História Everything starts to change - Capítulo 1


Escrita por: ~

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Categorias Originais
Tags Diferentes, Gemêas, Iguais, Vida Nova
Exibições 6
Palavras 686
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Drama (Tragédia), Escolar, Famí­lia, Festa, Romance e Novela
Avisos: Adultério, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Oiii, essa é a primeira história que escrevo em dupla, eu Isadora vou narrar como Daphne e minha amiga Andresa vai narrar como Perrie, espero que gostem.
Boa leitura 😘

Capítulo 1 - D - Adeus


Fanfic / Fanfiction Everything starts to change - Capítulo 1 - D - Adeus

O caminhão da mudança havia chegado fazia alguns minutos.

Eu não queria ir, não sabia como seria, estava com medo de criar expectativa e depois acabar em desilusões. A falta constante da mamãe não ajudava nenhum pouco. Papai cada vez nos deixava mais de lado, sempre muito ocupado com a sua empresa, desde que a mamãe morreu ele não é mais o mesmo homem, antes era presente e agora se distancia cada vez mais e mais.

Fui até o quarto de Perrie para ver se ela já estava pronta e como sempre, ela estava deitada mexendo no celular, pelo menos suas coisas estavam prontas para serem levadas para o caminhão

- Deu de preguiça, vem ajudar - falei parada na porta

- Já vou

- Temos uma duas horas para levar as coisas para o caminhão, o voo sai às onze e agora são oito horas

- Okay, já vou - falou se levantando - e o papai?

- Acordou e logo saiu, deixou as passagens na mesa

- É pra nós pegarmos o voo sem ele?

- Acho que sim, agora somos só nós duas, praticamente, temos que nos virar

- Uhum - falou e descemos as escadas e começamos a ajudar os homens que carregavam as caixas

(...)

Fiquei exausta depois de tanto esforço.

No meu havia apenas as malas que levaria no avião.

A água iria ser cortada hoje, mas ainda dava tempo de um banho rápido. Coloquei uma roupa confortável e levei as malas que restaram para baixo.

- Perrie! - gritei

- Que?! - respondeu e sua voz saiu abafada por conta da distância

- Faltam trinta minutos, temos que ir!

- Tem tempo ainda, acalma o cu - falou descendo as escadas com uma mala em suas mãos e parecia ser pesada.

- Vou chamar o táxi - falei pegando o celular - trás a minha última mala também - pedi

- Aff - reclamou

- Vai logo - digo e ela bufa

Ligo para o táxi que chega em cinco minutos

A casa estava vazia, parecia ser habilitada por fantasmas. Relembrei toda minha infância que passei naquela casa.

- Tchau - é a única coisa que consigo dizer

- Tchau - fala Perrie e sinto uma lágrima cair sobre meu rosto, provavelmente no de Perrie também.

Entramos no carro e o taxista deu partida. Fomos para o aeroporto, fizemos o check-in e embarcamos no avião.

Perrie colocou os fones de ouvido e ficou mexendo no celular assim como eu.

- Está com medo? - perguntou

- Um pouco e você?

- Também - sorriu, mas percebi que seu sorriso era falso

O vôo durava em torno de oito horas e cinquenta e dois minutos pelo que soube. Aproveitei esse tempo para dormir e me preparar para o que estava por vir.

- Acorda - chamou Perrie é abri meus olhos rápido e levantei

Pegamos nossas malas e saímos do avião. Havia um homem de terno um pouco mais velho que papai segurando um cartaz escrito nossos nomes e fomos até eles.

- Oi - falou ele - sou o Cooper, assistente do seu pai, ele pediu para mim levar vocês para a casa

- Okay - falei com um sorrisinho

Seguimos ele até o carro, fiquei vidrada na janela. Aquela cidade era linda, não tanto quanto Londres, mas tinha seu charme e uma praia maravilhosa.

Chegamos em uma casa bonita, não era grande que nem a de Londres, mas dava pro gasto.

A cor da casa era um cinza gelo e bege. Cooper foi na frente para abrir a porta.

Quando entramos era bem o estilo americano. Ficamos contemplando a casa que era de dois andares, subimos as escadas e havia três quartos. Um que tinha um banheiro e era maior que os outros dois, provavelmente seria do papai e os outros dois tinha closet e banheiro compartilhado, então seria nosso.

O lugar estava vazio a espera dos nossos móveis que só chegariam daqui dois dias de avião.

- Vou ter que deixa-las - falou Cooper mexendo no celular

- Não temos nada - reclamou Perrie

- Sobre isso, seu pai não me disse nada e ele vai chegar daqui uma hora e provavelmente vocês irão para um hotel. Querem conhecer a cidade?




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