História Everything Again - Capítulo 6


Escrita por: ~

Postado
Categorias Once Upon a Time
Personagens Cora (Mills), Emma Swan, Henry Mills, Regina Mills (Rainha Malvada)
Tags Cora Mills, Emma Swan, Ficção, Henry Mills, Henry Swan Mills, King Leopold, Magia, Merlin, Onceuponatime, Ouat, Regina Mills, Romance, Swan Queen, Swanqueen, Swen, Viagem No Tempo
Visualizações 91
Palavras 1.470
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 12 ANOS
Gêneros: Ficção, Magia, Romance e Novela
Avisos: Bissexualidade
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Heyyy! Aqui está mais um capíutlo.
Eu prometo que vou postar LL logo, só estou com um pouco de dificuldade em escrever o capítulo porque quero que ele fique perfeito.
Espero que gostem, BJS!

Estão gostando de ter um capítulo novo por dia?

Capítulo 6 - Capítulo 6


Fanfic / Fanfiction Everything Again - Capítulo 6 - Capítulo 6

Regina

 

Já se passaram semanas desde a morte de Daniel, e eu ainda não acredito que isso é real... Eu o amava demais, não consigo acreditar que minha própria mãe fez isso comigo. As vezes eu acordo pensando que foi tudo um onho ruim, mas quando vou ao estábulo e o encontro vazio percebo que tudo é real, e que eu nunca vou tê-lo de volta.

Os dias se passaram e eu me lembrei de algo, e aquele algo fez minha dor se transformar em ódio. Ódio de uma pessoa. Não minha mãe, não o rei, mas sim quem começou tudo isso, quem contou o meu segredo. Só tinha uma pessoa que poderia ter contado a minha mãe sobre Daniel: Snow White.

-Aquela garotinha miserável... - murmurei, pensando em tudo que ela fez com fogo no olhar.

-Com quem você está falando, filha? - pergunta minha mãe, entrando no quarto.

-Sai daqui. – falei, mais fria do que jamais imaginei ser.

-Querida...

-EU DISSE PRA SAIR!!! - gritei, fazendo meu pai correr para o quarto, se perguntando o que havia acontecido.

-Já sei... É por causa do garoto do estábulo? Daniel... esse era seu nome, não? - ao ouvir esse nome desabo novamente, me virando de costas para ela não ver minhas lágrimas, para não achar que sou fraca – Regina, ele não valia a pena... Eu quero algo melhor pra você. E você devia estar feliz, afinal, te poupei de um grande erro... Olhe ao seu redor, você será rainha!

-EU NÃO QUERO SER RAINHA! – gritei, me virando para ela – Eu não me importo com o que você planejou para mim...

-Como não? Querida, você não vê? Você terá o que eu sempre quis... você terá uma vida perfeita.

-Eu não quero uma vida perfeita!!! Eu quero viver uma vida boa, com alguém que eu realmente amo, e não uma vida onde a única coisa que eu faço é me isolar em um castelo enorme, pensando no que a minha vida poderia ter sido!

-Não me importa o que você quer! - Cora perde o controle, me puxando pelo braço – Eu lutei muito para você chegar as portas da grandesa e você disperdiçar essa chance!

-Por que você não me deixa escolher o que eu quero!? Você está obsecada por isso!! Mas isso não importa mais, sabe por que?? Porque, não importa o que você faça, eu vou descobrir um jeito de escapar. Eu prefiro MORRER do que me render a você. E você pode ter certeza “mamãe” quen eu NUNCA serei rainha!

-Pois é o que vamos ver.

Ela me leva à força até um quarto no castelo, me joga lá dentro e antes de fechar a porta fala com frieza:

-Você só sai daqui quando aprender a me obedecer.

[…]

Horas depoism não sei exatamente quantas foram, meu pai abriu a porta, correndo para me abraçar.

-Pai... - ela havia notado que eu estava chorando, mas não era por ter brigado com minha mãe, era por estar presa, condenada a uma vida sem amor, uma vida na qual eu não acredito que mereça esse título.

-Oh Regina, eu sinto muito... - disse num sussurro – Eu sinto muito por não ter conseguido impedir sua mãe, por não ter conseguido fazê-la mudar de ideia. Eu não a impedi quando ela te trancou aqui, quando ela usou magia contra você. - fez uma pausa, ele também estava chorando – E eu não a impedi quando ela matou Daniel... Eu sinto muito querida, eu... Eu fui fraco... - ele sussurrava entre os soluços – Você pode me perdoar?

-Pai... não diga isso. Você é a pessoa mais forte que eu conheço, é a coisa que eu realmente amo. Você me apoiou, enfrentava minha mãe quando eu não conseguia. – eu o abracei forte e, em meio ao pranto e aos soluços, continuei – Não precisa de perdão, pois não há nada a ser perdoado.

-Filha, eu te amo mais que tudo...

-Eu também...

-Agora, vamos sair daqui.

Saimos daquela sala e fomos direto para o jardim, onde poderíamos conversar em paz.

-Pai, e a mamãe? Ela pode nos ver aqui, não é?

-Calma, ela saiu.

-Então podemos falar em paz?

-Sim.

-Posso te contar uma coisa?

-Claro filha, você sabe que pode me contar qualquer coisa.

-Tudo bem... - falo franzindo o cenho.

-Filha, qual é o problema?

Dou um longo suspiro e começo o desabafo.

-É a mamãe. Ela está me enlouquecendo! Deste a morte de Daniel eu fico furiosa por tudo! Eu... eu... - comecei a chorar – eu não quero acabar que nem ela...

Meu pai me deu um abraço apertado, me deixando desabar, botar tudo pra fora.

-Você não vai acabar que nem ela, eu não vou deixar.

-Ah pai, eu te amo tanto...

-Sabe filha, sua mãe nem sempre foi assim... Ela já foi boa.

-Então o que a fez mudar? - pergunto me afastando dele e olhando e seus olhos.

-Foi um homem que Cora conheceu antes de mim. Ela nunca me falou sobre ele, só sei que ele deu a ela um livro de feitiços...

-Espera... É por causa dele que a mamãe tem magia?

-Acho que sim querida.

-Se ele deu magia a ela pode dar a mim também.

-Regina, isso não é uma boa ideia.

-Como não? Se eu tivesse magia eu poderia detê-la, impedir meu casamento e talvez, só talvez, trazer Daniel de volta. - ainda não consigo lembrar dele sem começar a chorar, mas hoje eu teria que aguentar.

-Regina, o livro de feitiços dela é cheio de magia negra. Você não pode se render as trevas.

-Pai, não precisa se preocupar. Nada vai acontecer, eu garanto.

-Eu ainda não acho uma boa ideia, mas se você acha que esse é o único jeito... - eu arqueei uma sombrancelha e ele entendeu o que eu queria. Ele deu um suspieo e continuou – O livro está embaixo do travesseiro dela. Mas quarto está trancado e você terá que ir lá a noite e torcer para ela não acordar...

-E assim eu farei! Obrigada pai. – dei umbeijo em sua bochecha e fui para o meu quarto – Até o jantar.

[…]

Emma

 

Merlin havia me ensinado tudo sobre a magia e sobre como controlar a maldição, e agora disse que eu estava pronta para agir. Eu estava ansiosa para rever Regina, porém triste por não poder falar com ela e por ela não lembrar de mim. Mas essa foi a minha escolha e eu tenho que arcar com as consequências.

O mago estava ao meu lado, estavamos nos preparando para viajar para o castelo Mills. Lá eu veria Regina e iniciaria o processo de mudar a história.

Depois de uns trinta minutos nós partimos, e eu estava feliz, queria ver como Regina era aos dezoito. Muito mais bonita eu imagino, se é que é possível...

[…]

Eu pouco tempo me vi em frente à casa dela, onde me lembrei de um detalhe importante:

-Vamos entrar? Eles não vão nos ver? - perguntei ao mago.

-Não, isso faz parte do feitiço. Eles só nos verão se você quiser.

-Interessante...

-Bom, vamos entrar?

-Claro! - entramos na casa e logo encontramos Regina no quarto. Ela está ainda mais linda.

[…]

A tarde foi tediosa. Regina só ficou lendo e eu fiquei a observando. Depois de uns minutos apenas observando, perguntei em um sussurro:

-E agora? A gente fica aqui e espera ela fazer alguma coisa ou...

-A gente fica por aqui mesmo. – o mago disse.

-Você já fez isso antes?

-Já, muitas vezes.

-E você não fica entediado?

-A gente encontra uma distração.

-Ok então...

Depois disso eu dormi - não sei por quanto tempo, só sei que fui acordada as pressas por Merlin.

-Emma, Emma acorda.

-Umm... Que foi? – perguntei sonolenta.

-Ela vai à algum lugar. – apontou para Regina.

-Vamos segui-la!

Seguimos Regina até o quarto de sua mãe, onde ela entrou com cuidado. Então começou o problema. Ela pegou o livro de feituços de Cora, e eu sabia que isso não era bom sinal.

-Acorde Cora. – disse o mago.

-O que? Por que?

-Se não acordá-la Regina aprenderá magia, e isso é o primeiro passo para ela se tornar má.

-Mas ela vai se dar mal...

-EMMA, ACORDA ELA!!!

Eu estava triste. Achava que aquele feitiço traria apenas beneficios para Regina, não queria vê-la sofrer. Mas mesmo assim fiz o que o mago pediu, acordando Cora, que ao abrir os olhos fitou Regina com fogo nos olhos.

-Regina? O que está fazendo no meu quarto? - então ela olha para o livro na mão da filha – Com o MEU livro de feitiços?!

-An... – Regina não conseguia falar nunhuma palavra, e em seus olos eu conseguia enxergar o desespero.

Então Cora levantou, a puxando pelo braço até um lugar do qual eu não sabia qual era.

-Você está MUITO encrencada mocinha.



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