História Everybody deserves to be happy - Capítulo 1


Escrita por: ~

Postado
Categorias Justin Bieber
Tags Colegial, Romance
Visualizações 28
Palavras 874
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Colegial, Romance e Novela
Avisos: Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Olá, queridxs. Bom, essa fanfic está escrita há um tempo e já terminada num caderno e estou repassando para o Social Spirit agora. Gostaria de esclarecer algumas coisas:
- A personalidade de cada personagem, apesar de serem rostos famosos, são de minha autoria.
- Lembrem-se que plágio é crime.
- A atriz que representa Elizabeth é Georgie Henley.
Eu espero que gostem xx

Capítulo 1 - Prólogo


Fanfic / Fanfiction Everybody deserves to be happy - Capítulo 1 - Prólogo

Point of view: Elizabeth Mckenzie 

 

  Assim que tocou o sinal anunciando que já eram 12h40 e estávamos liberados, as pessoas da minha sala saíram apressadas. Arrumei meus livros na mochila e suspirei antes de encarar os longos 20 minutos de caminhada até minha casa, estava ventando forte e o meu casaco estava quase voando do meu corpo. 

  Já estava na calçada de casa quando começou a chover forte, adiantei meus passos e abri a porta rapidamente. Fui direto para meu quarto dando graças a Deus por meu pai só chegar mais tarde dias de sexta - que é o caso. Me despi e entrei no banheiro para tomar um longo banho. Vesti meu moletom e fui fazer meu almoço (uma sopa pronta, mais precisamente, já que cozinhar algo bom está fora dos meus dotes). Voltei para meu quarto e aproveitei para começar a ler um livro, mas acabei pegando no sono, acordando depois com os gritos do meu pai. 

  - Elizabeth! - Ele me chacoalhava. 

  - O que foi? - Me assustei e sentei na cama. 

  - Isso é hora de dormir, imprestável? - Ele me deu um tapa no rosto que, vamos combinar, ardeu pra caramba. 

  - Desculpa, eu estava lendo e acabei pegando no sono – falei enquanto esfregava minha bochecha. 

  - Você só sabe ler! E que comida de doente é aquela? SOPA?! Não sabe nem fazer comida boa! Não sou doente para ficar comendo sopa! - Ele começou a me estapear e eu ficava imóvel. - Só saia desse quarto amanhã! 

  Meu pai saiu do quarto e bateu a porta com força. Fiquei parada por alguns minutos tentando entender o motivo de tamanha raiva. Levantei e fui ao banheiro do quarto, minhas bochechas estava ficando roxas e com marcas dos dedos do meu pai. Suspirei e deixei as lágrimas caírem, o que eu fiz para merecer isso? 

  Ainda eram 18h, meu Deus! Sentei na cama para continuar a ler o livro de antes, Um homem de sorte, do Nicholas Sparks. Peguei meu celular e coloquei a música I wouldn't mind, de He is we. Aos poucos fui adormecendo por cima do livro. 

  Acordei no sábado morrendo de fome, me vesti e fui para a cozinha. Enquanto fazia ovos com bacon, meu pai se sentou numa das cadeiras.

  - Isso, sim, é comida! - Ele disse. - Vou viajar hoje, daqui a pouco, só volto segunda à tarde. 

  - Tudo bem – falei, já estou acostumada com essas viagens e amo isso. 

  - Vou deixar algum dinheiro, mas nem invente de ir pra balada ou festas! No máximo, na praça daqui da frente. 

  - Ok. 

  Tomamos café em silêncio e logo depois meu pai viajou para algum lugar que não mencionou, como eu estava sem fazer nada, resolvi arrumar a casa e, como ela não é tão grande, seria uma boa. Dei uma geral em tudo e fui tomar banho. [...] 

  Já eram 19h e eu estava no tédio, à tarde terminei de ler o livro e me deu vontade de sair um pouco. Resolvi ir à praça que tem na frente da minha casa, peguei meu celular, fones de ouvido e, claro, meu violão. Logo que cheguei lá fui procurar um lugar para ficar e, como sempre, sentei embaixo de uma árvore que fica perto da pista de skate. Estava começando a dedilhar umas notas no violão quando chegou um garotinho chorando perto de mim. 

  - Moça, você viu o meu pai? Eu me perdi dele. 

  - Oh meu amor, como é o seu pai? - Perguntei levantando e pegando-o no colo. 

  - Igual a mim, mas é grande – ri com o que ele falou. 

  - Ok, como é o seu nome? Quantos anos você tem? 

  - William, tenho três anos – mostrou três dedos para mim. 

  - Então vamos procurar seu pai, William. 

  Saí andando pela praça procurando alguém que se parecia com o pequeno nos meus braços. Com o tempo, ele foi parando de chorar e começou a chamar pelo pai. Depois de uns 5 minutos andando, quando estávamos passando pelo parque onde as crianças ficam brincando, ouço alguém chamar: 

  - Will! - O loirinho saiu do meu colo e correu para o rapaz que estava o chamando. Meu primeiro pensamento foi "nossa, ele é muito novo pra ser pai!" E, quando fui chegando perto, percebi que o rosto era conhecido. 

  - Papai, eu fiquei com medo – William disse o abraçando. 

  - Tudo bem, filho, já estou aqui. - O pai olhou para mim. - O que estava fazendo com meu filho? 

  - Ela me ajudou a te achar, papai. 

  - Ah, claro, além de ser a excluída do colégio tinha que ser bondosa. - QUE GAROTO MAIS MAL AGRADECIDO! - Não fale com estranhos, Will, e olha que essa é estranha mesmo. - Dito isso saiu com o filho no colo. 

  Fiquei com uma cara de "o que esse garoto tem de errado?", tipo, a única explicação para esse showzinho é gostar de humilhar os outros. Então me dei conta de que já o vi no colégio e lembrei quem ele é. É o típico capitão do time de basquete, daquele grupinho que as meninas babam e as líderes de torcida se jogam para cima, só podia ser Justin Bieber. 


Notas Finais


Ainda não tenho certeza do meu ritmo de postagem aqui, mas, como a história já está terminada, não demorará muito, só o tempo de digitalizá-la. Eu espero que acompanhem-na e comentem, mesmo que seja uma crítica. XX


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