História Everybody deserves to be happy - Capítulo 2


Escrita por: ~

Postado
Categorias Justin Bieber
Tags Colegial, Romance
Visualizações 21
Palavras 1.118
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Colegial, Romance e Novela
Avisos: Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


A verdade é que eu deveria estar fazendo trabalho, mas aqui estou eu postando o 2° capítulo. Espero que gostem xx

Capítulo 2 - Will de novo


 Voltando para a árvore com meu violão, comecei a tocar a música que estava passando no meu fone: I won't give up, de Jason Mraz. Parei para pensar sobre o tal grupinho dessas pessoas que se acham as tais, um grupo formado pelos jogadores de basquete. O único que realmente me parece uma pessoa legal é Chaz Somers, um garoto que fiz trabalho ano passado quando estávamos no 2° ano do ensino médio, mas não mantivemos contato, apesar de perceber que quando passo e as pessoas me olham feio, ele não faz isso. 

  Fiquei mais um tempo na praça tocando algumas músicas e quando acabei Daylight, Maroon 5, resolvi ir para casa. Cheguei já morrendo de sono e fui logo para a cama. [...] 

  Domingo acordei 11h ainda querendo dormir mais, porque vamos combinar, depois de comer, tem coisa melhor??? Depois de tomar banho e fazer minha higiene, tomei meu café e fiquei assistindo Os Padrinhos Mágicos porque não sou obrigada a nada. Eis que chega uma mensagem no meu celular: 

  "Pessoal, festa aqui em casa às 15h hoje! E aí? Vamos? Quero todo mundo aqui, vamos virar a noite, haha.                         Brittany, xoxo" 

  Era o que faltava, a liderzinha de torcida fazendo festa, que grande novidade! Eu nem sei por que ela tem meu número na lista de contatos dela, já que só sabe me odiar e me infernizar o máximo que pode. Como estava sozinha em casa, só fui almoçar 16h e voltei a assistir. Assim passou meu dia: assisti o dia todo jogada no sofá. 22h me deu sono e fui tomar banho para dormir. 

  Segunda-feira foi o dia da chuva, Ontário só sabe chover nessa época do ano e nem reclamo, porque, né, frio > calor sempre. 

  Terça. Quarta. Quinta. Sexta! O que aconteceu com essa semana? 

  Na manhã de sexta-feira meu pai avisou que ia viajar e só voltaria no domingo, o que agradeci mentalmente. 

  As aulas de sexta sempre são as melhores: 2 aulas de Filosofia, 1 de Biologia, 2 de Matemática e 1 de Artes, fala sério, poderia viver nas sextas-feiras para sempre. À tarde resolvi ir para a praça já que não tinha ido desde domingo. 

  Quando estava tocando a 2° música embaixo da minha árvore maravilhosa, ouvi uns gritos desesperados pela praça, então tirei meu fone e fui de encontro com a voz para entender o que estava acontecendo. 

  - Socorro! Alguém me ajuda, por favor! Meu filho está passando mal! - Quando cheguei perto o suficiente, vi que um garotinho estava tendo convulsão no banco da praça e as pessoas só se afastavam mais e mais. Como eu já tive uma crise, lembrei o que fazer para ajudar e fui até onde ele estava. 

  - Calma – falei para o pai do garoto e virei para olhá-lo, foi aí que percebi que quem estava chorando desesperado era Justin. 

  - O que vai fazer com o meu filho? 

  - Posso tentar ajudar? 

  - Só não deixa o Will morrer, por favor – ele passou as mãos pelo cabelo num ato desesperado. 

  Peguei o pequeno no colo rápido, ele já estava ficando pálido. Primeiro abri a boca dele e coloquei meu dedo dentro para a língua não embolar, mas ele estava num estado realmente ruim. 

  - Temos que ir para o hospital agora – falei. 

  Justin saiu correndo e em segundos voltou com o carro, peguei William no colo e Justin abriu a porta para eu entrar. Justin dirigia loucamente passando por sinais vermelhos, velocidade indicada, enquanto eu ainda mantia meu dedo na boca de William e fazia massagem em seu peito. Em uns 6 minutos chegamos ao hospital, desci do carro e fomos correndo para a emergência, uma enfermeira apareceu e pegou o pequeno dos meus braços. 

  - Vai ficar tudo bem, não é? Fala que meu filho não vai morrer! - Justin falou para a enfermeira. 

  - Senhor, por favor, se acalme e espere aqui – ela disse e entrou num corredor com William nos braços. 

  - Ai, meu Deus, não deixa meu filho morrer – ele chorava e foi até a recepcionista. - Para onde a enfermeira levou o meu filho? Eu quero ficar com ele. 

  - O senhor não pode vê-lo agora – a moça disse na maior calma do mundo enquanto mascava um chiclete. 

  - VOCÊ ESTÁ DIZENDO QUE EU NÃO POSSO VER O MEU PRÓPRIO FILHO?! EU VOU INVADIR TODOS OS QUARTOS ATÉ ENCONTRÁ-LO SE VOCÊ NÃO ME DISSER AGORA. - Percebendo que a mulher estava prestes a expulsar Justin do hospital, fui até lá. 

  - Justin – disse –, estão cuidando do William, daqui a pouco vocês vão voltar para casa. Ficar assim não adianta nada, toma uma água, tenta se acalmar. 

  - Eu não vou me acalmar até ver o meu filho, ele não pode morrer, não pode! - Justin finalmente sentou numa cadeira e colocou as mãos no rosto, o choro aumentando e os soluços surgindo. Sentei ao lado dele para tentar dar umas palavras de conforto. 

  - Olha, provavelmente, ele não vai morrer – eu falei baixo. 

  - Você não é médica para saber. 

  Depois que aquelas palavras me atingiram, fiquei um tempo sem reação, mas decidi que a humilhação era demais para mim, segunda vez que tento ajudar esse garoto e ele vem com 500 pedras na mão para o meu lado. Levantei da cadeira e fiz algo quase improvável para Elizabeth McKenzie, resolvi bater de frente. 

  - Olha aqui, Bieber, não ajudo tentando receber algo em troca, mas dá pra você parar de ser mal agradecido? Se eu estou aqui, é por William, mas não dá para ficar num lugar em que te tratem mal sem você ter feito algo de ruim. 

  Saí do hospital e fui para o ponto de táxi morrendo de raiva por ter pessoas desse tipinho  vivendo na mesma cidade que eu, pelamor de Deus, mereço. Estava esperando um táxi chegar, já que parecia que todos estavam fazendo corrida, quando Justin correndo na minha direção. 

  - Desculpe-me – falou sentando ao meu lado. - Só não consigo me controlar quando penso em algo de ruim acontecendo com Will. 

  - Tudo bem – falei já amolecendo o coração, poxa, por que essa coisa tem que ser tão sensível? 

  - Eu posso te levar se você esperar até Will sair. 

  - Não, obrigada, deixei meu violão na praça e tenho que ir para casa. 

  - Tem certeza? 

  - Sim, obrigada – um táxi passou e dei a mão, vendo-o parar logo depois. - Boa noite, Justin, espero que tudo corra bem. 

  - Boa noite – ele falou e levantei, indo de encontro ao carro. - Ei, Elizabeth? 

  - Sim? - Virei. 

  - Obrigado por ter ajudado o Will hoje e naquele outro dia – falou sem graça. 

  - Por nada.


Notas Finais


História no início sempre é meio zzzzz, mas prometo que ficará mais emocionante em breve! Não se esqueçam de comentar sobre o que estão gostando e sobre o que eu poderia melhorar. xx


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