História Evangelho Winchester - Capítulo 2


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Categorias Supernatural
Personagens Bobby Singer, Castiel, Crowley, Dean Winchester, John Winchester, Personagens Originais, Sam Winchester
Tags A Escolhida, Dean Winchester, Drama, Liv Winchester, Psicopata, Sam Winchester, Sequestro, Sobrenatural, Supernatural, Trauma, Winchester
Exibições 26
Palavras 1.676
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Colegial, Drama (Tragédia), Escolar, Famí­lia, Ficção, Hentai, Luta, Magia, Mistério, Romance e Novela, Sobrenatural, Suspense, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Álcool, Estupro, Heterossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Bom dia caros leitores!!
Trouxe mais um capítulo para vcs, espero q gostem *-*
Sei q vcs n vão se importar, mas é bom destacar q este capítulo, o trauma q a Liv sofreu foi baseado em um sonho q eu tive aos meus 7 anos, só q na história está mais detalhado, mas foi exatamente assim.
Agora, vms ler o cap e.e
Kisses 😘

Capítulo 2 - O tubarão.


#####ATUALMENTE#####

*p.o.v. Liv*

Eu sou Letícia Winchester, mas meus irmãos me chamam de Liv, porque quando eu era pequena, eu não sabia pronunciar o meu nome, só saía “Liv” dos meus lábios. Então deu no que deu e meus irmãos me chamam assim desde a primeira vez que pronunciei este apelido. Eu tenho 16 anos e tenho dois irmãos, o mais velho se chama Dean, e o do meio se chama Samuel. Eu sou a mais nova, sendo dez anos, três meses e quatro dias de diferença com o Dean, e cinco anos, onze meses e vinte seis dias com o Sammy. Quando eu tinha cinco anos, a minha mãe morreu de uma forma misteriosa, e eu estive no local para presenciar o ocorrido. Eu nem sei como eu me lembro, mas eu me lembro de cada detalhe. Da dor, do sofrimento, dos seus gritos...

#####9 ANOS ATRÁS#####

*p.o.v. Liv*

Era uma tarde ensolarada, dia quatro de agosto de 1995. O sol estava de "rachar", então eu tive a grande idéia de irmos tomar banho de piscina. Nós éramos uma família normal naquela época, e morávamos em um prédio em Lawrence, Kansas. A piscina do prédio era gigante, e seria a primeira vez que eu nadaria apenas com as bóias de braço, o que me deixava mais animada ainda. Minha mãe pôs um biquíni em mim, o Dean colocou uma bermuda, e o mesmo fez o Sam. Papai disse que não iria entrar na piscina, mas iria nos observar pelo lado de fora desta. Mamãe pôs um maiô. Nós saímos do nosso apartamento e entramos no elevador, logo já estávamos no Salão de Festa. Saímos dele e fomos em direção à Área de Lazer, onde entramos na piscina. A água era fria e gelada, tão gostosa naquele dia de calor absurdo que dava vontade de nunca mais sair dali. Depois de uma hora dentro da água, Dean e Sam saíram para jogar futebol com os coleguinhas do prédio na quadra, e papai foi para o banheiro do Salão de Festa. Já eu pedi para mamãe que eu e ela ficássemos mais um pouquinho na água. Pedi para que me soltasse e eu nadei para um pouco longe dela. Não devia tê-lo feito. Quando eu fui chamá-la para que visse o quanto eu nadei sozinha, em um piscar de olhos o céu escureceu, e se formou uma nuvem em cima da piscina, e dela, ao invés de caírem gotas d'água, caíram gotas de sangue. A piscina ficou mais funda do que era como se tivesse sumido o chão e a piscina tivesse se juntado com o mar. A água escureceu, e eu não conseguia enxergar mais nada além de breu depois dos meus cotovelos. Comecei a ficar apavorada. Gritei pela minha mãe, mas parecia que não saía voz da minha boca. Fiquei com mais medo, e quando olho para outro lado, vejo uma barbatana, como a de um tubarão, nadando em círculos em volta do nada, longe de onde eu e minha mãe estávamos, mas mesmo assim, aquela imagem teve o poder de falhar uma batida do meu coração. Nadei de volta até a minha mãe e a cutuquei. Ela estava atordoada, nunca tinha visto algo assim. Parecia que dela também não saía voz então apenas apontei em direção ao tubarão. Ela arregalou os olhos, me segurou pelo braço esquerdo e começou a nadar me puxando junto em direção à borda, que não estava tão longe, mas estava consideravelmente distante. Quando viro meus olhos novamente em direção ao tubarão, percebo que o local onde ele estava, antes girando em círculos, tinha uma diferença de cerca de dez metros de distância do local de onde ele estava agora. Entrei em pânico e acelerei os movimentos das minhas pernas e do meu braço direito para auxiliar minha mãe e gritei:

- Ele está perto mãe! Mais rápido!

Desta vez a voz tinha saído da minha boca, o que me tranqüilizou. Minha mãe fez a mesma coisa que eu, e quando estávamos chegando perto da borda, o tubarão pegou no meu braço direito, por sorte não o tirando de mim, apenas o cortando, o que fez sair da minha boca um grito alto de dor, e quando ele ganhava impulso para me atacar novamente, minha mãe pegou toda a força que tinha e me jogou para o mais longe possível, me fazendo estar apenas um metro perto da minha salvação, e quando ela fez isso ela apenas gritou dizendo:

- Eu amo vocês! E diga ao seu pai que sinto m...

Naquele momento eu soube. O tubarão tinha a matado. Olhei para trás e vi o tubarão a rasgando por inteiro, mutilando-a, e depois jogando seu corpo para longe. O seu sangue se confundindo com a água negra que continha na piscina. Meu pai acabara de sair do banheiro e quando ele estava na porta de entrada da piscina ele viu o corpo dela. Ele correu atrás de mim, viu que aquilo não teria mais volta e como eu estava sem reação, estava apenas parada olhando para o corpo morto da mulher mais importante para mim, com seu assassino vindo em minha direção, meu pai me agarrou e me tirou da piscina antes que aquele monstro conseguisse me devorar. Então de um tubarão virou um homem, dos olhos incrivelmente amarelos, pele enrugada e uma expressão maléfica em seu rosto. Ele saiu da piscina e foi se aproximando de mim o do meu pai, o que fez o meu responsável sair correndo dali comigo em seus braços, enquanto o homem apenas andava, calmamente atrás do meu pai. Enquanto meu pai corria para nos salvar eu via, com a visão muito embaçada devido às lágrimas que desciam livremente pelo meu rosto, a piscina começar a pegar fogo, e em menos de cinco segundos não havia mais água ou corpo mutilado lá, ou seja, não haveria pistas do ocorrido. Mas também, quem acreditaria numa menina de cinco anos que diz ter visto a mãe ter sido morta por um tubarão na piscina? Ninguém. Voltei dos meus devaneios e eu e meu pai estávamos indo em direção onde Sam e Dean estavam, quando chegamos lá eu gritei bem alto:

- Sam, Dean, venham logo!

- Estamos jogando futebol Liv! - Dean gritou respondendo.

- Vocês voltam para jogar mais tarde! - Papai gritara com um tom de voz que eu jamais ouvira. Olhei para o seu rosto e ele estava com uma expressão ríspida, escondendo a tristeza transparente em seus olhos. Meus irmãos se assustaram, e logo os dois já tinham saído da quadra correndo em nossa direção. – Me sigam! Vamos para o carro!

Percebi que naquela hora não era para eu contar sobre o que havia acontecido com a mamãe, então fiquei calada, apenas vendo meus irmãos correrem atrás de mim e de meu pai. Vi o homem andando em nossa direção, ainda calmo, mas apertando os passos. Gritei:

- Corre mais rápido papai! O homem ta chegando!

- Que homem? - Perguntou Sam.

- Só corre mais rápido!

Todos praticamente voavam, e quando faltavam metros para chegar ao nosso carro, aquele homem simplesmente sumiu de onde estava e apareceu na frente do Sam, colocando algo na boca dele. Parecia sangue. Depois daquilo ele sumiu, e o Sam caiu no chão, logo se endireitando para o lado, como se estivesse pronto para dormir. Todos pararam de correr quando ouviram o barulho do tombo. Larguei-me do colo do meu pai e fui correndo atrás do meu irmão que estava caído. Ficamos ali o observando por uns segundos pedindo para que acordasse, e nada. Ficamos em silêncio apenas esperando que o próprio abrisse os olhos, até que meu pai disse:

- Onde está o desgraçado? - Ele disse com uma voz um pouco trêmula, como se fosse chorar, mas se manteve firme por mim e pelo Dean, pois sabia que se chorasse na nossa frente, nós choraríamos mais ainda, pensando que o Sammy havia morrido e não tinha mais jeito.

- Ele sumiu depois que colocou sangue na boca do Sammy. – Disse com os olhos inchados devido às tantas lagrimas que tinha deixado sair. Eu tinha perdido a minha mãe, não podia perder o meu irmão.

- Quem era ele? Por que ele estava atrás de nós? Por que ele fez isso com o Sammy? - Disse Dean assustado.

- São perguntas sem respostas filho. Não ainda.

Sam começou a se remexer e então o levamos para a emergência, e lá ele foi diagnosticado, mas os médicos não acharam nada. Então meu pai, eu e meus irmãos fomos para casa, foi nesse momento que Sam e Dean perceberam a falta da mamãe, e Dean perguntou:

- Pai, cadê a mamãe?

Nesse momento eu voltei a chorar, já que tinha parado no hospital, e dei um abraço forte no Dean e disse:

- Desculpa, eu tentei salvar ela! - Chorava de soluçar, a dor que tinha no meu peito era tão grande que eu não conseguia suportar.

- Liv, salva-la do que exatamente?

- Do tubarão Dean! Aquele homem era um tubarão!

Expliquei a história para todos. Dean e Sam entraram em estado de choque e não conseguiam parar de chorar, igual a mim. Então papai nos consolou e nos botou para dormir com ele, só por precaução. Depois de alguns meses, nos acostumamos à falta da mamãe em casa. E a partir daí vivemos uma vida difícil, sem mãe, e com um pai indevidamente presente em busca de vingança. Ainda nessa idade eu comecei a mexer com facas, armas ainda pequenas, mas logo quando fiz 6 anos meu pai me deu de presente de aniversário uma arma de fogo e uma bombinha caseira, mas eu ainda treinava em casa, não estava pronta para entrar campo, o que mudou quando eu fiz 12 anos, me sentia totalmente preparada e sentia uma sede insaciável de sangue que, quanto mais rápido fosse saciada, melhor seria... Quem me visse iria me confundir com um anjo, mas é o que eu sempre digo: "Lembre-se que o diabo era um anjo”.


Notas Finais


Então é isso, vejo vcs no próximo cap q eu n vou demorar para postar ahahha
Kisses 😘


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