História Exchange Program - Capítulo 2


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Categorias Bastian Schweinsteiger, Holger Badstuber, Joshua Kimmich, Manuel Neuer
Personagens Holger Badstuber, Personagens Originais, Roman Bürki
Visualizações 21
Palavras 1.072
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Ficção, Hentai, Romance e Novela
Avisos: Adultério, Álcool, Heterossexualidade, Homossexualidade, Linguagem Imprópria, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Oi

Capítulo 2 - Apresentações


A faculdade na maioria das vezes é uma escolha, e eu escolhi fazer um pouco tarde demais, certamente a culpa não foi totalmente minha, tive que trabalhar desde cedo e por isso não consegui me concentrar nos estudos, como consequência parei de estudar e abandonei o ensino médio, terminei o terceiro ano com vinte e três anos de idade, tardio, não? 

Após me esforçar muito para entrar em uma faculdade estrangeira, consegui, arduamente, uma bolsa integral em uma universidade na Alemanha. Escolhi literatura como curso, por que justo literatura? Também não sei.

E quem viu a moça que limpava banheiros, não conseguirá imaginar a mesma moça fazendo as malas para viajar para um lugar distante, tão, tão distante. Eu trabalharei lá em uma loja de roupas, mas é por pouco tempo.

Bolsa preta com um enorme "L" vermelho bordado na frente. Roupas de frio, apenas as melhores que eu tenho e que não são muitas, e um sentimento até então desconhecido por mim, talvez insegurança ou esperança, os dois juntos.

Assim que consegui entrar no avião, comecei a imaginar minha vida da li em diante. Eu terminaria a faculdade e ficaria? Não sei, um passo de cada vez, nada de dar um passo maior do que as pernas.

Assisti alguns filmes, adormeci, mas logo acordei com medo de o avião estar caindo. Eu tenho muito medo de andar de avião, uma verdadeira tortura, pode - se assim dizer.

Foi servido uma comida típica da Alemanha e eu achei que fosse vomitar por causa do cheiro daquilo, mas assim que experimentei constatei que eu ainda mantinha meu espírito infantil pois assim que aquilo foi mastigado percebi que era uma verdadeira delicia. 

Voltei a dormir quando faltavam exatas duas horas para pousarmos em solo alemão. 

 

 

 

 

Olhei em volta, o carro ia se distanciando do aeroporto, aquela região era maravilhosa, meus olhos com certeza estão se deliciando com a visão linda da folhas caindo no chão, é outono e as folhas morrem para darem chances para outras. As folhas faziam uma espécies de desenhos no chão, eu via isso em cada árvore que eu via de de dentro do carro.

- Chegamos, senhorita — o motorista do Uber me avisa.

Ele educadamente me ajudou a colocar as malas dentro de casa, apenas duas, mas que carregavam um grande peso dentro delas. 

-  Dankeschön — agradeço ao motorista. 

Assim que ele se vai, percebo o quanto de trabalho eu deveria fazer para conseguir arrumar a casa.

Retirei os panos brancos que cobriam os móveis antigos de madeira, cadeiras, a mesa, e os armários. Retirei o pano do sofá impecávelmente branco, se eu levasse em conta que tudo naquela casa está lá há décadas.

Minha faculdade começaria amanhã e meu trabalho também, hoje é tempo de curtir e aprender a pegar o ônibus e andar de metrô, demoro um tempo para decorar as coisas, minha memória não é tão boa como deveria ser para alguém de minha idade.

O tempo frio se fez ainda mais presente, esperei que os cristais de gelo caíssem do céu, afinal é mais ou menos isso que uma brasileira espera quando vem a um país europeu. Mas a Alemanha não virou o pólo norte, e foi um pouco decepcionante, me contentei ao lembrar que ainda haverá tempo.

Passei em um mercado e comprei coisas básicas. Não sou chegada a um chocolate quente, todavia a temperatura me obrigou a fazer um pouco.

A fumaça do líquido quente me conforta de um jeito estranho, talvez porque está frio e um pouco de calor não faz mal.

 

 

 

Sai bem cedo para pegar o ônibus, agora um tiro deu sinal para que minha rotina comece a dar as caras.

O dia será bom, estou na Alemanha.

- Bom dia, meu nome é Libera Ramos e estou procurando a sala onde o pessoal de literatura está. A senhora poderia me informar? — questiono a uma senhora que está na secretaria da enorme faculdade de Munique.

Ela sorriu.

Ganhei um sorriso !

Olhou algo no computador.

- A única turma de literatura neste horário está na sala oito, vá reto e vire a primeira esquerda.— ela me auxilia — Seja bem vinda a Universidade de Munique.

- Obrigada, senhora Sonne — agradeço usando o nome de seu crachá.

Fiz exatamente o que ela disse e entrei em uma sala onde estavam umas vinte pessoas. 

- Bom dia, senhorita, fico feliz em que tenha achado sua sala — o professor diz.

Ele parece ter uns trinta anos, ele parece um príncipe, talvez um rei. Moreno e alto, mas sua pele é branca, branca como a neve que eu imaginei que fosse cair ontem.

- Bom dia.— digo, tímida. E vou me sentar.

Ele continua falando a regra da universidade, avisa que não se pode entregar atividades atrasadas, que a faculdade exige muito dos alunos e mais um texto que provavelmente ele deve repitir todos os começos de módulo 1.

Depois que acabou todas as aulas, fui direto para o trabalho. Não fica muito distante da faculdade.

A loja está situada no centro de Munique, de início fui treinada para o caixa, não sou uma calculadora humana, mas sei as contas básicas e isso bastava.

Com uma enorme exaustão, segui para minha casa, já é tarde no meu celular, porém, o sol sequer pensou em se pôr, o que causa a impressão que ainda são dez da manhã e não seis da tarde.

As cercas da Alemanha são muito baixas, ouso dizer que não são para proteger e sim para enfeitar, pude ver um labrador em meu quintal e eu corri para brincar com aquele ser de quatro patas que encanta a qualquer um.

- Oi, garoto, você é lindo, sabia? — acaricio seus pelos marrons — Onde está seu dono?

Eu dizia tudo em português, às vezes eu não consigo controlar a vontade de falar meu idioma, de usar as nossas gírias e cantar nossas músicas. 

- Hey, Spike, por que você saiu de casa? — um homem loiro, e vale ressaltar que é  lindo, chegou falando com o cachorro.

- Ele veio para o meu quintal, juro que não fui até o seu busca -lo — conto. 

Aquele homem parecia ser o caminho do paraíso.

- Tudo bem, eu tenho que me desculpar por isso. — ele dá de ombros — Sou seu vizinho do lado, Holger Badstuber.

- Sou Libera Ramos — o cumprimento com um beijo na bochecha. — Tenho que entrar.

- É enorme prazer conhece - la, vizinha.

 

 

 


Notas Finais


Espero que estejam gostando


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