História Ever Since New York - Capítulo 1


Escrita por: ~

Postado
Categorias One Direction, Zayn Malik
Personagens Harry Styles, Liam Payne, Louis Tomlinson, Niall Horan, Personagens Originais, Zayn Malik
Tags Larry Stylinson
Visualizações 28
Palavras 2.061
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Festa, Ficção, Lemon, Musical (Songfic), Poesias, Romance e Novela, Sci-Fi, Shoujo (Romântico), Yaoi
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Cross-dresser, Drogas, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Pansexualidade, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Olá leitores ❤
Vou dar alguns avisos sobre essa Fanfic

🔱Não terá muitos capítulos, ainda não decidi até qual mas não será grande.
🔱Será inspirada no álbum do Harry, estou trabalhando isso e juntando as coisas para que não fique confusa demais.
🔱Qualquer erro me avisem que eu tentarei ao máximo consertar.
🔱Será postada em um sábado sim outro não, talvez no meio da semana.
🔱Vai ter no começo uma mistura de casais mas o foco todo é Larry.
🔱E.S.N.Y. é bem romântica e vou tentar o máximo de mim nela e para agrada-los.
🔱⭐🔱⭐🔱⭐🔱⭐🔱⭐🔱⭐🔱⭐🔱

•Fanfic de autoria minha.
•Larry, smut, Ziam, Niam, Narry, Ziall
•Todos os comentários são bem vindos :-)

Boa Leitura ❤
Larry is Real 💙💚

Capítulo 1 - Prologe


Fanfic / Fanfiction Ever Since New York - Capítulo 1 - Prologe

 

1-Vanishement 

Será que estava mesmo tudo certo?

Já era a nona vez que me pegava checando a mala estufada com roupas, sapatos, objetos, pessoais assim como também meus maiores tesouros guardados para as minhas duas semanas longe de Holmes Chapel. Não que eu tenha, como posso dizer?

Desprezo.

Sim, era exatamente essa palavra que eu procurava. Certo... não que eu sentisse isso pela minha cidade natal, pelo contrário, eu a adoro muito, tanto que passei meus últimos vinte quatro anos somente sem sair dela, vivendo a minha vida, monótona e “perfeita”, filho de pais empresários e mais ricos da cidade. 

Por tanto que parecíamos ter tudo, eu via que não tínhamos nada. Porque nos faltava diálogo que uma família tem, carinho e amor. A obsessão pelo poder de ansiar por mais riquezas consumiu a mente deles, chegando a um ponto de quase fazer o mesmo comigo e com a minha irmã – a Gemma foi embora, aos dezoitos, foi fazer faculdade de moda no Canadá, ela conheceu um cara e agora eles vivem juntos no apartamento que eles alugaram, estão felizes é ela vai abrir uma agência de moda, com a ajuda de alguns investidores que estão de olho no seu trabalho – estou orgulhoso dela, porque enfim não age como metade da nossa família, eu fiquei porque trabalho com o papai na empresa, sou seu administrador, mas vou confessar uma coisa, me sinto mais entediado do que um aluno na aula de exatas.

Eu queria mesmo era seguir minha carreira de fotógrafo, fiz um curso as escondidas dos meus pais, recebi diploma e tudo mais, contudo não pude realizar, devido a pressão dos meus pais, a ser um filho perfeito, ao contrário da Gemma que lhes deu desgosto. 

Foi então que eu resolvi mudar o rumo de todas as coisas, em uma semana, ou mais. As probabilidades da ideia que tive dar errado, chegava a uma porcentagem de oitenta por cento, mas eu “peguei” minha incrível “habilidade” de sempre fazer as coisas de modo arriscado, apostando tudo nos meus vinte por cento. 

Minha mãe costumava chamar as minhas “atitudes impulsiva” de “vertigem caótica da minha bunda”, já que eu não conseguia me contentar com o monótono. Procurava não levar para o lado pessoal o que ela me dizia – e nem era pra tanto – porque simplesmente era verdade. Algumas vezes, Anne surtava com as minhas ações, é por essas e outras, que pensei em deixar uma pequena carta no balcão da cozinha, pois assim ela saberia que eu estava bem, a milhas de distância da Inglaterra. 

Estava tão excitado só de pensar que iria renovar os ares, conhecer uma das melhores cidades que desejei um dia. 

Após terminar de checar a minha mala pela décima vez – sim, pois eu sou um tipo de pessoa que enche a mochila de coisas e no momento em que colocava os pés para fora de casa, já me dava por falta de tanto. Ou seja, não era exagero eu ficar olhando a mala diversas vezes. 

Suspiro e uso a força do meu braço esquerdo para erguer a mesma, permitindo o silêncio assim que as rodas encostando no chão. Afinal era quatro da madrugada e todos dormiam, acorda-los não seria nada agradável para os meus planos. Tateei meu bolso detrás da calça jeans, puxando meu celular e deslizei o dedo sobre a tela da qual de imediato apareceu o nome do Niall, em um dos ícones do meu Whatsapp.

Seu desmiolado, aonde você está?”

Mandei a mensagem inconformado com a enrolação daquele Loiro, Niall é umas das amizades que pensei que nunca teria, na verdade eu achei que não teria amigos que se interessavam em me fazer companhia ao invés de quererem tirar meu dinheiro. Niall, era bolsista do ensino médio, tínhamos uma conexão inexplicável, ele começou puxando assunto, mostrou quem ele é de verdade, um verdadeiro amigo e parceiro para qualquer coisa. Sei que quando eu estiver numa poça de tristeza, caindo numa perdição que ele estará ali por mim, para me erguer e mostrar que está tudo bem. Eu sou grato por ter alguém como ele na minha vida.

Seu atraso me fazia pensar nas razões para que ele ainda não tivesse chegado no horário marcado, uma, ele engoliu sua cama dormindo mais que a própria, dois, seus pais o pegaram e o plano não vai acontecer. Essas duas hipóteses já me causava euforia, porque se o plano desse mesmo errado, já tinha que me preparar para mata-lo.

Oh seu viado, tô aqui em baixo (+_+)

Desculpa a demora mas meu pai enrolou pra voltar a dormir, eu não sei pra que ele tem que fazer suas necessidades de madrugada, affs, eu tive que rastejar pela casa pra sair dela sem ser pego.... literalmente!”

Mordi os lábios para conter a risada.

Imagino (:-V) ..... Estou descendo.”

Deixei meu celular na cama, minha intenção era sumir, não tendo alguém me ligando, rastreando meu celular afim de me encontrar. Levanto a pequena mala, dando uma última olhada no meu quarto, em seguida sai. Fui bastante cauteloso, ao descer até o Hall de entrada, meu coração parou por alguns segundos, ao me ver quase rolando escada abaixo, devido ao peso excessivo das minhas roupas e ademais. Sou uma lerdeza em pessoa, admito isso naturalmente, mas isso não vem ao caso agora.

Abri a porta da sala, desacreditado no que estava fazendo mas excitado, para o que os próximos dias me aguardavam, aspirei todo o ar que pude quando comecei a caminhar pelo extenso jardim da minha mãe, do qual estava negro, ofusco e neblinado, devido naquela madrugada fria do mês de setembro. Passei pelo velho portão de grades prateado, como se fosse igualmente à de uma mansão antiga – bem, de certa forma era, pois eu vivia em uma, com a diferença de que a minha é “moderna”.

Com cautela, fechei o portão e entro no carro do Niall, uma caminhonete azul, que era do seu pai. 

— Você a roubou? — Perguntei, passando o cinto e o travando em seguida.

O loiro levantou a sobrancelha.

— Tá maluco Harry? — Comentou em alto som. — Esse carro da minha família, eu só o peguei para usar por um tempo, tipo uns minutos daqui para o aeroporto. — Girou a chave, enganando a ré.

— Sem que eles saibam? 

Minha pergunta fez com que o Niall me encarasse de um modo que me dissesse “Posso te dar um tapa?”

— Diga me uma coisa Harry... — Lá vem — Isso é mesmo importante ou nossa viagem? 

— A viagem. — disse obviamente.

— Então cala essa boca, antes que eu faça isso, de um modo bem violento. — Me advertiu, mantendo seu olhar na pequeno rodovia que estávamos.

— Hum...que garoto malvado! — Rir erguendo a mão para cima. 

Niall apenas rolou os olhos. 

xxX

Chegamos no aeroporto, não tão atrasados como eu imaginava, o que foi bom, para a sorte do Niall, porque o destino dele estaria traçado. Quanto ao carro, Niall entregou a um amigo que nos esperava no local. Entramos no avião, eu não acreditava ainda no que acontecendo, provavelmente cairia em si quando colocasse os pés em Nova Iorque.

Antes de ir para o meu lugar, resolver usar o banheiro, pois acordei e nem procurei fazer as minhas necessidades quando estava em casa, enfim, quando me aliviei, volto para a direção que seguia antes, não havia muitas pessoas no avião – ainda mais naquela madrugada – contudo ele estava razoável. 

Ergui minha cabeça à procura do Niall, até sentir um baque forte contra meu corpo no qual fez me cambalear para trás e puxar o ínvido comigo. Algo quente cai sobre a minha perna, de certa forma não pude conter o meu gemido de dor, olho para o meliante que estava segurando um copo de café na mão. 

— Desculpe. — Falamos ao mesmo tempo.

Nós encaramos, sinto uma falta de ar ao me deparar com aqueles pares de olhos de azuis cristalinos, o rosto dele era tão limpo, mesmo que não estivesse o tocando sabia o quão sua pele é macia, como de uma criança, ele tinha lábios finos e rosados, nesse momento estavam entre abertos, liberando sua respiração ofegante, eu não sei porquê, mas queria agarra-lo ali mesmo é puxa-lo para um beijo. 

O garoto, cara, não pude distinguir por estar o encarando demais com tamanha beleza na minha frente, ele sorrir para mim envergonhado.

— Você está bem? — Me questionou, se afastando um pouco de mim. 

Continuei o observando, apreciando cada traço do seu rosto. Meu Deus de onde aquele anjo saiu? 

— Ei, amigo?! — Estalou os dedos na minha frente.

Pisquei, acordando para a realidade, meu Deus, que asneira era essa que me deu? 

— Ãn...apenas queimando nas partes baixas. — Apontei para as minhas pernas aonde escorria o café. 

O vejo coçando a nuca.

— Perdão por isso, estava procurando minha namorada e nem percebi que vinha na minha direção. 

Minhas expectativas de poder beija-lo, diminuíram, ao ouvir a palavra “namorada” sair dos seus lábios, bem Harry, nem todos os caras bonitos que você esbarrar será homoxesual. 

— E eu o meu amigo. — Resolvi abrir a minha boca ao invés de ficar parecendo um indigente. 

O garoto mordeu os lábios, sorrindo, porra, porque ele tinha que ser gostoso assim? 

— Parece que eles resolvem “pregar uma peça” em nós. — Comentou passando a mão no bolso, retirando um lenço do bolso — Sei que isso não é muita coisa, mas vai amenizar um pouco a parte molhada da sua perna. 

— Obrigado! — Peguei o mesmo sorrindo — Você é daqui de Holmes Chapel? 

— Oh não, sou de Doncaster. Vim para passar meu aniversário de namoro aqui. 

Aquilo foi novo, enquanto eu passava anos procurando um lugar para ficar longe da minha cidade, esbarro  em alguém e descubro, que as pessoas veem para cá de “férias”. Enfim, tem gostos para tudo, talvez para mim seja estranho já que ela é minha cidade natal, então é isso. 

— E você? — Perguntou me. 

— Nasci aqui, mas vou fazer um passeio sem previsão de volta. — Passei o pano na minha perna.

O desconhecido assentiu, logo seu olhar passa por cima do meu ombro, sendo atraído por algo. 

— Ãn..acho que encontrei minha namorada. — Ouvi ele falar, ergui minha cabeça para encara-lo bem. 

Não fiz questão de acompanhar seu olhar, que ainda estava sobre meus ombros, para ter de encarar a garota da qual ele chamava de namorada. 

— Okay, enquanto isso vou procurar o loiro desmiolado que trouxe como acompanhante. — Sorri.

— Boa Sorte! — Se aproximou e eu perdi o ar naquele movimento dele — E mais uma vez, desculpas pelo café! — Ele toca no meu ombro.

Me segurei para não tremer com o seu toque, tive sorte porque após seu ato, ele logo se afastou, fique alguns segundos parado. 

— Senhor, já vamos decolar, melhor ir para o seu lugar. — A aeromoça se aproxima.

Balancei a cabeça, voltando a minha caminhada, as vezes acho que Niall gostava de me ver estressado, por Deus. Agradeço mentalmente pelo avião estar vazio,  pois só assim meus olhos avistaram a cabeleira loira de longe. Niall estava com o celular em mãos, tirando algumas fotos, rolei os olhos e balancei a cabeça em negação.

Sentei me ao seu lado, no fim do corredor próximo da janela – tá explicado o fato de eu não tê-lo achado.

— Nossa que demora, achei que tinha caído no vaso! — Comentou irônico. 

— Esbarrei em um cara, procurando por você Horan. — Dou mais uma passada com o pano na calça — Acabei tomando um banho de café — Resmunguei — Vem cá, não poderia ter procurado um assento menos distante? 

— Ah você reclama demais! — Niall colocou os fones.

— Fala isso porque não foi você quem tomou banho de café. — Comentei espremendo meus olhos.

Niall apenas virou-se para me encarar.

— Você já me disse isso, não vejo a necessidade de ficar repetindo que está com as calças molhadas. — Rolou os olhos — Harry, vamos viajar, estamos no avião. Por que não consegue para de agir como o meu pai ou o seu, que vivem reclamando? — Indagou. 

Era verdade, ainda estava nervoso com o que estava acontecendo, só mantinha aquela velha preocupação das coisas darem errado, porque ultimamente quando a minha vida começava a tomar um rumo, vinha aquele nuvem negra, desgraçando o que já não estava bom.

— Tá bom, desculpe. — Suspirei. 

Niall deu aquele típico sorriso largo e passou o braço pelo meu ombro. 

— Agora vamos ouvir uma música porque dentre alguma horas estaremos em Nova Iorque. — Sorri, sentindo aquele frio na barriga só de imaginar isso. 

xxX


Notas Finais


Obrigado por essa chance que estão me dando!!!
Se quiserem que eu continue só comenta aqui ;-)
Desculpem qualquer erro.

Beijo beijo @SweetOnlyAngel xxX


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