História Everything backwards - Capítulo 13


Escrita por: ~ e ~Cyndi_Schreave

Postado
Categorias A Seleção
Personagens America Singer, Aspen Leger, Camille Astor, Carter Woodwork, Celeste Newsome, Eadlyn Schreave, Gavril Fadaye, Kile Woodwork, Kriss Ambers, Marlee Tames, Maxon Calix Schreave, Rainha Amberly, Rei Clarkson
Tags Romance
Visualizações 48
Palavras 3.595
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Romance e Novela
Avisos: Álcool, Drogas, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


OI AMORES DA MINHA VIDA ❤ TUDO BOM COM VOCÊS?❤
Acho que não demorei muito, mais demorei um pouco, e vocês o que acham?
Era pra eu postar ontem, mais não deu, aí tô postando hoje. Enton, estou jogando uma bomba no final do capítulo, não me matem, matem Aspen que resolveu dar sinal de vida.
Amo vocês ❤
Boa leitura❤

Capítulo 13 - Eu não sou sua querida!


Fanfic / Fanfiction Everything backwards - Capítulo 13 - Eu não sou sua querida!

P.O.V America

Acordo com, nada, simplesmente acordei. Me virei na cama e peguei meu celular no criado-mudo. Cinco da manhã. Que droga, vou dormir meia-noite em ponto e acordo cinco da manhã. Resolvi caminhar. Rumo para o banheiro e tomo um banho fazendo minhas higienes matinais. Quando sai do banheiro, entrei no closet e vesti uma lingerie qualquer, e comecei a procurar um roupa.

Optei por um short rasgadinho e uma blusa de alcinha branca, peguei um casaco que se assemelhava a uma jaqueta e vesti o mesmo, fechando o zíper quase até em cima.

Peguei meu celular e fones, coloquei uma música alta e sai de casa minuciosamente. Quando atravessei o portão sem fazer barulho, olhei para os lados e contemplei as ruas de Angeles melhor. Coloquei as mãos nos bolsos do casaco e comecei a andar devagar observando a cidade.

Alguns minutos depois o sol bateu no meu rosto e eu olhei pra cima, contemplando o sol em seu ponto alto, já falei que amo o sol?

Continuei andando e olhando para o sol, estava tão distraída que nem percebi que tinha alguém correndo na minha frente, só percebi isso quando trombei com um peitoral grande e suado. Acabei caindo em cima do garoto sem querer.

America: Nossa, desculpa, eu sou muito desastrada! - afirmo e olho para cima encontrando olhos castanhos intensos

Maxon: Na acha que é cedo demais para uma dama estar andando sozinha pela rua minha querida? - questionou me olhando

Eu tinha apoiado minhas mãos em seu peito, ficando melhor apoiada e olhando diretamente em seus olhos?

America: Eu não sou sua querida!

Maxon: Então, minha boneca, não acha que é cedo demais para estar sozinha? - reviro os olhos

Me apoio nele levantado e estendendo a mão para ajuda-lo, mais quando ele pega minha mão, me puxa para baixo me fazendo cair em cima dele de novo.

America: Será que poderia me soltar?

Maxon: Não! Gostaria de conhecer Angeles?

America: As cinco da manhã?

Maxon: As cinco da manhã!

America: Pode ser, se você me soltar poderia ser melhor, porque tenho certeza que deitados no meio da rua não vai adiantar de nada - falei, mais ele não me soltou

Maxon: Mais essa posição está tão boa

America: Maxon!

Maxon: Tudo bem, vamos?

Ele se sentou na calçada e depois passou seus braços pelas dobras do meu joelho e pelo meu pescoço, levantando comigo em seus braços.

America: Da pra me soltar? Eu sei andar!

Não que eu não estivesse gostando, mais ele estava suado, muito suado.

Maxon: Mal agradecida você hein? - dei língua pra ele, mais ele não me soltou

America: Já falei que sei andar?

Ele me soltou e eu abrir o casaco enquanto ele pegava algo no chão e colocava no bolso da calça

Maxon: Vamos?

America: Vamos! - falei animada

Maxon me mostrou os pontos principais perto dali, andamos muito, jogamos conversa fora e com isso conheci um pouco dele. Chegamos a uma praça e pelo que eu vi, acho que passamos algumas horas conversando. Maxon me fez sentar em uma mesa da praça. Quando ele ia perguntar algo, meu telefone toca, pego ele e atendo, era minha mãe.

America: Oi mãe

Magda: Onde você se meteu as oito da manhã America? - oito?

America: Eu vim caminhar, e esqueci de deixar um aviso - coloquei no viva voz

Magda: Sozinha America?

Maxon:Não senhora Singer, estou acompanhando ela é garantindo que ela não se perca - ele se intrometeu na nossa conversa

Magda:Você também está aí Maxon? Por acaso combinaram isso?

America e Maxon: Não!

Magda:Certo, Maxon, trate de deixar America em casa ate as dez okay?

Maxon:Okay

America: Beijos mãe - mais já era tarde, dona Magda desligou na minha cara

Maxon: Vai querer que sabor?

America: O que?

Maxon: O sorvete, ou qualquer outro doce ou salgado, você que decide

America: Ahh claro, AIIII

Maxon: O que foi? - ele se virou para mim imediatamente

America: Eu quero torta de morango - falei para o homem que estava nos atendendo

Maxon: Achei que era outra coisa, vou querer um sorvete de chocolate

O homem foi embora e voltou rapidamente, não daria nem cinco minutos. Ele colocou o prato com um pedaço generoso de torta de morango na minha frente, umedeço os lábios e levo uma garfada a boca, me deliciando com a torta.

Maxon: Posso pegar um pedaço dessa torta maravilhosa?

America: Mais nem pensar, ahhh, guarda pra mim - entreguei meu celular a ele

Maxon: Não pode dividir torta comigo mais posso guardar seu celular? - pergunta fingindo indignação

America: Sim, você está responsável por mim lembra?

Maxon: Acho que você já está grandinha o suficiente para cuidar de se mesma não acha? - ele cruzou os braços na frente do peito

America: Não responda minha pergunta com outra pergunta, pelo amor - reviro os olhos

Maxon: Tenho duas tias que são a sua cara! - ele exclama

America: Tem é? Quem são elas?

Maxon: Uma é a irmã mais nova do meu pai, Emily, você iria adorar ela. A outra é irmã mais velha da minha mãe, Adele, ela é uma peça, sempre implicando com meu pai - ele ri sozinho

America: Elas devem ser legais

Maxon: Muito, ahhh, sem falar, no irmão gêmeo do meu pai... - ele iria continuar, mais o interrompi

America: Seu pai tem um irmão gêmeo? - pergunto surpresa, colocando mais um pedaço de torta na minha boca

Maxon:Sim, na verdade, meu pai tem  três irmãos, o mais velho, o tio Oliver, os gêmeos, ele e o tio Jordan, e por último, a tia Emily

America: Então o tio Oliver é careta?

Maxon: Como você sabe?

America: Foi o que deu a entender

Maxon: Ele não é TÃO careta assim, bom, talvez, quase sempre, mais você se acostuma com o tempo

America: Agora, vamos? - pergunto quando terminamos de comer

Maxon: Ainda temos uma hora, já que tenho que te deixar em casa as dez. O que quer fazer?

America: Sinceramente? Tomar um banho e dormir, estou exausta

Maxon: Vamos então, te deixo em casa

America: Não precisa - teimei

Maxon: Mais é claro que precisa - ele me teimou mais e se levantou para pagar o homem - Podemos pegar um táxi se você quiser

America: Pode ser - bocejo

Maxon: Ou, eu posso te carregar até lá - disse animado

America: Cadê o táxi hein?

Maxon: Sua chata! - ele se virou para a rua e fez sinal para um táxi que passava, e o mesmo parou - Entra logo preguiça ambulante

Entrei no táxi com ele logo atrás, o mesmo deu as coordenadas para minha casa e depois se virou para mim.

Maxon: Então? Quer conhecer o resto de Angeles?

America: Hoje não, hoje tô morta - joguei minha cabeça para trás encostando no banco

Maxon: Quando a gente trombar novamente as cinco da manhã talvez eu te mostre o resto da cidade - rimos baixo

America: Pode ser, acho que cheguei - digo quando o carro para em frente à minha casa

Maxon: Tenho que te deixar na porta ou você vai daqui?

America: Eu vou daqui. Obrigado - dito isso, desci do carro, mais não sem antes olhar para ela de volta

Maxon: Foi um prazer - ele diz alto quando já estou abrindo o portão

Entrei a tempo de ver o táxi indo embora com ele. Me virei para o enorme jardim, minha parte preferida de toda a casa. Sentei em um banco de pedra meio rodeado de flores, fiquei olhando para o céu.

Kota: O que ta fazendo aí em baixo pirralha? - ouço Kota gritar da janela

America: Observando o sol e o jardim, posso? - gritei de volta

Kota: Claro - ele falou mais baixo

Depois de uns dez minutos resolvi entrar em casa. Fechei a porta principal e rolei os olhos pela sala, não tinha ninguém em casa, quer dizer, só eu e Kota que estava lá em cima. Rumei até a cozinha para poder comer alguma coisa, já que não como desde as cinco da manhã.

Kota: Tem comida na geladeira, mamãe e papai não irão vir para o almoço porque vão a uma reunião e só voltam de madrugada, May vai dormir na casa de uma amiga quando sair da escola, e Gerad está em um acampamento com a escola dele - explica quando me vê na cozinha

America: Eu deveria dizer obrigado por não me fazer gastar saliva perguntando? - questiono abrindo a geladeira

Kota: Sim! - afirma

Rolo os olhos pela geladeira e encontro queijo e presunto, um pouco mais acima tinha massa de pastel, peguei todos os três e me virei para Kota.

America: Pastelzinho?

Kota: Pastelzinho!

America: Então vem me ajudar - falo, mais quando me viro ele não estava na cozinha, reviro os olhos

Lavo as mãos e começo a fazer a fazer os pastéis, coloco o presunto e o queijo pinicado e vou fechando com a mãos mesmo, depois Kota fecha direito com o garfo.

America: Onde você tava? 

Kota: Ligação importante, iai? Já estão prontos? - pergunta empolgado

America: Não, você vai fechar direto com o garfo enquanto eu coloco óleo na panela

Peguei uma panela e o óleo, coloquei uma certa quantidade e deixei em cima do fogão. Depois, subi para o quarto, procurando o maldito jogo, eu sabia que ele trapaceava, mais mesmo assim era legal. Assim que o achei, desci as escadas e coloquei ele no centro da sala e liguei a televisão, procurei um canal e deixei em um filme.

Parti para a cozinha a tempo de ver ele colocando os primeiros pastéis no fogo.

America: Você deixou o óleo esquentar?

Kota: Acho que sim - da de ombros

Bufo e pego uma concha furada para pegar os pastéis.

America: Me dá mais dois, aqui cabe quatro seu idiota - afirmo revirando os olhos

Kota: Não cabe não - fala concentrado nos outros pastéis, ele ainda não tinha terminado, ótimo - É, cabe

America: Claro que cabe seu idiota - revirei os olhos mais uma vez

Kota: Tá - ele me deu os outros pastéis

Terminamos de fritar tudo, colocamos em um prato grande. Pegamos refrigerante e fomos para a sala.

Kota: Uno?

America: Sim, vamos? - ele abriu a boca para responder, mais a campainha tocou nesse momento

Kota: Eu abro - dei de ombros e me sentei no chão comendo um pastel

Mudei novamente os canais até achar um filme que estava começando.

Carter: UNO! - alguém grita se jogando ao meu lado, tipo, literalmente - Pasteizinhos

America: Tira a mão dos meus pastéis garoto - bati na mão dele

Maxon:Qualquer dano moral, físico ou psicológico que ele causar, eu não me responsabilizo - fala adentrando a sala com Kota

Kota: Porque não trouxe a sua irmã?

Maxon: Talvez seja porque eu não tenha perguntado se ela queria vir, só talvez seja por isso - fala se sentando no chão, de frente pra mim

Kota: Ridículo

Maxon: Eu não sou ridículo!

Carter: É sim loirão

Maxon: Cala a boca Carter

Carter: VAMOS JOGAR UNO! - ele grita pegando as cartas e jogando para o alto

America: CACHORRADA DA PORRA CARTER! - grito batendo em seu ombro

Carter: O que eu fiz?

America: Tive mó trabalhão para arrumar isso e você derruba tudo, agora arrume! - mando

Ele apanhou as cartas e arrumou, embaralhou de novo e colocou elas em cima da mesa, depois, pegou um bolo pequeno e começou a dividir as cartas.

Carter: Eu começo - anunciou

Maxon: Então vai logo

Ele pegou duas cartas de seu jogo, olhou de soslaio para mim e pegou outra carta, juntando as três. Quando menos espero, ele colocou as cartas na mesa em cima da carta inicial, ao mesmo tempo que gritou:

Carter: BATE! - ele bateu as cartas na mesa, acho que era um nove. Rapidamente, bati na mão dele, mais aí, o Maxon foi mais rápido que o Kota e bateu em cima da minha mão, aí veio o Kota. Mão pesada da porra.

America: Seu filho da puta - bati seu ombro quando ele tirou as mãos de cima das cartas, não era um nove, e sim um oito

Acho que passamos um bom tempo assim, jogando, comendo e enganado todos. Como ninguém estava assistindo, nem ia, nos colocamos uma música na televisão, animando mais o local.

Com o tempo, começamos a jogar em dupla, primeiro foi Kota e Maxon contra eu e Carter, depois trocamos, foi Maxon e Carter, contra os irmãos Singer. E agora, trocamos de novo, estou eu Maxon, contra Carter e Kota. A rodada tinha acabado de começar, estávamos indo bem.

Carter: BATEEEEE! - ele gritou e bateu as mãos na mesa com as cartas. Como só precisava de uma pessoa da dupla bater, deixei Maxon ir, eles tinham uma mão pesada que só Deus

Pegamos mais duas cartas e descartamos quatro, ficando com três. Duas cartas eram de sete, e a outra era um mais quarto. Eu descartei os dois sete no momento exato que o Carter estava tagarelando, então eles pegaram mais duas cartas. Eles descartam mais uma carta, um mais dois.

America: Batemos! - joguei o mais quatro na mesa e me virei para Maxon, fizemos um high-five

Carter: Vocês roubaram - protesta quando nos viramos para ele

Maxon: Mais do que o Kota? Nunca meu amigo

Kota: Nada dis...- seu telefone apitou no bolso, indicando uma mensagem, ele leu a mesma, respondeu rapidamente e se levantou - Tenho que ir

America: Vai me deixar sozinha em casa com eles dois?

Carter: Ai ruiva, não sou psicopata tá?

Maxon: É sim - afirma

Carter: Não estraga meus planos loirão, vou me casar com ela e você vai ser o amante - rimos

America: Como se eu fosse aceitar o pedido

Maxon: Quem rir por último rir melhor loirão

Kota: Eu não vou ficar aqui aturando a idiotices de vocês, então por favor, parem logo que eu tenho que ir

Maxon: E para onde o senhor vai com tanta pressa?

Kota: Interessa?

America: A ele não, a mim sim

Carter: Chupe e lambe

Maxon: Que papo estranho da porra Carter

Carter: Não tenho culpa se você tem a mente poluída

Kota: Vamos logo! - chama eles dois

Maxon: Precisa de nóis dois também?

Kota: Não, eu vou pra casa da minha namorada, e não vou deixar vocês sozinhos com a minha irmã

Carter: Valeu pela consideração - resmungou enquanto ele, Maxon e Kota, abriam a porta para sair

Maxon: Carter, vai na frente, esqueci meu celular - escuto Maxon dizer para ele quando já estavam do lado de fora, já eu estava arrumando o Uno

America: Aqui não tem celular nenhum - falo quando ele entra

Maxon: Eu sei boneca - ele chegou mais perto e me puxou fazendo com que minhas mãos batessem em um peito - Voltei para outra coisa

Assim que ele sussurrou isso no meu ouvido, segurou meu queixo com dois dedos e me puxou mais para ele. Seu hálito quente bateu em meu rosto, fechei os olhos e nossos narizes se tocaram levemente. Por fim, ele me beijou, nossas línguas travaram uma batalha. Meus braços voaram até seu pescoço, acariciando sua nuca e seus cabelos macios. Já suas mãos, revezaram entre minha cintura e minhas costas, me puxando mais para ele.

Nos separamos devagar para recuperar o fôlego, mais muito próximos ainda, com as testas coladas. Ele sorriu e me beijou de novo, dessa vez nos separamos logo, ele acaricia minha bochecha e me solta.

Maxon: Te vejo mais tarde boneca - dito isso, ele saiu do casa

Fiquei lá, parada no meio da sala, com um sorriso bobo no rosto. O que ele quis dizer em te vejo mais tarde? Não importa. Terminei de arrumar as coisas na sala e na cozinha, subi as escadas e rumei até meu quarto. Chegando lá, já liguei a televisão e coloquei na minha série, deitei na cama e olhei para o criado-mudo, 15:00 horas, nossa, jogamos muito hein?

Quando deu umas quatro da tarde, a campainha tocou, bufei e dei pause na série. Levantei a contra gosto e desci as escadas devagar, quando cheguei perto da porta, a campainha tocou novamente, esse povo não sabe ter calma não?

Abri a porta devagar e quando olhei para a pessoa na minha frente, quase desmaiei, juro que me senti tremer dos pés à cabeça.

America: O que você está fazendo aqui? - perguntei devagar e com desdém

Aspen: Vim conversar

Acho que já se passou um ano desde que nos terminamos e ele se mudou para Angeles, e por acaso do destino, também me mudei para cá. O mesmo não estava diferente, sempre hulmide, pelo ao menos eu acho que ele é humilde.

America: Ahhh, você veio conversar? Faça me um favor Aspen, depois de um ano desde que descobri tudo você vem conversar comigo?

Aspen: Você sabe como ninguém que tive meus motivos

America: E quais eram eles? - perguntei alto

Aspen: Agora não importa certo? Posso entrar ou vamos mesmo continuar essa conversa aqui fora?

America: Entra - falei um pouco hesitante, mais dei espaço para ele passar

Aspen: Podemos conversar como pessoas normais

America: Somos pessoas normais? - pergunto me sentado no sofá e indicando o sofá da frente pra ele

Aspen: Não faz disso mais difícil do que já tá, por favor

America: Pra você, sempre foi fácil não é mesmo? Aliás, como era o nome daquela garota mesmo?

Aspen : Celeste - ele fala baixo

America: E você ainda se lembra do nome da vadia, ótimo

Aspen: Ela não tem nada haver com isso, ela nem sabia que eu tinha namorada

America: Então quer dizer que você enganou a ela também? Sabia que isso é crime?

Aspen: Olha, não vamos mudar de assunto certo? Estou aqui para acerta as coisas com você okay? Não vamos entrar em outro assunto

America: Mais ela tem tudo haver com esse assunto, afinal, você me traiu com ela

Aspen: Olha só America, se não vamos conversar como pessoas civilizadas, é melhor eu ir embora

America: Ahhh não, agora você vai sentar aí e conversar comigo

Aspen: Uma conversa na qual você só sabe me acusar

America: Eu tenho meus motivos - repeti sua frase - Mais e você, quais são seus motivos?

Aspen: Minha família estava sendo ameaçada America

America: Nossa, então separar um bebê recém-nascido de um família foi super conveniente não foi?

Aspen: America, abaixe a bola que eu tinha 3 anos quando você nasceu, eu nem sabia falar direito

America: Mais você sabe quem foi, eu podia ter te denunciado, mais não fiz, ainda é tempo, então fale

Aspen: Eu não posso

America: E porque não?

Aspen: Fiz uma promessa a eles

America: São uma quadrilha?

Aspen: Uma família, vou te dar um aviso, para seu bem. Olhe bem com quem você anda, pois nem todos são confiáveis America

America: Nossa, que interessante, você me dando um aviso, porque também não me avisou que eu ia ser roubada e traída?

Aspen: Olha America, eu so vim aqui dizer que me arrependo de tudo o que fiz. Mais, no final, não foi de todo ruim

America:NÃO FOI DE TODO RUIM? VOCÊ AINDA TEM A CARA DE PAU DE VIR NA MINHA CASA PARA DIZER ISSO? Você é um babaca mesmo. Escute bem o que eu vou te dizer agora, você só volta aqui, quando estiver MESMO arrependido de todas as bostas que fez na minha vida. Porque não foi você quem passou doze anos da sua vida preso em uma família que não é sua. Porque, você, teve uma ENORME parcela de culpa em TUDO isso. Quando você não sentir mais remorso, você pode votar aqui em casa, o que vai ser nunca, porque não ter remorso de uma coisa dessas, não tem como. Então, você vai morrer com essa culpa, porque eu NUNCA vou te perdoar. Sabe, quando eu me sentia mal, por tudo o que passava dentro daquela maldita casa, eu procurava você, porque eu achava que você era meu amigo. Mais eu estava enganada, sempre estive. VOCÊ, como o babaca que sempre foi, me consolava, e dizia que eu logo  sairia daquele inferno que um dia chamei de lar. Sabe Aspen, apesar de você sempre dizer que me entendia, você nunca me entendeu. Eu fui roubada quando nasci, fui privada da minha mãe, do meu pai, de toda a minha família. Fui levada para longe deles, vivi doze anos da minha vida com assassinos a sangue frio, que não se importavam comigo, que só queria meu mal e da minha família. Mais o que mais me doeu, foi saber que ficar sempre esteve ao meu lado, sempre me ajudou a superar tudo aquilo, quando na verdade só queria se aproximar de mim para me machucar ainda mais. Na época, eu achava que você era meu amigo, que você me ajudaria independente do que aconteceria. Você me ajudou a achar meus verdadeiros pais, me levou até Carolina, me ajudou em TUDO. Alguns anos depois, você entrou novamente em minha vida, dessa vez, me pediu em namoro, e eu aceitei, pior arrependimento da minha vida. Dois anos de namoro, eu achava que te amava, que aquilo era amor verdadeiro. A gente planejou um futuro, e como sempre, você estragou tudo, uma semana antes da gente terminar, eu achei todos aqueles documentos, todos aqueles malditos documentos. Sempre soube que você escondia algo, mais não sabia que era alto tão grande. E depois, te peguei beijando outra, se eu não tivesse chegado você levaria ela para cama, e o pior, você enganou a nóis duas. EU NUNCA MAIS QUERO VER VOCÊ NÃO MINHA VIDA, VAI EMBORA AGORA - explodi


Notas Finais


Enton?
Não me matem, pelo amor, matem o Aspen, mais ele é gente boa
Alguém aqui chorou com a história da America? Ela já sofreu muito hein?
Pessoal, como o Maxon explicou, Jordan é o irmão gêmeo do Clarkson, e a Adele, é a irmã mais velha da Amberly. Jordan é muito sarcástico, bipolar, nem aí pra vida e tals,  Adele também não perde nenhuma dessas características, e ainda tem mais. Eu queria saber, se vocês querem que eles sejam casados, ou se querem que eu faça outro par para eles. Como vocês preferem?
Vejo vocês nos comentários ❤


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