História Even the Sun sets in Paradise - Capítulo 4


Escrita por: ~

Postado
Categorias Lucas Lucco
Personagens Lucas Lucco, Personagens Originais
Visualizações 1
Palavras 1.758
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Escolar, Famí­lia, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Linguagem Imprópria, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Ola gente... estou de volta com um novo capitulo... vamos lá continauar mais um pouco desta viagem?? Aqui vamos nós!

Capítulo 4 - Vergonha...


Assim que saí do Pub Lucas correu ao meu encontro.

-Pow, que aconteceu? Que é isso no seu braço?- perguntou ele meio desajeitado.

-Não foi nada. Tá tudo bem... Eu só preciso ir embora, tenho que me despachar.- disse enquanto caminhava em direção á praça de táxis.

Leandro atravessou-se no meu caminho parando-me.

-Esse braço tá machucado sériamente, eu vi quando você caiu e se cortou, eu tava indo no banheiro. Fui eu que falei pro Lucas pra gente vir pra rua que você era capaz de tar saindo logo.- disse ele virando-me para o lado contrário.- Nós vamos ao hóspital.

-E porquê que achas que eu estava a ir para a praça de táxis? Eu sei que preciso de ir ao hospital, mas vocês não precisam, por isso com licença.- respondi voltando á minha trajetória inicial. Logo senti alguém agarrar-me pela cintura.

-Não, não... nós vamos levar você! Eu disse que ia levar você em casa hoje por isso nós vamos levar você no hospital também!- disse Lucas empurrando-me para o carro que eles tavam a usar.

-Mas tá tarde, vocês tem que ir descansar.- respondi.

-Nada disso, nós estamos de férias...- responderam os dois.

Logo percebi que ou vai ou racha e eu não ia conseguir sair dali sozinha.

-Ok, então despachem-se.- disse começando a seguir Leandro em passo de corrida.

-Calma , assim você ainda cai.-disse Lucas

-Não te preocupes, já desci ruas bem ingremes com estas botas a correr e nunca caí.- respondi. (EU estava com umas botas de salto alto tipo plataforma.)

Ele nem respondeu, só veio ao meu lado. Assim que chegamos ao carro Leandro o destrancou e estava pronto a entrar.

-Oh caçula, quem falou que você ia dirigir?- perguntou Lucas.Enquanto isso eu sentei-me no banco de trás.

-E porquê? Eu cheguei primeiro.- respondeu Leandro. O meu braço ardia.

-A canalha vai continuar a brincar ou vai se despachar?- perguntei deitando a cabeça fora do carro.

-Canalha?- perguntou Leandro com cara de espanto a olhar para mim. Logo comecei a rir.

-Desculpa... É que canalha é uma expressão que usamos na minha terra para chamar de criança.- esclareci.

-Ah tá...- respondeu Leandro e Lucas começou a rir e acabou por entrar no lugar do pendura.

Lá Leandro entrou no carro ligou-o e fomos a caminho do hospital. A meio caminho Lucas virou-se para trás.

-Tá tão calada... que tá acontecendo?- perguntou.

-Queres mesmo que te diga?- respondi.

-Tá doendo?- voltou a perguntar.

-O quê que tu achas?- voltei a responder.

-Tá mal humorada hein, fui eu?- perguntou novamente.

-Pow Lucas, cala a boca um pouco, deixa a moça descansar!- disse Leandro.

-Valeu Leandro!- respondi e logo deitei a cabeça para trás.

Logo começou a tocar uma musica mas tava zonza e não percebi logo o que era.


"Quando dizias que a luz dos teus olhos era eu, hoje sorris e perguntas porque é que não deu?
Estou cansado de viver num mundo só teu, dá-me um segundo ainda não te disse adeus."

Apercebi-me que era o meu telemóvel a tocar.

"Alex? A esta hora? Será alguma coisa com as aulas??"- pensei e resolvi atender.

-Tou Alex, passou-se alguma coisa?- perguntei.

-Isso pergunto eu, onde estás? viemos ao pub a tua procura e disseram que te despedis-te e que te cortas-te, não percebi nada.- respondeu ele.

-Na segunda explico tudo. Eu estou bem, vou agora ao hospital, não se preocupem.- respondi.

-Que foi que a besta do Alex te fez para te despedires?- perguntou.

-Nada, não chegou a tempo. Mas segunda falamos agora preciso desligar que vou entrar no hospital.- respondi.

-Ok até amanhã, liga-me amanhã por favor.- disse ele.

-Ok, eu ligo txau.- respondi desligando.

Leandro e Lucas já estavam na rua a minha espera, peguei nas minhas coisas para sair do carro quando Leandro abriu a porta e Lucas tirou-me as bolsas da mão.

-Eu levo isso.- disse Lucas sorrindo.

-Eu conseguia levar, mas obrigada na mesma.Já vi que te custa ser contrariado.- disse rindo.

Entramos na ala de urgência (ER) e dei a minha entrada no sistema de atendimento. Logo o médico chamou-me e Lucas fez questão de me acompanhar.

"A sério? se tiver de levar pontos vou passar a maior vergonha da minha vida."- pensei enquanto entrava no consultório.

-Boa noite menina Marla, então diga lá como fez isso enquanto eu examino a ferida.- disse o médico.

Foi no trabalho, mas não tenho seguro.. ou melhor tem mas como me despedi nem quero pegar.- respondi.

-Mas como foi?- perguntou.

-Foi a separar uma briga de bebados, acabei por cair e cortar-me nos cacos que estavam no chão.- respondi.

-É tá limpo, mas vai ter que levar pontos.- disse o medico.

-Po... pon... pontos?- gaguejei.

-Sim, ficou muito aberto e fundo.- disse ele.

-Ok... tudo bem, vamos la.-respondi.

Mal o médico saiu já comecei a bater o pé e a tremer.

-Oi Ma?

-Que foi?

-Porquê cê tá tremendo?- perguntou Lucas.

-Nada!- respondi.

-Então se acalma.- respondeu ele segurando-me na cara e olhando-me fixamente nos olhos. Então é que tremi mais.

Lá o médico voltou com a minha ficha e mandou-me para o bloco de soturas. Mais uma vez o Lucas veio atrás de mim. Entrei e deitei-me na ,maca estendendo o braço.

-Ainda não entendi porquê que cê tá tremendo desse jeito.- disse ele.

-Lucas vai embora. O Leandro já deve estar a dormir na sala de espera.

-Duvido- respondeu.

-Já viste as horas?- perguntei.

-Poxa já são 04:30, será que ele tá lá ainda?-perguntou.

-Vai lá ver, vocês que vão para casa.- respondi.

-Eu vou ver, mas eu volto!- respondeu saindo depois de me dar um beijo na testa.

"E eu dizia que queria um irmão mais velho? já nao quero!!! Assim chato muito menos.Aliás isto não é um irmão, isto é um homem com falta de filhos para cuidar... a ver se ele não volta antes de acabarem de dar os pontos. E o médico que não vem porra."- pensava enquanto estava ali sozinha. Se bem que parece que o médico os deve ter ouvido, pois logo apareceu.Tratou do material, e desinfectou a ferida. Logo ele deu a anestesia. Mas quando ele pegou na agulha da sutura eu tremi este mundo e o outro.

"Desde aquele dia que as suturas enervam-me. Logo eu que nunca tive medo. Aquela gente traumatizou-me de tal maneira. Bem, tentar ter calma, vai passar."- pensava tentando manter a calam mas continuava a tremer e logo comecei a chorar. Pouco depois senti alguém segurar-me na mºao e a acariciá-la, então abri os olhos que tinha fechado para tentar acalmar-me. Era Lucas.

-Você tá tremendo tanto morena. Quê que cê tem?-perguntou ele.

-Não é nada, não te preocupes.- respondi.

-Porquê que cê tá chorando então?- perguntou ele acariciando-me a cara.

-Lucas , por favor não pergunta nada.- respondi.

-Tá quase menina Marla, tá quase. Não stresse. Eu já percebi que não são as agulhas, mas sim a da sutura apenas, não entendo é porquê. Mas tenha calma já so faltam dois pontos.- disse o médico.

-Ok... ok...- respondi.

-Calma eu estou aqui!- disse Lucas.

-Pronto já está. Já pode relaxar, só vou fazer o penso agora.- disse o médico.

-Obrigada doutor.- respondi.

-Algum trauma?- perguntou ele.

-É, é complicado, mas já suporto melhor.- respondi.

-Bem, esta semana não podes fazer esforço nenhum com o braço para não estourar os pontos. E na proxima semana tudo muito devagar.- disse o médico.

-Mas eu tenho mais um trabalho e eu estudo.- respondi.

-As aulas podes ir mas evita esforço no braço. agora trabalhar não.. eu vou passar uma baixa preciso do teu cartão de saude.

-Ok,- respondi entregando o cartão.

-Queres falar-me desse trauma?- perguntou ele.

-É uma longa história, a pior faze da minha vida. Não gosto de falar.-respondi.

-Tudo bem respeito. Aqui tens uma pomada uns comprimidos ligadura, compressas e adesivo. Vais tomar isso se tiveres dores a pomada deitas sempre que fizeres o penso uma vez por dia. podes molhar a frida descoberta desde que a seques bem antes de fazer o penso. E lembra-te nada de pesos.- disse o médico. 

-Posso andar de mota?- perguntei.

-Podes, nada de pegar na motta se cair ao chão pede ajuda. - disse ele.- aqui está a baixa, E daqui a duas semanas vens tirar os pontos ok?

-OK- respondi- obrigada. - guardei as coisas.

Logo saimos do hospital.Leandro já não estava na sala de espera, Lucas tinha-o levado ao hotel.
Eu agradeci a Lucas e ia para o Underground para o metro, mas Lucas agarrou-me no braço.

-Onde cê vai?- perguntou.

-Casa porquÊ?- respondi.

-Eu disse que ia levar, não adianta tentar fugir!- disse ele.

Lá pôs a mão por cima do meu ombro e fomos para o carro. Decidi quebrar o silencio pelo caminho.

-Conheces-me á umas horas, que fazes aqui?

-Ajudando você.- respondeu ele a sorrir.

-Sinto-me etranha com isso.

-Calma, eu não vou desaparecer. Amanhã ou ainda hoje espero ver você de novo. Só vou levar você a casa agora pra você descançar e comer á vontade. Mas eu volto... só se você nao quizer.- disse ele.

-Deixa... Se me deixares em casa já tá de bom tamanho acredita.- respondi.

Logo cheguei a casa. O Lucas deixou-me na porta do prédio e logo acabou por ir embora. vi da janela das escadas quando o carro se afastou. Ao entrar em casa pousei as cisas puz a roupa a lavar e a que tirei na hora do corpo também. tapaei o penso que tinha sido feito a pouco tempo e fui tomar banho. Vesti um pijama e fui deitar-me. Eram 7:30 da mnha.Pus despertador no telemovel para as 15:00 e quando me deitei direita para dormi vi o envelope que me tinham deixado, no chão. Fui lá busca-lo e voltei a deitar-me. Ao abrir tiha uma nota de £100 e um pape dobrado. Voltei a guardar a nota no envelope e pousei-o na mesinha e desdobrei o papel para ler. 

"Oi... É estranho tar aqui escrevendo quando nem tem uma hora que eu te conheci mas há algo em você que me chama e diz pra não me afastar. Eu não sei explicar o que é mas existe. Bem morena, eu só queria ser sincero com você, até porque eu não quero me afastar. É que se eu sinto isso é porque Deus quis assim eu acho. E é isso aí... Fé no Pai! Eu sei que a gente vai voltar a se ver. Aqui fica meu celular. 
XXXXXXXXXXX- me liga!! Beijão Lucas.
P.S. Meus pais adoraram você... A tips é deles:D


Notas Finais


E agora??? Ela liga ou não liga??? Como é que fazemos?
O que será que vai acontecer???
Preciso de ajuda!!!

Ou então faço como no dragonball
Não percam o proximo capitulo porque nós também nao!


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