, e se tudo desse certo, depois de dar o testemunho, iriam as compras. 

Chegaram no consultório particular, esse diferente dos outros, o que costumavam ir estava fechado, já que o doutor tinha pegado uma forte gripe de ontem para hoje, afinal, sofreram uma mudança drástica de temperatura.

Desceram do carro e não tardaram a entrar pelas portas de vidro e ir fala com a recepcionista. Nem precisa se dizer o quanto ela ficou espantada por ver Naruto daquela forma, se todas as pessoas expressassem a mesma reação que aquela moça, nem queria nem imaginar.

Esperou alguns instantes até o douto os chamaram e entrarem na sala sendo recebido pelo mesmo. Kushina e Minato sentaram nas cadeiras a frente da mesa do médico, Naruto ficou ao lado da mãe e Kakashi escorado na parede ao lado da porta com a cabeça baixa, mas com os ouvidos atentos.

— O que a internet dizia realmente era verdade, parece que o filho desaparecido apareceu finalmente, prazer Dr. Umino Iruka, mas podem me chamar apenas de Iruka, assim não me sinto tão velho assim – riu descontraído – Então Naruto-kun, você está diferente em rapazinho.

— É uma longa estória.

— Imagino que seja, mas vamos fazer um checape e ver se tudo estar em ordem e pedir um exame de sangue para provar seu parentesco com os Uzumaki’s/Namikaze’s.

— Mas Dr. Umino-san, não será preciso um veterinário, para, bem, você sabe – indagou Kushina preocupada, como uma verdadeira mãe.

— Não se preocupe Uzumaki-san, com Iruka não há problema! Sou médico e em horas vagas sou veterinário, eu tenho um certo apreço pela vida de todos os seres vivos, e busco intender a dor de cada um, conforme diz a minha religião e meus princípios.

— Então acho que demos sorte em vimos para cá – comentou Minato.

— Falou pouco mas falou bonito, Namikaze-san. Naruto-kun, me acompanhe por favor.

 

~O~

 

Depois de vários exames, e conversas descontraídas, foram liberados. Naruto está bom, só era preciso tomar algumas vitaminas e estabelecer uma dieta adequada, afinal, o mesmo viveu durante dez anos a base de frutas e arroz, e tomar banhos de sol antes das dez da manhã e depois do quadro da tarde onde os raios ultra violetas não eram tão fortes. O teste de DNA sairá pela noite e mandariam o resultado direto por e-mail de Minato, agora iriam para a delegacia para dar o testemunho e começarem a busca por Orochimaru, mas antes passariam em casa para o almoço, Já que Naruto não pode tomar seu café da manhã para fazer o exame de sangue, fazer aquele tão famoso e odiado jejum.

No entanto, aquele desconforto voltou a incomodar, mais forte que antes, como se algo de ruim estivesse acontecendo ou estaria prestes a acontecer. 

Se remexia desconfortável no banco. Olhando toda hora para a janela a busca de algo que não perdeu. Sentia que deveria ir para um lugar, fazer alguma coisa, mas o que seria? O que essa estranha sensação queria dizer? O que estava acontecendo para sentir isso!

— Naruto? Filho? Algum problema? – perguntou Kushina sentindo a aflição do filho parando no ar.

— Eu não sei Oka-san, temo que algo vai acontecer mas não sei o que é, e sinto que tenho que ir para um lugar! Mas não sei aonde!

— Você tem certeza que isso vai acontecer?

— Não sei, pode acontecer, mas ao mesmo tempo pode não acontecer!

— Você quer ir para lá?

— Mas eu não onde é!

— A penas siga os seus instintos – sorriu transmitindo confiança, algo que o loirinho estava precisando, urgentemente.

E foi assim, Naruto dizia a hora de virar e seguir em frente, mesmo não sabendo onde queria chegar, estava apenas seguindo seus extintos, a sua emoção misturada com a razão, quem quer que seja que tenha dito que razão e emoção não se mistura estava errado, afinal, instintos, era uma mistura dos dois.

O carro parou em uma rua deserta, onde não havia circulação de carro e nem um pedestre a vista. O coração de Naruto disparou forte em seu peito, chegando até a doer, era ali, bem ali que aconteceria. 

Mesmo ouvindo os protestos de sua mãe e pai para continuar dentro do carro, saiu dele e se pôs a correr, logico com seus pais e Kakashi atrás de si. Virou a rua e viu o que tanto o afligia. 

Com uma visão mais apurada, uma que via além dos limites de pessoas normais, viu Sasuke, aquele mesmo Sasuke de ontem que conversou sobre a temperatura do cheiro, parado com o olhar aterrorizado, fixo no carro. Forçou mais o olhar e viu o que aterrorizava o moreno, uma arma, usada para casos de curta distância, mirada para ele.

Deixando um sentimento desconhecido dominar o seu corpo, correu, como nunca antes tinha corrido, ao mesmo tempo na qual o disparo da arma tinha sido feito.

— Sasuke!! – gritou com toda as suas forças, na esperança que aquele grito pudesse resolver alguma coisa.

Fechou os olhos com força, não querendo ver aquela cena de assassinato. Viu como Obito morreu, não queria ver outra pessoa morrer da mesma forma.

Mas se chocou em algo.

 

Era macio e cheiroso.

 

Exalando um gostoso calor humano.

 

Abriu os olhos, e se deu conta que estava caído, em cima do moreno, que estava são e salvo, sem nenhuma ferida, apenas com os cabelos bagunçados e cheios de neves. De alguma forma, conseguiu ser mais rápido que a bala. Algo definitivamente impossível levando em conta a curta distância que a arma e o Uchiha estava.

 

Mas impossível era seu segundo nome.

 

O carro disparou em fuga, saindo de vista do jovem loiro, deixando os dois sozinhos.

Sem pensar duas vezes, enlaçou o pescoço do maior, que ainda estava catatônico, sem nenhuma expressão, por alguns estantes pensou que o mesmo estava morto, mas mudou completamente de ideia ao sentir as mãos tremulas do mesmo o tocarem a cintura e aperta aquele abraço gelado.

— Você está bem? – perguntou em forma se sussurro perto do ouvido do moreno, sentindo o coração do mesmo disparar, mais rápido do que já estava, temia que ele fosse cardíaco e acabasse tendo um ataque, ali, na calçada.

— Estou bem – se não fosse por sua audição alterada, não teria conseguido ouvir tais palavras proferidas – como conseguiu chegar a tempo?

— Estou me perguntando isso até agora. Você conhecia aqueles homens?

— Não, mas temo quem sejam.

Apertou mais o abraço, sentindo o outro fazer o mesmo. Aproveitavam o calor que cada corpo transmitia, aos sons dos batimentos de ambos. Um pior que o outro.

 Sasuke se sentou em meio a neve, mas não deixou Naruto sair de seu colo, apreciava a presença dele e o carinho que ele tinha começado a fazer umas suas madeixas. Afundou o rosto na curva entre o braço e o pescoço do loirinho e permite-se derramar algumas lagrimas. Quase tinha morrido, viu a sua vida inteira passar diante de seus olhos e não pode fazer nada, se não fosse por ele, por Naruto, agora estaria morto.

— Está tudo bem, não precisa chorar, está tudo bem.

— Foi Horrível, não sei o que teria acontecido se você não tivesse chegado.

— E nem pense nisso. Isso já passou, agora você está aqui, não precisa se preocupar, não agora.

— Você está certo – respirou fundo, embriagando-se com aquele doce cheiro que emalava do corpo do menor, não era tão doce como muitos perfumes que meninas usavam para impressiona-lo, e também não era enjoativo, poderia passar horas ali, sem se preocupar. Não sabia definir o que aquele cheiro parecia, lembrava aquele cheirinho natural de bebe, mas ao mesmo temo a baunilha e canela, mas de uma coisa sabia – seu cheiro é quente.

— Só você para fazer piadinhas nesse momento.

— Eu tento.

— NARUTO! – Corria a ruiva desesperada, com medo que algo tivesse acontecido com aquela doce criaturinha, mas o alivio logo chegou a ver a cabeleira loira.

Minato e Kakashi tentavam acompanhar os passos afoitos de Kushina, uma mãe desesperada não se podia segurar.

Naruto se levantou do colo do moreno e ajudou o mesmo a levantar, antes de ser envolvido por fortes braços de sua mãe, claro que arregalou os olhos com o susto que tomara, mas também, não podia reclamar, saiu o mais depressa do carro sem dar nenhuma explicação.

— Calma Kaa-san! Estou bem!

— Você quer me matar do coração menino! Já te pedir uma vez, não quero te perde de novo!

— Você não vai me perde Kaa-san! Não se preocupe – olhou nos olhos escuros da ruiva, notando alguns resquissos de água, passou o dedão com delicadeza por eles, secando as lembranças da tristeza momentânea, 

Separou do abraço acidental bem na hora que seu pai mais o investigador chegaram, com as faces cansadas e preocupadas, consegui fazer um belo estrago com eles por uma situação dessas.

Apesar que essa situação é bem estranha, as dúvidas rondavam sua cabeça, e isso devia estar acontecendo com o Uchiha também, embora ele quisesse passar a imagem de durão que não se abalou, conseguia sentir a sua áura instabilizada, aflita, assustada.

— Sasuke? Mas o que aconteceu aqui? – Perguntou o Namikaze, estranha toda aquela situação.

— É uma longa história, Tou-san, teremos outro testemunho além do meu na delegacia.

— O que você quer dizer com isso?

— Tentaram me matar – disse Sasuke um pouco recuperado do acontecimento.

Todos se calaram analisando o que o jovem moreno tinha acabo de dizer. No que a família Uchiha tinha se metido dessa vez?

 

~O~

 

Sasuke já tinha dado o testemunho e agora está sentado em uma das cadeiras a espera de Naruto que entrará na sala quando sairá. Olhava os ponteiros do relógio passar sem animo enquanto dava alguns goles no café que uma moça havia oferecido.

Tudo que aconteceu passou por sua cabeça, se o trabalho na máfia fosse assim todo dia, não saberia responder com toda aquela certeza que tinha que queria entrar. Os livros falavam sobre as aventuras que os personagens sempre enfrentavam, com coragem, fé e determinação, sem medo de morrer ou cometer algo de errado, mas tinha que se lembrar que a vida não é igual os livros, na qual uma pessoa qualquer escrevia o que iria acontecer consigo. Era real e não palavras em uma página de livro velho!

Queria viver uma vida de aventuras, mas será que estava realmente preparado para lidar com isso? 

Se fosse apenas a força bruta muscular, não teria problema, tinha um ótimo porte físico sem contar nas aulas que fez e voltaria a fazer sobre lutas de proteção, mas tinha outra coisa a assombra, o preparo psicológico, tinha que ter raciocino logico rápido e eficiente, antes que uma bala voasse em direção a sua cabeça, ninguém estaria lá para salva-lo se isso acontecesse como aconteceu dessa vez.

 

Naruto.

 

Estava devendo uma, e bem grande para esse menino. Aproposito, como aquele loirinho tinha conseguido chegar tão rápido a si?

Quando ele gritou, pode o ver, mesmo que não tão nitidamente, pelo canto do olho.

Esse garoto era um mistério, quais seriam os segredos que ele escondia?

 

 

 

 

 


Notas Finais


Espero que tenham gostado e sorry qualquer erro de português, vocês já conhecem a treta.

Eai, teorias de cospiração? O que vcs acham que vai acontecer? hehe Uma dica, voltem alguns capitulos, se eu não me engano a ista está no " Trasformação parte I"

voltando a falar de BTS, socorro!! Eu estou viciada!! Esqueci o japão e agora sou da Coreia, hehehe, brics, o japão está no core =3.

Falando em Japão, Naruto acabou T.T, agora só está pasando fillers, e Boruto só lança ano que vem, em abril ( na qual ocorre uma grande provabilidade dele ser lançado no dia de my niver) Já brevejo que a tag do shipp do Boruto e do Mitsui ( acho que é assim que se escreve o nome do filho do Orochi) Bobando, mas enfim, SasuNaru sempre e isso não muda (aoesar de eu shippar BoruNaru, sim, me julguem) Tenho varias ideias de fics com a tag e eu quero cria-las, apesar que a minha proxima, assim que termina essa, vai ser de MiTw.......

Outra coisa, no Cap anterior, uma leitora falou que não estava conseguindo abrir ele, se isso acontecer, por favor me avisem 😆

....................................fui

xX UM BEIJO, UM QUEIJO E UM CHOCOLATE PARA QUEM QUISER Xx


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