História Eu, você e um mundo medieval - Capítulo 30


Escrita por: ~

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Categorias Inuyasha
Personagens Byakuya, Inuyasha, Jaken, Kaede, Kagome, Kagome Higurashi, Kagura, Kanna, Kikyou, Kirara, Kohaku, Kouga, Miroku, Myouga, Naraku, Personagens Originais, Rin, Sango, Sesshoumaru, Shippou
Tags Comedia, Kouga, Musica
Visualizações 14
Palavras 2.715
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Comédia, Hentai, Luta, Magia, Musical (Songfic), Romance e Novela
Avisos: Linguagem Imprópria
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


YO, ZORRA!

Quase fiquei uma semana sem postar! Se não atualizado, só ia semana que vem!

Sé loko, bixo!

Antes de sumir, quero mandar uma BOA LEITURA!

Capítulo 30 - Capítulo 29 — FESTA DO PIJAMA FEUDAL


RESUMO DO CAPÍTULO ANTERIOR...

Renata parte para salvar Ginta das mãos dum trio que acabou se desmantelando. Logo em seguida, ela recebe suas Fênix.

CAPÍTULO 29 — FESTA DO PIJAMA FEUDAL

POV. YUNA

Se passaram um mês inteirinho desde que a Renata ganhou as Fênix. Kawaii combina plenamente com ela, já que os dois não param quietos num só momento. Brett já é mais calma, fechada e dócil. Acho que deve ser por causa dos poderes dela, que são lunares e outros.

Falando de mim, eu não vejo a hora de ter meus pequenos aqui. Shippou e eu não escolhemos um nome ainda. Mas, acho que ele vai acabar achando algum.

Eu, a Ayumi e a Renata sempre vamos no vilarejo, tanto por causa do Shippou, quanto pela Sango. Ela também está grávida porém, segundo o que a Renata diz, ela pode perder o bebê, já que foi vítima do miasma do Narak. Renata também anda me paparicando muito! Tanto que está até dormindo na gruta das fêmeas só pra ficar de olho em mim.

Minhas irmãs não estão por perto. Elas foram embora por ter que arranjar um lugar pra elas ficarem com os rapazes. Tenho que afirmar que eles até são divertidos, eu até diria, se não fossem tão maldosos, que dariam ótimas pessoas.

Renata: HELLOW! TERRA CHAMANDO YUNA! — ela grita, passando a mão por vezes no meu rosto.

Yuna: Me desculpe, Renata. Estava pensando. — falo, saindo do (assim como a Renata chama) mundo da Lua.

Renata: Ata, você viajou geral na maionese! Eu tava falando se poderíamos fazer a festa do pijama aqui, na gruta! Tá certo que a maioria é velha demais pra isso e... — ela fala e uma loba toca o ombro dela.

Lobas: Quem é que são velhas, Renata? — ela se vira e vê um monte de lobas atrás dela.

Renata: Minha avó. Ela morreu quando eu não nasci. — tem vezes que ela fala errado de propósito. — AYUMI! VAMOS FAZER FESTA?!

Ayumi: Claro! Quem vai chamar a gruta do...

Renata: NÃO, NÃO, NÃO, NÃO, não! É uma festa só de mulheres! — ela fala, totalmente preocupada.

Ayumi: Como?

Renata: É uma festa do pijama. Normalmente, é feita à noite. Aí, nois se veste assim. — ela fala e dá uma rodadinha, mudando de roupa — E tem comida, bebida, e, a melhor parte, o Verdade ou Desafio. Também tem a guerra de travesseiro e tem onde nós contamos algo de engraçado para todas.

Uma a uma foram topando de participar da Festa do Pijama Feudal.

Renata: Certo! Aqui tem algumas revistas! Por favor não rasguem e, caso escolham um, é só tocar e dizer que quer ele! Podem escolher a cor, também! Ayumi, Yuna! Cês me ajudam aqui! — me levanto e sigo ela.

Nós três saímos da gruta e, do lado de fora, ela assobia. Acho que pra avisar os unicórnios e as fênix de que não estaria na toca.

Renata: Bom, quanto à vocês, Ayumi, as fêmeas que estão grávidas não vão poder brincar de guerra de travesseiro. Por isso, eu também não vou brincar! Mudando de assunto, que tal vocês me ajudarem a fazer os doces e salvados?!

Yuna: Como é que faz?

Renata: Agora, cê me pegou. Eu quase não sei. Mas, podemos fazer alguns que eu conheço!

Ayumi: E quais são?

Renata: Brigadeiro, beijinho, chocolate, especialmente o chocolate... E outros! Mas, pra isso, preciso ir no outro mundo.

Yuna: Iremos com você!

Ayumi: Sim! Estávamos precisando de algo pra levantar os ânimos!

Renata: Então vem! Vamos indo! — ela fala, abre um portal e atravessa o mesmo. Eu e Ayumi nos encaramos e atravessamos juntas.

Do outro lado, já está no meio da tarde. Olho pra Renata e vejo que ela mudou a aparência.

Renata: Vem! Vamos lá em casa e...

Ayumi: Espere, Renata. Tem gente nos observando. — ela fala e olha diretamente em algum lugar.

Renata: Huummm... Aquele emblema... Acho que já vi... Ahá! Shield! — ela fala e pega nas nossas mãos, andando logo em seguida — Vamos, meninas. Se ficarmos aqui, vão saber onde é minha casa.

Yuna: E qual é o problema?

Renata: Eu não quero ir, novamente, para aquele lugar. É horrível.

Ayumi: Na Shield?

Renata: Sim.

Yuna: Ainda bem que você me avisou. Caso contrário, teria ido até lá.

Renata: Você é doida?! Não podemos fazer isso! Shield é um péssimo lugar!

Ayumi: O que eles te fizeram?

Renata: Coisas nada gentis... Vem, vou teletransportar todas nós! — ela nos segura e teletransporta todas nós para dentro da casa dela.

Ela aparece na janela e coloca um tipo de pano na frente, suspirando em seguida. Eu e Ayumi nos entre olhamos e, pelo visto, Renata não consegue ter paz quando essas pessoas estão observando ela.

Yuna: Fica assim não, Renata. — falo, colocando minha mão no ombro dela. Ayumi acaba colocando a mão no outro ombro.

Ayumi: Nós nunca passamos por isso. Mas, o que sabemos, é que não precisa se preocupar. Nós estaremos aqui pra você. Prometo.

Yuna: Também.

Renata: Obrigado, meninas. Vocês são anjos que caíram do céu!

Rimos do comentário dela e ela nos leva para a tal cozinha, colocando os panos na frente das janelas. Dá pra sentir que ela odeia ficar assim, presa.

Maria: Renata, Ayumi, Yuna! Que bom ver vocês!

Renata: Olá, Maria!

Yuna e Ayumi: Olá!

Maria: Por que as janelas estão fechadas e com as cortinas na frente, Renata?

Renata: Eles estão aqui. — ela fala, suspirando.

Maria: Oh, céus! Será que descobriram onde você está?

Renata: Eu não sei...

Maria: E que surpresa! O que vieram fazer aqui!

Renata: Festa do Pijama Feudal! Legal, não?!

Maria: Querem ajuda, certo?

Ayumi: Como você sabe que precisamos de ajuda?

Maria: Da forma que conheço essa garota aqui, devo até saber o que mais precisam. — ela fala, alisando os cabelos da Renata. — Venham, me sigam. Eu vou preparar um chá pra vocês.

Nós seguimos ela e fomos direto pra cozinha. Lá ela nos serve um chá que Ayumi, como sempre apressada, acabou queimando a língua.

Ayumi: Minha língua...

Renata: Toma, trouxa!

Maria: Toma o que, Renata? — ela fala, tirando o sapato do pé.

Renata: Juntos somos os Bakiardigans! — (aut. Não sei se se escreve assim esse nome é pior que o meu!) ela começa a cantar — Juntos somos os Bakiardigans!

Maria: Hum! — ela coloca o sapato e sai andando.

Renata: Ufa! Escapei dessa!

Ayumi: Vai me dizer que tem medo dela?

Renata: Tenho! A chinela dela dói pra po***! O troço bate e volta pra mão dela! Igual bumerangue, fi! E ela ainda tem mira boa! Então, se eu aprontar, sem minha mãe estar por perto, eu viro alvo fácil pra ela!

Ayumi: Renata sendo Renata...— rimos um pouco e ouvimos Maria nos chamar.

Fomos na direção da voz dela e achamos um monte de comidas em cima da mesa, com Maria ao lado deles.

Renata: Mãos à massa!!! — ela fala e coloca um pano por cima do corpo.

Maria: Não tinha reparado, mas... Por que você está de pijama?

Renata: VISH!!! Disfarça!

Maria: Tinha que ser você, Renata... Vai trocar de roupa que vamos começar. Leve as meninas com você.

Renata: Certo. Vem, meninas. Destino ao ... QUARTO QUE SÓ ENTRO UMA VEZ A CADA SEMANA!!! — ela grita e nos arrasta pro quarto dela.

Ela abre uma porta e nos empurra pra dentro dela. Lá dentro, a gente vê um monte de roupas.

Ayumi: Nossa!!!

Renata: Esse aqui é o meu closet. Só vou escolher algumas roupas e já era. — ela fala e pega algumas roupas. — Acho que vou pegar as roupas da mamãe... Não tenho roupas pra grávida. — ela fala e joga uma das roupas dela na Ayumi — Essa é sua! Vem, Yuna! MARIA! TÔ ENTRANDO NO QUARTO DA MAMÃE!

Maria: SÓ NÃO FAÇA MUITA BAGUNÇA!!!

A Renata nem responde e me empurra pra dentro do quarto da mãe dela, que é puro verde em vários tons com branco e preto.

Renata: Liga, não. Decorar os quartos dessa forma é de família. Agora, entra aqui. Acho que mamãe não desfez daquele vestido de verão dela. Combinaria com você. — ela fala e abre um outro tal de closset e entra, me puxando. — Hum... Cadê ele, cadê ele, cadê ele...? Ahá! Achei! Toma! Vamos pro meu quarto! Lá tem mais espaço pra se trocar! Não é a toa que minha mãe tem mais roupas do que eu! — ela fala e saímos de lá. Com isso, ela fecha todas as portas e voltamos pro quarto dela.

Chegando no quarto, Ayumi está vestida com as roupas da Renata. Tenho que afirmar que ela até se parece um pouco. Renata me ajuda a me vestir e vai se trocar. Me olho e vejo que pareço com uma humana. Cada coisa que essa Renata faz...

Renata: Vamos descer! Acho que a Maria já está na metade das coisas! — ela fala e desce correndo.

Eu e Ayumi descemos logo em seguida. Chegando lá, Renata já está vestido aquele pano. Ela se aproxima de nós e coloca outros panos com cores diferentes em nós.

Renata: Esses vão ser os aventais de vocês. Agora, sim, MÃOS À MASSA!!! Primeiro, vamos fazer os doces que podem ficar na geladeira! Então, vamos fazer brigadeiros, beijinhos, cajuzinho, donuts, sonhos, waffles... E mais alguns. — ela começa a nos explicar tudo.

*****HORAS MAIS TARDE*****

Renata: Acho que já está bom! — ela fala, olhando AS MESAS repletas de comidas! — Confere ai se está tudo em ordem! Brigadeiros?

Maria: Renata! Você vai fazer isso pela quarta vez?!

Renata: Não. Só queria saber se dá pra todo mundo!

Ayumi: Acredite, Renata. Aqui dá e ainda sobra.

Yuna: Verdade!

Diogo: Não quer deixar um pouco pro seu irmão favorito?

Renata: Sua praga! Vê se avisa que está chegando! Só de raiva, não vou deixar nem um pouco pra você!

Maria: Calma, Renata. Diogo, avise, antes de entrar. Ou você vai acabar morrendo antes do tempo.

Rimos e Renata se despede de todos. Depois, nos teletransporta para a gruta, com todas as comidas. Chegando lá, todas estão vestidas com outras roupas, iguais a da Renata, antes de irmos pra casa dela. E já está de noite.

Renata: CHEGAMOS!!!

Loba 1: Nossa! Quanta comida!

Renata: Agora, tá tudo pronto! Não! Falta eu e as meninas trocar de roupas! — ela fala e acaba colocando alguma outra roupa nela mesma e em nós. — Agora, sim! Só um pouquinho de música! — ela e coloca a mão na cabeça, fazendo aparecer alguma coisa lá (aut. Um fone) e começa a soltar música, fazendo a mesma começar a dançar.

As lobas seguem o exemplo dela. Logo, todas estão comendo, dançando, rindo e tudo de bom. Até a Renata se teletransportar para algum lugar com uma bandeja em mãos. Provavelmente, foi levar algo para o Kouga, que com certeza, vai ficar uma fera (embora ele já seja uma) vendo a roupa dela.

Todas: Hihihihihi...

Ayumi: Se a gruta do Kouga não fosse tão longe, eu iria lá só pra ver a cara dele!

Yuna: Idem!!!

POV. KOUGA

Já faz um mês que Renata tem as Fênix. Yuna vai ter as crias dela em pouco tempo e Renata anda uma praga pra ver esses filhotes nascerem. Tanto que está morando lá na gruta da Ayumi. Foi pensando nela que ela aparece na minha frente, com alguma coisa nas mãos. E, depois de um tempo, eu reparo a roupa que ela está usando.

Kouga: Mas, o quê...?!

Renata: Vim te trazer alguns doces! Você quer?!

Kouga: Que roupa é essa?

Renata: Nani... Roupa? — ela fala e olha pro próprio corpo, arregalando os olhos em seguida. — PO***!!! NÃO ERA PRA MIM ESTAR COM ESSA ROUPA!!! Ah, Kouga, deixa eu ficar aqui?! — ela grita e senta do meu lado, colocando o meu braço na cara dela. — Agora, sim. Você quer?!

Kouga: O que é isso? — digo, apontando pras mãos dela.

Renata: Apenas abre a boca e come. Vou ter que voltar pra gruta.

Kouga: Até parece. Você ficou sem vir aqui por UMA semana. Acha de que vou deixar você ir assim? Sem mais nem menos?

Renata: Está bem. Eu te espero por alguns minutos.

Ela fala isso e fica quieta por 10 segundos.

Renata: E agora? Posso ir embora?

Kouga: Não. Abre a boca. — falo e ela abre. Aproveito e pego um dos chocolates que estão nas mãos dela e coloco na boca dela.

Renata: Tu acha que eu deixo barato?! Abre a boca também! — ela fala e não deixo. Com isso, ela fica tentando me fazer comer um dos chocolates, quando, sem querer, a gente acaba se beijando.

Renata: AAAHH, seu idiota!

Kouga: Para de mentira que eu sei que você gostou.

Renata: Só te digo se comer um brigadeiro. — ela fala e apega um dos brigadeiros, que foi o que coloquei na boca dela.

Kouga: Mas, você me beija de novo?

Renata: Cê tá muito carente pro meu gosto. Mas, sim. Antes de ir eu te beijo. Agora, come!

Kouga: Ah, não! Tem que ser agora!

Renata: Então, tá! Aí, eu vou embora mais cedo!

Kouga: Pensando bem, fica aí.

Ela me abraça e ficamos comendo aqueles chocolates, abraçados. Depois, ela se levanta e me beija, antes de se despedir e ir para a outra gruta.

POV. AYUMI

Renata aparece na gruta e já vou pra cima dela pra saber a reação do Kouga. Até porque a roupa dela é curta demais.

Ayumi: Renata...

Renata: Tô vendo que cês tão doida pra me perguntar algo. Vai, desenrola! Não dá pra ficar aqui o tempo todo!

Ayumi: Como o Kouga ficou ao te ver com essa roupa?

Renata: Nani...? Bom... Eu... Eu não fui no Kouga! — ela mente, corada.

Ayumi: Renata! Você está achando que eu nasci ontem? O cheiro do Kouga está impregnado em você. Como não pode ter ido ver ele?

Renata: Ah, ata! Até parece! Não é porquê eu estou cheirando a Kouga que eu estive com ele!

Yuna: Então, por que dá pra sentir o cheiro do Kouga totalmente em você? Eu e a Ayumi podemos perguntar pra ele telepaticamente. Você sabe disso melhor que ninguém. — ela aparece e faz a Renata corar mais do que já está.

Renata: Ah, tá bom! Eu falo! Eu só fui falar com o Kouga! E foi por pouco tempo! Eu não fiz nada de mais! Te juro!

Yuna: Você beijou ele, certo? — ela falou se aproximando do rosto da Renata. À essa altura, todas as lobas estão por perto.

Renata: Ah, gente! Assim não! Olha, vamos fazer um círculo e eu respondo as perguntas de vocês!

Ayumi: Tem certeza?

Renata: Tenho. Até porque vai ter revanche mais tarde. — ela fala e todas as lobas abrem uma roda, onde eu e a Yuna estamos do lado dela.

Yuna: E minha pergunta?

Renata: Sim, sim. Eu beijei ele. Mas, foi sem querer querendo! Eu juro, juradinho!

Ayumi: Renata. Você falou isso a uma semana atrás, quando eu te peguei aos beijos com o Kouga.

Renata: O quê?! Oh, Ayumi! Num revela tudo não!

Loba 1: Quantos beijos você dá no Kouga?

Loba 2: Você gosta do Kouga?

Loba 3: Você e o Kouga estão namorando?

Loba 4: Você já transou com ele?

Renata: Eita, gente! Calma! Sou uma só! Pra você que perguntou primeiro, depende do meu humor. Segundo, sim, eu gosto do Kouga. Terceiro, não direi se estamos namorANDO, porque é segredo. E quarta, não, sou virginha da silva.

Ayumi: Renata, você não respondeu a nossa pergunta! Como o Kouga reagiu ao te ver com essa roupa? — dessa, todas as lobas olham para ela. O que faz ela corar ainda mais.

Renata: Bem, ele perguntou que roupa era aquela que tava usando. Depois eu dei a louca e sentei do lado dele. Aí, ele eu ia colocar o brigadeiro na boca dele e a gente se beijo! Mas, foi nada sério! Aí, dessa, ele não deixou que eu fosse embora e eu fiquei um tempinho com ele e a gente se beijo e fui embora.

Ficamos contando segredos uma da outra. Depois de brincar e tudo, todas vão dormir. 


Notas Finais


No próximo capítulo...
Yuna visita suas irmãs quando quem acaba tendo uma surpresa é ela.

Bem, eh isso.

Eh o q tem p hj.

To com tanta preguiça q p escrever tá uma luta. Tb daqui a pouco eu vou sair.


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