História Even love survives - Capítulo 2


Escrita por: ~

Postado
Categorias Chandler Riggs, The Walking Dead
Personagens Carl Grimes
Tags Carlgrimes, Chandlerriggs
Exibições 32
Palavras 948
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Crossover, Drama (Tragédia), Ficção, Mistério, Policial, Romance e Novela, Saga, Survival, Suspense, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Nudez, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


ESPERO QUE GOSTEM MEUS AMORES❤️

Capítulo 2 - Alexandria


 

— O que aconteceu? — Perguntei confusa, encarando o garoto que, aparentemente, se chamava Carl e o seu pai.

— Meu pai te atropelou. — O garoto disse, fuzilando o pai com os olhos. — Você está machucada. A gente vai te arrumar alguém pra cuidar da sua perna, e depois vamos te deixar na estrada em que você estava. — Voltou-se para mim e apontou para a minha perna, que sangrava demais, e eu nem mesmo havia percebido.

Não demorou muito até que minha canela começasse a latejar e doer de um jeito absurdo. Me contorci de dor e o pai do menino resolveu se manifestar.

— Me desculpe por te-la atropelado. Achei que fosse mais um dos walkers. — Ele disse, concentrado na estrada de terra que pegávamos.

— Walkers? É assim que vocês os chamam? — Perguntei, olhando pelo vidro do carro e encarando um grupo de mortos-vivos vindo atrás de nós.

— Sim. — O garoto falou em um tom seco e grosso. — O que mais poderiam ser?

— Zumbis, monstros, sei lá... — Me intimidei pelo tom de voz do menino e me aconcheguei perto da janela. 

— Monstros? Eles não passam de humanos com cérebros afetados! — Ele riu debochado, como se falasse com um neném.

— Eu sou o Rick, e esse é o meu filho, Carl. — O homem disse, se virando rapidamente e olhando para mim.

— Não preciso que você me apresente, eu posso fazer isso sozinho! — Carl disse, novamente encarando Rick como se fosse capaz de matá-lo apenas com os olhos.  — É, eu sou Carl. E você é?

— Bella. — Dei de ombros.

— Então, Bella, onde o seu grupo está se abrigando? — Rick perguntou.

— Grupo? Não, não, eu não tenho nenhum grupo. Sou só eu. — Respondi, sentindo meu coração se apertar de saudade da minha família.

— Se quiser ficar com a gente, sinta-se à vontade! — Rick abriu um sorriso amarelado e tornou a olhar para a estrada.

— Você enlouqueceu, pai? — O garoto bateu a palma da mão no banco com força. — A gente nem conhece a menina! Ela pode muito bem estar mentindo! A gente pode se fuder se ela ficar com a gente!

— Para a sua informação, eu não estou mentindo coisa nenhuma! E você não deveria falar desse jeito com o seu pai! — Respondi nervosa, e por impulso dei uma bronca no garoto.

— Desculpa, mãe! — Ele me zoou, com um sorriso sínico no rosto, mas o mesmo logo sumiu, como se algo o tivesse afetado. — Vai tomar no cu! Eu falo do jeito que eu quiser, e não vai ser alguém que eu nem conheço que vai me fazer mudar! 

— Carl, olha a boca! — Rick repreendeu o menino, falando por entre os dentes.

— No dia que você começar a agir como um pai de verdade, talvez eu comece a te obedecer. — Carl resmungou, cerrando os punhos. — Até lá, eu faço e falo o que bem entender!

— Sua mãe detestaria te ver desse jeito... — Rick disse cabisbaixo, e apesar de ele estar de costas para mim, pude perceber que ele estava com uma expressão de choro.

— Não coloca a minha mãe no meio disso! Se ela não está aqui hoje, é porque a culpa é toda sua! — Carl estava com o rosto vermelho, cheio de raiva.

Rick abriu a boca para dizer algo, mas calou-se e encarou o volante com um olhar perdido.

— Chegamos. — Carl murmurou. — Mal-vinda a Alexandria.

Um grande portão se abriu e o carro entrou. Várias pessoas se aproximaram para nos receber, e todos se entreolharam bem confusos ao me verem deitada no banco de trás.

— Longa história. Meu pai atropelou a menina. — Carl deu de ombros e foi na direção de uma mulher negra que carregava uma espada pendurada nas costas. Ele a abraçou com muita força, e ela sorriu e mexeu em seu cabelo.

— Antes de você ficar aqui, temos algumas perguntas; — Rick se aproximou para me ajudar a descer do carro. — Quantos walkers você já matou?

— Hm, não sei, poucos. — Respondi.

— Quantas pessoas você já matou? 

— Pessoas? Nenhuma!

— Por quê? — Rick e todos me olharam ainda mais confusos e intrigados.

— Porque eu nunca tive razão pra matar alguém! Vocês já? — Eu estava assustada com aquelas pessoas. Elas simplesmente pareciam bem mais duronas do que eu.

— Como você sobreviveu sozinha durante tanto tempo? — Uma mulher de cabelos acinzentados e curtos se aproximou e estendeu a mão para me ajudar.

— Quanto tempo já se passou? — Perguntei. Na minha cabeça, não havia passado de 15 dias.

— Um mês e meio. — Um homem moreno que carregava um tipo de arco das costas cruzou os braços na minha frente. — Você ainda não respondeu à pergunta! Como conseguiu sobreviver sozinha por tanto tempo?

— Sei lá, eu peguei uma mochila, um facão e o máximo de comida e água que consegui. De noite, eu subia em alguma árvore e dormia. 

— Tudo bem, você vai ter que ficar na enfermaria com a Tara até a nossa médica terminar de almoçar. — Rick me ajudou a caminhar até chegarmos a uma casinha — Esses são Sasha, Michonne, Abraham, Glenn, Maggie, Rosita, Eugene, Judith, Daryl, Carol, e como você já conhece, Carl. — Ele apontou para o menino que sumia em meio às pessoas. — Desculpe por ele, nós passamos por muitas coisas e ele não consegue me perdoar. Quem sabe você consegue me ajudar a fazê-lo ficar bem novamente?

— E-eu? E por que logo eu? — Perguntei, entrando na casa e me colocando sobre uma maca.

— Porque é a única pessoa decente que encontramos da idade dele. E ele precisa muito de uma amiga. — Rick deu um tapinha no meu ombro e logo a tal de Tara apareceu para me fazer companhia.

— Certo... Então tudo bem, acho que posso ser amiga do seu filho... — Respondi, antes que Rick saísse, deixando-me sozinha com a mulher.


Notas Finais


O que acharam?


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