História Everybody Dies in Their NightMares - Imagine ( V - BTS ) - Capítulo 7


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Categorias Bangtan Boys (BTS), EXO, Got7
Personagens Baekhyun, BamBam, Chanyeol, Chen, Jackson, J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Mark, Personagens Originais, Rap Monster, Sehun, Suga, V, Xiumin
Tags Bangtan Boys, Bts, Imagine, Jeon Jungkook, J-hope, Jimin, Jin, Jung Hoseok, Jungkook, Kim Namjoon, Kim Seokjin, Kim Taehyung, Min Yoongi, Park Jimin, Rap Monster, Romance, Suga, Você
Visualizações 12
Palavras 951
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Colegial, Crossover, Drama (Tragédia), Escolar, Famí­lia, Festa, Luta, Mistério, Romance e Novela, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Homossexualidade, Linguagem Imprópria, Mutilação, Sexo, Spoilers, Suicídio
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Oooooi galerous. Tutu paum? Aqui estou eu com mais um capítulo aqui pao6. Sim, pao6. Pa o ceis. Tendeu? Não? Tá parei.

Quero agradecer a vocês por terem chegado a 140 visualizações!!!!!!
Thanks ♡

Boa leituraaaa ~♡

Capítulo 7 - Briga


Fanfic / Fanfiction Everybody Dies in Their NightMares - Imagine ( V - BTS ) - Capítulo 7 - Briga

Kim Taehyung estava na minha frente. Todo machucado, com um corte na lateral do lábio inferior. Eu me assustei na hora. Como isso aconteceu?

- Taehyung? O que houve com você?  - disse me aproximando.

- Podemos ir até a sua casa? - ergueu o rosto.

Me assustei com o comentário, mas não tive como negar. Iria cuidar dos ferimentos dele, e acalmá-lo.

- Claro. Vamos

[...]

- Vou pegar os curativos e você pode esperar aqui, ok?

- S-Sim... - disse se ajeitando no sofá.

Eu estava preocupada com ele. Sei lá... eu me importo com ele, e também quero o ver bem.

[...]

Já estava descendo as escadas quando o vejo deitado no sofá. Era fofo, mas saber o que aconteceu com ele era bizarro.

- Ei Tae... - toquei em seu ombro e o mesmo murmurou - Trouxe os curativos. 

- Aish... está doendo muito. - falou se levantando. 

- Então deixe eu cuidar. Olhe seu rosto! Está todo arrebentado! Por que está assim?

TaeHyung

Era hora de contar tudo para (S/N). Como eu fiquei daquele estado, como eu fiquei todo arrebentado. 

- Bom... não tem o meu "irmão"? - perguntei enquanto ela colocava alguma coisa no algodão.

- Baekhyun? - perguntou colocando o algodão em meu rosto. 

- Ai... S-sim, ele mesmo.

- Continue.

- Então, meus pais são separados e a minha maldita madrasta veio com o Baekhyun...

Horas antes

Por que essas coisas precisam acontecer comigo? Sempre assim. Meu pai saiu de casa me deixando com aquela vadia. Como eu odeio ela. 

- Não vai fazer nada Kim Taehyung? - disse querendo começar uma discussão. 

- E desde quando você se importa com isso?

- Não me responda fazendo outra pergunta! Eu perguntei primeiro, e você deve me responder! 

- Desde quando você manda em mim?

- Kim Taehyung! - gritou

- Meu lindo nome.

- Não sei como a sua mãe te aguentava. - com esse comentário eu não aguentei.

- Você não tem nenhum direito de falar da minha mãe. Outra, minha personalidade se adequa com a pessoa e se eu sou assim com você, é porque você não merece o meu "respeito" como você tanto quer.

- Conversando com a mamãe, Taehyung?  - Baekhyun falou entrando no cômodo.

- Ah sim, filho. Estamos trorando idéias. - disse a vadia.

- Ah claro... tendo um diálogo normal com essa vadia. - me virei.

- Como é? - Baekhyun perguntou se aproximando.

- Sim, a mulher que te colocou no mundo é uma vadia. Não entendeu ou quer que eu dese...- fui surpreendido por um soco na lateral do meu maxilar.

- Agora é assim é? Eu não tenho culpa se aquela SUA merda de mãe não prestou pro SEU pai! - disse o mesmo. Tive a chance de retribuir com 2 socos e o mesmo caiu no chão. 

- Agora você me deu a TOTAL chance de xingar sua mãe. Aquela vadia! Ainda não entendi o motivo do meu pai ter abandonado a minha mãe pra ficar com essa puta que dá pra toda a cidade.

E mais um soco. Eu estava com uma tontura, e com raiva ao mesmo tempo. Aquele momento eu queria sumir.

- Eu vou embora daqui. - o empurrei.

- Isso! Vai pra sua (S/N)! Ela não irá te ajudar? 

- Ela não tem nada a ver com isso. Não dá pra você calar a porra da sua boca?

- Vai embora logo cara.

- Vou mesmo. Vou ficar longe desse inferno e dos pequenos demônios.

Corri para o meu quarto, peguei meu celular, documentos, e uma mochila pra colocar essas coisas. 

Sai do meu quarto batendo a porta sem dó fazendo um estrondo no corredor. Caguei pra isso.

Desci as escadas caminhando até a porta e quem estava lá? 

Por sorte não era a vadia nem o pequeno demônio e sim, meu pai.

- Onde vai, meu filho?

- Longe de vocês. Bem longe. Ah, e fala para aquela vadia, usar alguma pastilha por que o que sai da boca dela é merda. Cuidado viu? - sorri sarcástico.

[...]

Caminhei bastante, parando na praça. Lembrei de meus amigos, resolvi caminhar até uma quadra que nós costumamos ficar. E esbarrei na (S/N)

(S/N)

- Então foi isso? Você fez a merda toda e ainda saiu de casa?

- É... bem isso.

- E onde você vai ficar?

- Talvez na casa do JungKook. Ou na do Hoseok. Não sei...

- Você pode passar a noite aqui, e amanhã você vai para a casa de alguém. 

- Pode ser.

[...]

Eu não estava conseguindo engolir aquelas coisas. Nossa... parecia que a família do Taehyung era tipo, A FAMÍLIA.

Eu já estava deitada, tentando pegar no sono. E nada de eu conseguir dormir.

Resolvi levantar para pegar água e tentar me acalmar.

Desci as escadas silenciosamente, para não acorda-lo. Cheguei na cozinha e fui surpreendida pelo mesmo abrindo a porta assim que eu entrei. 

- Está tudo bem? - perguntei.

- Mais ou menos, minha cabeça ainda dói.

- Quer alguma coisa? - ofereci. - Remédio?  Água? 

- Sim, água. 

Peguei o copo e levei até o filtro, o silêncio permanecia e eu continuei de costas para o Tae.

E mais uma vez fui pega de surpresa pelas mãos do Kim na minha cintura. Estavam geladas e eram macias...

Ele me virou para si aproximando seu rosto do meu.

- Que tal um beijo no dodói? - disse risonho.

- Não né. - respondi tentando me afastar.

- Um selinho?

- Também não. 

- Aish (S/N)! Por favor.

Gente. Ele necessitava dos meus lábios? Aquele clima estava estranho.

- Não, Taehyung! - o empurrei, mas não adiantou de nada pois ele era mais forte, e mais preciso. E foi aí que tudo começou...

Nossos lábios estavam juntos, formando um beijo que parecia que precisava de mais alguma coisa. Nos separamos por conta da falta de ar. Me afastei dele saindo do cômodo. 

- Sua água está na mesa. - foi minha última palavra.

Kim Taehyung. O que você faria comigo se eu continuasse?





Notas Finais


Eitaaaaaaa
Que climão hein? E essa relação da S/N com o Tae?
Hmm, to shippando já.

Obrigada por lerem até aqui! Até o próximo capítulo.

Bjoooos ♡


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