História Everything I Didn't Say - Capítulo 2


Escrita por: ~

Postado
Categorias Got7
Personagens Jackson, Mark
Tags Markson
Exibições 16
Palavras 1.087
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Fluffy, Romance e Novela, Slash, Yaoi
Avisos: Homossexualidade, Insinuação de sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Cá estou eu, depois de um mês. Vindo sem vergonha nenhuma na cara, postando um capítulo que eu disse que "não demoraria para postar"
Gente, sério, desculpem a demora! Eu realmente queria postar na mesma semana, mas eu acabei mudando várias coisas na história e ainda tinha os trabalhos, provas etc. Era só eu começar a reescrever que me vinha na cabeça "eu deveria estar estudando", então eu ficava com um bloqueio enorme e não conseguia escrever uma palavra sequer. Mas prometo evitar esse tipo de demora, principalmente porque depois de sábado (que eu vou fazer a última prova do ano, amém) é a última prova do ano. Daí todo o meu tempo vai ser dedicado aos meus projetos.
E tem a maravilhosa notícia de que eu pretendo acabar essa fanfic em dois ou três meses.
O prólogo e o primeiro capítulo estão bem pequenininhos, mas vou aumentar o número de palavras a partir do próximo. Agora chega de enrolação, espero vocês lá em baixo dfnsdfnkjsddfg
Beijos e boa leitura, espero que gostem.
(AH! ANTES QUE EU ME ESQUEÇA, OBRIGADA PELOS FAVORITOS, EU NÃO ESPERAVA TER NEM CINCO, PQP, EU AMO VOCÊS)

Capítulo 2 - O que eu não disse quando nos conhecemos.


 

10 ANOS ANTES

 

 

 Eu passei toda a infância admirando super heróis.

Tudo que os envolvesse me fascinava de uma forma engraçada. Eu estava sempre assistindo os desenhos animados e obrigando meus pais a me levarem ao cinema quando qualquer filme que tivesse pessoas com poderes sobre-humanos estreava. Eu passava horas olhando histórias em quadrinhos antes mesmo de aprender a ler, só para ver os heróis que eu tanto gostava.

Como toda criança alucinada com o universo dos super poderes, eu sonhava em ter o meu próprio. Na verdade, eu acreditava que teria um. E no final das contas eu não estava totalmente errado; eu tinha mesmo um poder. Não era uma velocidade do caralho ou uma força fora do comum, como eu tanto sonhava, mas até que era um poder bastante interessante: o poder de ignorar.

Eu o descobri logo que comecei o colegial, quando me mudei para a Coreia do Sul. A maioria das pessoas pode considerá-lo um poder chato, ou simplesmente não considerar que "ignorar" é um poder. Mas acredite, é sim. E se tornou bem útil para mim. Principalmente durante todo o primeiro ano do colegial, porque mesmo que para os outros alunos fosse quase impossível ignorar as coisas que aconteciam à volta naquela escola, para mim fazer isso era simples.

Eu não gostava da ideia de que havia largado toda a minha vida nos Estados Unidos só para concluir o colegial no país onde minha avó morava, o que consequentemente me fazia não gostar de nada. Eu não gostava da minha escola, não gostava da minha turma e não gostava das pessoas. Mas ao mesmo tempo em que eu não gostava de nada, eu não queria perder meu tempo demonstrando todo o meu ódio. Por isso, desde que havia me mudado, eu passei a usar o método mais eficaz – porém um dos menos maduros – para lidar com tudo o que estava acontecendo: ignorar tudo e todos à minha volta. E com ignorar, eu quero dizer ignorar de verdade. Fazer parecer que eles sequer existiam.

Eu era capaz de ignorar as bolinhas que acertavam minha cabeça quando não havia um professor na sala, as garotas que vez ou outra tentavam falar sobre assuntos desnecessários comigo – ignorava as que tentavam falar sobre assuntos necessários também – e os curiosos que queriam saber porque eu havia vindo dos Estados Unidos. Eu ignorava até mesmo os comentários indelicados que a maioria fazia sobre mim sem ao menos disfarçar. Tudo isso graças ao meu poder. Se não fosse por ele, eu não seria capaz de sobreviver num lugar que, para mim, era tão detestável.

E ainda há pessoas que não considerem esse, um poder de verdade. Pois, esse poder é tão real, que assim como todos os outros poderes, ele veio com uma fraqueza. Porém, enquanto a fraqueza de todos os outros heróis era alguma coisa muito foda, a minha era apenas o baixinho que se sentava duas cadeiras ao lado.

Atendia pelo nome de Jackson Wang, a praga.

Como eu disse antes, um baixinho. O menor entre todos os garotos da turma. Sorria sem parar e tinha o riso mais escandaloso que eu já ouvi em toda a vida. Mantinha os cabelos sempre desarrumados de uma forma estranha; não propositalmente, como os outros garotos insistiam em fazer, mas porque parecia apenas ter preguiça demais para penteá-los antes de ir para a escola.

Ele era alguém expressivo demais, comunicativo demais, birrento demais, tudo demais. Gostava tanto de conversar, que quando não tinha ninguém para importunar com seus assuntos sem pé nem cabeça, a criatura desatava a falar sozinha sem nem perceber. Não bastasse falar pelos cotovelos, a maioria das coisas que saia de sua boca eram pura idiotice. Impressionava-me o fato de caber tanta merda em forma de palavras dentro de alguém daquele tamanho. Além disso, tinha sua sinceridade descabida que parecia impedi-lo de controlar própria língua, independentemente da situação. A palavra limites era inexistente em seu vocabulário.

Tudo nele era tão, mas tão irritante que até mesmo eu, que conseguia ignorar qualquer outra coisa, era incapaz de fingir que sua presença desconfortante não existia. E isso me fazia odiá-lo mais do que eu odiava qualquer outra coisa ou pessoa. Só que, como tudo que envolvia Jackson, havia um grande "porém" em meu ódio: ele não era recíproco.

Isso, só porque o garoto era incapaz de sentir ódio de alguém. Pelo contrário, ele achava que deveria ser amigo de todo mundo. E, com "amigo de todo mundo", eu quero dizer que ele achava que tinha que fazer amizade comigo também. Talvez se não lhe faltasse parafusos, ele entendesse que era impossível ter a amizade de alguém que o detestava tanto. Mas o problema é que faltavam, e não eram poucos.

E era exatamente o fato de que ele não regulava muito bem das ideias, que o fez se aproximar de uma forma bizarra. Ele não me abordou com assuntos normais como era de se esperar. Tudo o que ele fez, foi me incluir em seu assunto com Jaebum – o garoto que sentava na minha frente – do nada, sendo que eu nem prestava atenção no que eles falavam.

– Sinceramente Jaebum, você é tão idiota! – Jackson dizia irritado, enquanto empurrava o ombro do mesmo, que apenas ria. – Não dá para conversar com você. Eu vou trocar de melhor amigo, você vai ver só. – e então o olhar do bendito caiu sobre mim, fazendo um sorrisinho se formar em seus lábios. – Mark agora é meu melhor amigo do mundo todo! Tenho certeza de que ele não vai ficar rindo de mim como você faz e aposto que ele é muito mais legal que você. Consegue ver a cara de feliz que ele está fazendo, Jaebum? – o que esse louco estava dizendo, afinal? A minha expressão facial estava a mesma. Não havia um pingo de felicidade estampado no meu rosto. – Isso é porque ele está muito alegre, já que agora somos amigos! Não é mesmo, Mark?

O que eu respondi? Nada. Aquilo não poderia ser sério. Ninguém em sã consciência levaria a fala dele como séria. A questão é que a consciência de Jackson Wang era tudo, menos sã. E ao ver que o tal do Jaebum dava risada do meu silêncio quando ele falou sobre a nossa “amizade”, tudo o que ele fez, foi abrir mais ainda o sorriso e dizer, antes de sair para se sentar em seu lugar:

– Não importa, você não precisa responder, Mark. Você vai ser meu novo melhor amigo. Quem cala, consente. Não é essa a frase?


Notas Finais


E aí, o que acharam? Acho que deu para perceber que a minha escrita é bem simples, mas espero que tenham gostado! E se tiverem gostado deixem um favorito aqui, e comentem, isso é importante <3

Vou deixar aqui um obrigada especial para a @mariesslu melhor beta reader que existe. A gente escreveu uma oneshot jaehyungparkian (day6) juntas, então se você quiser dar uma olhadinha tá aqui o link:
https://spiritfanfics.com/historia/freely-6374972

E leiam a nova fanfic ChanBaek dela, é maravilhosa e vocês vão adorar:
https://spiritfanfics.com/historia/florejar-7180331

Pra quem quiser falar comigo sobre a fanfic lá no twitter, o meu user é @wonstaxxy
Beijos, e até o próximo capítulo!


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