História Everything happens in Rosewood - Emison - Capítulo 35


Escrita por: ~

Postado
Categorias Pretty Little Liars
Personagens Alison DiLaurentis, Aria Montgomery, Ashley Marin, Byron Montgomery, Caleb Rivers, Ella Montgomery, Emily Fields, Ezra Fitzgerald, Hanna Marin, Jason Dilaurentis, Jessica DiLaurentis, Maya St. Germain, Melissa Hastings, Mike Montgomery, Paige McCullers, Pam Fields, Peter Hastings, Spencer Hastings, Toby Cavanaugh, Veronica Hastings, Wayne Fields, Wren Kingston
Tags Alison, Emily, Emison, Pll, Pretty Little Liars, Romance
Visualizações 259
Palavras 1.613
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Festa, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Ooooooi pessoinhas, tudo bem? Esse cap é um especial só da Emily, por ela ter ficado um tempinho fora. Vocês merecem né? Ficou curtinho, mas eu vou postar o próximo em breve ok? Espero que gostem! Boa leitura <3

Capítulo 35 - Emily


Fanfic / Fanfiction Everything happens in Rosewood - Emison - Capítulo 35 - Emily

POV EMILY

Quando o avião pousou senti uma alegria inexplicável tomar conta do meu peito, peguei minha mochila e sai o mais rápido que pude dali. Eu praticamente corria pelo aeroporto, avistei meus pais e passei a correr mais ainda, fui para os braços deles, eles me deram um abraço triplo e meu sorriso não cabia no rosto por estar de volta. Nos soltamos, meu pai foi pegar minhas malas e minha mãe me abraçou novamente.

—Eu estava com saudade minha filha! – Ela falou quando me soltou e alisou meu rosto.

—Eu também mãe, foi mais difícil do que eu pensei que seria, devo confessar. – Falei e sorri.

—Achou que seria fácil né Fields? – Meu pai falou todo brincalhão.

—Achei pai, eu pensei que nem daria tempo de sentir a falta de vocês. – Fui sincera. Caminhamos para o carro, minha mãe me contava empolgada sobre seu trabalho enquanto meu pai prestava atenção na direção. Falei um pouco sobre as coisas que vi durante a viagem, das famílias que ajudamos, das pessoas pelas quais eu me encantei e das lições que trouxe para a minha vida. Minha mãe olhava para mim com admiração no olhar e eu só sabia sorrir, era bom saber que dava orgulho para ela fazendo algo bom para a sociedade. Em Seattle tive amigas que as mães achavam que fazer algo bom pelo próximo era besteira e perda de tempo, elas pensavam que era vergonhoso doar um agasalho, oferecer comida ou apenas dar um bom dia para alguém de classe mais baixa ou que vivia nas ruas. Eu tinha dó dessas pessoas, com pensamentos tão limitados e cabeças tão pequenas. Mas o que mais me chocava era ver aquelas pessoas reclamando da condição financeira, sendo que tem gente que não tem nem o que comer, via as pessoas sempre querendo mais e mais, elas não eram capazes de enxergar que na vida só precisamos do essencial e se quer mais, lute por aquilo, batalhe e quando conseguir algo, por menor que seja, não pense que quer mais, apenas comemore aquela conquista. Agradeço por ter tido esse tipo de educação, aprendi com os meus pais que nossos objetivos são alcançados com esforços e se hoje temos uma condição melhor, sei que foi por causa do esforço de ambos. Essa viagem só me ensinou a dar ainda mais valor no que eu tinha e tenho.

Chegamos em casa, meu pai se encarregou das malas e eu apenas peguei minha mochila, minha mãe caminhou na minha frente e abriu a porta, entrei acompanhada dela, ela acendeu a luz por conta da escuridão e eu levei um susto quando todos gritaram juntos.

—SURPRESA! – Dei um pulo e cai na gargalhada, coloquei minha mochila no chão e abri os braços para a Hanna que correu em minha direção.

—Oi banana, que saudade! – Falei a apertando com força.

—Você não sabe o alívio que é te ter aqui amiga! – Ela falou e me soltou em seguida. Caleb me abraçou e me tirou do chão, deu um giro comigo em seus braços e me soltou.

—Bom te ver morena! – Ele falou sorridente.

—Bom te ver cabeludinho! – Falei sorrindo. Abri meus braços para a Spencer que estava esperando sua vez, ela me apertou, fiz o mesmo com ela e acariciei seus cabelos. Nosso abraço foi mais demorado, senti que ela estava com o coração apertado e queria desabafar, ela fez sinal de que me soltaria, mas eu a apertei mais impedindo-a de sair dos meus braços. Saudade era um sentimento que machucava demais, estava sempre apertando o meu peito e me fazendo questionar o porque tinha aceitado aquela viagem, mas agora tudo recompensou. Eu ajudei a salvar vidas e ser recebida com esse carinho pelas pessoas que eu amo e me importo, não tem preço.

—Eu estou aqui ok? Chega de guardar tudo ai! – Falei em seu ouvido e ela me apertou novamente e escondeu seu rosto em meu peito.

—Obrigada por voltar! – Ela sussurrou e eu sorri.

—Obrigada por me receber de volta! – Nos soltamos e dei um beijo em sua testa. —Depois vamos conversar ok? – Ela assentiu com a cabeça e sorriu. Olhei quem mais faltava cumprimentar e notei a presença de uma garota morena, não a conhecia, pelo menos não me lembrava dela. Ela era bonita e um pouco mais baixa que eu, estava bem vestida e sorria olhando para mim.

—Quem é você? – Perguntei dando um sorriso fraco.

—Eu sou a Mona, Mona Vanderwaal, é um prazer Emily! – Ela estendeu a mão e eu apertei a mesma de leve.

—Ela é a nova amiga da Alison! – Caleb falou e eu o olhei.

—Nossa amiga! – Hanna se apressou em dizer e eu a encarei.

—Ah sim. – Olhei para a Mona e sorri fraco, a olhei da cabeça aos pés, um clima se estendeu pela sala e tudo que se ouvia era respirações de todos os presentes.

—Filha, porque não vai colocar uma roupa mais confortável e desce para comermos? – Minha mãe falou rompendo o silêncio, peguei minha mochila do chão e subi as escadas lentamente em direção do meu quarto, estava chateada com a Alison, além de não vir me ver ainda mandou essa menina que eu nem conheço? Ela tá querendo esfregar alguma coisa na minha cara? Ou está querendo me mandar algum sinal? Eu não entendia, estava tudo bem entre nós no telefone, ela parecia empolgada com a minha volta e nem apareceu? Entrei no meu quarto, acendi as luzes e coloquei minha mochila na cama, abri as portas do meu guarda-roupa e encarei minhas roupas, senti duas mãos fechando meus olhos e sorri, senti seu cheiro familiar invadir minhas narinas. Eu reconheceria aquele cheiro mesmo de longe e aquele toque era inconfundível, todo o meu corpo correspondia ao seu contato.

—Surpresa! – Ela falou baixinho em meu ouvido e meu corpo inteiro se arrepiou.

—A melhor de todas! – Falei, ela tirou as mãos dos meus olhos e eu virei para abraçá-la. A apertei em meus braços, senti seu cheiro agora mais perto e uma onda elétrica percorreu todo o meu corpo, me distanciei um pouco, coloquei minha mão em sua nuca, entrelacei alguns fios de cabelo em meus dedos, aproximei meu rosto do seu, nossas respirações se misturavam, vi que abriu um sorriso e sorri com ela, fechei meus olhos e a beijei, pedi passagem com a minha língua e ela prontamente concedeu. Nosso beijo transbordava saudade, ela segurava em minha cintura e puxava meu corpo contra o seu, parei nosso beijo com uma mordida em seu lábio inferior. Colei minha testa na dela e sorrimos juntas, olhei no fundo daqueles olhos cor de céu, sentia vontade de me perder naquele olhar, sempre esquecia de tudo ao meu redor quando estava com ela, ouvi alguém bater na porta, tirei minha mão de sua nuca e me afastei.

—Só vim ver se ainda estavam vestidas. – Hanna falou, olhamos para ela e rimos.

—Também não é assim né Hanna? – Alison falou.

—Pra vocês né gata? – Han falou e riu.

—Já vamos descer banana, nos dá só mais alguns minutos? Se a gente demorar, pode voltar para nos buscar ok? – Falei e ela sorriu.

—Tudo bem, juízo hein? – Ela falou e saiu do quarto, olhei para a Ali novamente.

—Há tantas coisas que eu quero te dizer amor que eu nem sei por onde começar, eu senti tanto a sua falta! – Ela falou e veio em minha direção para me abraçar, mas a impedi.

—Bom, deixa eu te ajudar, que tal me contar quem é Mona e porque não falou dela antes Alison? – A questionei e ela me encarou.

—Isso é sério Emily? – Ela perguntou.

—Estou com cara de quem está brincando Alison? – Falei séria e ela respirou fundo, me explicou sobre sua relação com a Mona na escola e como passou a tratá-la ultimamente, ouvi tudo com atenção e sem tirar os olhos dela.

—Entendeu? – Ela falou quando terminou de me explicar.

—Entendi, mas porque não me contou antes? – Voltei a perguntar.

—Porque não queria que achasse que eu estava fazendo isso para ganhar pontos com você, não queria que pensasse que estava tentando dar uma de boazinha. Queria fazer por mim Emily e se te contasse ia sentir que estava tentando te provar algo. – Ela falou olhando em meus olhos.

—Tudo bem, eu entendo. Mas não tinha necessidade de esconder de mim né? Falasse que tinha feito amizades novas, sei lá, não precisava me contar tudo pelo telefone, mas o mínimo né? A menina faz parte da sua vida agora e eu nem sabia, como quer que eu me sinta Alison? – Falei a encarando.

—Está com ciúmes Emily Fields? – Ela perguntou com um sorriso no rosto.

—Não mude de assunto Alison DiLaurentis e responda o que perguntei! – Falei e desviei meu olhar daquele sorriso que me desmontava inteira.

—Me desculpa amor, eu devia ter te contado mesmo, eu não pensei direito sobre isso, você me desculpa? – Ela perguntou, senti sua mão em meu rosto e a olhei. Ela estava sorrindo e assim quebrou todas as minhas barreiras.

—Eu desculpo! – Sorri para ela e a puxei para mais perto, a beijei novamente, segurei em sua cintura e caminhamos em direção a cama, caímos sobre a mesma, fiquei por cima dela, continuávamos nos beijando, minha língua explorava sua boca e suas mãos tomavam conta do meu corpo, a ajudei tirar a minha jaqueta e minha camiseta, voltei a beijá-la e alisei seu corpo, estava morrendo de saudade dela, não via a hora de senti-la inteira. Senti suas unhas arranhando minhas costas lentamente e suas mãos se posicionarem no fecho do meu sutiã em seguida.

—Ow suas safadas! – Hanna falou, interrompemos nosso beijo bruscamente e a olhamos.


Notas Finais


E ai? O que acharam? Comentem se não eu vou excluir a Fic, brincs, mas é sério. Brincadeira gente kkkkkkk vi isso e quis tentar, mas vocês nunca me desapontam e essas coisas não precisa pedir né? Procuro sempre escrever e atualizar o mais rápido que eu posso pra vocês, seus lindos <3 Beijos, até o próximo capítulo <3


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