História Eu, você e uma maldição? - Capítulo 7


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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
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Palavras 1.287
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Fantasia, Magia, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Adultério, Estupro, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Necrofilia, Nudez, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Boa leitura.

Capítulo 7 - Prova de contrato e sua força.


Alice: (o que quer aqui?) seu tom era seco, ela sentia certa repugnância dele.

Kneph: (Ora minha querida, está passando tanto tempo perto dos humanos que começou a ficar surda é?, já lhe disse, vim aqui para lhe ver)

Alice: (Está errado, você disse que veio ver sua noiva, coisa que EU não sou) 

Kneph: (Tem razão, não é, AINDA, seu pai está velho e fraco, enquanto sua mãe, bom já sabe sobre isso, não acho que vá demorar para você ser coroada rainha).

Alice: (Cale já sua MALDITA BOCA, não quero ouvir falar sobre minha mãe, afinal, o que quer aqui?)

Kneph: (Seu pai me mandou para levá-la de volta, sendo por vontade ou a força, como você prefere?) Ele sorri sadicamente.

Alice estava estranhamente calma, seu sorriso pode-se dizer que cantava vitória.

Alice: (Diga para meu pai que não posso retornar mesmo que quisesse)

Kneph: (O que quer dizer com isso?)

Alice: (Eu fiz um contrato com um humano, eu não sirvo mais a meu pai, sirvo a ele)

Kneph: (Como seu eu fosse acreditar nisso, você sabe muito bem que sua energia é muito forte para um humano conseguir aguentá-la, qualquer humano que tentasse morreria antes do contrato ser concluído)

Alice: (Se você não acredita, existe maneiras de eu provar).

Kneph: (Então prove) Ele tinha absoluta certeza de que ela estava mentindo, mas como queria ver a cara de Alice quando sua mentira fosse revelada ele continuou como quem não desconfiava de nada.

Kneph: (Que tal uma aposta?)

Alice: (Continue)

Kneph: (Se você estiver falando a verdade, não há nada que eu possa fazer no momento, então eu vou embora, porém se estiver mentindo você voltará agora para o reino e se casará comigo) (ai ai, nunca foi tão fácil tirar feno de potro).

Alice: (Muito bem) Um sorriso toma seu rosto.

Uma pequena dúvida surge para Kneph.

Kneph: (Não é possível que ela esteja falando a verdade não é mesmo? Ela sabe muito bem o que aconteceu, aqueles pertencentes a linhagem real não podem fazer pactos porque sua energia espiritual é muito forte, mas então porque esse sorriso.......)

Alice: (Preocupado com algo Kneph?) diz ela em tom sarcástico.

Kneph: (Cale-se! Vamos logo, onde está sua prova?)

Alice: (Está bem atrás de mim, PODE SAIR DAI JÁ SEI QUE ESTÁ AI)

Vendaval: (Então você já sabia que eu estava ali.........)

Kneph: (Qual o significado disso? Você não disse que tinha feito um contrato com um humano?)

Alice: (Ora Kneph, não tenha pressa, quer tanto assim ir embora logo? Vendaval, você já viu aquela marca no pulso do Derick certo?

Vendaval: (Sim, ela é até bem chamativa, meio difícil passar despercebida).

Alice: (Então por favor, descreva para o nosso ilustre convidado aqui como aquela marca se parece.)

Vendaval: (Me lembra o infinito cortado em quatro partes, nas partes laterais tem algo parecido com luas e em cima um pequeno círculo, na parte de baixo a ponta se divide em duas, depois elas se cruzam e se separam novamente, se juntando no final em algo que parece com um cristal).

Kneph: (Não é possível! Essa é .... Essa é .....)

Alice: (Exatamente, é a marca de contrato, feliz agora? Então pode-se retirar)

Kneph: (Fique sabendo que não vou desistir tão fácil, como eu disse, não há nada que eu possa fazer AGORA)

Ele vai embora.

Alice: (Ótimo, agora que resolvi o problema 1, vamos para o problema 2) diz ela se virando para vendaval. (O que é que você está fazendo aqui?)

Vendaval: (Sinto muito, eu vi você saindo no meio da noite e pensei em te seguir, desde quando você sabia que eu estava ali?)

Alice: (Desde que você pisou na floresta, por que você faz tanto barulho? Ainda me pergunto como Kneph não percebeu.

Vendaval: (É que eu tenho medo de insetos hehe)

Alice encara vendaval, ela arregala os olhos (levanta o óculos- entendedores entenderão).

Alice: (Você só pode estar de tiração com a minha cara né)

Vendaval: (Não .....he.....he...... eu tenho pavor de insetos ........) Ele não sabia como encará-la, ela tinha um olhar de que iria (furá-lo) acabar com seu orgulho.

Alice: (MAS VOCÊ MORA EM UMA FLO-RES-TA INSETOS SÃO O QUE MAIS EXISTE AQUI)

Ele abaixa a cabeça, ela não conseguia acreditar nisso, os dois voltam para casa de Layla. Tudo estava quieto, a lua banhava-se no rio enquanto iluminava a clareira. Os dois escutam a sinfonia da natureza, o mexer das folhas pelo vento, o rio seguindo seu curso, os animais noturnos, todos contribuíam para aquela maravilhosa sinfonia. Contudo na floresta podê-se ouvir um desafino.

Vendaval: (Será que ele ainda não foi embora?)

Alice: (Não ......... parece que logo teremos algumas visitas)

~~~~~~ No outro dia~~~~~~

Derick: Layla, posso lhe pedir um favor?

Layla: Claro, o que quiser.

Derick: Por favor, me ensine a atirar com arco e flecha - Ele ainda não tinha superado o fracasso do dia anterior.

Layla: Tudo bem, mas não se preocupe sobre ontem, e vai ter que me prometer que se eu lhe ensinar você não vai ficar tão focado no arco a ponto de esquecer que eu existo tudo bem?

Derick: Feito.

Layla: Muito bem, só deixa eu me trocar, pega o arco e as flechas que sobraram e me espera lá fora. Se puder pegue também o alvo que está atrás da casa e traga aqui para a frente

Derick: tudo bem.

O garoto pega o arco e seu armamento e vai para fora assim como mandado, enquanto ela foi se trocar. Após contornar a casa ele encontram o alvo, era feito de madeira e pintado com círculos vermelhos e brancos, ele o pega e leva para frente e o coloca entre duas árvores, desse modo caso erra-se não seria trabalhoso recuperar as flechas.

Derick: Bom acho que isso deve servir.

Layla aparece na porta. Ela usava uma calça e uma saia que vinha até os joelhos, uma camisa leve, tinha feito um rabo de cavalo em seu cabelo para que não atrapalhasse.

Layla: Se está tudo pronto vamos começar.

Derick: Certo.

Ela pega o arco e posiciona a flecha, seu corpo estava ereto, em sua mente ela observava o alvo, o objetivo a sua frente, ela solta a flecha, tiro certeiro.

Layla: Muito bem, sua vez - diz ela pegando a flecha novamente.

O garoto tenta imitar o que ela fez, ele solta flecha, tiro certeiro ......... na árvore que estava ao lado.

Layla: Certo, vamos mais uma vez, porém vamos melhorar sua postura.

A garota fica atrás do garoto, ela coloca os pés dele de maneira correta, pega em suas mãos o guiando, o garoto cora levemente, ele conseguia senti-la em suas costas.

Layla: Concentre-se, foque em que você quer atirar, quando sentir que é o momento certo solte a flecha - mais uma vez a flecha dá um tiro certeiro. - Ok, vamos ver se você entendeu.

Ele tenta mais uma vez, sua mente se esvazia, ele visualiza o alvo, e soltá a flecha, acertando-a no canto do alvo.

Derick: E- Eu consegui!

Layla: Muito bem, acho que com mais algum treino você vai ficar bom.

Derick: Muito obrigado por me ensinar.

Layla: Tudo bem, mas não se esqueça, não vá exagerar.

Derick: Certo.

Layla: Bom já está quase na hora do almoço, vá pescar algum peixe enquanto eu arrumo a casa, mais tarde quero que você vá para a cidade.

Derick: Muito bem, desça vez vou pegar carne e não cogumelos.

Os dois começam a rir, após isso ela entra para dentro e ele pega a vara de pesca.

Enquanto pescava ele se lembra da pedra em seu bolço. Ele a pega e fica-a admirando.

Derick: Mais tarde vou mostrar para a Layla acho que ela vai gostar.


Notas Finais


Obrigado por lerem.
Se quiserem dizer algo, os comentários estão ai pra isso.
Obrigado novamente pelo apoio ao lerem, isso sempre me motiva a escrever ainda mais.


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