História Eu, você e um mundo medieval - Capítulo 31


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Categorias Inuyasha
Personagens Byakuya, Inuyasha, Jaken, Kaede, Kagome, Kagome Higurashi, Kagura, Kanna, Kikyou, Kirara, Kohaku, Kouga, Miroku, Myouga, Naraku, Personagens Originais, Rin, Sango, Sesshoumaru, Shippou
Tags Comedia, Kouga, Musica
Visualizações 17
Palavras 2.562
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Comédia, Hentai, Luta, Magia, Musical (Songfic), Romance e Novela
Avisos: Linguagem Imprópria
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Bas tardes!

Bom, como o título diz... Parece que alguém vai virar mamãe...

Vou nem falar nada, senão, dá spoiler (embora esteja bem na cara isso, né?)

Capítulo 31 - Capítulo 30 — MAMÃE!!!


Fanfic / Fanfiction Eu, você e um mundo medieval - Capítulo 31 - Capítulo 30 — MAMÃE!!!

RESUMO DO CAPÍTULO ANTERIOR...

Após uma genial idéia (sintam a ironia proposital), Renata resolve fazer uma festa do pijama na era feudal. Pra quem estava com preguiça pra escrever, no caso EU, teve algumas brincadeiras típicas de nada (porque não teve nenhuma) mas teve uma troca de segredos danada de arruinada!

CAPÍTULO 30 — MAMÃE!!!

POV. KOUGA

Kouga: Fica quieta, Renata! Você vai comigo sim e pronto! — falo colocando ela no meu ombro.

Renata: Mas, eu... Eu... Eu quero ver os filhotes da Yuna nascer! E se eu ficar doente?!

Kouga: Você não vai ter coragem te ver um parto.

Renata: Ai, ai, ai... Qué qui eu faço, senhor meu Deus?! Ahá! Acho que sei o que é! — ela fala, total corada, e aproxima o rosto dela do meu.

Kouga: Nem vem com essa de querer me beijar que não vai funcionar.

Renata: Desisto. — ela se joga no meu ombro. — DESISTO NADA! KOUGA, ME DEVOLVE PRA AYUMI! QUEM É VOCÊ E O QUE FEZ COM O KOUGA QUE EU CONHEÇO?!! AYUMI, ME SOCORRE! TEM UM SEQUESTRADOR AQUI!!!

Ayumi: Renata, isso é normal do Kouga. Você ficou uma semana sem ver ele, retirando ontem. E, como parceiros, um vai sentir falta do outro. Você precisa ficar do lado do Kouga.

Renata: A gente não podia ser simplesmente um casal de namorados normais? Mesmo sendo algo que eu tenho quase certeza de que nunca vai acontecer...

Ayumi: Por acaso vocês estão namorando? — ela se aproxima de mim e me olha nos olhos. Coloco a Renata no chão e ela corre pra trás da Ayumi.

Renata: Não, sua idiota! Nós não estamos namorando! Só estava falando em uma possibilidade de isso acontecer algum dia!

Ayumi: Atá! Senão, você ia se ver na minha mão, Kouga!

Kouga: Está bem, mamãe. Agora vamos, Renata. — Ayumi ri do meu comentário e eu vou em direção à Renata.

Renata: Pelo menos, me deixa falar com a Yuna!

Kouga: Não. Você mesmo disse que era pra ela precisa de repouso.

Renata: Eu e minha maldita língua! Até, Ayumi!

Kouga: Até mais, mana.

Ayumi: Até! E juízo, heim?!

Kounata: SIM, MAMÃE!!! — gritamos e começamos a rir da Ayumi enquanto andamos.

Depois de um bom tempo, quase chegando à minha gruta, olho pra Renata e vejo que ela está emburrada, já que não falou nem uma palavra. Abraço ela por trás, a fazendo se virar pra me encarar.

Renata: Sai, seu chato!

Kouga: Tá emburrada! Que coisa fofa! — falo, apertando as bochechas dela.

Renata: Dá pra me soltar?!

Kouga: Fica assim não, Renata. Eu só não quero que você não queira ter filhos no futuro.

Renata: Eu sei! Mas... Eu queria tanto ver! Mas, tanto! Mas, tanto que você nem sabe!

Kouga: Quando a Ayumi arranjar o parceiro dela e estiver penha, eu deixo você ir e ficar lá até os filhotes nascerem.

Renata: SÉRIO?!!

Kouga: Sim. Agora, vamos. Kawaii e Brett estão lá na gruta.

Renata: MY GOD! MINHAS FÊNIX! — ela pega na minha mão e começa a pular. — Elas estão bem? E meus zunicórnios?!

Kouga: Você vai tomar um susto quando chegar. Por isso, quero que fique perto de mim. — ela não falou mais nada e continuamos a andar.

Em determinado momento, ela para e me encara, com os olhos esbugalhados.

Renata: Kouga, você pode sentir o cheiro das fêmeas, certo?

Kouga: Claro.

Renata: Pode sentir quando o cheiro da pessoa muda?

Kouga: Sim.

Renata: E pode sentir quando uma mulher, fêmea, ou seja lá como se chama, está perto pra ganhar o bebê?

Kouga: Sim.

Renata: Falta quanto tempo pros filhos da Yuna nascerem?

Kouga: Na verdade... Vão nascer hoje. Queria te contar outra hora.

Renata: Seu idiota! Agora não dá pra mim ver os filhos dela nascendo!

Kouga: Para de choramingar! Já disse que você vai ver os da Ayumi nascerem!

Renata: Hur! Chato! — e lá vai ela, novamente, emburrada.

Kouga: Renata sendo Renata... — falo revirando os olhos.

POV. YUNA

Ayumi: Yuna. Não acha melhor ficar?

Yuna: Prometo que vai ser rápido! Não vou demorar muito!

Ayumi: Logo, logo você vai dar cria. Ir visitar suas irmãs agora não é lá uma boa idéia. — quando ela fala assim, sempre acontece.

Yuna: Mas... Mas...

Ayumi: *suspiro* Está bem. Eu deixo. Mas, se acontecer alguma coisa, me chame urgentemente. Está me ouvindo?

Yuna: Sim! Muito obrigada, Ayumi! — falo a abraçando.

Me levanto e saio da gruta, seguindo em direção à casa das minhas irmãs (Re: que pelo visto, é lá onde Judas perdeu as botas).

No caminho, resolvo ir no Shippou, pra avisar onde estou indo. Se meus filhotes nascerem esse mês, no outro eu vou morar com o Shippou. Vou sentir tanta saudade das lobas, mas, fazer o quê? Uma hora isso tem que acontecer!

Estava tão distraída que só volto pra realidade quando sinto um forte chute dos bebês. Tão forte que, por um instante, fiquei sem ar.

Mas, logo para e logo chego ao vilarejo. Vejo Kagome e Sango lavando alguns panos e, mais ao longe, Shippou trabalhando duro , juntamente com o monge Mirok. Tenho que dizer que era até uma cena fofa, o que mostra que ele será um ótimo parceiro pra toda a minha vida.

Shippou: YUNA! — ele grita ao me ver e vem na minha direção. — Como vocês estão?

Yuna: Melhor, impossível!

Kagome e Sango: Yuna! — elas falam e ven na minha direção.

Mirok: Quando é que vão nascer? Você deve estar muito ansiosa!

Yuna: Você não imagina o quanto! — falo e aliso minha barriga, recebendo outro chute. Vocês estão danados demais, pequenos!

Shippou: Quer alguma coisa? Você parece pálida.

Sango: Precisa descansar. Vir até aqui é muito cansativo, branquela!

Yuna: Não, não! Eu já estou indo! Só vim de passagem mesmo! Eu ainda tenho que ver minhas irmãs!

Shippou: Vem! Eu te levo até lá! — ele fala, rodeando minha cintura com os braços. — Até mais, Kagome-sama e Sango-sama!

Kagome e Sango: Até!

Nós dois nos afastamos do vilarejo e Shippou começa a alisar minha barriga.

Yuna: Shippou!

Shippou: Já pensou num nome pra eles? A Kagome nos trouxe vários livros dizendo o nome de várias crianças.

Yuna: Não. Mas, logo, logo nós iremos achar um que combine com eles. Olha só! A Yasuo está por perto! — falo ao sentir o cheiro cítrico da minha irmã invadir minhas narinas.

Shippou: Acho que aqui já é o território das suas irmãs.

Yuna: Sim. Yasuo, aparece! Eu sei que você está aí! Você sabe que não posso me assustar! — falo e vejo uma silhueta feminina com cabelos cinzas vir na nossa direção.

Yasuo: Oi, mana! Quem é ele?

Yuna: Sempre direto ao ponto, né? Ele é o Shippou, meu parceiro e pai dos filhotes aqui. — falo, apontando pra barriga.

Yasuo: Olha aqui! Sonha em magoar a Yuna que eu acabo com sua raça, seu raposa!

Shippou: Magoar a Yuna é a única coisa que não quero fazer.

Yuna: Eu até te levaria para ver a Yura. Só que, onde eles estão, tem uns convidados um tanto descomunal. — digo segurando as mãos dele.

Shippou: Me diz: que amigos são esses?

Yasuo: O Exército dos Sete. Algum problema?

Shippou: Que?! Mas, eles são perigosos!

Yasuo: Pode deixar! A Yura está lá e ela põe as rédeas neles!

Shippou: Então, já que é assim... Até, branquela. — fala e me beija.

Yuna: Até, Shippou.

Ele se afasta e Yasuo coloca o braço dela no meu ombro.

Yasuo: O amor é tão... Melo-Melo... — fala com uma cara irônica.

Yuna: Vamos logo! Eu tô doida pra ver a Yura!

Yasuo: Vem. Acho melhor subir num cavalo. Vamos andar bastante.

Yuna: Fica calma. Eu vim até aqui andando.

Yasuo: Já que é assim... Vem comigo.

Ela me leva até a casa deles. No caminho, sinto uma outra pontada, bem mais forte que as outras. Mas não digo nada. Yasuo não ajudaria mesmo.

Logo chegamos num enorme castelo. Entramos e ao longe se ouve as risadas deles. Não sei porquê mas, quando estou com eles, sinto que somos uma grande família.

Yura: Espera! Eu conheço esse cheiro! YUNA, MANA! QUANTO TEMPO! E MEUS TICO-TICO?

Yuna: Para, mana!

Bankotsu: Olá, Yuna!

Yura: Vem! Eu acabei de fazer o almoço! Você deve estar faminta!

Yuna: Não sabe o quanto!

Todos riram e seguimos Yura, que parece ser a mãe, e o Bankotsu, que parece ser um pai.

Yura: Mas, e aí, maninha! Agora é sério! Tá tudo bem mesmo? Você está muito pálida!

Yuna: Sim. Mas... Onde está o Suikotsu e a Yasuo? — falo ao reparar que nenhum dos dois estão ao nosso lado.

Jakotsu: Vai dar em casamento esses dois. Anote o que digo!

Yuna: Hahahaha! Ai!

Yura: Tudo bem?

Yuna: Tá sim! Só o bebê que chutou novamente!

Yura: Qualquer coisa, me chama, tá? E eu quero ber o parto deles, tá?! Nem tente escapar!

Afirmo com a cabeça. Yura parece mesmo com uma mãe. Ela tem um gênio que a faz ser uma garota independente, própria e única. Se esse Bankotsu bobear, ela vai deixar ele de lado.

Almoçamos todos juntos e todos os homens saem da casa, deixando só eu e Yura dentro.

Yura: Vai descansar, pequena. Já fez muito pra chegar até aqui.

Yuna: Desculpem se estou dando trabalho demais. É o que as irmãs caçulas fazem, né?

Yasuo: O que perdemos? — ela fala e aparece toda descabelada, com o Suikotsu, portando um sorriso pervertido no rosto.

Yura: Onde estavam?

Yasuo: Por aí. — ela fala e Suikotsu toca no ombro dela, acena e ele sai.

Yuna: Você gosta dele, não é?

Yasuo: Não.

Yura: Para de mentira, Yasuo! Todas nós sabemos disso!

Yasuo: Para com isso! Eu não tenho nada à ver!

Elas começam a discutir e discutir. E eu? Fico rindo. Até que sinto contrações fortes mesmo e me acabo apoiando minhas mãos na barriga. Logo sinto um líquido escorrer pelas minhas pernas. Ai, não...

Yuna: Meninas...

Elas continuam a discutir.

Yuna: Meninas! — chamo mais alto, sentindo as dores aumentarem. Mas, já devem saber que elas continuam discutindo.

Yuna: MANAS! — as duas me olham — Meus filhotes vão nascer!

As duas: O QUÊ?!

Yura se aproxima de mim e me ajuda a me levantar. Yasuo acaba ajudando. Logo, as duas me levam para um quarto e tiram minha roupas.

Yuna: Aaaii! Isso! Dói!

Yura: Shh... Calma... Vai passar... — ela fala, alisando meus cabelos. — Yasuo, vá buscar uma tina com bastante água. Morna, Yasuo. Também me traga panos e cobertores.

Yasuo: Certo.

Ela se levanta pra sai e acaba parando, ao ver outra pessoa do outro lado.

Yuna: AAAAAHH! Mana!

Renata: Ué? Yuna? Tudo bem contigo?

Yuna: Eu tô com cara de quem tá bem?!

Renata: Não. Tá com cara de quem está morrendo de dor.

Yura: Deita, mana. Respira fundo, muito fundo... Isso. Agora, fique assim, tá? — ela fala após me deitar e afastar minhas pernas uma da outra.

Yuna: AAAAAHHH!!! PELO SANTO LOBO! TÁ NASCENDO!!!

Renata se aproxima de mim e tira o meu quimono. Logo, coloca um cobertor por cima do meu corpo. E, depois, sai do quarto.

Yuna: Ah, Yura...! Tira, pelo Santo Lobo! — digo, segurando a mão dela com força.

Yura: Yasuo! Fique perto da Yuna! Renata, você me ajuda aqui! — as duas vão para os seus lugares. — No três, eu puxo, tá, mana?

Yuna: Quando quiser!

Yura: 1...

Yuna: ...

Yura: 2...

Yuna: ...

Yura: 3!!! — ela grita e começa a puxar.

Yuna: AAAAH!!! AAAAAHH! AAAAAAAAHHH! AAAAAAHHHHHH! — ela termina de puxar e ouço um pequeno choro, mais parecido com uma fungada. — Meus filhotes... Nasceram...

Renata: Yura, cê dá banho e eu visto alguma roupa neles!

Yura: Certo.

Yasuo: Pronto, mana. Passou. — ela fala e abre um pequeno sorriso.

Yuna: Deixa eu ver meus pequenos... — falo e Renata e trás um bebê com um tecido fofo na cabeça, azul, e Yura trás um outro, rosa, vestindo roupas nas mesmas cores. — Ai, santo Lobo... — falo antes de começar a chorar. As duas colocam meus pequenos do meu lado.

Renata: Bom, Yuna. Parece ter gente querendo te ver. — ela fala e aponta pra porta, onde o Shippou, a Ayumi e o Kouga estão. — Antes de eu ir, devo dizer, você e o Shippou fizeram um ótimo trabalho! Parabéns!

Ela fala e sai correndo do quarto. Essa menina não toma jeito...

Shippou entra no quarto e minhas irmãs saem, deixando nós dois à sós. Ele se aproxima de mim e alisa os nossos filhotes, logo me encara e deposita um beijo nos meus lábios.

Shippou: São lindos... Nossa pequena tem os seus olhos.

Yuna: E o pequeno não tem a cor do olho de ninguém, já que são duas cores. — falo ao ver o olho esquerdo, verde, e o direito, castanho.

Shippou: Quem disse? Puxou os olhos da Renata, já que ela andou te paparicando muito.

Renata: EU TÔ OUVINDO, TÁ?!! — ela grita do lado de fora.

Nós dois começamos a rir. Pego minha menina nos braços e começo a fazer carinho nos dois.

Shippou: Polly.

Yuna: O quê?

Shippou: Polly. Pode ser o nome da nossa bebê. É diferente e foi idéia da Renata.

Yuna: Eu gostei. E você... Polly? — olho pra ela que abre um sorriso. — ELA RIU! AI, SANTO LOBO! POLLY TÁ RINDO!

Renata: O QUÊÊÊÊÊ??? — ela grita, entrando com tudo no quarto, mas logo é puxada pelo Kouga.

POV. KOUGA

Renata: Ei, Kouga! Não precisa me puxar assim, não! Você quase arrancou minha cintura fora! — ela me encara e eu dou de ombros.

Ayumi: Ai, ai... — ela suspira, apoiada em algum lugar.

Kouga: Que foi, mana? — largo a Renata e vou na direção da minha irmã.

Ayumi: Nada. É que... Ver todas essas lobas crescerem, cuidar delas, ver as incontáveis noites que elas ficam sem dormir quando acham seus parceiros, acompanhar o tempo que estão feridas, doentes ou, até mesmo, GRÁVIDAS... Quando elas saem da gruta pra ir morar com seus parceiros... Me faz sentir que estou colocando elas de cara no mundo. Sinceramente, eu me sinto uma mãe humana vendo sua filha crescer, se casar e ter a vida das mil maravilhas. — ela fala e vejo uma pequena lágrima se formar no olho dela. Não é pra tanto, ela e Yuna são inseparáveis desde o dia que se viram.

Kouga: Como você acha que eu fiquei quando minha gruta foi dizimada? Lobos vem, lobos vão. Você só deve ter boas lembranças e más também, até porque só se tem lembranças melhores das piores coisas da sua vida.

Renata: Nossa... Tô triste agora! Mentira! Tô nada! Ayumi, para com isso, mulher! Eu sei que sempre vai ter um espacinho aqui dentro pra Yuna, pras lobas e pra mim também. — ela fala, colocando a mão no peito da Ayumi, na altura do coração. — Você não deve se preocupar, já que ela vai ser feliz! Deve se alegrar também! E eu só não faço festa porque é bem capaz dos bebês da Yuna crescerem muito festeiros!

Rimos dela e, quando estamos perto de ir embora, Shippou aparece, dizendo que Yuna colocou os filhotes pra dormirem e que está dormindo também.

Saímos de lá, depois da Renata deixar inúmeros doces para filhotes, ou bebês.


Notas Finais


No próximo capítulo...

Renata acaba se encontrando com algum familiar e descobre que esse novo personagem (que eu não sou doida de dar spoiler) também será alguma coisa da Ayumi.


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