História Evil In The Night - Capítulo 11


Escrita por: ~

Postado
Categorias Glee
Personagens Blaine Anderson, Elliott Gilbert, Kurt Hummel, Sebastian Smythe
Exibições 46
Palavras 2.913
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Fantasia, Lemon, Mistério, Romance e Novela, Suspense, Universo Alternativo, Yaoi
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Oeee! Espero que gostem ♥

Capítulo 11 - If I Can't Love Him


Blaine estava se sentindo perdido. Ele já não falava com Kurt há dois dias e isso estava matando o moreno, que simplesmente decidiu parar de se alimentar. Ele não sentia vontade de fazer nada, pois a alegria que ele voltara a sentir tinha nome e sobrenome e agora ele nem sabia se ainda possuía um namorado.

- Você precisa comer, ou beber, sei lá. – Disse o garoto para Blaine, que revirou os olhos.

- Ele não quer falar comigo. – Blaine forçou um suspiro.

- Já era de se esperar, não acha? Se fosse comigo eu faria o mesmo.

- Você existe para fazer da minha morte um verdadeiro inferno, não é mesmo? – Blaine perguntou se levantando e indo até a janela.

- Isso é culpa sua, então sim, é para isso que eu existo. – Aquelas palavras só estavam piorando o dia de Blaine. – Mas eu estou vendo que você realmente não está bem. Sendo assim, quer que eu fale com ele?

- Não me faça rir. – O moreno disse rindo um pouco. – Isso só iria piorar tudo.

- Talvez. Mas nós nunca saberemos se não tentarmos. – Blaine assentiu. Talvez aquilo desse certo.

[...]

- Bom dia, gente. – Disse Will entrando na sala do coral. Todos estavam presentes, tirando Puck, o que era um verdadeiro milagre. Kurt estava sentado ao lado de Quinn, e Blaine estava ao lado de Brittany. – Durante o fim de semana eu parei para pensar em temas para as nossas aulas, e resolvi aquecer um pedido.

- É aqui a sala do coral? Eu sou aluno novo... – Blaine olhou fixamente na direção de quem falara, sentindo uma raiva dominar seu corpo.

- Claro que sim. Qual seu nome? – Will perguntou, aproximando-se do novo aluno.

- Thomas Mikhailovich. – Sorriu ele. – Não sou o melhor cantor do mundo, mas queria tentar...

- Seja bem-vindo, Thomas. – Disse, apontando uma cadeira vazia do lado de Kurt onde Quinn não estava. – Voltando ao assunto da aula, eu peguei um dos pedidos de você e resolvi tornar realidade.

- Espero que sejam musicais. – Disse Rachel alegre.

- De uma certa forma é, mas não é exatamente isso. – Disse Sr. Schue. – Vamos cantar músicas das animações da Disney e musicais em geral. Vocês devem escolher duas músicas para cantar, uma em especial da Disney e uma de algum musical que gostem.

- Meu tema! – Disse Kurt um pouco alegre e logo olhou para Blaine, que sorria grandemente para ele. Kurt logo pensou que provavelmente Blaine tinha algo a ver com aquilo. Mal sabia ele que não, o moreno não tinha nada a ver com aquilo.

- E não será apenas uma atividade para a semana, será também uma competição. Vocês vão fazer as performances em duplas, as quais eu escolherei. – Blaine sorriu largamente para esse detalhe que Sr. Schue acabara de comentar. – Se juntem quando ouvirem seus nomes. – Pediu ele e todos assentiram. – Mercedes com Puck; Tina com Mike; Artie com Brittany; Santana com Rachel; Quinn com Sam; Blaine com Kurt; Thomas, você terá que fazer sozinho...

- Sem problemas. – O Mikhailovich disse com um enorme sorriso nos lábios.

O mesmo não havia gostado da cara de Blaine quando o mesmo o viu entrar ali, mas ele não queria causa problemas nem nada, ele só queria estar por perto caso as coisas ficassem ainda piores. Ele não queria atrapalhar ninguém, só ajudar.

- Não podemos mudar, não? – Kurt perguntou e Sr. Schue o olhou confuso.

- Eu pensei que iria agradar com as duplas que fiz. – Disse o professor.

- Vocês não são namorados? – Perguntou Santana.

- É complicado. – Disse Blaine. – Mas eu acho que somos colegas antes de tudo, não acha, Kurt? – O moreno falou olhando diretamente para Kurt, que sentiu um frio apenas pelo olhar que recebeu.

- Tanto faz. – O castanho respondeu, dando de ombros.

- Certo. Vou dar o restante da aula de tempo para vocês decidirem as músicas. Vocês têm a semana inteira para ensaiar e na sexta-feira todos se apresentarão no auditório. – Avisou Will.

- O que os vencedores ganham? – Perguntou Tina.

- Você não precisa nem se preocupar com isso, Tina. Você nunca ganha nada mesmo. – Comentou Rachel.

- Você vai ter que quase morrer para ser suportável também? – Santana perguntou para Rachel, que apenas ficou quieta.

Todas as duplas resolveram se juntar. Kurt não queria ficar perto de Blaine. Não agora que ele sabia da verdade. O moreno se aproximou de Kurt e sentou ao seu lado.

- O que vamos cantar? – Perguntou Blaine, tentando parecer amigável.

- Vou procurar alguma música que fale sobre matar a pessoa que o namorado mais ama. – Kurt disse completamente irônico e Blaine sentiu uma pontada em seu peito.

- Você nunca vai me perdoar, já entendi isso. – Disse o moreno. – Você pode pelo menos fazer essa droga de atividade comigo? Eu prometo que depois eu sumo da sua vida. – Esse último detalhe fez o estômago de Kurt revirar. Ele não queria que Blaine fosse embora.

- Não estou afim de cantar nada. – Kurt disse e Blaine se levantou. – Onde você vai?

- Falar com Sr. Schue, já que o meu parceiro não está afim de cantar nada. – Kurt se levantou e segurou o moreno pelo braço.

- Tudo bem. Eu canto. Com uma condição. – O moreno fez um sinal para Kurt prosseguir. – Eu escolho as músicas.

- Pode escolher. – Concordou Blaine.

[...]

Kurt estava em seu quarto estudando e pôde jurar que havia alguém o observando ali.

- Blaine, se você está aí, pode ir embora. – Kurt disse e o moreno apareceu.

- Você não vai nem me dar chance de explicar o que aconteceu? – Kurt riu.

- Não há explicação para isso.

- Você não tem como saber disso. E sim, tem uma explicação. – Blaine se aproximou e Kurt levantou da cama, indo para o outro lado do quarto.

- Seja lá qual for, não estou interessado. Me deixe em paz.

- Você está terminando comigo?

- Nunca devíamos ter começado com isso. – Aquelas palavras afetaram Blaine profundamente.

Ele simplesmente saiu dali. No seu caminho para casa, começou a lembrar do dia em que levou Kurt para conhecer sua residência. Aquilo aconteceu um dia após Kurt descobrir que Blaine era um vampiro.

*FLASHBACK ON*

- Seja bem-vindo a minha casa. – Blaine disse, levando o namorado pela mão para conhecer a casa. – Por que está com essa cara? Não é o que você imaginava?

- Não falei nada. – Kurt riu. Blaine mostrou toda a casa para Kurt, parando por último em seu quarto. – Por que você tem uma cama se você não dorme?

- Para que eu possa fazer isso quando você estiver aqui. – Blaine disse colocando Kurt deitado na cama com um movimento rápido.

- Preciso me acostumar com você sendo tão rápido assim. – Kurt disse rindo.

- Você tem tempo para isso. – O moreno disse roubando um beijo de Kurt.

- O que vai acontecer quando eu me tornar um velhinho ranzinza? – Blaine riu pela cara que Kurt fez ao falar aquilo.

- Vou te amar do mesmo jeito. Kurt, eu prefiro ver isso acontecer do que fazer você se tornar o monstro que eu sou. – Blaine explicou e Kurt sorriu para ele.

- Você não é um monstro. – Kurt disse, puxando Blaine pelo pescoço. – Não gosto de ouvir você falando isso.

- Vou tentar mudar. – O moreno disse e beijou Kurt.

Um beijo calmo, cheio de amor e carinho, que logo se tornou um beijo urgente, cheio de desejo e paixão. Kurt trocou de lugar com Blaine na cama e tirou a blusa do moreno, começando a depositar beijos por todo o corpo do mesmo. O único problema, é que Blaine não gostava de ser controlado.

- Você me hipnotiza. – Kurt disse e Blaine riu.

- Eu digo o mesmo. – Blaine disse e voltou a beijar Kurt com ainda mais intensidade.

*FLASHBACK OFF*

Ao lembrar disso, o moreno sentiu que acabara de descobrir a música perfeita para cantar com Kurt, mas claro que o castanho nunca iria aceitar.

[...]

A tão aguardada sexta-feira havia finalmente chegado. O dia em que seriam as apresentações. Nesse dia, Blaine fez questão de fingir que estava almoçando correndo, só para poder chegar mais rápido ao auditório. O primeiro a chegar após Blaine, foi Kurt, que revirou os olhos ao enxergar o moreno.

- Já vai fugir de mim? – Perguntou Blaine, parando atrás de Kurt, que a essa hora já estava na porta do auditório.

- Se não quiser ser pego, pare de fazer isso dentro da escola. Tem câmeras aqui. – Kurt disse olhando fixamente para Blaine, que colocou as mãos na cintura dele. – Não encosta em mim.

- Eu não vou te machucar, eu só quero que você me escute. – Blaine disse e soltou Kurt. – E você sabe que não importa o quanto você corra eu vou te alcançar.

- Tudo bem, Blaine. Fala. – O moreno iria começar a falar, mas foi interrompido por todos os alunos que chegaram ao auditório.

- Deixa para lá. – Blaine disse e foi se sentar na primeira fileira das cadeiras. Brittany sentou em um de seus lados e Kurt do outro, por serem uma dupla.

- Você está bem, B? – Perguntou a loira.

- Não, mas vou ficar. – Blaine respondeu a ela, que sorriu para ele.

- Quem quer começar? – Perguntou o Sr. Schue e Rachel levantou a mão, indo com Santana para o palco.

Rachel e Santana cantaram a música Cabaret, do musical de mesmo nome. Santana cantou perfeitamente, mas Rachel deu alguns gritos exagerados. A outra música que elas cantaram foi Let It Go, da animação Frozen. Santana queria poder empurrar Rachel do palco, pois a mesma cantou a música inteira sozinha.

- Santana, adorei a sua voz em Let It Go. – Sr. Schue disse irônico e a latina revirou os olhos e concordou.

- Desculpem, mas a música fica melhor na minha voz. – Rachel disse e o Sr. Schue revirou os olhos.

- Aprecio que você goste de si mesma, mas você não cumpriu a tarefa. Você está desclassificada da competição. Santana continuará e se vencer pode convidar alguém para ir jantar com ela. – Disse o Sr. Schue. O prêmio seria um jantar para a dupla, no restaurante que eles escolhessem. – Próxima dupla.

Os próximos foram Quinn e Sam, que pareciam um casal de contos de fadas, de tão lindos que eram cantando. Eles cantaram Summer Nights, do musical Grease. Quinn teve um surto em cima do palco e saiu correndo para fora do auditório, deixando assim de cantar a segunda música.

Tina e Mike subiram ao palco e todos começaram a rir. Tina nunca tinha oportunidade de cantar no coral e, quando tinha, todos riam e não davam bola para ela. Mike era um dançarino incomparável, mas não tinha tanta habilidade assim na arte de cantar. Mesmo com todos os apesares, eles cantaram a música I Dreamed A Dream, uma música complicada do musical Les Misérables.

- Você chama isso de cantar? – Perguntou Rachel. – Tenho mais talento no meu dedinho do que vocês dois juntos. – Rachel disse maldosa e todos começaram a criticá-la. Tina e Mike não tiveram ânimo para continuar sua apresentação, então simplesmente desceram do palco e sentaram.

- Puck não veio, então não poderei me apresentar. – Mercedes avisou um pouco triste.

- Se eu ganhar eu levo você comigo. – Santana disse simpática e todos riram. Era realmente estranho ver a latina sendo tão amigável.

Os últimos antes de Kurt e Blaine, foram Brittany e Artie, que foram alegres para o palco. Eles cantaram a música Over The Rainbow, do lindo musical The Wizard Of Oz. Eles praticamente emendaram uma música na outra, pois logo já começaram a cantar a segunda música: Under The Sea, da animação mais que conhecida, A Pequena Sereia. Eles pareciam duas crianças em cima do palco, mas estavam indo muito bem.

- Parabéns! – Gritou o Sr. Schue. – Nunca vi vocês dois tão animados em uma performance. Vamos a última dupla.

Kurt e Blaine se posicionaram no palco e cantaram a música Come What May, do musical Moulin Rouge. Kurt chorou quase a performance inteira, enquanto Blaine continuou neutro. Chorar era algo que ele realmente não era mais capaz de fazer.

- Eu não vou cantar a segunda. – Kurt avisou e desceu do palco.

- Sr. Schue, se não for pedir demais, eu gostaria de cantar uma música. – Pediu Blaine e o professor assentiu. Blaine resolveu cantar sem instrumento algum, usando assim apenas a sua voz.

“And in my twisted face (E no meu rosto torcido)
There's not the slightest trace (Não há o menor vestígio)
Of anything that even hints of kindness (De qualquer coisa, nem mesmo dicas de bondade)
And from my tortured shape (E da minha forma torturada)
No comfort, no escape (Sem conforto, sem fuga)
I see, but deep within is utter blindness (Eu vejo, mas por dentro é uma cegueira absoluta)”

Blaine olhava tão profundamente para Kurt, que se fogo saísse de seus olhos, o castanho já estaria morto. Kurt prometera a si mesmo que não choraria, mas era impossível. Ele sabia que Blaine estava cantando para ele. Mas o moreno precisava mesmo pegar uma música da animação preferida de Kurt e mais que isso, pegar a música preferida? Aquela dor que Kurt estava sentindo pela morte de Sebastian agora havia duplicado, pois ele havia perdido duas pessoas mais do que importantes para ele.

“Hopeless (Sem esperança)
As my dream dies (Como o meu sonho morre)
As the time flies (Como o tempo voa)
Love a lost illusion (Amar a uma ilusão perdida)
Helpless (Desamparado)
Unforgiven (Imperdoável)
Cold and driven (Frio e conduzido)
To this sad conclusion (Para esta triste conclusão)”

O moreno achou que, música alguma, poderia se encaixar tão bem quanto aquela na atual situação. Kurt era o príncipe que havia conhecido a fera. E essa fera era Blaine, que achava não possuir um coração. Mas ele tinha, e estava doendo. Ele não pensou que ainda fosse capaz de amar, mas ele é e ele é honesto ao dizer que ama Kurt. Se Kurt ao menos o deixasse explicar o que havia acontecido, talvez ele o perdoasse.

“No beauty could move me (Nenhuma beleza poderia me mover)
No goodness improve me (Nenhuma bondade pode me melhorar)
No power on earth, if I can't love him (Nenhum poder na terra, se eu não posso amá-lo)
No passion could reach me (Nenhuma paixão poderia me alcançar)
No lesson could teach me (Nenhuma lição poderia me ensinar)
How I could have loved him and make him love me too (Como eu poderia ter o amado e o feito me amar também)
If I can't love him, then who? (Se eu não posso amá-lo, então quem?)”

Blaine precisava do beijo de amor verdadeiro para se livrar de sua maldição, e ele conseguiu, mas agora parecia que ele havia sido amaldiçoado novamente e de uma maneira ainda mais forte. Ele agora sabia que nunca mais seria capaz de amar de novo, pois Kurt era único.

“Long ago I should have seen (Há muito tempo eu deveria ter visto)
All the things I could have been (Todas as coisas que eu poderia ter sido)
Careless and unthinking, I moved onward (Descuidado e impensado, eu me mudei para a frente)”

Kurt tentava controlar as lágrimas, mas elas eram mais fortes do que ele. Elas simplesmente caíam descontroladamente. Blaine saiu do palco e andou até Kurt, onde se ajoelhou em frente ao castanho e cantou segurando sua mão. A mão de Blaine era gelada, mas a sensação de poder tocá-la era tão boa, que o frio não incomodava Kurt.

“No pain could be deeper (Nenhuma dor poderia ser mais profunda)
No life could be cheaper (Nenhuma vida poderia ser mais barata)
No point anymore, if I can't love him (Sem nenhum objetivo, se eu não poso amá-lo)
No spirit could win me (Nenhum espírito poderia me vencer)
No hope left within me (Nenhuma esperança dentro de mim)
Hope I could have loved hi and that he'd set me free (Espero que eu posso ter o amado e que ele tenha me libertado)
But it's not to be (Mas não é para ser)
If I can't love him (Se eu não posso amá-lo)
Let the world be done with me (Deixe o mundo acabar comigo)”

Quando a música acabou, Blaine foi aplaudido por todos. Tina, Santana, Brittany e Quinn – que recém havia voltado para o auditório – estavam chorando. Elas queriam poder ter um amor como esse.

- Já temos o nosso vencedor. – Sr. Schue disse levantando o braço de Blaine, que ainda mantinha os olhos fixos em Kurt.

- Se eu ganhei eu posso escolher o que fazer com o prêmio, certo? – Perguntou Blaine e o professor assentiu. – Quero dar esse prêmio para Quinn e Brittany. Elas merecem mais do que eu.

[...]

As palavras cantadas por Blaine mais cedo estavam martelando na cabeça de Kurt. Ele não conseguia tirar aquela cena da cabeça. Ele só queria que tudo se resolvesse. Ele queria que Sebastian ainda estivesse ali, reclamando de algo, nem que esse algo fosse o namoro de Kurt.

Ele só queria poder voltar para alguns meses atrás, quando sua vida finalmente parecia ser perfeita.

Ele estava na sala, fingindo ler um livro quando se assustou com a campainha tocando. Ele foi até ela sem vontade, pois pensou ser Blaine. Quando ele abriu a porta, ficou mais pálido que o normal, começou a tremer e pensou que iria desmaiar. Ele não acreditava no que estava vendo.

- Sebastian?!


Notas Finais


Momento divulgação MUAHAHAHA: Convido vocês a conhecer minha história original, que escrevo com meu amorzão, que é no estilo de Evil In The Night ♥ Aqui o link: https://spiritfanfics.com/historia/you-worth-my-sacrifice-6110728 Um beijão pra vocês ♥


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