História Exchange - Capítulo 3


Escrita por: ~

Postado
Categorias Justin Bieber
Personagens Personagens Originais
Tags Justin Bieber, Sonia Ben Ammar
Visualizações 69
Palavras 1.267
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Romance e Novela
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Hey povo! Tudo bem? Espero que sim!
Vim com mais um capítulo. Espero que gostem
→ Sei que disse que o próximo capítulo(no caso este) seria maior, eu tentei, mas a minha criatividade me traiu esses dias. So sorry
Boa leitura ☺️😉

Capítulo 3 - Finally in L.A


Fanfic / Fanfiction Exchange - Capítulo 3 - Finally in L.A

Eu era a personificação do capeta. Minha aparência, para definí-la, estava em um estágio avançado do cansaço. A viagem foi, obviamente, desgastante mas, me mantive plena.

O aeroporto estava lotado. Várias pessoas caminhando apressadas, com sorrisos nos lábios ao encontrar suas famílias ou revê-las. Meu coração estava disparando. Eu não iria rever e sim conhecer a família no qual eu conviveria.

Pecorro a vista ao redor, a procura do rosto da Pattie, tinha visto sua foto,então, acho que seria fácil vê-la.

Sinto alguém passar delicadamente a mão pelo o meu ombro. Viro-me e a vejo com uma expressão alegre. Percebo que Pattie é o tipo de mulher que contagia a todos apenas com o sorriso.

— Seja bem vinda, querida.— Ela me abraça cheia de ternura. Parecia até que já nos conhecíamos.

Depois que me solto dela, vejo duas crianças pequenas por perto. Ambas igualmente lindas.— Esses são a Jazmyn, com quem você falou, e o Jaxon.

Faltava mais um. O mais velho. Me contento, e não pergunto o por que dele não aparecer. Sim, sempre fui muito curiosa.

— Justin está atrasado. Ele sempre teve essa mania de não comparecer de imediato aos compromissos— Pattie revira os olhos e sorri.

Como sempre, eu estava com uma cara de retardada sem graça. Não sabia o que falar ou o que fazer. Então eu só permanecia com o sorriso congelado no rosto.

— Ah, não tem problema. Eu não me incomodo— Será que passei a impressão de desinteresse em conhecê-lo? Sempre tive esse dom de passar impressões erradas.

Jaxon ficava atrás da mãe, me encarando com vergonha. Jazzy não estava muito diferente do irmão, mas, ela sorria para mim quando eu a fitava.

— Bom, vamos esperar o Justin. Ele disse que não demoraria.— Ela pega o Jaxon no colo, e a Jazmyn se põe ao meu lado e pega na minha mão, um pouco envergonha. Eu já adorava aquela pirralha.

Nos sentamos e esperamos o tal dar a honra da sua presença.(…)

45 minutos

45 minutos que aquele bosta demorou à chegar. Tudo bem, não posso chamar de bosta quem eu não conheço, mas foda-se. Estou faminta, cansada e puta da vida. Não tenho condições de dar lições de moral a mim mesma.

— Graças a Deus. Já estava pensando em chamar um táxi!— Até porque é super de boas esperar esse tempo todo e não pegar um táxi.

Vejo o primogênito caminhando em nossa direção bem relaxado, com a cabeça baixa, digitando algo no celular.

— Filho, porque você demorou tanto?!— Pattie pergunta irada para ele. Pensei que o Justin iria pedir desculpa, ou coisa do gênero, mas ele apenas dá de ombros. Percebe-se que ela não tem muita moral com o filho.

Ele levanta o olhar, me encara por breves segundos e me analisa de cima para baixo. Eu fico arrepiada, com vergonha e chocada de como ele tem a capacidade de intimidar as pessoas sem abrir a boca. Seus olhos cor de mel tinham algo indecifrável, no qual eu não sei se quero saber o que é.

— Essa é a Bruna.— Pattie tenta puxar assunto, depois do momento constrangedor que ele causou, mas sua tentativa, quase banal, não resulta em merda nenhuma.

— E aí.— Ele me cumprimenta de leve com a cabeça, e pega a minha mala sem nenhum esforço. Seus músculos ficam mais evidentes, atraindo a minha atenção. Caminho seguindo o ritmo deles, enquanto observava suas tatuagens. Cada uma mais fodástica que a outra.

Me toco que eu não tinha dito uma palavra. Acho que eles pensam que eu sou mal-humorada.

— Então, Bruna, já está sentindo falta do Brasil?— Ela pergunta, olhando para mim, que estava sentada no banco de trás com as duas crianças.

—Um pouco. Sinto mais falta dos meus familiares e dos meus amigos.— Dou um pequeno riso triste.

— As brasileiras são oferecidas como dizem?— Justin me encara com um brilho de provocação no olhar, e ainda estava com um sorriso filho da puta no rosto. Ele acha que essa provocação infantil vai me atingir? Coitado.

— Justin!— Pattie o repreende, mas ele volta sua atenção para a direção, sem se importar.

— Ser oferecida não depende da sua nacionalidade, e sim do caráter.— Respondo com total clareza em minha resposta. Faço questão de olhá-lo bem nos olhos e sorrir debochadamente

— Tanto faz— Ele trava seu maxilar e me ignora completamente. Babaca.

Ao chegarmos na residência, faço questão de pegar o que posso das minhas malas, meio desgostosa pelo o Justin me ajudar a levá-las— Mesmo depois de me chamar de "atirada"— Desvio minha atenção das suas tatuagens após notar o seu olhar em mim.

A casa é bem aconchegante e, sem dúvidas, bem espaçosa. As crianças correm para os seus respectivos quartos e fazem a maior bagunça, arrancando um sorriso meu.

— Aqui é o seu quarto, querida.— Pattie apresenta o cômodo bem decorado. Ele era revestido de madeira. Com uma cama enorme no centro, além da escrivaninha e a grande TV que havia.— Fique a vontade para se estabelecer. O jantar será servido daqui à uma hora.— Ela sorri, antes de fechar a porta, me deixando a sós. Só eu e as minhas reflexões.

Tomo banho, refletindo sobre as minhas escolhas e expectativas. No que tudo isso resultaria, além de conhecimentos? Não faço a mínima idéia.

               ●Point Of View Justin Bieber●

— As brasileiras são oferecidas como dizem?— Pergunto, com a finalidade de atingir aquela vadiazinha recém-chegada. Não sei o que é, mas algo nela me incomoda. Quero saber se, pelo menos, ela presta para ser meu brinquedinho. Encaro a Bruna, observando como ela reagiria.

— Justin!— Minha mãe se mete, mas não dou atenção.

— Ser oferecida não depende da sua nacionalidade, e sim do caráter.— Pelo visto a vadiazinha não cede tão fácil à provocações, e me olha com o mesmo olhar sarcástico que lancei a ela.

— Tanto faz.—Volto a minha atenção ao volante, ignorando-a.(…)

— Pera, você tá dizendo que uma brasileira gostosa vai morar na tua casa por um ano?! Você está de brincadeira, irmão.— Ryan fala sorrindo, tomando um shot de tequila. Aquele panaca estava adorando essa novidade. Ele sempre foi louco por brasileiras. Eu estou começando a curtir essa idéia— E, como eu te conheço desde quando você cagava nas fraldas,sei que vai se aproveitar da situação.

— Óbvio. Quem em sã consciência não faria isso? Além do mais, cansei de comer as mesmas putas. É sempre bom variar.— Pego o beck que estava em cima da mesa, e dou um pega. Percebo que é do bom, ao entrar na lombra ligeiramente. Sinto-me instantaneamente relaxado, mais leve. Mandando para puta que pariu o fato de hoje ser o dia dos pais, e eu não ter com quem comemorar isso. Não preciso, e nunca precisarei daquele filho da puta. Na verdade, não preciso de ninguém.

— Então, sua mãe não está desconfiando de nada,né?— Ryan toca no assunto no qual eu preferia deixar de lado. Tudo que eu quero é que ninguém saiba disso. Seria um desgosto enorme para a minha mãe e, bem, odiaria ser mais má influência do que eu já sou para os meus irmãos.

          ●Point Of View Bruna Goulart●

O jantar foi ótimo. As crianças ficaram mais "soltas" comigo, Pattie falara da cidade e dos pontos turísticos no qual visitaríamos aos poucos, e sobre minhas aulas que começaria amanhã. Ansiosa era pouco para descrever como estou em relação as aulas. Ainda iria comprar um chip novo para me comunicar com o povo que deixei no Brasil. Enfim, amanhã será um dia longo. Ah, não vamos esquecer do detalhe de que o esquisito estuda na mesma sala que eu. Mas não me importo.

Agora é desejar boa sorte a mim mesma, e ter uma noite de sono bem dormida para a correria de amanhã.


Notas Finais


Me desculpem por qualquer erro. Não estava muito inspirada esses dias,mas, prometo que tentarei melhorar! Então, me desculpem se o capítulo está monótono demais.
Comentem o que acharam. Os comentários são muito importantes para mim saber se estou indo na "direção" certa com a fanfic😘😉


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