História Evidences and Confessions - Capítulo 3


Escrita por: ~

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Categorias Chaz Somers, Christian Beadles, Elizabeth Gillies, Justin Bieber, Ryan Butler
Personagens Chaz Somers, Christian Beadles, Justin Bieber, Personagens Originais, Ryan Butler
Tags Drama, Família, Justin Bieber, Romance
Exibições 13
Palavras 2.211
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Festa, Mistério, Policial, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Suspense, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo, Suicídio, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Oi, oi, oi, oi genttt, seus lindo, maravilhosos meus
então queria dizer aqui que eu amo cada um de vcs, serião
CAPITULOOOOOOOO, Sorry pela demora
mas vamo que vamo :)

ignorem os erros e boa leitura ;)

Capítulo 3 - Fray


Fanfic / Fanfiction Evidences and Confessions - Capítulo 3 - Fray

 

Depois de abraçar Justin umas quinhentas vezes e me desculpar quinhentas vezes, eu fui pra cozinha. Fazer pipoca, belo café da manhã não? Pois o meu filme preferido estava passando: Kingsman: Serviço Secreto. Alguém já viu aquele tal de Taron Egerton? Lindo que só.
 

Ryan saiu e até agora não voltou, então só me restou fazer o meu próprio “café”. Muito saudável.
 

Voltei pra sala e encontrei Justin com um porta retrato nas mãos, o porta retrato de Ryan, papai, mamãe e eu, estávamos rindo, isso fez a foto ficar mais linda ainda.
 

- nós éramos tão felizes. – falei sorrindo já com os olhos marejados, me sentei do seu lado e ele me olhou.
 

- deve ser muito difícil. – disse colocando o porta retrato no lugar, em cima da mesinha de centro.
 

- muito. – disse e senti minhas bochechas molharem, é eu não aguentei, desabei em lágrimas de novo.
 

- ei. – me puxou e me abraçou de lado – não fica assim, não vou dizer que você vai se acostumar, pois é mentira, mas você não deve ficar pensando nisso. – disse e eu encostei minha cabeça no seu peito, enquanto ele fazia carinho na minha nuca, com seus dedos emaranhados nos meus cabelos.
 

- por isso preciso da sua ajuda. – funguei e me afastei dele.
 

- já disse que terá sempre. – disse sorrindo, limpando minhas bochechas com seu polegar.
 

- eu preciso descobrir quem fez isso com eles. – disse e me permiti chorar mais.
 

- m-mas pode ser perigoso. – disse – se os mataram, com certeza fariam igual a você por se meter. – disse tentando me convencer.
 

- eu sei mas, preciso saber quem foi, isso não vai ficar por isso mesmo. – falei.
 

- ok, mas teremos muito cuidado. – disse e beijou o topo da minha testa.
 

O encarei e soltei um sorriso de lado, ele fez o mesmo, enquanto segurava minha cabeça com suas mãos. Seus olhos são tão bonitos, tem um brilho, a cor é diferente, não tem nada haver com olhos azuis, verdes ou castanhos, tem um tom de mel, não são claros e nem escuros. É totalmente diferente de todos os outros.
 

- che. guei. – ouvi a voz de Ryan e o vi por cima dos ombros de Justin, ele estava com cara de bravo e confuso ao mesmo tempo, em suas mãos estavam duas sacolas – Justin? – perguntou assim que Justin se virou pra ele, me soltando.
 

- eaí, vim ver como estava. – falou se levantando e fazem uns toques com Ryan.
 

Me levantei também e peguei as sacolas da mão de Ryan, ignorei a pipoca e fui pra cozinha. Abri as sacolas e me deparei com pacote de pão, biscoitos e tudo que engorda. Guardei o pote de sorvete na geladeira. Sim, Ryan comprou sorvete, mas é meu!
 

Abri um pacote de biscoitos e comecei a comer, e logo ouvi a fala de Justin e Ryan se aproximando, entraram na cozinha e pararam de falar. Não sou tão burra, eu sei que eles pararam de falar por minha causa, vou descobrir oque eles falavam, ah se vou.
 

- nem me chamou. – Ryan disse se sentando na minha frente, enquanto Justin se sentava ao meu lado. Comi mais biscoito e me lembrei de todas as vezes que eu acordava de manhã com minha mãe e fazíamos uma bandeja de café da manhã para papai e as vezes até pro Ryan, mas isso era raro, de vez em quando ele não merecia, me irritava eu ficava puta da cara, por isso o “castigava”.
 

- esta bem? – ouvi um sussurro, olhei do meu lado e vi Justin bem próximo de mim, diria que muito próximo, mas assim que olhei Ryan percebi o porquê de tanta proximidade, ele não queria que Ryan escutasse. Por que?
 

Ryan estava atento lendo o rotulo de uma caixa de cereais, parecia concentrado, mas na verdade ele estava meio desligado, eu sei muito bem que ele não esta lendo nada, o conheço e sei que isso é disfarce, com certeza esta pensando em algo.
 

- sim. – falei dando um meio sorriso. E observei Ryan de novo, acho que é melhor eu contar que eu pretendo ir atrás da pessoa que matou nossos pais. Respirei fundo e o chamei – Ryan? – nem me notou – Ryan!? – me olhou assustado.
 

- que foi porr...
 

- nem pense em terminar. – disse brava, ele estava no mundo da lua – eu preciso te dizer uma coisa. – mordi o lábio inferior e olhei para Justin, que me olhava atentamente – então, e-eu... vou atrás dequemfezaquilocomeles. – falei atropelando as palavras.
 

- oque? – ele perguntou franzindo o cenho.
 

- eu. Vou. Atrás. De. Quem. Matou. Nossos. Pais. – falei pausadamente e ele me encarou com uma expressão indecifrável.
 

- você oque? – perguntou se levantando. Pude notar que sua voz tinha raiva. Mas porque? Engoli a seco notando sua expressão para mim e me levantei ficando na sua frente – TA LOUCA? – gritou e o vi ficar vermelho de raiva. Alguém me diz qual o problema? To por fora do assunto.
 

- PORQUE? – gritei dando um passo a sua frente – PORQUE EU NÃO POSSO IR ATRAS E DESCOBRIR QUEM FOI? – perguntei e nessa hora eu já sabia que estava vermelha, mas de raiva.
 

- P-POR QUE... – gaguejou – É-É PERIGOSO! – gritou irritado, mas um pouco acanhado, parecia que ele estava com medo.
 

- olha gente, não quero me meter na briga de vocês, mas Laurie, Ryan tem um pouco de razão. – disse Justin se metendo entre eu e Ryan.
 

- é mas já se meteu, e falou certinho, ele tem um pouco – destaquei o “pouco” – de razão, e eu não tenho?! Não é justo prender e fazer pagar caro quem fez aquilo com eles? – perguntei puta da cara.
 

Ninguém pode matar alguém e sair livre, não pode! E eu tenho que descobrir quem foi, prometi a mim mesma que descobriria e faria pagar.
 

- VOCE TA LOUCA? QUER QUE TE MATEM TAMBEM? – gritou e deu um passo pra trás, enquanto eu permanecia imóvel.
 

- eu vou descobrir e Justin vai me ajudar! – falei um pouco mais calma, tentando faze-lo entender de que agora precisamos descobrir quem foi. E não deixar barato, e não deixar nas mãos da policia, pois sei muito bem que eles não se importam em prender o assassino.
 

- Justin?! VOCES TÃO LOUCOS PORRA? – eles com certeza esta fora de si, desviou o seu olhar de mim e encarou Justin, que não sabia oque dizer – JUSTIN PERDEU O JUIZO? NÃO PENSA QUE PODE SER PERIGOSO? – foi pra cima de Justin mas eu me meti no  meio, ele vai bater nele? Ok, isso é demais.
 

- CHEGA! – gritei e o empurrei, ou melhor, tentei – QUE FOI? PORQUE NÃO QUER QUE ELE ME AJUDE? – ficou em silencio e olhou para Justin, os dois se olhavam e pareciam que estavam escondendo algo de mim. Ryan abaixou a cabeça e saiu da cozinha, pisando firme e rápido. O segui e Justin veio atrás de mim, vi Ryan pegar a chave de seu carro e sair transtornado pela porta – vai atrás dele pelo amor de Deus! – falei empurrando Justin pra porta, enquanto me olhava sem saber oque fazer.
 

Assim ele fez, foi atrás de Ryan. Me sentei no sofá e comecei a chorar, de novo. Porque Ryan agiu daquele jeito? Ele nunca foi assim, sempre me tratou com carinho, nunca alterou seu tom de voz comigo, ele é tão carinhoso, amável, compreensivo, cuidadoso, enfim, existem tantas qualidades nele que me faltam palavras para descreve-lo.
 

Não vou dizer que essa foi a nossa primeira briga, pois, não foi, mas as outras eram por coisas bestas, sem sentido. Dessa vez foi diferente das outras vezes, ele tinha um misto de raiva e medo em seu olhar, não sabia distinguir o jeito que ele me olhava e quando olhou pra Justin então! Eu fiquei confusa, pareciam que os dois tinham algo a esconder e que tem tudo haver com a morte de nossos pais. Mas oque?
 

Oque eles tem pra esconder que não podem me contar ou até mesmo me deixar procurar o assassino?
 

Levantei do sofá e comecei a arrumar a sala, olhei pela janela pra ver se Ryan e Justin chegavam, mas nada. Fui pra cozinha e comecei arrumar a bagunça, arrumei ela inteira, de ponta a ponta, e mais uma vez fui pra sala e olhei na janela, e nada. Nem rastro deles. Subi pro meu quarto, também o organizei inteiro, arrumei tudo e olhei mais uma vez pela janela, mas nada. Tomei um banho de uma hora, metade do tempo eu fiquei pensando.
 

Já era umas quatro da tarde e nada deles, resolvi descer e fui pra cozinha, tomei um remédio pra dor de cabeça, já que essa praga vulgo dor, me atormenta noite e dia. Voltei pra sala e me sentei no sofá, encarei a porta por longos minutos, e nada dela se abrir e passar pela mesma Ryan.
 

Minha preocupação já estava lá no céu, o sol estava se pondo e logo a noite chegaria. Justin e Ryan nem deram sinais de vida desde manhã. Perdi a conta de quantas vezes olhei pela janela vendo se eles estavam chegando.
 

Eu sei que poderia ligar pra eles, mas Ryan deixou seu celular jogado na sala e eu não sei o numero de Justin, então 0 chances de ligar pra eles.
 

Subi de volta as escadas e me deparei com a porta do quarto dos meus pais aberta. Um arrepio tomou conta de mim. Engulo a seco e caminho até o quarto, devo lembrar que meu coração já estava na garganta?
 

Parei em frente ao quarto e fechei meus olhos. Quem entrou aqui? Eu não ouvi nenhum barulho, e se for um ladrão? Ou o assassino? Mordi meu lábio forte, e parei assim que senti a dor que eu mesma já estava me causando. Dei um passo pra frente e entrei, o quarto já estava escuro, a porta da sacada estava aberta e por ela passava um vento forte, isso fazia as cortinas balançarem sem parar.
 

Acendi a luz e olhei em volta, tremendo o corpo todo caminhei até o closet, abri a porta e acendi a luz, respirei aliviada assim que vi tudo em ordem, do mesmo jeito que meus pais haviam deixado.
 

Voltei pro quarto e me conformei de que o vento havia aberto a porta, mas eu mudei de ideia assim que vi que a porta da sacada estava forçada, resumindo ela estava fechada, alguém abriu. E se a porta do quarto deles estava aberta deve de ter ido pro outro cômodo. Me virei pronta pra sair dali, mas antes fechei a porta da sacada, caminhei até a porta, apaguei a luz e sai caminhando devagar e olhando cada quanto.
 

Abri a porta do banheiro do corredor e não vi nada. Graças a Deus! Entrei no quarto do Ryan e acendi luz, olhei em volta com muito medo e não vi nada, além da bagunça.
 

Sai e criei coragem pra olhar o quarto de hospedes, entrei morrendo de medo, fechei meus olhos e acendi a luz, abri lentamente e respirei aliviada, nada, estava tudo em ordem. Agora só faltava o meu quarto, fui para o mesmo e entrei fiz a mesma “vistoria” que fiz nos outros e nada de estranho.
 

Mas então?! A porta estava forçada, isso significa que alguém entrou, mas não tinha ninguém em lugar nenhum.
 

Me sentei na cama e fiquei ali tentando achar a resposta, mas nada vinha na minha mente. Olhei pra janela do meu quarto e vi o céu escuro, deixei meu celular de lado e vesti um pijama, me joguei na cama e meus olhos pesaram, os fechei, sem nenhuma dificuldade e dormi.
 

   [...]
 

Acordei com um barulho, e me levantei depressa, peguei meu celular e vi a hora, 3:00 a.m., fui em direção a porta e abri com um medo do cão. Mas vi Ryan de costas pronto pra entrar no seu quarto.
 

- onde você estava? – perguntei e fui até ele. Não me respondeu apenas entrou em seu quarto, estava prestes a fechar a porta, mas eu coloquei o pé o impedindo – ta louco? – ele estava com a cabeça baixa, não me olhou um minuto sequer – me responde caralho! – eu nunca fui de falar palavrões, mas dessa vez foi necessário.
 

- oque quer? – perguntou baixo se jogando na cama, me aproximei e sentei na ponta da mesma, ele estava com um cheiro ruim, e tenho certeza, ele andou bebendo.
 

- onde estava? – perguntei novamente.
 

- por ai. – respondeu rindo. Que foi que deu nele?
 

- para de ser idiota Ryan, e me responde. – falei bufando sem paciência.
 

- curtindo a vida, como é pra ser curtida. – respondeu rindo mais, ele esta drogado?
 

- Ryan, me diz, por favor, você não usou drogas né?
 

- droga? – perguntou rindo – eu? Nããããoo. – respondeu arrastado.
 

- VOCE TA LOUCO? OQUE QUE DEU EM VOCE? – gritei com raiva.
 

- menos Laurie, bem menos. Agora me deixa dormir. – respondeu serio, acho que meus gritos o fizeram acordar.
 

- converso com você amanhã. – falei indo em direção a porta – de amanhã você não passa. – lhe avisei.
 

Sai e fui pro meu quarto, deitei novamente. Mas oque ele tem na cabeça? Ele sempre foi contar essas coisas de drogas, e agora ele vai usar? Ah, mas não vai mesmo.

 


Notas Finais


ihhhhhhhhhhhhhhhh
TEVE UM PEQUENA TRETAAAAAAAAAAAAAA
eu nem gosto de treta (mentira, amo, sou movida por treta) kjkjkjk
comentem oque acharam, isso me motiva, vcs sabem disso :)

então amores até o proximo (não sei quando)
beijocas e até lá ;)


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